Qua, 18 de Janeiro de 2012 19:54
O que você acha mais fácil, vender ou produzir?
Por Soeli de Oliveira
A maioria dos empreendedores concorda que é mais fácil produzir. Também se observa que as indústrias, em quase sua totalidade, surgem da capacidade produtiva e não comercial de seus fundadores.
Qua, 18 de Janeiro de 2012 18:16
A saga da "Super Empresa" na sociedade
*Por Jorge Nahas
Hoje, o Brasil se encontra com diversos problemas, o que não é nenhuma novidade. Corrupção, drogas, fome, moradia, a lista é gigante e não para por aí. E o que acontece quando uma população precisa de alguém que resolva essas intempéries? Elas clamam por um super herói.
Qua, 18 de Janeiro de 2012 17:51

Empreendedores criam suas empresas por vocação, oportunidade, imitação, recebem como herança, o motivo que os levam a atuar em determinados segmentos de negócios são os mais variados possíveis.
Qua, 11 de Janeiro de 2012 17:18
Você já se deu conta de quantas obras conhece, admira, sem identificar o criador?
Podemos falar em músicas, poesias, histórias, quadros, esculturas, edifícios, pontes, bens de consumo como sabão, sabonete, pasta de dente, desodorante, computadores, softwares, sistema de gestão e muitos outros.Estamos mais encantados com a criatura do que como criador? Não restam dúvidas.Certamente, em muitos casos, é mais fácil lembrar da criatura que do criador. Lembramos o nome de um romance famoso, mas temos dificuldades de lembrar quem o escreveu.
Qua, 11 de Janeiro de 2012 16:58

Todos os dias, em algum lugar no mundo, alguém ingressa em um segmento de mercado com seus produtos.
Há ações planejadas, com atenção a um público específico, com nomes cuidadosamente avaliados, logotipos exaustivamente estudados, distribuição pesquisada, mas também não faltam projetos lançados de paraquedas.
Em determinado momento alguém pensa: “Todo mundo, no mundo todo, usa jeans, vou lançar meu produto e minha marca”.
Qua, 11 de Janeiro de 2012 16:46

por Soeli de Oliveira
De pequenos atos, palavras e ações diárias surgem sentimentos e emoções que formam a base de poderosos vínculos entre os líderes e seus liderados. Por isso, experimente em 2012:
Elogiar Diga coisas positivas sobre seus colaboradores quando eles não estão presentes. Alguém vai acabar contando a eles e esse gesto tem um grande poder motivador. Do mesmo modo, elogie seus colaboradores quando eles estiverem diante de outras pessoas. Quando você ou a empresa for elogiada por algo que tenha realizado, certifique-se de compartilhar isso com a equipe. Que tal estabelecer para este ano a meta de todos os dias elogiar pelo menos um dos subordinados?
Qua, 11 de Janeiro de 2012 16:15
Funci onário “banana”, chefe “abacaxi”
por Soeli de Oliveira
Seja qual for a capacidade de liderança de um empreendedor, sempre dá para melhorar. O começo de um novo ano serve de incentivo para se sair da zona de conforto da mesmice e confrontar-se com as mudanças. É o momento propício para se fixar novas metas e objetivos e até mesmo para estabelecer novos padrões de comportamento. Sabemos que liderar é fazer as coisas através das pessoas. É muito fácil comprar o tempo e a presença física de um indivíduo num posto de trabalho; difícil é conquistar o comprometimento da sua alma com a empresa e sua missão. Para isso contribui muito a forma com que os líderes se relacionam com a equipe.
Ter, 10 de Janeiro de 2012 15:18

por Evaldo Costa
Deseja prospectar e fidelizar os melhores clientes? Quer evitar perder os compradores mais lucrativos? Pretende aumentar o índice de satisfação dos consumidores? Aposto que você deve estar pensando que se trata de mais um texto de dicas teóricas. Mas, se realmente está interessado no assunto continue lendo com atenção, pois nele contém quatro décadas de experiência no tema.
Como você deve saber, o relacionamento com o consumidor e a gestão de talentos pode parecer tarefas simples, mas não é nada fácil. Seguir as dicas a seguir pode até não garantir o seu sucesso como líder, mas ignorá-las será derrota na certa.
Seg, 19 de Dezembro de 2011 15:18
* Professor Luís Sérgio Lico
 Ser franco e honesto é uma tarefa difícil. Poucos entendem quando nós tentamos expor, de forma objetiva, algum problema ou opinião mais fundamentada.
A maioria das pessoas reage de forma desigual aos mesmos estímulos e, não raro, furiosamente a pequenas contrariedades. O que nos leva, muitas vezes, a voltarmos atrás em nossos pensamentos e palavras, com medo de ofendermos alguém.
Ter, 13 de Dezembro de 2011 08:37
* Professor Luiz Sergio Lico
As mídias sociais estão mudando a maneira pela qual as pessoas interagem. Trata-se, sem dúvida, de uma revolução cultural e muitos especialistas falam sobre isso ad nauseam. A maioria destas opiniões aposta numa única metodologia para fazer suas previsões. Nos círculos acadêmicos ela é chamada de cálculo hipotético universal de tendência estatística, ou seja: o famoso chute.
Poucos sabem realmente mensurar impactos ético-demográficos ou imaginar cenários complexos com responsabilidade. A maioria opina impunemente e isto tem uma razão de ser. Afinal, no Brasil basta balançar uma árvore que caem ao menos 10 consultores. É uma verdadeira praga em nossa cultura, que precisa ser exterminada antes que o conhecimento genuíno seja devorado de vez.
Qui, 08 de Dezembro de 2011 10:59
*por Evaldo Costa
Você trabalha com vendas? Deseja se destacar na profissão? Pois saiba que o sucesso não é obra do acaso. Para chegar ao topo vai precisar de um ótimo plano estratégico e contar com recursos operacionais adequados. Ainda não se convenceu? Então veja o que disse Croft M. Pentz “Tenhas metas claras, pois a história da humanidade é cheia de vidas desperdiçadas, amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam a carreiras de sucesso. Ter objetivos evita o desperdício de tempo, energia e dinheiro”.
Lembre-se também que na jornada para o triunfo, nada substituirá a sua dedicação e inteligência competitiva. Então, você deve saber com riqueza de detalhes o que está disposto a realizar. Precisa ainda identificar as diferenças básicas entre competir nos 100 metros rasos e em uma maratona.
Sex, 02 de Dezembro de 2011 09:34
* por Tom Coelho
"Onde quer que você veja um negócio de sucesso, pode acreditar que ali houve, um dia, uma decisão corajosa." (Peter Drucker)
O fenômeno é observado geralmente em pequenas empresas. Um funcionário recém-admitido, ao término de sua primeira semana de trabalho, vai ao encontro do diretor. Adentra a sala meio cabisbaixo, trazendo nas mãos contas de luz e água atrasadas, e a notícia: o corte no fornecimento não passa do dia seguinte.
Desempregado que esteve nos últimos meses, sente-se hoje feliz com a oportunidade de trabalhar. Mas como as despesas familiares não dão trégua e dinheiro emprestado é mercadoria cara, não vê alternativa diferente de solicitar ao patrão um adiantamento salarial.
O empresário recebe as tais contas, acessa a internet, faz o pagamento e imprime os comprovantes. Aquela agonia acabou. Um motivo a menos para angústia.
Qua, 30 de Novembro de 2011 09:53
Lista de agências de emprego de São Paulo
Esta é uma relação com diversas agências de empregos na Cidade de São Paulo, para você cadastrar seu currículo e se candidatar a vagas disponíveis. Em algumas delas eles ainda disponibilizam através do site algumas das vagas online.
Aproveite e distribua seu currículo no maior número de opções possíveis, aumentando assim o seu leque de opções e , consequentemente, chances de conseguir uma vaga.
Ter, 29 de Novembro de 2011 08:48
*por Jerônimo Mendes - Administrador, Escritor e Palestrante. Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, apaixonado por Empreendedorismo
Você foi contratado para fazer parte da equipe de vendas de uma grande empresa e aos poucos vai tentando colocar em prática algumas idéias que há muito tempo estão engavetadas na mente à espera de uma oportunidade para torná-lo reconhecido no mercado de trabalho.
Todos os dias, religiosamente, você chega cedo, cumprimenta os colegas com largo sorriso nos lábios, prepara a agenda de trabalho, revê suas metas e, pelo fato de ter um propósito de vida muito claro, não há nada que possa quebrar a sua expressão de otimismo e de esperança com relação ao novo emprego, afinal, você sabe o quanto lutou para conquistar essa vaga e tem noção de quantos profissionais dariam tudo para estar ali no seu lugar.
Depois de algum tempo você percebe que as coisas não são tão simples assim e, apesar do seu esforço e dedicação, o ambiente de trabalho está sempre carregado, o chefe não é nada amistoso e os colegas parecem pouco dispostos a lhe conceder uma chance de apresentar suas idéias.
Seg, 28 de Novembro de 2011 09:47
*Por: Jerônimo Mendes
O mundo é uma espécie de formigueiro carregado de pessoas que não fazem nada mais do que lhe mandam e de pessoas que não fazem nem o que lhe mandam. Talvez eu esteja sendo injusto com as formigas, pois no formigueiro todas trabalham igualmente para o bem da comunidade, exceto a rainha.
Todos os dias a vida nos concede inúmeras oportunidades de fazer bem mais do que aquilo para o qual estamos sendo pagos. E não existe maneira mais justa de receber o que merecemos se não for através do esforço que vai além das nossas possibilidades.
Isso é o que Napoleon Hill, autor de A Lei do Triunfo, denominava de “o hábito de caminhar um quilômetro extra”. Quem consegue ir além da recompensa tem mais chances de prosperar, em qualquer profissão, desde que haja o equilíbrio necessário para evitar o desgaste em qualquer uma das partes.
O que significa caminhar um quilômetro extra? Imagine que sua vida é dura, você levanta cedo, toma dois ônibus para trabalhar, tem um chefe que não é brincadeira, ganha pouco e atende reclamações o dia todo. Em resumo, você trabalha no call center de uma companhia telefônica. E não foi por falta de opção, afinal, você lutou para conseguir o emprego.
Eu sou campeão de reclamações para o setor de atendimento da minha companhia telefônica de celular. Mês sim, mês não, alguém atende a minha ligação depois de me fazer passar pelas nove opções do menu inicial, mas a gente aprender a ficar meio zen nesse caso. A espera é um exercício fantástico de autocontrole e isso me ajuda muito a compreender o contexto geral.
Dá para ser feliz ouvindo lamúrias o dia todo? Minha experiência diz que sim. Toda vez que um atendente transfere a ligação para outro é possível sentir nitidamente a mudança de postura. Já ocorreu de mudar três ou quatro vezes de atendente na mesma chamada e o atendimento ser bem diferente.
Por que isso acontece? Porque em qualquer empresa existem pessoas que não sabem o que estão fazendo e outras que, apesar de não terem sido informadas, fazem aquilo que o seu coração manda. Não importa se ninguém mandou ou se não foram treinadas. Importa é o fato de que o cliente precisa de ajuda. Se não estiver ao seu alcance, no mínimo você pode ser educado e prestativo.
Como diz Jeffrey Gitomer, em seu fantástico best seller O Livro de Ouro das Atitudes YES, “não é o que lhe acontece na vida, mas o que você faz com o que lhe acontece na vida”. Você pode ter nascido de família rica ou de família pobre, portanto, sua origem não muda. O que muda é a forma como você encara a vida a partir do momento em que a vida encara você.
Significa dizer que, em qualquer profissão, você pode escolher entre ser um profissional animado, sorridente e criativo, independentemente do salário e das condições de trabalho, e um profissional amargo, irritado, indiferente, que não vê a hora de ir para casa e fugir das reclamações.
Caminhar um quilômetro extra é uma competência não ensinada nos lares e nas escolas. Em parte, culpa da legislação e dos sindicatos com seus discursos ultrapassados sobre direitos trabalhistas. Por outro lado, a própria inércia do ser humano com sua tendência predominante para a zona de conforto.
Salvo no tempo da escravidão, nunca ouvi falar de alguém que tenha morrido por excesso trabalho. Obviamente, qualquer excesso traz consequências desastrosas para a saúde física e mental, mas caminhar um quilômetro extra não significa duplicar o percurso da maratona.
Dia desses alguém me perguntou se eu nunca fui prejudicado nas oito empresas por onde passei pelo simples fato de não ter recebido horas extras, ter sofrido assédio moral ou ter trocado minhas férias por dinheiro e outros direitos para os quais não dei a mínima importância. Isso é não gostar de mim mesmo?
Claro que não, entretanto, não me lembro de ter trabalhado com a corda no pescoço ou com uma arma apontada para a minha cabeça. Quando você se submete a fazer qualquer coisa que vai além dos seus direitos você é conivente com isso. Ninguém pode dizer que foi obrigado. Sempre existem opções.
No meu caso específico, eu sabia exatamente o que acontecia, aceitei a situação e fui conivente com a realidade. Apesar de tudo o que aconteceu, construí um bom patrimônio, criei meus filhos, viajei bastante e pude conhecer pessoas interessantes. Não passei fome nem frio nem medo. Cresci bastante em termos pessoais e profissionais.
Por tudo isso, eu acho uma tremenda sacanagem alguém dizer que ficou trinta anos numa empresa sendo injustiçado. Por que não saiu de lá antes? A resposta é simples: pura zona de conforto. Nas palavras simples do catarinense morador do Vale do Itajaí, “tá ruim, mas tá bom”.
Deixo aqui uma visão simples sobre o hábito de caminhar um quilômetro extra. Não é necessário perder o sono nem a saúde para fazer um pouco mais do que fazemos. O mundo precisa de pessoas que fazem a diferença, portanto, não importa o sexo, a cultura, a cor e a religião.
Caminhar um quilômetro extra significa:
- Fazer mais do que aquilo para o qual você é pago;
- Fazer as coisas com mais sutileza, amor e carinho;
- Oferecer ajuda em qualquer circunstância;
- Importar-se com as pessoas;
- Ouvir um pouco mais do que o necessário;
- Realizar mais para contribuir do que ganhar dinheiro;
- Ser único naquilo que faz;
- Sorrir, apesar de tudo.
Imagine se o vencedor da maratona começasse a praguejar nos últimos dois quilômetros: - Meu Deus, nunca chega, que saco, que cansaço! O maratonista simplesmente ignora o cansaço e segue em frente. Nas palavras de Mohamed Ali, o maior boxeador de todos os tempos: “treine agora e será um campeão para sempre”.
Pense nisso e seja feliz!
Sex, 25 de Novembro de 2011 11:10
Primeiro foi a Enron, gigante do setor energético e sétima maior empresa dos EUA em faturamento, arrastando consigo a Arthur Andersen, uma das “Big Five” em consultoria e auditoria no mundo. Depois veio a WorldCom, segunda maior operadora de telefonia no país de Tio Sam, acionista com 25% de participação na verde-amarela Embratel. Então, assistimos à insolvência de uma multinacional com mais de 36 mil funcionários em 30 países, reconhecida pela qualidade de seu leite, sucos, biscoitos, molhos e derivados. O elefante deixou de ser fã de Parmalat.
Maquiar balanços contábeis não virou moda. Sempre foi. Empresas fraudam, executivos mentem, auditores omitem, analistas recomendam. Como diz o velho adágio popular, papel aceita tudo.
O mundo de Narciso
Vivemos em um mundo governado pela ditadura da imagem. O triunfo da estética sobre a moral. Não são apenas as empresas encasteladas em suntuosas sedes, dotadas de marcas, logos e slogans cativantes, com suas campanhas publicitárias milionárias, seus demonstrativos financeiros reluzentemente azuis, suas estratégias comerciais expansionistas e suas políticas de incentivo que convertem, por decreto, “recursos humanos” em “talentos humanos” – até que a cortina de fumaça seja desanuviada –, que logram a sociedade.
O mundo de Narciso afeta as pessoas como as corporações. Você é tão belo quanto seus trajes e seu último corte de cabelo possam sinalizar. Tão bom quanto a procedência dos diplomas e a fluência em idiomas possam indicar. Tão valorizado quanto a competência ratificada e os resultados apresentados possam parecer.
Em tempos passados, ocasião que meus olhos não se atrevem a enxergar, a “embalagem” era menos representativa. As empresas eram aquilo que produziam. As pessoas eram o que demonstravam. A palavra valia tanto que bastava limitar-se ao “fio do bigode”. Éramos mais essência. E mais essenciais.
Os tempos modernos trouxeram-nos a velocidade da comunicação, o excesso de informação, a imprescindibilidade dos contratos. Estradas mais largas, carros mais rápidos pelo preço de imóveis, em trânsitos mais congestionados e caóticos. Condutores perfumados com fragrâncias importadas e vestindo ternos de valor similar a um ano de serviço árduo de um trabalhador braçal.
Houve uma época na qual os preços eram formados para remunerar custos e proporcionar uma margem de lucro. Havia mais oferta do que demanda. A equação inverteu-se e o preço passou a ser ministrado por esta entidade denominada consumidor. Hoje, preços são dados por pedaços minúsculos de tecido chamados etiqueta, marcas grafadas nas hastes de óculos, grifes estampadas no visor e na pulseira de relógios.
O mundo de Quimera
Por extensão, nossos relacionamentos pessoais espelham este mundo midiático que nos cerca. Como nos ensina um provérbio russo, “Não amamos as pessoas porque elas são bonitas, mas porque nos parecem bonitas porque as amamos”. O segredo da conquista é, singelamente, contemplar a fantasia.
O poeta francês André Breton dizia: “O que a gente esconde é mais ou menos o que os outros descobrem”. Bem adequado para quem escreveu o Manifesto Surrealista...
Balanços fraudados, currículos forjados, amores burlados. Vidas vividas na ilusão, imaginadas como devaneios à luz de uma quimera.
A Quimera era um monstro mitológico com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão. Imagem nada agradável. Imagem que, mais cedo ou mais tarde, materializa-se, ao cair do véu da percepção que não carrega consigo conteúdo, sinceridade e paixão.
* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.
Qui, 24 de Novembro de 2011 11:59
*Por: Alexia Galvão
Além de ser um ícone da tecnologia, Jobs foi um grande orador. Conheça suas técnicas de apresentação
Dia 5 de outubro de 2011, o mundo perdeu uma de suas mais brilhantes mentes, o inventor americano Steven Paul Jobs, fundador e diretor da Apple Inc. revolucionou a tecnologia, a comunicação e a forma de nos relacionarmos uns com os outros. Ele inspirou gerações e provou que a alta tecnologia pode ser vendida a um preço acessível.
Além dessas qualidades inquestionáveis, Jobs era um grande orador, assim, seu legado é maior do que muitos homens poderiam desejar. Sua presença sempre foi marcante, ele utilizava técnicas que deixavam todos vidrados no que ele tinha a dizer. Veja como ele conseguia toda a atenção para si:
Valorização da plateia. Quando entra no palco, ele quase não olhava os slides, sempre se dirigia à plateia, sem dar-lhe as costas. Quem assiste sua apresentação consegue criar empatia com ele.
Suspense. No começo de sua fala, anunciava qualidades, contava sobre maravilhas. Andava de um lado para o outro contando qualidades de um produto. Criava suspense na plateia, fazendo com que todos quisessem saber o qual era o novo produto ou qual próximo passo de sua fala.
Entusiasmo. A empolgação de Jobs era contagiante e elegante
Poucos números. Ele usava apenas o essencial, quando mostrava um número, dado, sempre utilizava um slide interpretando-o de modo simples. Qualquer apresentação técnica, com muitos gráficos e números deixa a plateia dispersa.
Bom começo, excelente final. Quando ele iniciava sua fala, garantia que todos se interessassem e ficassem de olho, mas guardava algo fascinante para o final, deixando a última impressão marcada.
Por esses e inúmeros outros motivos, Jobs inspirou a humanidade e tornou-se um ícone mundial, seus frutos serão colhidos para sempre.
Qua, 16 de Novembro de 2011 15:59
* por Raul Candeloro
Na frente do prédio onde eu moro tem um outro prédio em construção. Um cartaz bem grande mostra o cronograma da obra e a porcentagem de avanço. Um outro cartaz menor fala da segurança: “estamos há ‘x’ dias sem acidentes de trabalho”.
Essa placa me deu uma idéia que eu acho que poderia ser implantada em muitas empresas: “Estamos há ‘x’ dias sem faniquitos”. Isso mesmo – sem faniquitos. Porque a impressão que me dá é que tem muita gente que até tem conhecimentos e habilidades técnicas razoáveis, mas são um desastre do ponto de vista de inteligência emocional.
A definição de inteligência emocional é a habilidade de reconhecer seus próprios comportamentos, impulsos e mudanças de humor, reconhecer isso nos outros também e administrá-los de acordo com a situação.
Sex, 07 de Outubro de 2011 13:52
* Por Tom Coelho
"O que o contador deve se preocupar é em oferecer modelos de prosperidade às empresas. Este é seu dever ético."
(Antônio Lopes de Sá)
Embora o fantasma da inflação esteja sempre rondando o cenário econômico, a estabilidade de nossa moeda conquistada em um já distante 1994, com o advento do Plano Real, fez-nos esquecer da dramática superinflação, período no qual a variação nos preços chegou a espantosos 3% ao dia. Naqueles tempos, não se falava em eficiência, pois os ganhos obtidos no mercado financeiro, com aplicações no overnight, eram suficientes para pagar com sobra a folha de salários de qualquer empresa, mascarando uma gestão perdulária. Neste contexto, os profissionais de contabilidade tinham atribuições meramente operacionais tais como processar a escrituração fiscal, cuidar das obrigações legais e acompanhar a esquizofrenia tributária, sempre tencionando evitar multas e sanções.
Sex, 07 de Outubro de 2011 13:48
* por Professor Luís Sérgio Lico
Os líderes de hoje parecem estar perdidos! Eles olham a paisagem e encontram o seu próprio discurso progressista materializado: um mundo em transformação ao seu redor que gira bem mais rápido do que se possa manter-se em equilíbrio.
Como resultado, suas estratégias parecem ineficientes, inacabadas e suas idéias de mudança parecem não ser mais relevantes, a despeito de toda a experiência no passado recente. Assim, eles vêem a concretização do antigo paradoxo: A tartaruga está sempre um passo à frente de Aquiles!
Fica a impressão que não se tem mais tempo de aprender algo novo, que possa dar um sentido à complexidade das relações sociais e econômicas. A crise crônica dos blocos mundiais é mero sintoma desta cadeia de efeitos. Mas, se reduzirmos o escopo apenas para as organizações, vemos que todo o esforço está sendo direcionado a duas vertentes: redimensionamento (o que inclui o facão do corte de custos e gestão dos tributos) e o esforço criativo para encontrar novas formas de crescer e manter a navegação de seus produtos e serviços "top" indefinidamente.
|
|