Qua, 03 de Março de 2010 10:16
*Por Adm. Marizete Furbino
“Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite”.
(Peter Drucker)
Em meio a tanta turbulência do séc. XXI, mais do que nunca, a figura do administrador dentro de qualquer organização, seja de pequeno, médio ou grande porte, se tornou imprescindível.
Assim como o médico é essencial à vida de qualquer cliente, o administrador é essencial em qualquer organização.
O séc. XXI vem recheado de incertezas, desafios e mudanças constantes, e ninguém melhor para assumir riscos, com maior probabilidade de acertos, obtendo resultado esperado, do que um administrador.
O administrador, sendo o grande responsável por toda organização, procura atuar com muito comprometimento e envolvimento. Com o seu talento e competência irá contribuir para que a organização a qual esteja inserido, não só sobreviva neste mercado globalizado, onde a competitividade é tão acirrada, mas, permaneça sólida no mesmo. E este constitui um dos grandes desafios para o administrador, que com muita maestria, consegue realizar suas ações, pautadas na eficiência e eficácia, obtendo resultados esperados e trabalhando sempre em prol da melhoria contínua da organização.
Como agente desvelador da realidade em que vive, agente de mudança e de transformação, o administrador através de seus conhecimentos e de sua visão, realiza análise da organização e do mercado, verificando as oportunidades, ameaças, as fraquezas e fortalezas, o que faz com que a organização a qual está sob sua direção, faça um diferencial no mercado, transformando fraquezas em fortalezas e ameaças em oportunidades.
As organizações devem reconhecer, que o administrador foi preparado para ocupar o seu lugar no mercado e que contratando-o, só se tem ganho, pois, este profissional é capaz de alavancar qualquer organização.
O administrador, através de uma visão sistêmica, visão esta, do todo organizacional, desenvolve um trabalho de qualidade, conseguindo êxito em suas ações com e através das pessoas que fazem parte de todo processo organizacional.
Através de sua competência, sabe muito bem atrair, manter e reter talentos, enxergando cada funcionário como colaborador e como um dos maiores patrimônios que a organização possui, realizando um trabalho, onde todos os departamentos executam suas atividades em equipe, de forma harmoniosa, interligada, interagida e inter-relacionada, conduzindo o processo de tal forma que todos não só conheçam os objetivos organizacionais, mas trabalhem com colaboração, cooperação, afinco e dedicação, em prol dos mesmos.
O administrador é um exímio identificador e solucionador de problemas. Age em tempo hábil, procurando fazer do tempo o seu aliado e das pessoas que compõem a equipe verdadeiros parceiros, proporcionando que a organização atenda as perspectivas destes e que estes atendam as perspectivas da organização.
O administrador nunca deixa de atualizar seus conhecimentos, está sempre buscando-os, pois, tem plena consciência que, o saber é inesgotável e que para crescer profissionalmente precisa saber mais e mais, para assim, fazer o diferencial no mercado.
Possui uma capacidade de relacionamento invejável, pois, sabe que depende das pessoas para se obter o resultado desejado.
O administrador além de atuar com profissionalismo e de preocupar-se em demasia com o seu nome, se preocupa também, com suas atitudes, comportamentos e condutas, pois, sabe que é um ser humano notado e visado dentro e fora da organização, tem consciência que seu estilo influencia o comportamento das pessoas e que qualquer deslize é imperdoável e pode ter a conotação de perdas, caso não sejam condizentes com a política organizacional em que está inserido. Cidadania e ética são palavras que estão presentes de fato na vida profissional de um administrador.
Sem o administrador, a organização não descobrirá o caminho, não saberá quais estratégias utilizar e como resultado, não chegará a lugar algum.
22/09/2007 Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
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Qua, 03 de Março de 2010 10:12
*Por Adm. Marizete Furbino
“Grandes visionários são importantes; grandes administradores são fundamentais”. (Tom Peters)
Cooperação e colaboração se tornaram palavras de ordem no séc.XXI.
Para que a organização alcance um diferencial no mercado, é preciso que funcione como um ser humano, além de viva e atuante, funcione de forma integrada, interagida e interligada, de modo que, todos os envolvidos no processo organizacional realizem de fato cooperação e colaboração.
Em uma organização inter-relacionada, torna-se necessário que, cada pessoa, bem como cada departamento, não só compartilhe o seu papel, é preciso ir além, é preciso somar forças, compartilhar conhecimentos, talentos, buscas e anseios, contribuindo assim e lutando em prol do alcance de objetivos comuns.
É preciso que haja espírito de união e confraternização, onde todos, sem exceção, desde o porteiro até a diretoria, estejam direcionados às conquistas, mas, com dignidade e respeito, compartilhando, interagindo e integrando as diferenças, enxergando que, para se obter sucesso, torna-se necessário somar forças e não realizar verdadeiros massacres dentro de uma organização, pois, o massacre, além de ser um nefasto comportamento desumano, não irá contribuir com a produtividade e sim com o medo, com a insegurança e com a frustração dos envolvidos, corrompendo então, o elo que poderia existir entre todos, comprometendo assim, o objetivo final.
É de suma importância, obstruir esta mesquinhez, que muitas vezes ronda e/ou aparece impregnada dentro das organizações, esta competição não saudável, onde cada um e cada departamento, com muito egoísmo e vaidade, vivem apenas cuidando de seu território. É preciso ir além, é preciso enxergar a organização como um todo e não fragmentada, onde todos possam além de contribuir, perseguir os mesmos objetivos e juntos, somar forças em prol dos mesmos resultados.
Torna-se necessário trabalhar a cooperação e a colaboração nas organizações, deixando claro seu valor para todos, mostrando que cada um dentro da organização possui o seu talento e o seu valor, e que, através de um verdadeiro trabalho em equipe, todos saem ganhando, pois, existirá maior interação, cooperação, colaboração e por conseqüência, crescimento do coletivo, assim, obtêm-se melhor resultado, uma vez que juntos, seremos sempre mais.
15/09/2007
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
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Qua, 03 de Março de 2010 10:00
*Por Wagner Campos
Os jovens (geração Y) possuem várias características interessantes para o mercado. São estão cheios de vontade, querem iniciar sua vida profissional, não possuem vícios e normalmente aceitam propostas nem sempre tão atrativas devido a não terem experiência e desejarem ter um bom emprego. A desvantagem é que justamente por não terem experiência anterior, estes mesmos jovens possuem algumas limitações relacionadas a comunicação, dificuldade em relacionamento interpessoal em alguns casos e a falta de visão profissional o que no final das contas, se torna um fator impeditivo para iniciação profissional.
Os profissionais na faixa dos 30-40 anos (geração X) possuem boa experiência profissional de em média 7 anos, graduação adequada e especializações nas áreas que desejam atuar, sabem se comunicar e utilizam com perfeição sua visão estratégica. A desvantagem é o fato de serem profissionais que tem seus salários expressivos, buscam grandes desafios e são abordados constantemente por outras empresas que oferecem planos de carreira atrativos o que causa uma redução no tempo de permanência na empresa atual. As empresas procuram oferecer um bom pacote envolvendo salário, benefícios e plano de carreira de forma a se tornarem atrativas para estes profissionais e conseguir mantê-los pelo maior tempo possível.
Obviamente os “cinquentões” (baby boomers) ainda estão na ativa. São responsáveis pela existência do mercado atual pois foram os precursores das grandes mudanças do mercado nas últimas décadas. Estes profissionais possuem boa titulação, grande experiência no mercado e são muito centrados. No entanto algumas empresas generalizam tais profissionais acreditando que devido a idade, muitos não estão tão atualizados nem possuem o mesmo ritmo que os profissionais mais jovens. Provavelmente esta interpretação se deve ao fato de que os profissionais mais maduros são menos impulsivos que os mais jovens e o mercado as vezes pode confundir ponderação com estagnação.
A receita ideal seria múltipla através de “doses” de 18 anos tendo suas “porções” da seguinte forma: 18x36x54. Ausência de vícios, fôlego e vontade de crescer dos 18; estratégia, determinação, busca por desafios e superação dos resultados dos 36 e ponderação e análise dos 54.
Reprodução autorizada desde que mantidos os créditos e formas de contato.
É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem. * WAGNER CAMPOS é Especialista em Marketing e Palestrante Motivacional em Vendas e Liderança. É Professor de MBA em Marketing e Vendas. Contribuiu com empresas como Ambev, Unibanco, Whirlpool Eletrodomésticos e Sebrae. É autor do Livro "Vencendo Dia a Dia".
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Ter, 02 de Março de 2010 10:47
*Por Evaldo Costa
Você tem sonhos? Metas de longo, médio e curto prazo? Deseja comprar ou trocar de carro? Uma casa nova? Um novo emprego? Ser aprovado no vestibular? Em concurso público? Se temos uma meta a cumprir é sinal que estamos no caminho certo. Pois é como diz o dito popular: “não há bons ventos para quem não sabe para onde ir”.
Mas, admitamos que você queira comprar um carro novo e depois de algumas economias leva o possante para a garagem de sua casa. O que vem depois? Pode ser, por exemplo, um imóvel? Daí, você reune os recursos necessários e adquire o tão sonhado bem. O que vem depois? Pode ser a publicação de uma obra. Então você se mata entrando madrugadas adentro até chegar à noite de autógrafos. Sem dúvidas, uma conquista e tanto. Mas, passado a euforia da conquista, você encontra-se relaxado no sofá e sem perceber surge a tal pergunta que não quer se calar: o que vem depois?
Podem ser férias prolongadas pela Europa, Ásia, África, Américas ou Oceania. Então você recorre às economias, cuida da logística para que nada saia errado em sua ausência, compra a pacote turístico e embarca para o descanso almejado. As férias foram um sucesso. Você curtiu cada instante da viagem. Todavia, uma semana após o retorno para o aconchego, você encontra-se relaxado repassando e relembrando cada foto. Chega à última e você respira fundo e involuntariamente surge a costumeira indagação: e o que vem depois?
É, exatamente, essa pergunta que nos dá motivação e move a nossa vida em direção às realizações. É ela que nos desperta a vontade e gera a fagulha que acende a fogueira da conquista, a energia para superar as adversidades e aproveitar as oportunidades, criando o compromisso que nos mantem na rota do sucesso.
Porém, há quem diga que a motivação dura pouco. Daí, eu digo, ela dura pouco mesmo, assim como o banho, mas é por isso que eu recomendo tomar banho todos os dias. Portanto, antes de conseguirmos alcançar a próxima meta, devemos nos perguntar sempre: O que vem depois? Agindo assim, reuniremos a energia necessária para vencer.
Uma outra dica é: enquanto não alcançamos a próxima meta, devemos admirar, agradecer e alegrarmos com o que temos. Concentrar as nossas energias naquilo que possuímos sem invejar o que ainda não conquistamos é uma sabedoria que vencedores como os atletas Pelé, Zico, Romário, Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo Fenômeno, o astro do Golf Tiger Woods, políticos como Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Barack Obama, líderes com o Franklin Roosevelt, Gandhi entre outros, dominam.
É como dizia Sarah Breathnach: “Quando não podemos optar por nos concentrar no que está faltando em nossas vidas, mas somos gratos pela abundância que está presente .... nós experimentamos o céu na terra".
Agora que você sabe disso, é só esforçar-se para transformar o conhecimento em hábito. Pois, como diz o mestre Zig Ziglar: “A motivação faz com que você caminhe para o topo, o hábito mantém você lá”.
Pense nisso e ótima semana,
Evaldo Costa
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
Escritor, consultor, conferencista e professor.
Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”
Site: www.evaldocosta.com
Blog: http://evaldocosta.blogspot.com
E-mail:
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Ter, 02 de Março de 2010 10:36
*Por Tatiana Salvador Borgoni
O mercado brasileiro de tecnologia vive um momento de crescimento e profissionalização, e apesar da recente crise global instaurada (e talvez por conta dela também), as empresas estão investindo fortemente em tecnologia e na contratação de talentos, proporcionando um grande desafio às áreas de Recrutamento e Seleção das empresas e consultorias.
Por que é um desafio?
Cada vez mais, profissionais das áreas de Recrutamento e Seleção com foco em TI vem se deparando com um desafio: a busca por profissionais bem qualificados para um mercado extremamente competitivo.
Candidatos com experiência profissional deficiente e altas remunerações; atuação com ferramentas específicas de um setor ou já obsoletas; sem domínio, ou até mesmo sem conhecimento de um segundo idiomas, dificultam o dia-a-dia dos profissionais de Seleção.
E não pára por aí. Atrair o melhor profissional, com remuneração adequada às suas qualificações e preservar a sua motivação frente ao projeto compõe um dos maiores desafios do Profissional de RH de Resultados.
Qual é o segredo?
O grande segredo está no Analista de Recrutamento e Seleção que precisa ter a perspicácia de descobrir no candidato entrevistado, suas verdadeiras motivações, expectativas e potencial para o incremento de seus Planos de Carreira, prevenindo a rotatividade de pessoas antes que ela aconteça.
Esta responsabilidade estende-se à equipe de Desenvolvimento em RH, que pode proporcionar aos gestores da empresa, condições de avaliar o desempenho individual de cada colaborador, desenvolvendo-os e capacitando-os a assumir novas responsabilidades.
Desta maneira as empresas e consultorias conseguem valorizar e reconhecer o desempenho de seus colaboradores e consultores, mostrando o seu real valor e reconhecimento, evitando que o seu interesse na busca de novos projetos, seja apenas por melhores remunerações.
Por que acontece o Turnover?
A dificuldade ao entender o mercado e a importância da excelência e sensibilidade no atendimento às áreas clientes, a necessidade de incrementar sua maturidade profissional, a não identificação com alguma das políticas da empresa contratada; a não aderência de seu perfil profissional às atividades do projeto que lhe foram propostas; a ausência da auto-motivação para resultados ou a busca não estruturada de uma melhor remuneração e colocação profissional; são algumas das muitas razões para a alta rotatividade de profissionais na área de TI.
Infelizmente, ou felizmente, o candidato de TI que mantêm o comportamento de um profissional em busca de melhores salários à qualquer custo – sem se preocupar com um maior comprometimento com o Negócio e com os Resultados das empresas nas quais atuou e sem buscar qualificações atualizadas – tem uma empobrecida vida útil, já que em algum momento de sua vida pessoal e profissional ele perceberá a necessidade de pleitear cargos mais estratégicos e muitos não conseguirão suprir as expectativas de nosso competitivo mercado profissional de TI.
E em meio a estes desafios, empresas contratantes e consultorias selecionadoras precisam ficar atentas aos profissionais que estejam iniciando a sua formação e vida profissional, já que este ainda não foi “contaminado” pela busca incessante por altos salários, o que se torna uma oportunidade mútua: o RH apoiando-os na orientação e desenvolvimento profissional para uma carreira mais consolidada, e a empresa qualificando e agregando valor aos seus negócios.
*Tatiana Salvador Borgoni é Psicóloga Clínica e Coordenadora da área de Recrutamento e Seleção da Talent Four Consulting
Qua, 24 de Fevereiro de 2010 08:44
*Por Adm. Marizete Furbino
Somos o que fazemos repetidamente. A excelência, então, não é um ato, mas um hábito. (Aristóteles)
Com o iniciar deste terceiro milênio, enfrentamos múltiplos desafios; um deles é a acirrada competitividade. O mercado exige que sejamos ótimos, caso contrário seremos literalmente esmagados. Vivemos em um mundo globalizado, na era da incerteza, e esta traz consigo grandes mudanças, sendo uma destas a de não permitir que sejamos mais ou menos.
O investimento pesado, nos Recursos Humanos e na tecnologia da informação, se tornou o grande aliado da organização que deseja pelo menos, sobreviver no mercado, pois o conhecimento e a informação passam a ter uma nova conotação, passando a ser os pilares da organização, gerando o rebento denominado produtividade.
Neste mercado, inovação é uma palavra de conotação muito forte, e esta aparece atrelada ao conhecimento e à informação, que juntas, são capazes de gerar vantagem competitiva.
Neste cenário, o foco organizacional deverá ser verificado, analisado e alterado, pois vivemos em um mundo recheado de mudanças e incertezas, exigindo do colaborador e da organização a capacidade de compreensão e adequação no que tange a este momento de transição. Algumas palavras deverão ser de fato implementadas, não podendo ficar de fora do vocabulário organizacional, tais como: integração, inter-relação e interação.
Em meio a tantas mudanças, incertezas e desafios, surge um novo perfil do profissional, e o profissional tem que se adequar, isto se quiser também sobreviver nesse mercado.
Este profissional tem que estar mais do que comprometido com a organização para o qual exerce suas funções; este profissional deverá estar envolvido, antevendo-se aos fatos. Além de preocupar-se com suas competências, buscando o conhecimento, atualizando-se e qualificando-se sempre, tendo em vista a sua contribuição para com a melhoria contínua da organização, agregando valor em tudo que faz, e fazendo assim o diferencial, este profissional deverá preocupar-se com suas habilidades técnicas e gerenciais, zelando por valores éticos, pela integridade e pela transparência no que faz, avaliando sempre suas atitudes, comportamentos e condutas, fazendo da reflexão sua rotina diária.
Gostar do que faz é pouco. Este profissional tem que realmente amar o que faz e assim, tornando-se leve, o que poderia ser de fato, um fardo. É preciso ter sede em querer fazer e fazer bem feito.
É necessária uma conscientização de que, nada mais é previsível, certo e/ou estável; por isso, administrar uma organização se tornou um desafio extraordinário e constante; portanto, a adaptação a este cenário se tornou fator imprescindível para qualquer profissional e/ou organização, que queira pelo menos, sobreviver neste mercado.
Em meio a este cenário competitivo, humildade, ousadia e energia se tornaram a trilogia do momento, pois é preciso que se tenha humildade para reconhecer os erros e realizar os acertos; humildade para reconhecer que não é dono da verdade e que precisa atuar dentro da organização de forma mais amena, realizando parcerias com todos os envolvidos no processo, procurando sempre realizar o trabalho em equipe, pois assim terá um resultado grandioso. É preciso que se tenha ousadia para alcançar as realizações, para fazer de fato acontecer, e é preciso também que se tenha energia, disposição e muito fôlego para atuar com afinco, dedicação e muita sabedoria, e assim alcançar a eficiência e eficácia; caso contrário, correr-se-á sério risco de ser literalmente esmagado pelo mercado, degolado e engolido pelo cenário que aí está.
É preciso romper com o passado e se predispor a mudar.
08/09/2007
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
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Qua, 24 de Fevereiro de 2010 08:28
*Por Raúl Candeloro
Uma das coisas mais importantes na motivação de qualquer vendedor e, possivelmente, uma das mais maltratadas é o plano de remuneração. Dependendo de como a empresa paga, ela irá atrair um certo tipo de profissional, estimular uma série de atos (positivos ou negativos) e manter (ou afastar) os bons profissionais que já trabalham na empresa.
Talvez tudo comece pelo que podemos chamar de teoria X e Y da gerência de vendas (parafraseando McGregor):
* A teoria X diz que vendedores são todos preguiçosos, não têm responsabilidade, precisam ser comandados, são naturalmente egoístas, só pensam neles e não na empresa. Finalmente, os vendedores são espertos e malandros, mas, na verdade, não são muito inteligentes. Se fossem inteligentes, não seriam vendedores. (Esse é o típico gerente linha dura – vendedor é na base da chicotada)
* A teoria Y diz o contrário: vendedores têm iniciativa natural. Se ficam preguiçosos é por culpa do tratamento que a empresa dá a eles ou porque alguma coisa está errada. Todas as pessoas têm potencial para se desenvolver e assumir responsabilidades. Finalmente, para quem acredita na teoria Y, é necessário alinhar os objetivos da empresa aos objetivos pessoais dos vendedores para realmente alcançar o sucesso.
Veja que diferença essas posturas podem ter na definição da remuneração de uma equipe. Imagine, por exemplo, dois cenários completamente diferentes:
1. A empresa “A” remunera com 100% de comissão. O vendedor é quem paga as suas despesas e existe uma bonificação por volume. 2. A empresa “B” fornece carro, paga gasolina e oferece um plano de carreira. Entretanto, paga um salário fixo + uma pequena bonificação.
Qual tipo de vendedor ou vendedora seria atraído e motivado por cada um desses planos? Com certeza seriam pessoas com características completamente diferentes. Um plano de remuneração também estimula os vendedores a se dedicarem a determinadas atividades. Vamos continuar imaginando nosso cenário:
1. A empresa “A” paga 2,5% de comissão sobre todas as vendas feitas até o volume do ano anterior. A partir daí, paga 7,5% (ou seja, sobre todas as vendas feitas além do volume vendido no ano anterior). 2. A empresa “B” paga salário fixo + 20% de bonificação, sendo que a bonificação leva em conta três itens: satisfação dos clientes, lucratividade e treinamento.
Está na cara que os vendedores dessas empresas vão ter comportamentos completamente diferentes. Os primeiros serão verdadeiros pit bulls (como gosto de chamar o meu amigo Luppa), ou caçadores – sempre em busca de novos mercados, prospectando muito e abrindo novas frentes. Raramente trabalharão em equipe. Os segundos serão mais agricultores, procurando a satisfação e a lealdade de clientes, talvez nem se preocupem em prospectar novas oportunidades.
E qual seria o certo ou o errado? Depende, lógico, de uma série de fatores: posicionamento da empresa, o que se espera do vendedor, ciclo de vida do produto ou serviço, grau de concorrência. Antes de mais nada, depende do seu processo de vendas. Pouquíssimas empresas, infelizmente, planejam e estudam o seu processo de vendas. Sem fazer isso, fica difícil recrutar e selecionar, treinar e remunerar corretamente uma força de vendas.
Você pode reconhecer um bom plano de remuneração quando ele atinge estes objetivos:
* Atrai e mantém motivadas as pessoas corretas. * Estimula atividades e comportamentos positivos. * Valoriza a satisfação dos clientes. * Incentiva a busca pela lucratividade.
Um bom plano de remuneração é também um diferencial competitivo e uma vantagem estratégica. As empresas de vendas diretas talvez sejam as que melhor entendem isso, por isso também investem tanto tempo no planejamento do plano de remuneração (daí vem muito de seu sucesso). O dinheiro, como toda ferramenta, pode ser usado de maneira positiva ou negativa. A sua força é poderosa, e vale a pena investir para direcionar de forma construtiva toda essa energia.
Raúl Candeloro (
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) é palestrante e editor das revistas VendaMais®, Motivação® e Liderança®, além de autor dos livros Venda Mais, Correndo Pro Abraço e Criatividade em Vendas. Formado em Administração de Empresas e mestre em empreendedorismo pelo Babson College, é responsável pelo portal www.vendamais.com.br
Ter, 23 de Fevereiro de 2010 09:57
*Por Adm. Marizete Furbino “Hoje melhor do que ontem, amanhã melhor do que hoje”.
A gestão de pessoas pode ser considerada, como um dos fatores determinantes para uma organização enfrentar os desafios de um mundo extremamente competitivo e recheado de mudanças, o que vivemos no séc. XXI.
No mercado, tem prevalecido uma competitividade acirrada e o mínimo que uma organização pode-se fazer é trabalhar em prol de sua sobrevivência. Ir de encontro à melhoria contínua é preciso.
A melhoria contínua também é conhecida como Kaizen, uma palavra de origem Japonesa, onde "Kai" significa mudar e "Zen" significa para melhor. Porém, a tradução que expressa melhor o significado desta filosofia é melhoria contínua.
Ter vontade e querer melhorar continuamente é preciso, tanto em âmbito pessoal, quanto em âmbito profissional, portanto, preocupar-se com a melhoria contínua significa preocupar-se com a sobrevivência, pois, esta contribui e muito para alavancar uma organização. Preocupar-se em fazer melhor todos os dias tornou-se extremamente necessário.
Uma das ferramentas de gestão, que contribui e muito para que a melhoria contínua aconteça dentro da organização, denomina-se BSC (Balanced Scorecard), que é uma sigla que pode ser traduzida para Indicadores Balanceados de Desempenho.
Portanto, o Balanced Scorecard, é mais do que mensuração de desempenho, pois, constitui uma valiosa ferramenta estratégica de gestão, permitindo que a organização avalie, obtenha feedback do cumprimento das ações e sincronize o seu negócio, bem como o serviço e todos os colaboradores em prol dos objetivos organizacionais, contribuindo para que exista inter-relacionamento departamental, integração, interação, criatividade e sinergia, além de propiciar, a realização de medidas financeiras e não-financeiras, de comunicação, permitindo haver o feedback com relação ao planejamento estratégico adotado com as ações operacionais.
O objetivo maior do Balanced Scorecard é de proporcionar alinhamento de todos e de tudo dentro da organização à estratégia organizacional, em busca do cumprimento das ações traçadas, procurando então, alcançar as metas e objetivos garantindo o foco, o que contribui e muito para uma tomada de decisão acertada.
Uma boa política organizacional, atrelada a um ambiente de trabalho motivador, juntamente com esta ferramenta valiosa de gestão “Balanced Scorecard”, resultam em uma verdadeira estratégia de sobrevivência. Com isso, sua organização terá as condições necessárias para promover a melhoria contínua do desempenho e do aumento da produtividade, com maior valor agregado e com qualidade, permitindo além do alto índice de competição, trilhar pelo caminho da excelência.
A melhoria contínua deve fazer parte da filosofia e do planejamento de cada organização e deve também, ser levada a sério, desde a alta cúpula. Saber utilizar os erros como nosso aliado, pode fazer a grande diferença. É sempre possível fazer melhor.
É importante salientar que, só se alcança de fato a excelência, quando verdadeiramente há consciência e sentimento, por parte de todos os envolvidos no processo, no qual a vida organizacional é o maior de todos os empreendimentos, e que fazemos parte desta, uma vez que, devemos ser ao mesmo tempo colaboradores-empreendedores, investidores, intermediários e beneficiados deste imensurável empreendimento, digo imensurável, quando penso nos colaboradores como o patrimônio valioso que uma organização possa ter.
18/08/2007
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
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Ter, 23 de Fevereiro de 2010 09:45
*Por Floriano Serra
Desde que, na década de 50, Douglas McGregor lançou as duas teorias X e Y, o pessoal não parou mais de criar novos modelos de liderança usando letras – e hoje o alfabeto não tarda a se esgotar. Nesse estoque de modelos, há os interessantes, outros óbvios e alguns até preconceituosos – como aquele que estabelece faixa de idade, MBA no mínimo e vivência internacional para o profissional se enquadrar na letra. Pobre daqueles competentes que já passaram da idade limite ou não tiveram condições de pagar uma pós e muito menos de sair do País...
Para não perder esse bonde, decidi lançar minha letra – isto é, meu estilo recomendado e identificado por uma letra: a H.
O que preconiza o Estilo H de liderança? Uma gestão Humana. Simples assim. Para o Estilo H, não interessa formação universitária, idade, sexo, raça, religião e outros babados. Interessa ser gente.
Para ser um líder Estilo H, é preciso gostar de pessoas mais do que de números. Porque são as pessoas que fazem os números – desde aqueles que representam lucros e doações aos necessitados, até aqueles que fazem parte das fraudes e desfalques financeiros que desencadeiam crises na economia global.
Para exercer o Estilo H, é preciso entender que resultados – bons ou maus – acontecem porque há pessoas que são ou não comprometidas, com e sem competência, com ou sem caráter. E que é preciso reconhecer e prestigiar os comprometidos, os competentes e aqueles de bom caráter – e orientar os outros para que revejam suas opções.
Para adotar o Estilo H, é preciso que o gestor goste de Pessoas. É o mínimo que se pode esperar de quem lidera aqueles que são responsáveis pelos resultados. Gostar apenas de números não os torna necessariamente positivos. É o trabalho das pessoas que promove essa alquimia.
O líder que usa o Estilo H sabe o que é empatia e a pratica todos os dias, com todos. Porque pessoas são sensíveis e antes de magoá-las com ações e palavras, convém imaginar a dimensão dessa agressão. Más ações e más palavras jamais cicatrizam. O líder H é generoso e gentil com todos. Se não o for com o faxineiro, o garçom, o balconista e outros trabalhadores anônimos simples e humildes, você estará a anos-luz de ser um líder H.
O líder H sabe que em todo negócio há riscos e preços a pagar, mas tem consciência de que não pode se expor aos riscos nem promover sacrifícios à custa da saúde, da tranqüilidade ou até da vida do seu colaborador. Justamente por isso, ele não define metas manipuladoras e inatingíveis que só geram frustrações e sugam energias em vão.
O líder H, através de ações e palavras, faz com que todo colaborador se sinta respeitado, admirado e importante – todo dia. Ele sabe que nenhum parafuso, nenhuma porca é menos importante que a mais importante peça de uma engrenagem. Com certeza essa peça está amparada por minúsculos parafusos.
Enfim, o líder Estilo H tem plena consciência de que o lucro é importante para toda empresa e que é preciso dar o melhor de si e orientar sua equipe para obtê-lo – desde que esse esforço não violente a auto-estima, nem a segurança de quem quer que seja.
Ser H é simples assim. Sem firulas e sofisticações. Para um profissional ser H, basta não se esquecer da condição e da essência humana. O resto vem em conseqüência. Quanto às demais letras dos outros estilos...
Bem, se não gerarem sinônimos do que representa o H, pode dispensá-las.
Floriano Serra é psicólogo, consultor, palestrante e facilitador de seminários comportamentais. É diretor-executivo da SOMMA4 Gestão de Pessoas, autor de vários livros e inúmeros artigos sobre o comportamento humano. Ex-diretor de RH de empresas nacionais e multinacionais.
Ter, 23 de Fevereiro de 2010 09:38
* Por Wagner Campos
Há quem ainda não compreenda a importância do profissional de vendas ou até mesmo demonstre certo descaso para alguns. Possui registrado em sua mente a imagem daqueles profissionais de décadas atrás que não possuíam domínio do produto, seus objetivos era vender mais e mais, falavam excessivamente tentando convencer os clientes chegando a agir de má fé, promovendo vendas enganosas sem se preocuparem com a satisfação dos clientes.
O período em que ocorria este tipo de situação era um momento onde havia pouca oferta de produtos e serviços e muita procura, ou seja, muitos clientes interessados em novidades, em investir no novo, o que, muitas vezes, era o “único”, mesmo que não fosse o melhor ou o adequado.
Com o passar dos anos, o perfil destes profissionais de vendas precisou sofrer grandes mudanças. Passaram a existir uma enorme variedade de produtos e serviços e também uma maior quantidade de profissionais disputando um lugar ao sol.
Com tanta oferta e abordagem, bem como com aumento do poder aquisitivo da população, os consumidores passaram a inverter a posição e reinaram sobre as vendas, tendo em suas mãos o poder de barganha, da escolha e da fidelidade.
Os profissionais de vendas, passaram a necessitar acompanhar a mudança radical existente, tendo que se prepararam mais, se especializarem, conhecerem seus produtos, clientes, mercados e concorrentes. Compreenderam que não seria adequado fixar suas raízes em terras secas, desgastadas pela saturação do mercado e excesso de maus profissionais, mas sim plantar novas oportunidades em terras férteis, onde os clientes, continuavam dispostos a investirem em novos produtos e serviços, porém, com melhor qualidade e custo-benefício. O produto não é mais o grande diferencial e sim o atendimento tornou-se muitas vezes fator decisivo para a conquista e fidelização de novos clientes e manutenção dos clientes atuais.
Abaixo apresento algumas das características do profissional de vendas da atualidade e preocupado com o futuro:
1. Ama o que faz 2. Aprende com os erros 3. Busca novos desafios 4. Busca o aprendizado constante 5. Conhece o mercado 6. Conhece o produto 7. Conhece os concorrentes 8. Conhece os pontos fortes e fracos de seus concorrentes (produto e profissionais de vendas) 9. Conhece seu cliente 10. Conhece seus pontos fortes e fracos e também de seus produtos 11. É altamente determinado 12. É bem informado 13. É atualizado 14. É automotivado 15. É Inovador 16. É Persistente 17. É Proativo 18. Foca o cliente 19. Interage com a tecnologia 20. Possui excelente relacionamento interpessoal
Este profissional sabe que quanto mais rapidamente ocorrem transformações no mercado, mais rápido precisa estar atualizado e adequado a estas mudanças. Compreende que mudanças serão necessárias e deverão quebrar as barreiras da resistência para se aproximarem cada vez mais da excelência em vendas.
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Ter, 23 de Fevereiro de 2010 09:24
*Por Evaldo Costa
O que fazer para ter sucesso na vida pessoal e profissional? Muita gente pagaria uma boa grana para saber a resposta. No entanto, às vezes, tanto nos negócios, quanto na vida pessoal, uma inexpressiva dose extra de esforço é que separa o bom do excepcional.
Estamos falando do conceito 100 GRAUS. O que eu adoro neste conceito é que você pode adotá-lo par vencer na vida. Poderá, por exemplo, ser 100 GRAUS em atendimento, atitude, liderança, qualidade... ou quem sabe, optar por construir a sua vida inteira em torno deste conceito, para se diferenciar e distanciar de seus oponentes.
Só para lembrar, o conceito 100° é aquele que evidencia que a água a 99° está muito quente, quase ververdo. Mas, não está fervendo. Com um grau a mais ela ferve. E é justamente esse um grau a mais que faz toda a diferença, pois fervendo a água gera vapor, o vapor pode mover uma caldeira e movimentar grandes locomotivas, navios... O interessante é que a 99° nada disso seria possível.
Para ilustrar darei um depoimento de como uma pessoa 100° atendimento faz enorme diferença em nossa vida. Recentemente, cheguei de uma de minhas longas viagens à Ásia e tive que sair às pressas do aeroporto para o banco, a fim de cumprir alguns compromissos inadiáveis. Tudo estaria perfeito, não fosse eu estar fora do horário de expediente bancário e, para piorar ainda mais a situação, sem talão de cheques e cartão de débito.
A minha empresa tem conta na agência do primeiro piso, e no segundo, fica outra agência destinada a clientes especiais. Não acho que eu seja um cliente especial, mas gosto que eles me tratem como se eu fosse.
Cheguei esbaforido (o relógio de temperatura da rua apontava 41° cravados). Eu aguardava na porta da agência a autorzação para o meu acesso. Como demorava, implorei inutilmente à gerente de plantão (que fingia não me ver) para que autorizasse o meu acesso. Ela, se quer, deu-se ao trabalho de levantar-se da cadeira, e pelo interfone disse que eu deveria aguardar a minha gerente autorizar o meu acesso. Apenas um detalhe: a tal “gerente” já foi responsável pela conta da minha empresa.
Logo que adentrei a agência, a minha gerente Janaína, imediatamente, providenciou pessoalmente um talão de cheque para mim, ajudou-me a organizar os pagamentos e, de sobra, cuidou para que eu não entrasse na enorme fila dos caixas (apesar do banco estar fechado ao público, havia muita gente aguardando atendimento).
Em trinta anos, nunca contei com gerente tão eficiente, atenciosa, educada, que me atendesse tão bem a ponto de motivar-me a escrever este artigo. Daí, convido a você, a refletir sobre o que disse S. Brown: "Ninguém tem a felicidade garantida. A vida simplesmente dá, a cada pessoa, tempo e espaço. Depende de você enchê-los de alegria." E, se me fosse permitido agregar uma única frase, eu diria: vale muito a pena ser 100 GRAUS em tudo que fizer.
Evaldo Costa
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
Escritor, consultor, conferencista e professor.
Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”
Site: www.evaldocosta.com
Blog: http://evaldocosta.blogspot.com
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Qua, 10 de Fevereiro de 2010 21:02
*Por Ary Martins
Hoje tirei para pensar um pouco sobre as nossas escolhas; e sabe que é bem interessante pensar nisso! Estou falando de controlar quem somos. Usamos uma moda que as vezes não sabemos o porque, defendemos até a alma um estilo de música que nem lembramos em que época começamos a escutar, usamos umas gírias que aprendemos na época da adolescência e vivemos dentro de uns bloqueios bobos que dificultam e muito a dizer o que sentimos por dentro quanto àqueles que estão ao nosso lado.
Você deve pensando o que estou querendo dizer desta vez... Estou afirmando que somos seres conscientes e não plumas ao vento conduzidas no pra lá e pra cá dos modismos, das falsidades, dos patriotismos e dos 'vestir a camisa'.
Comecemos a controlar mais a origem de nossas conceitos, filtrar mais a forma que absorvemos o mundo e nos perguntar porque estamos tomando certas atitudes e escolhas que as vezes parecem que nem somos nós que executamos. Pense nisso!
Ter, 09 de Fevereiro de 2010 08:39
*Por Adm. Marizete Furbino “Não existe nada permanente, exceto a mudança”.
(Heráclito de Éfeso)
Assim como na vida pessoal, na vida profissional a comunicação é fundamental.
É através da comunicação que alcançamos sinergia dentro de uma organização, uma vez que a comunicação nos permite unir forças, promover a integração e o inter-relacionamento entre pessoas e departamentos, permitindo que, todos além de conhecer, atuem de maneira a cooperar e a colaborar, somando forças e caminhando de forma interagida em prol dos objetivos organizacionais, procurando alcançar sempre a obtenção da maximização dos resultados, por meio de um trabalho em equipe.
A organização deve aprender a valorizar cada mensagem recebida, para atuar em prol da melhoria contínua.
Vivemos em um mundo globalizado, na era da incerteza, mundo recheado de mudanças constantes, onde a comunicação tem o seu valor, portanto, só poderão fazer o diferencial no mercado, as empresas que aprenderem a se comunicar, a trabalhar de forma interligada e inter-relacionada, somando forças, gerando assim, cada vez mais know-how, e por sua vez, agregação de valor, o que é essencial no processo de crescimento e expansão dos negócios, uma vez que, contribui e muito para que a empresa otimize seus resultados e se transforme em um diferencial competitivo, neste mercado onde a competitividade é demasiadamente acirrada.
Além da valorização das pessoas envolvidas no processo organizacional, as empresas deverão apostar na comunicação de seus objetivos, onde, o ideal é haver sempre feedback da comunicação realizada, a fim de construir e manter relacionamentos harmoniosos , fortificando então, a relação não só dos clientes internos, mas de todos os stakeholders envolvidos no processo organizacional, permitindo surgir e manter um elo de ligação entre todos, além de promover e colaborar para perpetuar um ambiente harmonioso e o compartilhamento de idéias e valores, onde a idéia de parceria estará presente em tudo que se faça e em todos.
Na era do conhecimento, a era em que vivemos, é preciso que para o empreendimento sobreviva no mercado, tenhamos pessoas talentosas, grandes líderes, uma ótima estrutura organizacional e que apresentem não só produtos e serviços de qualidade, mas também valores éticos. É também preciso, não só minimizar custos e maximizar lucros de seus acionistas, mas, ir além, se faz necessário enxergar todos os stakeholders como sendo parceiros, contribuindo assim para o desenvolvimento do empreendimento e compartilhamento de seus resultados.
A organização não se pode jamais esquecer que, para se obter êxito nas ações, eficiência e eficácia quanto à comunicação, deverá ficar “antenada” quanto ao meio e também quanto a todos os ruídos que por ventura aparecerem durante todo o processo.
Fazer com que a comunicação flua de maneira satisfatória dentro de uma organização é de suma importância, uma vez que esta poderá determinar o sucesso ou o fracasso das organizações e negócios, influenciando no comportamento dos consumidores e nas relações de trabalho gerando impacto positivo ou negativo na vida organizacional, quanto aos valores, à política e a cultura organizacional existente.
Diante desse cenário, as empresas inteligentes já começam a entender, o grandioso papel da comunicação dentro de uma organização e já iniciam transformações como a reformulação de seus conceitos, filosofias e práticas. Já são conscientes de que devem ficar atentas quanto aos valores e a cultura organizacional, uma vez que, os empreendimentos, assim como as pessoas, carregam sua história consigo e serão reconhecidos, analisados, valorizados e avaliados por esta, portanto, ficar atento quanto ao nosso comportamento e atitudes também é de suma importância.
Incorporar valores à marca, aos produtos e aos serviços, constitui o grande desafio da comunicação empresarial. Portanto, pensar em responsabilidade social, meio ambiente e cidadania corporativa, é imprescindível nos dias atuais e o importante não é só a contemplação destas idéias, mas a implementação das mesmas.
É de suma importância que, além de uma empresa trabalhar em prol de um ambiente transparente, respeitoso e acolhedor, que também tenha uma comunicação rápida, clara e eficiente, zelando sempre pela sua imagem, imagem esta que deve ser de fato de um empreendimento sério e confiável.
Criar e implementar uma política de comunicação não constitui uma simples tarefa, pois, é preciso que haja mudanças no que tange a cultura organizacional e isto não é fácil.
Temos que lembrar sempre que, as empresas são compostas de seres vivos e estes vivem de relacionamentos.
O mundo mudou e nas organizações também é preciso que haja mudanças.
Assegurar que a liderança da empresa acredite que os pilares do sucesso organizacional, passam por transparência e comunicação constitui um avanço.
11/08/2007
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
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Ter, 09 de Fevereiro de 2010 08:36
*Por Adm. Marizete Furbino “O passado é lição para refletir, não para repetir”.
(Mário de Andrade)
A ascensão de uma empresa está ligada primordialmente aos Recursos Humanos nela existente, portanto aliar desenvolvimento organizacional com investimento em Recursos Humanos é fundamental.
Como cada ser humano é ÚNICO, com seus anseios, talentos e objetivos, tem muito a contribuir para com a organização. Os funcionários recebem novo título, o de colaborador e estes que de fato merecem jus a este nome, são comprometidos e envolvidos com a organização, são cada vez mais participativos da gestão organizacional, contribuindo sempre com suas idéias geniais e sendo verdadeiros empreendedores dentro da própria organização onde exerce suas funções.
Sabemos que hoje, a maior commodity de uma empresa chama-se conhecimento, e é através deste que as organizações conseguem galgar vôos e se tornarem sólidas neste mercado onde a competitividade é tão acirrada.
Portanto, hoje, as empresas devem pensar em investir e valorizar cada vez mais o ser humano, caso contrário estará fadada ao fracasso.
Podemos considerar o RH (Recursos Humanos), como o maior patrimônio de uma organização, portanto, o maior investimento que uma empresa pode-se fazer é nas pessoas. Acreditar e apostar nos talentos nela existente, no potencial e na capacidade de cada ser humano.
As organizações têm que procurar enxergar que cada ser humano possui talento, desde o porteiro até a diretoria, todos têm idéias, inteligência e são criativos, portanto, possuem atributos valiosos, por isso, devem ser valorizados, sem distinção.
Nos momentos de crise, devem ficar “antenados” quanto ao seu maior patrimônio “as pessoas” e não desfazerem destas. Lembrar sempre que, as pessoas são os pilares ou esteios que sustentam uma organização e que ao desfazerem destas, a tendência é submergir, contribuir para que a organizar chegue ao caos.
Em meio às constantes mudanças em que vivemos neste séc.XXI, o importante é saber selecionar, saber recrutar, saber investir, saber manter e saber reter as pessoas dentro de uma organização, uma vez que são consideradas esteios da mesma.
É de fundamental importância lembrar sempre que, quando o colaborador é valorizado, existe maior dedicação, envolvimento e comprometimento do mesmo para com a organização, porque passa a amar o que faz e isto faz todo um diferencial, contribuindo então, no alcance das metas propostas, tornando-se verdadeiros empreendedores, deixando de ser meros empregados, porque participam de fato de todo processo organizacional. E esta satisfação ao exercer as funções constitui um diferencial de competitividade para as organizações.
Neste processo organizacional, conhecer cada colaborador é essencial.
Enxergar o colaborador como maior ativo intangível em uma organização e saber relacionar adequadamente talentos existentes e áreas de atuação é primordial para que a empresa torne-se competitiva.
Um dos grandes desafios para as empresas do séc.XXI, além de proporcionar condições para que os colaboradores executem suas ações com eficiência e eficácia, é o de fazer com que toda a empresa reconheça e valoriza cada funcionário como de fato colaborador, gente que possui talentos valiosos e também o de procurar fazer com que todos os departamentos e pessoas executem suas ações de forma interagida e integrada, conscientes de seu papel e do rumo a seguir, perseguindo os mesmos objetivos. Portanto, todos dentro de uma organização devem falar uma mesma linguagem, garantindo e canalizando esforços no alcance das metas propostas.
As organizações devem de forma urgente e emergente adotar a Gestão por Competência, onde toda a organização segue uma lógica única, preocupando em investir na formação dos profissionais, cujo objetivo é atender às demandas de negócios com eficiência e eficácia, contribuindo assim, para agregar valor à empresa e fazer o diferencial no mercado.
É preciso descortinar o passado, retirar os velhos hábitos, que podem ser prejudiciais nesta nova era: a era do conhecimento. É necessário que toda organização se comprometa em adotar novos hábitos, novas posturas, novos comportamentos, diante dos fatos e processos organizacionais.
Na era do conhecimento, praticar endomarketing dentro da organização é hoje fator sine-qua-non de sucesso. O Endomarketing é uma ferramenta do marketing dirigida ao público interno das organizações, cujo objetivo é: atrair manter e reter o cliente interno, para se obter resultados favoráveis à empresa, atraindo, mantendo e retendo também os clientes externos, perseguindo e alcançando assim, qualidade significativa do produto ou do serviço prestado.
As ações de endomarketing buscam a satisfação do público interno e o seu comprometimento com os objetivos organizacionais, contribuindo assim, para que todos trabalhem em sintonia, em prol de um melhor atendimento ao cliente, buscando cada vez mais a excelência.
Para alcançar sucesso dentro da organização é preciso que transforme gerentes em grandes lideres, uma vez que estes além de comprometidos e envolvidos com toda organização, será sabedor da importância da delegação de tarefas, criando um vinculo de confiança entre todos os envolvidos no processo, e o resultado será um só: aumento de produtividade com qualidade.
O colaborador será consciente de sua importância dentro da organização, bem como da importância de estratégias utilizadas para atender com eficácia todos os clientes, exercendo suas funções com comprometimento, envolvimento, transparência e cooperação.
A valorização e reconhecimento dos clientes internos constituem-se fator essencial para que a organização não só sobreviva, mas para que permaneça perene, neste mercado onde a competitividade é tão acirrada, e em contrapartida os colaboradores deverão estar comprometidos com os resultados organizacionais esperados.
É preciso que a empresa valorize o funcionário, para que este torne a ser de fato um colaborador, mas também é preciso que o colaborador valorize a organização em que está inserido, para que o mesmo não apenas passe pela organização, mas, deixe a sua contribuição. Portanto, ambos deverão realizar um “casamento”, casamento este que impregne a harmonia, e que possam ser atendidas as necessidades e anseios de ambos (empregado e empregador).
Como em um casamento, é de suma importância que exista entre todos os colaboradores, o amor e o desejo de sempre continuar, alimentando o sentimento através de atitudes que expressam e contribuem para manter um relacionamento, tais como: respeito, confiança, carinho, admiração, fidelidade, criatividade, transparência nas ações, muito diálogo, comunicação, maturidade, e atuar em prol da conquista sempre. Caso contrário corre-se o risco de chegar à mesmice e desmoronar toda a relação, levando a organização a naufragar.
Assim é a vida organizacional, há que se ter, portanto, um casamento perfeito entre colaborador e organização, onde todos os objetivos estejam claros, definidos e perseguidos. Onde cada um sabe exatamente o que fazer para contribuir com o todo, se preocupando em alcançar sempre a eficiência e eficácia nas ações, em prol da qualidade, sabendo exatamente do caminho a percorrer e que estratégias utilizar.
Portanto, sentir amor pela organização em que está inserido, pela função/atribuição é imprescindível, pois, quando o amor é verdadeiro e forte, é possível superar obstáculos e seguir em frente.
04/08/2007
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
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Ter, 09 de Fevereiro de 2010 08:19
*Por Fábio Azevedo
“Por mais elaborado que seja um planejamento pessoal ou profissional, a única coisa certa, é que ele nunca sairá cem por cento como idealizamos” Fábio Azevedo
O ano começou! Mais uma vez, você se vê diante de novas promessas, grandes projetos, muitos sonhos para serem realizados, e certamente simpatias de todos os tipos, não é verdade? E por via das dúvidas, muitos de nós preferem não arriscar e fazer um mix fim de ano, com direito a figa, arruda, romã, semente de uva, moedas e orações. Além das tradicionais sete ondas que devem ser puladas na beira do mar, a lentilha que devemos comer com os pés para cima, as sementes de romã na carteira, e tantas outras, será que acertei algumas?! Todos estes recursos são realmente importantes, quando o estimulo mental correto é produzido, desenvolvendo um efeito tranqüilizante com perfil otimista em relação à incerteza de nosso futuro, seja a curto, médio ou longo prazo. A verdade, é que até mesmo as mais elaboradas simpatias, promessas e mandingas, não terão resultado se um planejamento adequado no mundo das coisas materiais não for realizado, e também, não desenvolvermos a postura mental correta diante dos acontecimentos inesperados de nossa vida. Por mais elaborado que seja um planejamento pessoal ou profissional, a única coisa certa, é que ele nunca sairá cem por cento como idealizamos, e muito de nossos objetivos terão que ser adiados ou adiantados por motivos diversos e não calculados, que se apresentam constantemente ao longo de nossa trajetória. Um dos fatores presentes naqueles que conquistam o sucesso em suas tarefas, desde a mais simples até as mais complexas e intrincadas, é a capacidade de administrar problemas, acidentes e situações não planejadas. Atualmente, principalmente no universo corporativo, damos o nome para esta preciosa e requisitada habilidade, de: Resiliência. Agora me responda, de que adiantará tantos planejamentos, reuniões, suposições e conjecturas, se diante do primeiro obstáculo, esmorecemos e desistimos de tudo? Parece até que estou dizendo algum absurdo não acham? Mas a verdade, é que, mesmo tendo total consciência de tudo isso, um elevado percentual de pessoas, em diferentes setores e áreas de atuação, desistem diante do primeiro obstáculo encontrado. Esta atitude, dá início a ciclos de insatisfação, que se repetem alternadamente, direcionando estes seres humanos, para um estado de inadequação constante diante da vida e dos resultados obtidos. Deixando para trás, um sem número de náufragos em um mar de altos e baixos! Existem milhares de “fórmulas mágicas” para o sucesso, e mesmo que apliquemos todas elas em nossa vida, as mesmas só funcionarão se mantivermos a postura mental correta diante das adversidades! É isso que diferencia os resultados negativos dos positivos, pois a vida nunca ofereceu garantias, somos nós que às desejamos, e é essa busca pela perfeição impossível, que nos transforma em pessoas infelizes e incapazes, sem recursos para enfrentar e desembaralhar as adversidades. Nada dá errado por acaso, por mais que tenhamos a influência de fatores externos, a causa principal dos nossos fracassos, quase sempre, reside em nossa mente, que construirá nossas atitudes. Tudo em nossa vida depende de nossas escolhas, desde a decisão de parar de fumar para não morrer de câncer, ou beber mais copos d’água durante o dia, para não contrair problemas renais. Até um simples, não, dito no momento correto durante uma reunião de trabalho, é responsável por mudanças monumentais na vida de uma pessoa. Tudo isso, nada mais é do que o desenvolvimento da postura mental correta. Sabe aquela frase marcante, pronunciada pelos escoteiros? “SEMPRE ALERTA”, Lembrou? Pois bem, por mais incrível que possa parecer, essas duas palavrinhas podem fazer um verdadeiro milagre em sua vida, transformando tudo em sua volta. Estar “Sempre Alerta” quer dizer estar atento a tudo o que acontece ao seu redor. Os mínimos detalhes não podem passar despercebidos, pois será esta análise e a plena observação destes múltiplos cenários que lhe envolvem diariamente, que fornecerão as ferramentas para construir sua capacidade de administrar situações difíceis, súbitas e não planejadas. Aqueles que conhecem e convivem no universo da aviação, estão acostumados a ouvir que: “Todo acidente é o resultado de uma série de incidentes”, ou seja, para que algo dê errado, uma série de fatores anteriores se somaram, até culminarem no fadado acidente. Não levem ao pé da letra! Procurem entender as entrelinhas do que tento apresentar. Dei este exemplo, pois quando digo “acidente”, me refiro a qualquer coisa que saia diferente de nossos planos originais. É só irmos até qualquer dicionário, e veremos que o significado da palavra acidente, revela: Um evento súbito, indesejável e inesperado, que causa danos pessoais, materiais ou financeiros, e que acontece de modo não intencional, muitas vezes derivados de efeitos cumulativos. Sendo assim, fica claro que para evitarmos acidentes de qualquer natureza em nossa vida, devemos estar atentos, sempre alertas aos incidentes, como escoteiros de plantão. Para um planejamento perfeito, você não precisa ser um super-herói, com o poder sobre-humano de antever todos os problemas da vida! Mas devemos aprender a nos preocupar muito mais com o passado, do que com o futuro, sem esquecer de estarmos cem por cento alertas ao presente, pois é neste exato momento, que construímos o tão desejado sucesso que almejamos! Se analisarmos bem, boas previsões, nascem de análises bem feitas das experiências passadas, e da constante atenção ao presente, pois, é aqui e agora que tudo acontece, ao mesmo tempo, ao mesmo minuto e segundo, praticamente de uma só vez. Essa atenção ao, aqui é agora, é um excelente exercício para um planejamento de sucesso, pois, quando nos tornamos melhores observadores do presente, aos poucos, vamos adquirindo a habilidade de administrar seus acontecimentos, com maestria e sabedoria, desenvolvendo a maravilhosa capacidade de resolvermos os percalços do dia-a-dia com tranqüilidade e sensatez, pois eles são em sua maioria, inevitáveis. Dessa forma, quando estamos atentos ao, agora, ficamos mais calmos e conscientes, desembaraçando com desenvoltura, a teia de problemas que se apresentam em nosso cotidiano. Então, para começarmos este ano de vento em popa, precisamos em primeiro lugar, estar no controle deste navio chamado vida, atentos ao momento presente, sem descansar, sempre alertas! Vejam bem, que não disse em momento algum que você não pode fazer suas simpatias e mandingas para tentar conquistar coisas melhores em sua vida! Mas lembre-se que, tudo isso, nasce e morre no interior da maravilhosa e misteriosa mente humana. É esta incrível capacidade de raciocínio, unida ao forte desejo de ter uma vida plena e feliz, que nos direciona ao não tangível, para conseguir algo real. Tudo é válido, tudo mesmo! Desde que você mantenha plena atenção aos acontecimentos do, aqui e agora. Aos poucos, você amadurecerá as habilidades da resiliência existentes em você, conquistando está sensacional capacidade de administrar a vida como ela é, da forma que ela se apresenta, sem sofrer com aquilo que não aconteceu do jeito que desejávamos, sendo sábio para evitar os erros do passado, e habilidoso para construir no presente, o seu fantástico e próspero futuro. Que neste ano você esteja SEMPRE ALERTA!
Ter, 09 de Fevereiro de 2010 08:10
*Por Sérgio Dal Sasso
(consultor empresarial, palestrante e escritor em Administração, Empreendedorismo, Vendas e Educação Empresarial e Profissional - Palestras - www.sergiodalsasso.com.br)
Na rota pelo empreendedorismo e competitividade temos que atentar pelas formas do como conduzir nossos desejos transformando as atitudes em algo que resulte a favor, pois as decisões mesmo quando sábias sempre dependem de serem melhoradas e aceitas. Todo o resultado é algo a ser conquistado pela combinação entre “o como” e “o que” se oferta. O sucesso de uma atividade será facilitado quando nos equipamos de condições que facilitem as relações ao longo da vida profissional, rumo a sua sustentação e evolução. O que ofertamos provém de algo que originalmente se fez por idéias, que na maioria dos casos são motivadas por aptidões que acreditamos ter, para que possamos estimular os impulsos da partida e seus movimentos rumo aos objetivos e planos executáveis. Os elos da gestão exigem evoluções nos conhecimentos, para contribuição de melhorias na competência estratégica (entendimento, ação e tiros certos). A evolução estratégica é algo a ser adquirida através da investigação contínua das atividades ligadas a operação (processos, qualidade...), visão gerencial econômica (mercado, vendas, custos...) e financeira (regime de caixa, capital de giro e prazos...). Conhecer o todo, é parte do esforço para que uma profissão tenha sucesso, mas digamos que tudo isso é parte do tangível de um negócio. O outro lado desta história é o de aprender a incorporar valores que nos transformem em seres comunicadores, de fácil entendimento, de características bem transparentes e aptas na gestão comportamental frente à construção dos relacionamentos, sua integração e aceitação. A primeira avaliação para um iniciar de ano é a necessária revisão das próprias ausências que se caracterizaram pelos resultados anteriores, começando com os menos satisfatórios. Se você já fez sua analise e identificou erros aprendendo algo com eles, já está no ponto para ser mais assertivo. Daqui para frente seja tudo de melhor, mas não deixe de adicionar umas pitadas de empatia no que está fazendo, ficando mais solto, sem que perca sua direção e objetivos. A empatia significa que antes de se obter a quantidade e qualidade que se espera, é necessário ter mais harmonia e prazer nos contatos com quem temos que manter e conquistar, de forma a procurar se encontrar sempre com motivos para sorrir além da imagem, tipo como reter satisfação espiritual dentro do mundo que você está criando e acredita. No resto ficar de cabeça empinada, se achando o tal dono da área, sei lá, mas normalmente acabamos naquela de se perguntar “poxa tava tudo certinho e porque não aconteceu”! PALESTRAS INTELIGENTES EM ADMINISTRAÇÃO, EMPREENDEDORISMO, VENDAS E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL www.sergiodalsasso.com.br
Ter, 09 de Fevereiro de 2010 08:06
*Por Wagner Campos
A paixão é algo muito interessante. Diferente do amor, mas não há como estar isolada dele. Na verdade, segundo dicionário, ser apaixonado é estar entusiasmado, defender com paixão, enfim, é uma ampliação do amor. Quando estamos apaixonados, transpiramos o amor. Esta transpiração envolve a alegria, realização a satisfação e a motivação.
Se você imagina que estou falando de relacionamento amoroso com outra pessoa, é aí que você se engana. Estou me referindo ao trabalho!
Quando somos apaixonados por nosso trabalho e amamos o que fazemos, somos mais realizados, atingimos melhores resultados, somos mais criativos, nos tornamos referência e nos diferenciamos e ainda possuímos uma melhor qualidade de vida.
Ser apaixonado por sua atividade não significa trabalhar demasiadamente. Ao contrário, significa trabalhar o tempo necessário de forma a não se sentir pressionado, insatisfeito, desgastado ou frustrado. Quando você tem paixão pelo que faz você tem maior foco, logo, aproveita melhor seu tempo pois sabe utilizá-lo adequadamente e produtivamente. Desta forma, você consegue dedicar mais tempo a você e para sua família.
A paixão pelo que se faz tem que estar aliada a paixão por sua família e pelas pessoas que lhe querem bem.
Evite pensar apenas em plantar hoje para colher amanhã. Colha os frutos disponíveis hoje e desfrute dos momentos agradáveis e únicos que foram oferecidos a você.
Assim como a perda de um prazo e atraso no trabalho podem trazer prejuízos irrecuperáveis e talvez fazer com que perca alguns clientes, a perda dos momentos com as pessoas que ama também pode ser irreversível. O primeiro passo dado ou a primeira palavra pronunciada por seu filho, caso você não esteja presente, não contará com sua participação desta vitória. Você poderá desfrutar de novos passos e da repetição das primeiras palavras, mas o momento da maior conquista você terá perdido. Uma viagem de lazer adiada poderá demorar a ocorrer novamente pois sempre ficará em segundo plano.
Administre melhor seu tempo. Programe-se para desenvolver novos projetos, para realizar as ligações necessárias, para conquistar novos clientes, para superar desafios, para praticar um esporte, para ficar com a família, para realizar uma viagem, para passear etc.
Seja apaixonado por todos os momentos de sua vida e por todas as atividades que realiza. Seja grato pelas oportunidades em conquistar novas vitórias e desafios diariamente, bem como ter a oportunidade de jamais desistir das coisas que ama, administrando seu tempo de forma a desfrutar de cada momento com muita alegria, realização e motivação!
* WAGNER CAMPOS é Especialista em Marketing e Palestrante Motivacional em Vendas e Liderança. É Professor de MBA em Marketing e Vendas MBA em Recursos Humanos e dos cursos de Administração e Tecnologia em Marketing. Contribuiu com empresas como Ambev, Unibanco, Whirlpool Eletrodomésticos e Sebrae. É autor do Livro "Vencendo Dia a Dia".
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Ter, 09 de Fevereiro de 2010 07:58
*Por Jerônimo Mendes
(Administrador, Professor Universitário e Palestrante Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, apaixonado por Empreendedorismo) De acordo Stephen Kanitz, Administrador e autor do livro Família Acima de Tudo, “Colocar a família em primeiro lugar tem um custo com o qual nem todos podem arcar. Implica menos dinheiro, fama e projeção social. Muitos de seus amigos poderão ficar ricos, mais famosos que você e um dia olhá-lo com desdém”. Reflexão válida, entretanto, antes de prosseguir, cabe lembrar o ditado, conferido a Spencer W. Kimball, antigo líder da Igreja Mórmon norte-americana: "nenhum sucesso na vida compensa o fracasso no lar". Desde pequeno eu procuro manter um profundo respeito pela família e a considero como única instituição capaz de provocar a mudança que queremos ver no mundo. Penso que educação, trabalho, religião e ciência podem contribuir bastante, mas a família sempre foi e sempre será a base de tudo. Da família vêm os exemplos, a índole, os princípios, os valores, as virtudes, o espírito de equipe, a certeza da acolhida em tempos difíceis, a esperança no futuro, com base em união, reciprocidade e laços puramente afetivos. Durante muito tempo, devo confessar, mantive uma inveja positiva, por assim dizer, de muitas famílias que eu adotei como modelo a ser seguido, por conta daquilo que eu não pude ter na infância e por várias razões que não vale a pena lembrar. Entretanto, para resgatar e viver o conceito de família ideal, eu cheguei à conclusão de que a melhor forma de consegui-lo era valorizando os bons pedaços que sobraram da minha no passado e repensando a maneira de conduzir a vida, a partir daquele determinado momento. Em tempos de competição desenfreada, culto extremo à individualidade e adoção de valores completamente equivocados, a família acaba sendo relegada a um plano inferior, de menor importância, tudo em nome do sucesso, do lucro e da acumulação de bens a qualquer preço. Grande parte das pessoas dá a importância devida à família somente quando perde a sua ou então, em casos extremos, quando precisa voltar para ela, a exemplo do filho pródigo, com uma mão na frente e outra atrás. O dilema da família continua atual: se você priorizar a família em vez do trabalho, do sucesso e da riqueza, você consegue sobreviver, atingir seus objetivos, manter o círculo de amizades e ser feliz? A resposta é simples: se você, assim como eu e muitos amigos seus, tem de conciliar família com trabalho, amigos, estudo, carreira ou política, a questão do equilíbrio possivelmente será colocada em xeque, portanto, é necessário decidir o que é realmente importante na sua vida. Assim como nas empresas, as crises na família e no casamento são inevitáveis. A diferença está no fato de que, nas empresas, crises aparentes podem ser superadas rapidamente mediante a adoção de medidas duras, impopulares e extremas. Ainda que isso possa custar o seu emprego, as relações empregatícias são mais e bem definidas. Em tempos de crise, as empresas sobrevivem; a maioria dos empregados, não. É uma questão de prioridade. Na família, considerando certa relação de dependência dos familiares, as crises podem durar meses, anos ou décadas até o momento em que “cai a ficha” e você não se pode fazer mais nada. É quando você se dá conta de que o filho já está com dezoito anos, a filha vai se casar e o relacionamento familiar está deteriorado. Durante todo esse tempo você sabe muito mais da vida e da família do seu sócio e dos seus subordinados do que da sua, afinal, você respirou trabalho, o seu nome é trabalho, a sua vida nada mais é do que trabalho. De fato, como ressalta o Professor Kanitz, você não encontra mais amor nas famílias. Você encontra preocupação, ódio, distanciamento, raiva, carinho, compreensão ou mesmo indiferença, mas amor, no sentido literal da palavra, muito pouco. Amor é um conceito difícil de ser praticado, pois exige renúncia, mudança de prioridade, tempo, dedicação, paciência, desprendimento consciente das coisas materiais e altruísmo. Você conhece alguma empresa que incentiva esse tipo de comportamento? O equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é a chave para o bem-estar do ser humano. Quando você prioriza ou desequilibra qualquer um dos lados, o outro sofre as consequências. O preço a ser pago para a conquista da fama e do dinheiro tende a ser alto demais, razão pela qual muitas pessoas que dizem que amam seus filhos, seus cônjuges e seus entes mais queridos, têm dificuldades de demonstrá-lo na prática. Entregar-se ao trabalho desmedidamente sob pretexto de querer o bem da família ou de conseguir tudo o que ela precisa não se sustenta mais. Muito mais do que conforto, as famílias precisam de compartilhamento, diálogo, carinho e atenção, algo que exige tempo, geralmente canalizado para a obtenção cada vez maior de projeção, glória e bens materiais. Se as empresas definem bem as suas prioridades, a visão, a missão e os objetivos estratégicos a serem alcançados, por que você não pode agir da mesma maneira? É uma questão de prioridade, escolha, decisão e propósito que depende exclusivamente de você. Por certo, é uma questão difícil que exige posicionamento claro a respeito do que você quer para o futuro, como membro de família e como profissional. Nesse sentido, quero compartilhar algumas lições que aprendi ao longo do tempo e procuro praticar na minha vida pessoal e profissional. Naturalmente, em razão da pressão financeira a que somos submetidos com frequência, leva tempo para encontrar o equilíbrio entre universos distintos, mas complementares, indissociáveis e importantes para o desenvolvimento do ser humano. § Família ou Trabalho? De modo particular, sou mais pela família, afinal, para onde você corre quando o mundo desaba e as coisas não saem à sua maneira? Quando você prioriza a família, não precisa se preocupar com isso e ao optar pelo equilíbrio, em vez da ambição desmedida, é possível pensar e respirar tranquilamente em ambos os lados; § Pare de arranjar desculpas: o ser humano atual encontra desculpas para tudo. Dentro do possível, encontre tempo em vez de desculpas e não perca a oportunidade de almoçar em casa com a família. Almoçar com os amigos de trabalho é bom, porém as chances de fazê-lo são bem maiores do que com a família. De vez em quando, surpreenda a família, chegue mais cedo, leve-a para jantar fora, vá ao cinema, passe no supermercado e apanhe alguns petiscos, faça qualquer coisa para evitar que o diálogo e a alegria do convívio esfriem; § O prazer da sua companhia: não existe nada mais gratificante para a família do que o prazer da sua companhia. Acredite nisso mesmo que, vez por outra, você tenha que levar trabalho para casa e fazê-lo com o filho no colo. Por outro lado, não existe nada pior do que entregar os filhos para a televisão ou para a Internet onde os desconhecidos poderão usá-los com instrumento de manipulação, violência, consumo e erotização. Você é membro da família e não um robô a ser ligado somente no momento em que ela precisa. Por fim, lembre-se: a menos que você a tenha constituído sob pressão ou por conveniência, a família é que você faz dela, um instrumento de valorização ou instrumento de manipulação da sua vontade. Talvez por isso, em 1930, Bertrand Russel, filósofo inglês, declarou que “o fracasso da família em prover satisfação e prazer é uma das principais causas de insatisfação do mundo moderno”. Portanto, se esta for a sua opção, seja responsável e persiga o caminho da solidão em vez de sacrificar a felicidade de muitos em benefício exclusivamente pessoal. De acordo com John Dewey, filósofo e pedagogo norte-americano, “você é aquilo que mais valoriza na vida, você é aquilo pelo que está disposto a morrer.” Pense nisso e seja feliz! --------------------------------------- Para receber os artigos do autor semanalmente, cadastre seu e-mail e indique para os amigos. Para ler esse e outros artigos, visite o meu site regularmente: http://www.jeronimomendes.com.br Para reproduzir esse e outros artigos, basta manter os créditos de autoria e mencionar o site do autor. Obrigado por prestigiar o meu trabalho! Jerônimo
Ter, 09 de Fevereiro de 2010 07:55
*Por Evaldo Costa
Você se considera um líder? Acha que pode melhorar às suas qualidades de boa liderança, mas não sabe como? Então, recomendo que leia atentamente este artigo até o final. Em primeiro plano, é preciso lembrar que há inúmeras publicações sobre como ser um líder eficaz. Há obras enormes detalhando o tema, mas a minha recomendação é para você não esquecer o básico, pois de nada adianta uma boa sobremesa se o prato principal não agradar. Para ser um líder eficaz devemos nos ater a, pelo menos, seis pontos, os quais comentaremos a seguir: 1. Sintonia com metas: saber exatamente onde se deseja chegar e garantir que todos da equipe entendam a importância do projeto, das metas e a forma de agir para alcançá-las;
2. Não admita acomodação: uma vez que você sabe onde está indo, foque em como chegar lá. Porém, não se esqueça de certificar-se de que todas as pessoas saibam o que é preciso fazer e como agir para garantir resultados otimizados;
3. Motive: tire o máximo de partido de sua equipe. Envolva-os e inspire-os a dar o seu melhor para conquistar o planejado;
4. Desenvolva talentos: desenvolva e agregue novos talentos na equipe. Agindo assim, você evita o comodismo e desafia o grupo à medida que “oxigena” a equipe;
5. Invista em você mesmo: você nunca deve considerar-se um líder perfeito. Encontre novas formas para melhorar continuamente e desenvolver as suas habilidades e irá se tornar melhor a cada dia; 6. Seja criativo. Saia da zona de conforto e vá em busca de novos conhecimentos de liderança. Leia bons livros, viaje a lugares ainda não visitados, recorra à prática do benchmarking etc. O sucesso é fruto de muita ação e não do ostracismo. Evaldo Costa Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas” Site: www.evaldocosta.com Blog: http://evaldocosta.blogspot.com E-mail:
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Ter, 09 de Fevereiro de 2010 07:48
*Por Ary Martins
Você já ouviu falar de imprevistos causados quando um motorista não vê outro veículo devido a um ponto cego. Em psicologia isto é chamado de escotoma e representa uma mancha que ocupa parte de nosso campo visual e não nos deixa ver o todo. Todos temos este ponto cego ocular e podemos observar através de testes como da figura acima (tampe o olho esquerdo, olhe somente para estrela, aproxime-se e afaste-se da tela e eis que o círculo terá sumido... Legal néh!).
Meus textos são baseados na mente, por isto chamo a atenção para um ponto cego que não tem haver com olhos; mas com o não ver o todo que podemos realizar.
Quantas vezes ao dia você não faz questão de ver seu potencial, não visualiza a imensidão deste mundo que oferece as mesmas oportunidades a qualquer humano de carne e osso. Faça um teste com um amigo, pegue um objeto e faça esta pessoa dizer que não consegue achar e coloque-a para procurar... É quase fato que este objeto pode estar debaixo do nariz da pessoa e ela não achará. Faça o contrário com outra pessoa, faça-a dizer antes, que vai encontrar facilmente e eis que ela encontrará o objeto com mais rapidez.
Isto explica porque 2 pessoas podem ter nascido no mesmo lugar de pobreza e uma delas tem sucesso e outra não... Programação Mental: Se você pensa que pode, é claro que seu sistema nervoso vai autorizar a seu cérebro a cumprir o desejado.
Saia do ponto cego e não deixe que ninguém diminua seu potencial!
http://www.arymartins.com.br
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