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Gestão de Carreira, Coaching e Mentoring
 

Biblioteca Eletrônica

A Biblioteca Eletrônica do portal Gestão de Carreira é um acervo de mais de 520 artigos para consulta gratuita, com temas atuais sobre CARREIRA, RH E GESTÃO ORGANIZACIONAL, entre outros. Boa Leitura!
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Água com estômago vazio

Quanto mais se sabe, maiores hipóteses de sobrevivência...
Beba água com estômago vazio.
Hoje é muito popular, no Japão, beber água imediatamente ao acordar. Além disso, a evidência científica tem demonstrado estes valores. Abaixo divulgamos uma descrição da utilização da água para os nossos leitores.
Para doenças antigas e modernas, este tratamento com água tem sido muito bem sucedido....
Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças:
Dores de cabeça, dores no corpo, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, problemas do aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarreia, diabetes, hemorroidas, todas as doenças oculares, obstipação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta.
Método de tratamento:
1. De manhã e antes de escovar os dentes, beber 2 copos de água.
2. Escovar os dentes, mas não comer ou beber nada durante 15 minutos.
3. Após 15 minutos, você pode comer e beber normalmente.
4. Depois do lanche, almoço e jantar não se deve comer ou beber nada durante 2 horas.
5. Pessoas idosas ou doentes que não podem beber 2 copos de água, no início podem começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente.
6. O método de tratamento cura os doentes e permite aos outros desfrutar de uma vida mais saudável...
A lista que se segue apresenta o número de dias de tratamento que requer a cura das principais doenças:
1. Pressão Alta - 30 dias
2. Gastrite - 10 dias
3. Diabetes - 30 dias
4. Obstipação - 10 dias
5. Câncer - 180 dias
6. Tuberculose - 90 dias
7. Os doentes com artrite devem continuar o tratamento por apenas 3 dias na primeira semana e, desde a segunda semana, diariamente.
Este método de tratamento não tem efeitos secundários. No entanto, no início do tratamento terá de urinar frequentemente.
É melhor continuarmos o tratamento mesmo depois da cura, porque este procedimento funciona como uma rotina nas nossas vidas. Beber água é saudável e dá energia.
Isto faz sentido: o chinês e o japonês bebem líquido quente com as refeições, e não água fria.
Talvez tenha chegado o momento de mudar seus hábitos de água fria para água quente, enquanto se come.. Nada a perder, tudo a ganhar!
Para quem gosta de beber água fria.
Beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão.
Uma vez que essa 'mistura' reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrointestinal. Isto retarda a digestão, fazendo acumular gordura em nosso organismo e danifica o intestino.
É melhor tomar água morna, ou se tiver dificuldade, pelo menos água natural.
Nota muito grave - perigoso para o coração:
As mulheres devem saber que nem todos os sintomas de ataques cardíacos vão ser uma dor no braço esquerdo.
Esteja atento para uma intensa dor na linha da mandíbula. Você pode nunca ter primeiro uma dor no peito durante um ataque cardíaco.
Náuseas e suores intensos são sintomas muito comuns.
60% das pessoas têm ataques cardíacos enquanto dormem e não conseguem despertar. Uma dor no maxilar pode despertar de um sono profundo...
Sejamos cuidadosos e vigilantes.
Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência...
Um cardiologista diz que se todos que receberem esta mensagem, a enviarem a pelo menos uma das pessoas que conhecem, pode ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida.

 

Dicas para contratar talentos

* Por Evaldo Costa


Você está seguro de ter uma boa estratégia para contratar talentos?
Há muita gente disponível no mercado e encontrar uma pessoa para ocupar um posto em sua organização pode não ser difícil, porém, se você deseja contratar uma pessoa que se encaixe perfeitamente ao perfil desejado, à tarefa não será tão fácil como comer mamão com açúcar.

É fato que a área de recrutamento conta com muitas técnicas, mas para ser bem sucedido na arte de contratar talentos, é preciso ser criterioso e usar as ferramentas disponíveis, como a sapiência.

Neste contexto, a primeira e mais importante consideração a fazer ao contratar alguém, é sempre lembrar que são as pessoas que podem verdadeiramente transformar uma organização, independentemente de seu porte, ramo de atividade ou idade. Daí, caso você quiser otimizar o grau de acertos nas contratações, poderá recorrer aos princípios básicos seguintes:



1 - Tenha boas fontes e as diversifique - É fundamental ter boas fontes de consultas. Além disso, você pode recorrer aos recursos online para divulgar a sua vaga. Há exemplo de sites especializados, associações e federações da qual a sua empresa faz parte, você poderá recorrer às mídias sociais, a exemplo: o Facebook, LinkedIn, Twitter, Youtube e tantas outras.

Porém, antes de sair atirando para todos os lados, o ideal é olhar para dentro de casa; na tentativa de identificar alguém que possa ser aproveitado. Além disso, incentive os seus colaboradores a fornecer indicação. Elas costumam ser fontes ponderosas de contratação.

Pode até parecer engraçado, mas muitas vezes recrutar alguém pode ser comparado a uma pescaria. Onde o pescador está tentando arremessar o anzol o mais distante possível de sua posição; como se os melhores peixes estivessem sempre mais distantes. Com o passar dos anos, muitos descobrem que muitas vezes os melhores peixes estão bem abaixo de seu barco.

Finalmente, considere que você poderá encontrar o candidato que procura em muitos lugares; desde filas de supermercado, conversando com amigos ou mesmo no lazer do final de semana. Considere que se tratando de recrutamento, o céu é o limite.

2. Crie as suas próprias fontes - Muitas empresas do passado colocavam uma placa na entrada do estabelecimento informando as vagas disponíveis. Isso sempre funcionou bem. Mas atualmente com os recursos da internet, você pode criar uma subpágina de recrutamento onde poderá receber cadastros dos interessados, além de manter um banco rico para futuras contratações. Há muitas vantagens nesse procedimento, como o fato de estar com as informações de uma pessoa que revela interesse em trabalhar com você.

3. Avalie, controle e otimize - Você precisa estar o tempo todo atendo para saber se seus métodos de recrutamento são eficazes. Para isso, caso não tenha, poderá criar um padrão de avaliação, contemplando os seguintes tópicos: plano de contratação interna, trabalho e postagens em site de carreira, revisão das fontes de contratação, processo de entrevistas, metodologia de contratação entre outros.

Agindo assim, você poderá aprimorar-se sempre e contratar os melhores do mercado.



Pense nisso e ótima semana!

 

Vida que segue

* Por Tom Coelho


"A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás;

mas só pode ser vivida olhando-se para frente."

( <http://pensador.uol.com.br/autor/soren_kierkegaard/> Soren Kierkegaard)


Há alguns anos perdi meu pai, vitimado que foi por um câncer nos pulmões.
Logo ele, não fumante e sem qualquer indício clínico de enfermidade. A doença evoluiu silenciosa, sendo diagnosticada tardiamente, já em fase de metástase. Lutamos bravamente por quatro longos e intensos meses, com uma esperança incontestável. Ao final, restou-nos o consolo de que seu sofrimento fora breve.

Não estamos habituados a perdas, sejam elas materiais ou não. Querer e não poder é desagradável, mas ter e perder é doloroso. Isso vale para dinheiro no bolso, um cargo executivo, uma partida jogada ou um amor que de despede.

Contudo, o fato é que no decorrer de nossas vidas, na medida em que amadurecemos, acumulamos conquistas e desilusões. E a experiência nos ensina a capitular de cabeça erguida, a aceitar algumas derrotas sem arquear os ombros, a sofrer com sabedoria. Aprendemos que somos capazes de caminhar sem
pernas e voar sem asas.

Meu pai faleceu em um dia 21 de novembro. Foi sepultado no dia 22 e, na manhã seguinte, minha filha Liz nasceu. Em menos de 48 horas convivi com a tristeza e a alegria, a dor e o deleite, o choro e o riso.

Em seus últimos meses, meu saudoso pai fez questão de me presentear com mais alguns ensinamentos. Assim, quando já debilitado fisicamente não mais conseguia caminhar com suas próprias pernas, e eu tinha que ampará-lo, era como se prenunciasse os dias futuros em que ensinaria minha filha a
caminhar. Também tive que ajudá-lo a tomar banho, assear-se, vestir-se e alimentar-se, tal como faria dias depois com um recém-nascido.

Disse Vinícius de Moraes: "Para isso fomos feitos: para lembrar e ser lembrados; para chorar e fazer chorar; para enterrar nossos mortos. Por isso que temos braços longos para os adeuses, mãos para colher o que foi dado, dedos para cavar a terra...".

Vida que parte, vida que chega, vida que segue.


 

Semana de administração: administradores, carreiras e gestão

* Por Sérgio Dal Sasso

Um bom administrador deve reunir a visão organizada de uma controladoria com o desejo de compartilhar a gestão da administração com talento, criação e ação,  adicionado de uma ampla percepção econômica do futuro.

O administrador é um especialista cujo caminho da evolução deve se ampliar pela visão generalizada e chegar ao conhecimento pleno da multiespecialização, ou seja, saber exatamente o funcionamento dos sistemas, suas relações e meios internos e externos que podem trazer saude para a sua alimentação.

Na prática o movimento do dia a dia de um administrador, é uma batalha para que suas relações consigam estabecer negociações permanentes, devendo assim possuir uma grande capacidade de comunicação, pois mesmo quando nossas idéias não provocam tantas adesões, a habilidade deve andar junto para que tenhamos sensatez no valorizar e ajudar a somar aos que os outros estão propondo.

A comunicação anda ao lado do conhecimento e no passo das necessidades das organizações, que na luta pela sobrevivência e soberania ajustam seus custos horizontalizando seus modelos organizacionais, e que por tabela exigirão da sua preparação profissional, um conjunto de " eu concordo, eu acho, eu proponho" aptos para se sentar nas mesas de decisões com coêrencia de visaõ e habilidade de quem será sempre cobrado por resultados.

Pesquisas recentes demonstram que 75% dos grandes administradores do mundo (entre empresários e executivos) não se fizeram pela qualidade inicial da sua formação, mas pela forma do como combinaram suas profissões, com a necessidade de buscar os conhecimentos pelo aperfeiçoamento do que estava ficando nebuloso.

Dessa forma ao administrador, não adianta somente colecionar cursos e preencher as paredes do escritório. O diploma da administração vem no conjunto do esforço das faculdades em poder atuar próximas as necessidades do mercado e da prematura disposição do futuro profissional em ingressar no mercado de trabalho para que a teoria e prática tenham efeitos sinérgicos entre as salas e a interatitividade da realidade do mundo corporativo.
 

Perguntas Clássicas em uma Entrevista

* Por Professor Luís Sérgio Lico

Todos os profissionais almejam melhorar na carreira. Seja na posição atual, em qualquer empresa, seja buscando outras oportunidades. No caso  da segunda opção, uma das situações mais corriqueiras que você terá de enfrentar numa entrevista de emprego, será responder a uma série de perguntas que escapam à sua compreensão. Por mais que você já tenha escutado esta ladainha antes, elas sempre deixam o candidato surpreso. Mas, saiba que elas são pronunciadas justamente para fazer valer sua reação e, assim, poderem analisar sua postura.

Desse modo, preste atenção nas dicas abaixo e prepare-se para responder de forma impressionante a estas perguntas, assim suas chances de contratação irão aumentar.

Como você se descreve? Qual o seu perfil?

Esta é uma pergunta clássica e obrigatória, principalmente para abrir uma entrevista. Trata-se, portanto de uma apresentação formal. Certifique-se de que você esteja bem confortável ao falar sobre si mesmo, e assim, iniciar uma conversa agradável com o entrevistador. A seqüência de resposta mais relevante é esta: Apresente-se. Fale sobre sua formação acadêmica. Diga quais os valores em que acredita. Resuma sua experiência, com foco na vaga pretendida. Enumere fatos, conquistas, títulos, visão de longo prazo etc.  Mantenha suas respostas de acordo com seus objetivos e complete com um sorriso.

Quais são seus pontos fortes?

Esta é uma pergunta fácil e você tem que entregar ao interlocutor suas melhores habilidades e traços de personalidade. Habilidades são as competências importantes que você adquiriu através de sua experiência, conhecimentos específicos sobre o cargo ou segmento de mercado, idiomas, ferramentas de informática, cursos de extensão etc. Enquanto os traços são suas características únicas, como o foco no trabalho, orientação para metas, pontualidade, flexibilidade, trabalho em equipe etc. Através desta questão, o entrevistador terá informações sobre qual pode ser a sua futura contribuição para a empresa e se ​​eles vão contratá-lo.

 

Quais são seus pontos fracos?

Não é muito fácil falar de nossos defeitos, mas isso não quer dizer que você deva contar todas as suas frustrações durante a entrevista. Tente enfatizar uma aptidão ou característica pessoal, que ainda precisa de aperfeiçoamento. Mas, não de forma leviana ou megalomaníaca, e sim de uma forma inteligente como, por exemplo, comentar que fez algum curso porque sentiu a necessidade de se preparar para algo que não domina muito bem. Ou seja, você diz que tem uma debilidade, seja qual for, mas está fazendo de tudo para superá-la. Não caia na no erro de tentar transformar virtudes em defeitos, como falar que é perfeccionista, que não dorme à noite preocupado com o trabalho ou algo do tipo. Os entrevistadores detestam esta jogada. Afinal, ninguém é perfeito e também ninguém acreditará que você realmente irá viver 100% do tempo para a empresa. Seja humilde e conquiste a simpatia do entrevistador com base em fatos reais.

Por que deveríamos contratá-lo?

Responda de maneira simples, enfocando seus anos de experiência nesse ramo ou função. É importante também ser objetivo e dizer exatamente o que pode oferecer para satisfazer as necessidades que o posto requer, especificamente. Pode arriscar a falar a respeito de algum benefício significativo que proporcionou em seu emprego anterior ou falar de alguma habilidade extra que possua. Mas, tome o devido cuidado para não parecer arrogante ou pretender-se indispensável. Neste caso, menos é mais.

 

Por que você quer trabalhar aqui?

Esta pergunta visa saber o que o motivou a querer trabalhar na empresa ou a responder ao anúncio. Não deixe transparecer que espalhou centenas de currículos e que está ali por necessidade ou porque foram os únicos que lhe chamaram. Diga que escolheu algumas empresas com a qual se identifica por sua cultura organizacional; pela possibilidade de desenvolvimento ou que sua missão e seus valores coincidem com os seus, e que suas habilidades e experiência vão muito ao encontro do que a empresa necessita. Também deixe claro que tem bastante a contribuir e agregar valor às operações. Enfim, aqui se trata de uma venda!  Como muitas vagas são fechadas e não há o costume de dar maiores informações ao candidato, aproveite para explorar este momento e conseguir maiores informações, antes de responder a pergunta.

 

Quais são os seus objetivos?

A premissa aqui é óbvia: Você está aqui por acaso ou realmente pretende fazer parte do time? Para responder com eficiência, defina primeiro suas metas em curto prazo, enfatizando o crescimento e a oportunidade de uma posição que permita demonstrar suas capacidades, de forma que eles o contratem. Depois fale em médio prazo, especificando atualização profissional, educação e busca aperfeiçoamento. Finalmente, deixe claro que sua pretensão não é só um emprego, mas também contribuir, aprender, crescer e obter maiores responsabilidades no trabalho e, no limite, alcançar uma posição de liderança. Limite-se a falar de seus projetos pessoais, esqueça o mercado e a organização. Fale de suas metas.

Por que você saiu do emprego anterior?

Momento crítico, cuidado! Tenha na ponta da língua uma argumentação convincente e segura. Conte a sua versão e jamais cite que seu antigo chefe era um mala sem alça, mesmo que isto seja verdade. A melhor resposta será explicar que decidiu mudar de ares porque chegou à conclusão que já havia dado tudo de si e encontrado um limite, um impedimento para que continuasse crescendo pessoal e profissionalmente. Talvez tenha saído por corte de pessoal, nesse caso reforce suas competências. Pode focar em outros pontos, tais como novos desafios, melhor relação entre remuneração e responsabilidades, entre outros itens. Apenas deixe claro que foi uma boa experiência, mas que você deseja mudanças.

O que o torna você diferente dos outros candidatos?

Novamente seu enfoque deve ressaltar a sua trajetória, experiência, comprometimento, formação. A resposta certa não existe, apenas diga qual é sua maior qualidade dentro de sua área de trabalho e como é que ambas lhe possibilitaram atingir sucessos e aprender coisas novas na sua profissão. Se estiver pleiteando vaga em outro segmento ou função, diga que uma visão plural pode ajudar a agregar valor à empresa. Seja criativo. Você tem poucos minutos para deixar claro que é uma boa opção.

Qual a opinião de sua equipe e chefia anterior sobre você?

A idéia do entrevistador é investigar sua auto-estima. Saber como você demonstra sua capacidade de auto-avaliação, autocrítica e segurança nas respostas. Assim, não fique receoso de jogar um pouco de confete, guardando as devidas proporções para não exagerar. Nesse momento, é isso que o entrevistador está esperando de você: que deixe a modéstia de lado e fale de suas competências, habilidades e atitudes.

O que faz com que você fique satisfeito com seu trabalho?

Pergunta que busca investigar sua auto-motivação. Profissionais motivados são tidos como excelentes, pois não dependem dos outros para fazer o que lhes é pedido. Por outro lado, busca traçar um paralelo da realidade da empresa com o perfil comportamental do candidato. Assim, não seja inflexível ou duro nas respostas, pois será fatal.  Apenas explique como você age no seu dia a dia com suas tarefas, o que necessita de ferramentas e, no geral, o que faz com que se sinta uma pessoa útil e completa.

Qual a sua pretensão salarial?

Não é errado que você pense no assunto, afinal todo bom trabalho tem que ser bem remunerado. Só não esqueça que pode existir uma grande diferença entre o que é possível e o quanto você gostaria ou precisa ganhar. Uma boa resposta, sem dar valores, seria dizer ao entrevistador que está seguro de que eles pagarão um valor razoável baseado no valor que representa para eles, com base em seus antecedentes. Se eles insistirem, inverta a proposição: pergunte diretamente qual é o valor base de oferta e, assim, você decidirá se é razoável ou não. Só não inicie a entrevista perguntando por salário ou benefícios. Você será descartado em poucos minutos. Mas, também, não saia da entrevista sem esta informação. Tenha em mente que um valor bom hoje, pode não ser assim tão bom daqui a um ano. Decida com base em suas necessidades e expectativas, nunca com base em suas contas em atraso. Se estiver em situação difícil, então não há saída, aceite o que lhe oferecerem. Mas, nunca deixe transparecer seu desespero.

Se pudesse, qual tipo de animal gostaria de ser?

Sempre parece uma bobagem quando fazem esta pergunta, algumas pessoas até riem (não faça isso). É só um pequeno teste psicológico, parte da entrevista, para saber quão rápido é seu raciocínio. A resposta dependerá da impressão que quer deixar no entrevistador e, sobretudo, a personalidade que é requerida para realizar aquele determinado tipo de trabalho. Se não conseguir pensar em algo, reflita bem sobre as características do emprego e responda. Por exemplo, um vendedor deve ter garra, um administrador deve ser metódico, um atendente deve ser atencioso e, no mais todos os profissionais devem ser competentes. Se nunca perguntarem, melhor. Na verdade, não existe relação psicológica concreta aqui.

 

A Ingratidão de Hawking

* Por Floriano Serra


O britânico Stephen Hawking, doutor em Cosmologia, o mais famoso e consagradocientista da atualidade neste tema, é também considerado o mais brilhante físico teóricodesde Einstein. Em seu best-seller científico "Uma Breve História do Tempo" (1998),ele demonstrava aceitar a possibilidade de um Criador do Universo, dizendo até quepoderíamos "conhecer a mente de Deus, se um dia fosse descoberta uma teoria completado Big Bang".Agora, Hawking mudou de idéia. No seu novo livro "The Grand Design", lançado mêspassado, ela afirma que "Não há lugar para Deus nas teorias da criação do universo."Segundo ele, "é provável que o universo tenha nascido do nada". Se Sir Isaac Newtonfosse vivo teríamos um belo debate.Esse tema não é a minha praia, já que sou psicólogo. Mas ingratidão, como outrosaspectos do comportamento humano, é. E eu acho, com todo o respeito, que Hawkingestá sendo ingrato com Deus.Nascido em 1942, em Oxford, Inglaterra, aos 21 anos de idade Hawking foidiagnosticado como portador de esclerose amiotrófica lateral, rara e terrível doençadegenerativa que paralisa gradativamente os músculos do corpo e para a qualinfelizmente ainda não há cura. De acordo com os médicos da época, ele teria apenasmais dois anos de vida. Pois bem, isso aconteceu a 32 anos atrás! Durante esse tempo,Hawking já fez traqueotomia, já teve pneumonia e. aos poucos, foi perdendo o movimentodos braços e pernas, da musculatura voluntária a até a força para manter a cabeçaerguida. Atualmente, Hawking utiliza um sintetizador de voz para se comunicar e estáquase completamente paralisado. Contudo, apesar dessas enormes limitações, continuana ativa - escreveu inúmeros livros e artigos, dá aulas e palestras, criou teorias, ganhoudiversos prêmios, casou duas vezes, tem três filhos e um neto e, como já foi dito, acabade lançar mais uma polêmica obra. Ele é considerado "um milagre médico."Eu prefiro considerá-lo um milagre de Deus. Penso que não seria necessário Hawkingperscrutar a infinitude do Universo e elaborar suas inteligentes teorias para descobrir seexiste ou não um Deus criador do Universo. Essa prova está bem pertinho dele - paranão dizer dentro dele.Em um trecho do seu novo livro, Hawking diz que "não era necessário pedir a ajudade Deus para explicar a origem do Universo". Diante disso, é de se supor que o genialcientista não tenha, ele próprio, pedido a ajuda de Deus para se tornar o milagre vivo queé. E talvez também não tenha elaborado alguma teoria para explicar sua extraordináriasobrevivência diante da situação.Dentre outras inúmeras coisas, é por isso que acho Deus muito legal: ele não buscanem pede reconhecimento e méritos para seus milagres e criações. Não pede nemmesmo que acreditem na Sua existência. Mas apenas que as pessoas se amem, seajudem e se respeitem. E, se tiverem tempo, que pensem n'Ele de vez em quando,mesmo que seja para dizer um "oi, tudo bem?". Simples assim.Será pedir muito?

 

A mídia social vai muito bem, obrigado e você?

Você está conectado a mídia social? A utiliza com frequência? Para que atividades você recorre às mídias sociais? Saiba que esteja onde estiver, a mídia social é uma baita ferramenta para ampliar a comunicação. Ficar fora dela é ignorar o apito do trem que vem, em sua direção, em alta velocidade.

O mais interessante é que a mídia social reúne um grupo sofisticado de pessoas que utilizam smartphones e se mantém conectado o tempo todo no Facebook ou em outros aplicativos do gênero. Para muitos, ficar fora disso é como um peixe fora d'água e quem não adotar a geração online terá que procurar outros espaços, ficando a cada dia mais distante dos acontecimentos do mundo conectado em que vivemos.

Imagine como um profissional de vendas ou marketing pode atuar sem estar conectado a mídia social. Terá ele as mesmas chances de negócios dos outros que estejam conectados? Dificilmente, ainda assim se tiver algum sucesso, estará com os dias contados.

Você, por exemplo, como diretor de uma organização contrataria um gerente de marketing que não esteja interessado nos recursos das mídias sociais para trabalhar com você? Caso tenha respondido que sim, é melhor ficar atento e reavaliar os seus conceitos, pois a cada dia mais as empresas adotam as mídias sociais como modelo de comunicação e negócio.

Enquanto estou nos Estados Unidos, de onde escrevo este artigo, percebo muitas iniciativas das empresas daqui nas mídias sociais. Abaixo seguem alguns exemplos:

  • A Starbucks está solicitando opinião dos clientes sobre novos produtos e idéias;
  • O Burger King permite que os clientes interajam online com a empresa;
  • A IBM utiliza todos os meios sociais para interagir com os clientes e revela que irá ampliar os investimentos nesta área;
  • A Proctor & Gamble utiliza o Facebook para fazer publicidade e diz estar destinando mais verba para as mídias sociais, reduzindo os investimentos em anúncios na TV;
  • A Ford já utiliza por algum tempo as mídias sociais, o Facebook inclusive, para ampliar a sua comunicação com os consumidores;
  • O CEO da Sun Microsystems usa, diariamente, o seu blog.

Essas e muitas outras empresas, não somente nos Estados Unidos como em várias outras partes do globo terrestre, estão interessadas em uma única palavra: COMUNIDADE. Todas reconhecem que a mídia social é um ótimo instrumento de comunicação, informação, marketing e venda.

Elas sabem muito bem que o cliente é o patrão, e se você não responder as suas perguntas no tempo certo e do jeito que ele prefere, logo se tornará assunto para museu.

A verdade é que a mídia social deixou, já algum tempo, de ser modismo para se transformar em poderosa ferramenta de interação das empresas com os clientes. Dai, enterrar a cabeça na areia, fingindo que nada está acontecendo, poderá lhe custar muito mais caro do que você imagina.

Pense nisso e ótima semana,

Evaldo Costa

Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil

Blog: www.evaldocosta.blogspot..com

E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Siga no Twitter/LikedIn/Facebook/Orkut: evaldocosta@icbr.com.br


 

 

Boas intenções não bastam para ser um campeão de vendas

Você deseja ser bem sucedido na carreira de vendas? Quer vender mais com menos esforço? Deseja saber como conseguir isso? Então leia e aplique as dicas a seguir e verá como é fácil engordar a sua conta bancária.

Não são poucos os vendedores que deixam de realizar vendas adicionais por pura desatenção com alguns pontos fundamentais no processo de conquista do cliente. Muitos pensam que ele é que deve comprar, quando na verdade é seu dever facilitar o processo de pesquisa e realizar a venda, antes que o seu concorrente o faça. Então fique atento e pratique as dicas a seguir que logo se tornará um verdadeiro campeão de vendas.

Apresentando o produto - é incrível como muitos vendedores vacilam neste quesito. Não basta levantar as necessidades do cliente, é preciso evidenciar o valor do produto. Lembre-se sempre de que o valor é o conjunto de benefícios de um produto e, portanto, provavelmente terá significado e importância diferente para cada pessoa.

Não basta descrever é preciso mostrar o valor - é preciso lembrar que não basta descrever produto com maestria, pois o cliente está muito mais interessado naquilo que vai ganhar. Daí, tem vendedor que ao apresentar um artigo diz algo do tipo: "Mas, esse produto é fabricado em nossa região". O cliente não dará a mínima para este tipo de apelo, é preciso mostrar o que e como ele vai ganhar se comprar agora de você.

Recorra ao argumento poderoso para evidenciar o valor - recorrendo ao mesmo exemplo acima, você poderia então diz: "Como o senhor sabe, a sua empresa deixou de faturar 10 milhões no ano passado devido a incapacidade de seu fornecedor honrar com os prazos de entregas acordados. Comprando comigo isso jamais irá ocorrer, pois a nossa fábrica fica a poucos quilômetros daqui e jamais tivemos problemas de atraso na entrega". Você deve concordar comigo que este segundo argumento é bem mais convincente.

No primeiro exemplo, o cliente não deu muita importância, pois não ficou claro o que e quanto ele ganharia, já no segundo você diz que ele economizará 10 milhões comprando de você: um apelo e tanto, não é mesmo?

Considere o fechamento como o início - depois de investir muito tempo e esforço nas fases iniciais da venda, tentando, por exemplo, estabelecer rapport com o cliente, ou mesmo identificando suas necessidades demonstrando com maestria o produto, identificando valor e superando objeções, você não vai querer fazer a venda e ponto final, vai?

Pois é exatamente isso que ocorre com boa parte dos vendedores que conheço. Eles querem fechar a venda e sair de perto com medo de haver algum problema e a venda ser desfeita. Ao invés disso, ele deveria trabalhar o fechamento da venda como um processo colaborativo, de forma que o acordo final seja maior do que os esforços das partes. Agindo assim o vendedor conseguirá não apenas realizar um negócio, mas muitas vendas adicionais, já que terá conquistado um amigo disposto a lhe dar muitas indicações.

Agora que você já sabe disso, pratique, pratique e pratique, pois boas intenções não são o bastante. Atitude de vencedor, trabalho inteligente e direcionado é o que o levará ao topo das vendas antes que possa imaginar.

Pense nisso e ótima semana,

Evaldo Costa

Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil

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O Espírito de Equipe

* Por Professor Luís Sérgio Lico

Algumas situações são sintomáticas nas organizações. Por exemplo: Quando se quer melhorar as coisas e não se vê saída, sempre ouvimos a seguinte expressão: Precisamos melhorar o espírito de equipe!

 

Fico pensando que tipo de fantasma será esse que todos perseguem e que, uma vez alcançado resolveria os problemas. Deste ponto de vista, parece que as pessoas são o grande fator de desajuste nas empresas e, bastaria apelar para a consciência de uma condição intangível, para evitar a fragmentação. Afinal, tudo aquilo que não pode ser mensurado em milissegundos e replicado ad aeternum, está na esfera do humano.

 

Mas, nos dashboards corporativos, não devemos esquecer que pessoas são apenas um terço da pizza. Também existem processos e ferramentas do modo produtivo, que se não estiverem adequadas, produzem mais dor que felicidade. Mais que isto: existem intrincadas redes relacionais de interação entre estas três dimensões e que compõe um cenário dinâmico, sem falar na questão do meio envolvente externo.

 

Logo, quando se fala em teambuilding, deve-se ter em mente não apenas indivíduos e seus supostos gaps, mas sua maneira de atuar no ecossistema corporativo, incluindo aí a instância crítica do comportamento frente a estas divisões.

 

Claro que uma organização significa a união de esforços, visando um fim produtivo e útil (embora poucas realmente cumprar este papel), que desenvolve suas atividades dentro de padrões estabelecidos, rumo a objetivos bem determinados. Mas, a pressão rotineira por metas e resultados, frente à maneira pela qual são feitas as coisas também determina os resultados alcançados. Isto significa que as ações, em qualquer profissão, precisam de um sentido claro, que oriente todo o trajeto de esforços diários.

 

Fora isto, poucos parecem levar em conta que existe toda uma trajetória de vida, que inclui desde a formação educacional e cultural deficitária do brasileiro, até as crenças, valores e necessidades do capital humano e que também deve ser considerada na equação. Mas, como a miopia organizacional é sempre o maior fator de atraso, a tendência de pessoas que lideram é colocar a culpa nas pessoas que devem ser lideradas. É aí que morre a responsabilidade social empresarial, não importa quantas cestas básicas ou ingressos o patrão distribua, pois o abatimento fiscal não proporciona aderência.

 

Contudo, se o caso é "mexer com o pessoal", precisamos entender que, frente a este cenário, fazer de um amontoado de colaboradores uma equipe de trabalho é realmente um grande desafio. Ali estão envolvidas algumas particularidades, como a comunicação aberta, disposição permanente para alinhar processos, melhorar ferramentas, instituir práticas democráticas, melhorar a delegação e permitir a flexibilidade no exercício das funções.

 

Não basta apenas chamar a atenção ou colocar cartazes pedindo a colaboração. Devemos estar atentos a tudo o que facilite o exercício das capacidades individuais e uma atuação criativa e saudável de cada um. É preciso criar espaços para a expressão humana e adequar as disciplinas. Fora isso, devemos lembrar que sempre cobramos posturas proativas, mas esquecemos de três aspectos cruciais e uma quarta dimensão de instância ética:

 

1 - Desde o maternal até a faculdade, ninguém foi ensinado como aprender a aprender.

2 - Nunca nos avaliaram de forma coerente, de forma a possibilitar o melhor desenvolvimento de nossas competências e aptidões. Nem houve o menor suporte a estas possibilidades ou sequer pensaram em formar indivíduos conscientes.

 

3 - Neste mesmo trajeto, apenas em busca de reposição de peças, a educação brasileira sempre formou pessoas para serem funcionários, ou seja: focados estritamente na "atividade". Nunca formou empreendedores e nos ensinou a lidar com padrões de decisão, análise e risco.

4 - Corporações, em geral, assim como os consumidores não se interessam pelo bem estar planetário ou individual. Os primeiros desejam, mormente produzir, reduzir custos e aumentar a lucratividade; Os segundos apenas querem acesso aos bens produzidos, utilizá-los e depois, descartá-los, para adquirir novos. É uma equação social sinistra.

 

Mas, voltando ao ponto das equipes, temos aqui exato momento onde o caldo entorna. Dificilmente o individualismo reinante consegue transpor barreiras. O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso, mas historicamente esta condição sempre esteve ligada a um objetivo superior. Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados. Isso vale para qualquer área da nossa vida, especialmente a profissional. Porém, o que vemos é o egoísmo imperar!

 

Mas, se apenas desejarmos, de um lado, obrigar as pessoas a entregar toda sua capacidade produtiva, desprezando as pedras angulares da humanidade e dignidade, teremos na outra face da moeda profissionais que apenas entendem a organização como fonte de renda e espaço ocupacional compulsório. Assim, a conta nunca fecha! Existe uma profundidade intensiva de redes relacionais que deveriam estar interconectadas, mas na verdade estão em curto circuito.

 

Vivendo em ambientes confinados, lutando contra a assimilação corporativa do tempo individual, e desejando adquirir cada vez maiores quantidades de produtos, acabamos acumulando enormes índices de culpabilidade. Tanto que um dos mais interessantes hoaxes da web, nos dá conta que um novo produto chamado "Sacos de Culpa Descartáveis" apareceu no mercado Norte Americano, causando estrondoso sucesso.

 

Consistia, segundo a lenda, de um conjunto de dez simples sacos marrons, em que foram impressas as seguintes instruções: "Coloque o saco com firmeza sobre a boca, respirar fundo e explodir toda a sua culpa para fora, em seguida, descartar o saco de imediato". A maravilha disso é que a Associated Press relatou que 2.500 kits foram rapidamente vendidos a $2.50 por kit. Pena que não consegui comprar nenhum!

 

Mas, será que podemos dispor de nossa culpa tão facilmente? Mas, no que ela consiste, senão na intuição clara de vivermos num mundo incompreensível, onde tememos confiar uns nos outros e necessitamos levar vantagem em tudo? O desespero oculto em nosso modo de vida leva à busca de soluções fáceis, indolores, para todos os descasos.

 

Só que, não há nada nesta terra bastante poderoso em si mesmo para eliminar nossa culpa, que não passe - obrigatoriamente - pela construção de uma coletividade responsável, pela conduta reta e por uma sadia relação com este novo modo de vida, que é o ambiente corporativo, onde passamos a maior parte de nossa existência.

 

Assim, ao se falar em espírito de equipe, esqueçam as manjadas frases sem efeito dos melodramáticos e ultrapassados motivadores profissionais. Também abandonem o chicote, pois ninguém mais suporta assédio e todos os profissionais repudiam a incompetência, seja de líderes ou subordinados. Privilegiem apenas o caráter! Se quiserem, leiam Emerson. Vai ajudá-los a compreender o que digo.

 

Pessoas hoje precisam entender o que fazem e porque fazem, para poderem interagir de forma produtiva. Assim, se as pessoas não estão colaborando como deviam, além de olhar para o que dissemos, procurem as soluções na melhoria dos processos e evoluam as ferramentas, de maneira a permitir uma interface amigável. Devemos ter em mente que estamos construindo uma nova matriz de sociedade e que a coerência e o desenvolvimento de boas práticas devem caminhar lado a lado com a eficiência.

 

Aliás, um mundo totalmente eficiente, sem margem para erros e experimentações, seria apenas um mundo cético. Absolutamente fenomênico, vazio e asséptico. Além disso, traria dentro de sua cientificidade, o germe de sua destruição. Pois, um mundo cético, como diz o professor Marcelo Moreira seria um mundo que aboliu toda a sua diversidade e padronizou todas as suas possibilidades, até o esgotamento de sua alma.

 

Um mundo que consistiria apenas de eucaliptos e pardais.

 

 

Autenticidade na responsabilidade social

*Por Tom Coelho



"A educação é um processo social, é desenvolvimento.

Não é a preparação para a vida, é a própria vida."

(John Dewey)





Responsabilidade social é um dos imperativos do mundo corporativo moderno.
Para algumas organizações isso se resume meramente a práticas de cunho
assistencialista. A distribuição de ovos de páscoa em abril, uma campanha do
agasalho organizada durante o inverno, brinquedos distribuídos no dia das
crianças e cestas básicas ofertadas no Natal funcionam como pequenas
indulgências ao empresariado. A sensação de legar uma contribuição à
comunidade consegue amainar o espírito e promover o bem, ainda que de forma
pontual.



Outras empresas são eficientes em praticar marketing social. O importante
não são as realizações, mas a repercussão midiática das ações tidas como
sociais. Assim, investe-se mais em material publicitário e assessoria de
imprensa do que nas pessoas beneficiadas, com foco precípuo na imagem
institucional. Agindo assim, correm elevado risco, haja vista que a
sociedade, apoiada pelas redes sociais, está atenta para denunciar
publicamente um comportamento antiético.



Contudo, a autêntica responsabilidade social é exercida por companhias com
visão de futuro, capazes de iniciativas de longo prazo, autossustentáveis e
passíveis de serem replicadas, transformando positivamente a realidade dos
envolvidos.



Dentro deste contexto, ações de caráter socioeducativo estão entre as mais
dignas de serem desenvolvidas. O primeiro passo é a capacitação dos próprios
funcionários, desenvolvendo competências que conduzam ao aprimoramento
profissional, com consequente aumento da produtividade e elevação da
autoestima. É a iniciativa privada mais uma vez suprindo as deficiências do
Estado.



O chamado "apagão da mão de obra" é uma triste realidade evidenciada
estatisticamente. Segundo o Sistema Nacional de Emprego (SINE), braço do
Ministério do Trabalho e Emprego responsável pela intermediação de mão de
obra e apoio ao programa de geração de emprego e renda, mais de 60% das
vagas ofertadas em 2009 não foram preenchidas porque os candidatos não
atendiam os pré-requisitos mínimos exigidos pelas organizações.



Construtoras brasileiras, em um momento de pujança do setor imobiliário,
estão sendo obrigadas a importar engenheiros, em especial de outros países
latinos, porque o número de profissionais formados anualmente em nosso país
(32 mil, em 2008), atende a menos da metade da demanda de mercado.



O segundo passo consiste em transpor o processo educacional para além dos
muros da corporação, alcançando os familiares. Um bom exemplo é a educação
financeira. O papel de uma empresa não é facilitar o acesso ao crédito
consignado, mas ensinar seus funcionários a lidar com o dinheiro. E o êxito
desta tarefa depende eminentemente da participação do cônjuge.



Por fim, deve-se envolver a comunidade. O objetivo deve ser a integração do
público com o privado. A promoção de manifestações artísticas e culturais, a
conscientização da cidadania e o desenvolvimento de um senso de
pertencimento e propriedade possibilitam a construção de uma sociedade mais
equilibrada, com menos conflitos e maiores oportunidades. De quebra, as
empresas investem na formação de um promissor mercado consumidor para seus
produtos e serviços.



Associado a estes aspectos temos outros fatores fundamentais, com destaque
para a adoção de políticas de estímulo à diversidade e a inclusão de pessoas
com deficiência, as quais não são uma minoria silenciosa, posto que
representam cerca de 15% da população brasileira.





* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em
15 países. É autor de "Sete Vidas - Lições para construir seu equilíbrio
pessoal e profissional", pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro
livros. Contatos através do e-mail  tomcoelho@tomcoelho.com.br>
tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite:  <http://www.tomcoelho.com.br/>
www.tomcoelho.com.br e  <http://www.setevidas.com.brwww.setevidas.com.br.


 

TEMPO NÃO SE ACHA; SE CRIA

Por Floriano Serra

 

Dias atrás a imprensa divulgou que Dilma Rousseff, a presidente do Brasil, não perde um episódio da série Game of Thrones - e quando não pode assistir, grava os capítulos.

Apesar dessa introdução, não é minha intenção discutir aqui os hábitos televisivos da presidente, nem suas preferências na telinha. O motivo desta citação é outro.

Sempre achei que o "workaholic" é uma vítima de condicionamentos e crenças existenciais equivocadas, quando não um fugitivo da intimidade afetiva - mas isto é uma longa história cuja natureza não cabe no escopo deste artigo.

Quero apenas lembrar a todos que o ser humano se constitui de corpo, mente e espírito. Para se ter uma vida produtiva, saudável e feliz, é, portanto, preciso cuidar dessas três partes e mantê-las atuantes de forma motivada, atualizada e completa. A omissão de qualquer delas ou a fixação em uma delas causará consideráveis estragos na qualidade de vida do indivíduo e criará nele grandes limitações que o impedirão de desfrutar plenamente tudo o que a vida lhe proporciona. Em outras palavras, a necessidade do tão falado equilíbrio entre vida pessoal, profissional e espiritual não é balela nem conversa fiada de psicólogo.

Fico espantado com a quantidade de profissionais que encontro em eventos corporativos e que, em conversas informais, afirmam que não sabem contar piadas, não sabem a letra de nenhuma música, não vão a cinema e teatro, não lêem livros e revistas e não assistem a séries de TV. E por quê? Porque, segundo alegam, não têm tempo para isso! Todo o tempo deles é dedicado ao trabalho. A empresa agradece, mas certamente a família e os amigos, não. Muito menos seu próprio tripé de corpo, mente e espírito que vive sob o sobressalto do estresse se aproximando a cada dia, prestes a transformar-se em "burnout". Muitos desses profissionais estão perdendo os melhores anos da vida dos seus filhos e os melhores momentos da sua relação afetiva. E deixando de lado parentes e amigos queridos. Sem falar de Deus - felizmente, de todos o mais tolerante e paciente.

Pois saiba, caro amigo "workaholic", que enquanto você está fazendo serão ou esticando seu expediente de trabalho muito além do necessário, a presidente da República do Brasil, aquela que tem muito mais metas, funcionários, clientes e responsabilidades que você, está curtindo tranquilamente, à noite, uma interessante série de aventuras na TV. Provavelmente cercada de familiares e amigos - e é quase certo que sem faltar a pipoca. Tempo não se acha, se cria - desde que haja flexibilidade, interesse e motivação para isso. E sem a necessidade de complicados e confusos gráficos de controles e planejamento - basta o bom senso.

Portanto, prezado "workaholic", tudo o que posso recomendar é: ou procure ajuda profissional de um psicoterapeuta ou de um "coach", ou siga em frente. Para isso existe o livre arbítrio.

Floriano Serra é psicólogo, palestrante e docente de seminários comportamentais. É diretor da SOMMA4 Gestão de Pessoas, autor de vários livros e inúmeros artigos sobre o comportamento humano no trabalho. Ex-diretor de RH de empresas nacionais e multinacionais.


 

Se não for talentoso que seja habilidoso

* Por Evaldo Costa 

Pesquisando no dicionário Aurélio, você descobrirá que a habilidade "é qualidade de hábil", ou seja, "todo aquele que tem aptidão para alguma coisa". Ela poderá ser adquirida ao longo da vida, ou seja, com treinamento e disciplina, você conseguirá dominá-la. Poderá, se desejar, com dedicação aprender, por exemplo, a tocar violão e até mesmo se tornar um violonista conceituado, mesmo que nunca tenha se interessado por instrumentos musicais. O mesmo pode ocorrer se você desejar pintar, fotografar, cantar, cozinhar, dançar etc.

Já o talento "é aptidão natural ou inteligência excepcional". É algo que brota naturalmente da pessoa. Além de aprender música, o talentoso poderá improvisar e fazer algo memorável. O habilidoso poderá tirar ótimas fotos, mas o talentoso dará vida a elas, o habilidoso poderá lapidar a pedra, já o talentoso a transformá em bela escultura. O talentoso tem o dom natural, surpreende pela sua ousadia, é antenado e sempre terá uma solução memorável para superar os desafios.

Mas, afinal de contas, qual deles é mais importante para o sucesso? Os dois são muito importantes. A diferença é que o habilidoso sabe que terá de usar a sensatez e se dedicar adequadamente a causa, para evoluir e conquistar o que mais deseja. Ele sabe que terá que estar vigilante e jamais poderá esmorecer, sob o risco de nunca ter o sonho realizado.

Por outro lado, o talentoso sabedor de seus dotes intrínsecos, tende a se tornar confiante e até relaxado. Pois, sabe muito bem que diante de qualquer desafio poderá se safar de forma excepcional. Daí, nem sempre está disposto a dedicar-se o suficiente para adquirir novas técnicas, como a de se estruturar economicamente.

O fato é que o mundo está cheio de exemplos de pessoas talentosas como músicos, pintores, atletas e artistas que ao final da vida lidaram com dificuldades financeiras a ponto de depender da ajuda de outros para sobreviver.

Veja os jogos de futebol onde, não raro, testemunhamos times com maior número de atletas talentosos serem derrotados por adversários mais aplicados. Isso ocorre, pois consciente de suas deficiências, o que conta com menos talento usa a força e a vontade de vencer para superar os desafios.

Daí, se você não é talentoso mas detém alguma habilidade, deve se preocupar em aprimorá-la e logo encontrará o sucesso. Porém, se você é talentoso, parabéns pelo dom que nasceu com você. Mas nem por isso poderá achar que o sucesso está garantido, pois precisará cuidar-se para não permitir que as suas conquistas fujam por entre os dedos como se água ou areia fossem.

Finalmente, lembre-se de que o sucesso vem quase sempre acompanhado de outras qualidades como o conhecimento e a atitude. Reunindo essas preciosidades será mais fácil, rápido e prazeroso realizar os sonhos e manter-se no topo das conquistas.

Pense nisso e ótima semana,

Evaldo Costa

Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil

Blog: www.evaldocosta.blogspot..com

E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Siga no Twitter/LikedIn/Facebook/Orkut: evaldocosta@icbr.com.br


 

A arte de fazer vendas extras todos os dias

* Por Evaldo Costa
Você deseja fazer pelo menos três vendas extras por dia e ganhar uma
boa grana adicional? Se respondeu que sim, então continue lendo este
artigo, pois ele vai lhe dar boas dicas para que você alcance esta
meta. O tema deste artigo é melhor explorado em meu livro cujo
título é "Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia", da editora
Campus/Elsevier. Portanto caso queira se aprofundar, não perca tempo,
leia-o atentamente antes que o seu opositor o faça. 

Em primeiro plano você deve se lembrar de que vender é ciência e
arte. Ciência porque o profissional de vendas precisa conhecer
profundamente as características de seu produto ou serviços, assim
como as técnicas recomendadas em todas as etapas do processo de
vendas. 

A arte é a forma como o profissional de vendas deve se comportar para
que as expectativas do cliente sejam superadas. Imagine uma pessoa que
vá fazer uma cirurgia plástica para corrigir a estética do nariz. O
cirurgião precisará dominar os conhecimentos técnicos da medicina
(ciência), mas precisará igualmente ter habilidade (arte) para que o
nariz do paciente fique, exatamente, como ele deseja. 

Imagine que a maioria do comércio investe uma fortuna de dinheiro e
esforços de marketing para levar os clientes até a loja. Você não
pode perder a oportunidade de dar o seu melhor quando estiver com ele
em sua frente. Lembre-se sempre de que prospectar é algo trabalhoso,
difícil e oneroso. Então, trate de atender bem o cliente e fazer a
venda, pois a próxima chance poderá demorar a surgir. 

Quando realizar a venda do produto principal, pense que conseguiu
apenas alcançar o primeiro degrau, pois a sua meta deve ser vender no
mínimo mais três itens que compõem ou acompanham o produto. Por
exemplo, se você vendeu um carro, deve vender o seguro,
licenciamento, garantia estendida, acessórios como CD player, tapetes
protetores do motor e tudo mais que puder. Muitas vezes o vendedor
ganha mais dinheiro nos itens adicionais do que na venda do item
principal. 

Para fazer vendas extras, você precisa se preocupar em aprimorar as
competências para se tornar um campeão. Lembre-se de que para ser um
profissional completo em vendas é preciso deter conhecimento,
habilidade e ter atitude de vencedor. Conhecer os princípios de
vendas, dominar as melhores técnicas de cada etapa, desenvolver
habilidades pessoais e alinhar-se com os processos é condição sine
qua non para todos que desejam triunfar na profissão. 

Vai um alerta para aqueles que pensam que ser bem sucedido em vendas
requer sólida formação universitária. Isso não é verdade, o
consultor de vendas deve se preocupar em ser bem informado e não
necessariamente em ser formado. Querer ser um vencedor é o primeiro e
o mais importante passo na caminhada para o topo. 

O profissional de vendas deve ser disciplinado, ter metas próprias e
iniciativa para buscar os recursos necessários para suas conquistas.
Para vencer na profissão, é preciso pensar a longo e não a curto
prazo. É como disse Brian Tracy: "A habilidade de disciplinar a si
mesmo para adiar a gratificação de curto prazo, para desfrutar de
recompensas maiores a longo prazo, é o pré-requisito indispensável
para o sucesso." 

Finalmente, lembre-se de que um ótimo profissional de vendas deve
possuir motivação própria e ardente desejo de vencer. Em
condições adversas, deve-se lembrar sempre de que "quem quer
alcançar o topo da montanha, não pode dar importância as pedras do
caminho". 
Pense nisso, ótimo dia e que Deus nos abençoe. 

Evaldo Costa 
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor,
consultor, conferencista e professor 
Site: www.evaldocosta.com
Blog: http://evaldocosta.blogspot.com
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Twitter: @EVALDOCOSTABR
 

Livre-se do seu passado

* Por Evaldo Costa

Quando você conversa com os amigos, fala mais de seu passado ou presente? O que marca mais: as conquistas ou as perdas de outrora? Você quer mesmo apagar o passado negro de sua mente e vencer? Pois saiba que toda conquista tem o seu preço. 

Não raro, as situações negativas marcam mais as nossas vidas do que os bons momentos, daí muita gente acabar desenvolvendoestratégias baseadas em experiências negativas. Muitas vezes, um histórico de frustrações, insatisfações, incapacidades e fracassos levam a pessoa a ser cautelosa com as ações do presente e a arriscar menos diante de situações análogas.

Daí, sem perceber, as derrotas do passado costumam frequentar mais as nossas mentes do que as vitórias. É como se fosse uma falha no teclado do computador, em que sempre que tocamos naquele ponto o bug ocorre, o ciclo se repete, e as conclusões negativas são reforçadas.

Quando a mente da pessoa se encontra com um nevoeiro intenso de sentimentos de frustração, arrependimento e derrota, normalmente pode ser atribuída a uma ou mais das situações seguintes:

1- Pensar não ser capaz vencer

Por alguma razão, não raro, damos mais valor as ocorrências do passado e nos sentimos impotentes para superar os obstáculos que permitirão construir algo mais valioso. Esquecemos de que, se um dia fomos capazes de construir algo memorável, podemos fazê-lo novamente.

2 - Não criar novas oportunidades

Com o pensamento conturbado, não conseguimos ânimo para enxergar novos caminhos e aproveitar os ventos das oportunidades que sopram em nossa face. Daí, reclamamos da falta de sorte e acabamos esquecendo de que é preciso não esmorecer para não desmerecer, afinal de contas, é como revelou Seneca: "Sorte é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade".

3 - Incapacidade de priorizar o que é mais importante

Deixar de priorizar o que nos levará a novas conquistas. Por exemplo, pessoas que tiveram grandes realizações, tem dificuldade de criar e manter novas amizades, preferindo manter os laços de outrora.

Caso esteja diante do desafio de construir um presente memorável, saiba que os obstáculos pouco importam, pois "quem quer alcançar o topo da montanha, não dá importância as pedras do caminho".

Para que o seu presente seja mais significativo do que o passado, é preciso abandonar as falsas crenças inibidoras de crescimento, redesenhar o seu mapa interno priorizando os elementos-chave da sua vida, permitindo assim criar experiências gratificantes do qual se orgulhará. É como disse Buda: "Não viva no passado, não sonhe com o futuro, concentre a mente no momento presente e colherá os frutos da vitória".

Pense nisso e ótima semana,

 

O PROPAGANDISTA É ETERNO

* Por: Floriano Serra

 

Já há algum tempo tenho ouvido alguns especialistas da área farmacêutica afirmarem que a profissão de Propagandista está em extinção.

Sabem o que penso a respeito disso? Que é tão verdadeiro quanto o fim do mundo em 2012. Ou quanto o terremoto que deveria ter ocorrido em Roma no dia 12 de maio passado... Ou seja, puro achismo, a arte de achar que. Com licença dos leitores, com a liberdade de quem não é especialista, vou me permitir também achar que.

Acho que certas atividades jamais poderão dispensar a presença do ser humano - e as do Propagandista é um perfeito exemplo disso. Simples assim. Os visionários que prevêem o fim da carreira do Representante afirmam que ele será substituído por notebooks, IPads, Iphones, Tablets e outras maquininhas geniais. Pode? Não pode.

Sou autor de um livro chamado "E por que não?" e ministro um "workshop" com esse mesmo nome, com o objetivo de desenvolver o pensamento criativo dos participantes, levando-os a acreditar que toda idéia é viável. Portanto, eu deveria ser a última pessoa do mundo a duvidar de qualquer sugestão, por mais absurda que pareça à primeira vista. Mas, convenhamos, tudo tem um limite. Quem lida com criatividade sabe que o "brainstorming" - a conhecida técnica de provocar "tempestades de idéias" - numa primeira etapa lida com o "impossível", o "absurdo", sem repressões, para numa etapa posterior usar o crivo da viabilidade, da possibilidade, da conveniência - enfim, da racionalidade.

Querem um exemplo? E por que não substituir o psicoterapeuta por um robô? Eis uma idéia sem nenhuma chance de aprovação, por motivos óbvios.

Na minha modesta opinião, o Propagandista está nesse mesmo barco. Não estou comparando sua profissão à do psicólogo ou do psiquiatra. Estou me referindo à importância da sua presença física na dinâmica do processo de apresentação dos produtos farmacêuticos ao médico.

O princípio da "venda" começa com a presença, a atitude, o carisma, a simpatia, a expressividade do Representante. A empatia, a afinidade e a fluidez da comunicação entre médico e Propagandista começam com a força da presença deste. No breve diálogo entre esses dois profissionais, não ocorre apenas uma simples transmissão de informações e dados - isso, sim, poderia ser passado até por um atraente folheto. Trata-se de uma troca em que são esclarecidas dúvidas (impossíveis de serem previamente conhecidas) são respondidos questionamentos (idem), são feitas comparações (lembradas na hora), são dados exemplos para reforçar a informação, tudo isso com a ajuda da percepção e da intuição (que nenhuma máquina do mundo possui) e, principalmente, da parte mais importante, aquela que estabelece definitivamente a importância da presença do Propagandista.

Refiro-me ao seu contagiante calor humano, seu permanente sorriso e bom humor, sua inesgotável paciência, que se manifesta desde a longa espera para ser atendido até a compreensão diante da costumeira pressa do médico. Por essas e outras razões, não acho consistência na idéia de substituir esse profissional por uma máquina, por mais perfeita que seja. Acho que o Propagandista é eterno.

Para concluir, permitam-me um último achismo: acho que, ao invés de certos especialistas ficarem prevendo o fim dessa profissão, que reflitam e coloquem em prática idéias sobre como melhorar suas condições de trabalho e vida.

Porque, para quem conhece as árduas condições sob as quais a maioria desses valentes profissionais trabalha, sabe perfeitamente que muita coisa pode ser melhorada.

Simples assim.

 

Novas Regras para a Produtividade

*Por: Luís Sérgio Lico

Quer fazer mais no trabalho e impressionar seus chefes? Deixe de ser mole! A maioria dos consultores e "especialistas" em transformar sua vida num inferno, irá dizer: Você precisa trabalhar duro, trabalhar de forma consistente e eficaz por mais e mais horas e parar definitivamente de enrolar. Não é mesmo uma beleza?

 

Só que isso não costuma funcionar nem em uma fábrica - aquele meio ambiente mecanicamente hostil, regido pelos processos implacáveis e ganhos de escala -, quanto mais se você precisa ser flexível, criativo e colaborativo, desenvolvendo algum tipo de trabalho intelectual em um escritório. O que isso quer dizer? Simples: Faça menos e faça melhor! Isto deveria ser o óbvio (ao menos para aqueles que conhecem a distinção romana entre ócio e negócio).

 

Há anos eu tenho tentado dizer estas coisas aos profissionais e sempre esbarro na mesmice. Todos acham que a melhor forma de motivar as pessoas e cuidar da produtividade é manter o chicote à vista e desligar a vida pessoal. Por estas e outras é que eu costumo dizer que vivemos um neotaylorismo, trabalhamos de forma cada vez mais compartimentada e não comunicativa, apesar de todo o lindo discurso sobre a necessidade de se abrir a organização ao colaborador e buscar eficiência através da qualidade. O que a maioria desconhece é que a produtividade varia muito de dia para dia. Isso é normal.

 

Em um ambiente industrial, você sabe a previsão das operações e as quantidades exatas que serão montadas ou manufaturadas, inclusas as horas/homem de trabalho. Para os demais trabalhadores, não é possível tal assertividade, pois você pode não saber de antemão se amanhã será um dia em que você terá uma idéia insight brilhante, que poupará semanas de trabalho para sua equipe e trará mais dividendos à companhia; ou se será apenas um dia em que você gastará oito horas olhando desanimado para seu monitor. Aqui vale a regra numero um: Não se deve julgar sua produtividade, em um determinado dia, mas sim pela sua média ao longo de vários dias. Nada de novo nisto!

 

As organizações de qualquer segmento que prestam serviços, atendem consumidores, consertam coisas ou vendem produtos deveriam aprender com a própria indústria. Lá eles sabem desta verdade fundamental: Trabalhar mais horas significa obter menos efeito. Por isso eles têm turnos! O pessoal da segurança no trabalho pode confirmar esta condição, pois quanto maior tempo na operação, mais acidentes acontecem.

Segundo algumas pesquisas sobre os efeitos do horário de trabalho na produtividade e os erros resultantes, dão conta que - em média - a eficiência diminui pela metade após oito horas de trabalho em uma semana consecutiva.

 

Isto pode parecer estranho, mas é importante para compreender a lógica da entrega de resultados: para a maioria dos trabalhadores não existe uma relação simples entre horas trabalhadas e quantidade de serviço efetuado. Se você dobrar seu esforço, pode terminar os relatórios e lançamentos e no dia seguinte está um caco! De que adianta, então, em termos de produtividade este esforço?

 

O que toda empresa precisa não é de sacrifício, mas de eficiência em bases regulares e previsíveis. O difícil é colocar esta equação na cabeça dos empresários. Em um ambiente industrial, onde máquinas e sistemas operam a toda força, quanto mais impulso, maior a produção (e rejeitos, também). Mas, para os colaboradores em geral, a regra é oposta. Submetidas a pressão e processos conflitantes e ineficientes, lideranças autocráticas e aliado à longas e penosas cargas de trabalho, as pessoas acabam tomando atalhos ou simplesmente aderem ao presenteísmo mais eloquente. Você não pode forçar a criatividade, proatividade, raciocínio claro e rápido aprendizado - se "todo dia temos que fazer hora extra". Assim, trabalhar mais tende a criar o efeito contrário e você consegue produzir muito menos dentro de um mês.

 

E quanto ao seu humor? Ele é essencial para que as coisas saiam direito! Muitas vezes adiar um trabalho chato pode ser mais produtivo e gerar mais resultados a empresa, do que seguir o cronograma. Se você tem um bom senso de prazos e responsabilidade, troque a ordem dos tratores e construa um melhor viaduto. Pode ser a coisa certa para se fazer em um momento particular. Have fun!

 

A felicidade no ambiente de trabalho é o melhor amplificador da produtividade. A única maneira mais eficiente para aumentar a sua produtividade é ser feliz no trabalho. Nenhum sistema, hierarquia, ameaça, ferramenta ou metodologia no mundo pode fazer você bater mais metas do que sentir-se bem e desfrutar das realizações do seu trabalho. Nada de novo também!  Se quiserem leiam Epicuro ou o último consultor da moda.

 

Finalmente, não se pode ter um mar de rosas e os desafios nos fazem suar a camisa e despertam as habilidades profissionais. Exercitar suas capacidades frente às dificuldades e testar limites de forma adequada faz muito bem para o caráter e desenvolve talentos. Mas, é importante saber que tudo é uma questão de equilíbrio auto-compensatório.

 

Direcione melhor suas atividades e você evitará a miséria do tédio administrativo, os becos sem saída dos processos estupidificantes e conseguirá fazer muito mais por muito menos.

Aliás, esta não era a regra de ouro da administração de empresas?

 

Liderando com visão e energia

* Por: Tom Coelho

 

"Não caminhe atrás de mim; eu posso não liderar

.Não caminhe na minha frente; eu posso não seguir.

Simplesmente caminhe ao meu lado e seja meu amigo."
(Albert Camus)





Robert Cooper é um especialista em inteligência emocional e neurociência da
liderança, autor da interessante obra "Get out of your own way", ou seja,
"Caia fora de seu próprio caminho", numa tradução livre, na qual ele
apresenta cinco chaves para exceder expectativas.



A estas cinco chaves, acrescentei outras duas, totalizando sete aspectos
essenciais no processo de liderança. Vamos a eles:



Chave 1 - Lidere pelo exemplo



Uma meta é resultado de inteligência integrada aplicada. Suas decisões devem
decorrer de união de três cérebros localizados na cabeça, no coração e nas
vísceras. Liderar só com a cabeça limita a criatividade. Você deve ouvir seu
coração, mas também dar atenção ao seu feeling - aquele frio na barriga que
sentimos por ocasião de algumas ações.



Chave 2 - Administre a direção, não o movimento



As estatísticas apresentadas anualmente pelas revistas que relacionam as
maiores empresas globais comprovam que a inovação aplicada gera lucro. Tanto
que as companhias mais inovadoras conseguem auferir ganhos superiores a cada
novo exercício.



A ciência para ativar este processo de inovação não está no autocontrole,
através do qual a motivação torna-se efêmera e o comprometimento se esvai
diante da agitação ou do estresse. O êxito está na autorregulação, um
processo de vincular metas ao melhor resultado emocional possível.



Um ótimo mecanismo de liderança consiste em comprimir o tempo destinado a
uma determinada tarefa ou meta. Assim, relacione suas metas programadas para
o período de um ano, por exemplo. Em seguida, estude como realizá-las não em
12 meses, mas em apenas um semestre, um trimestre ou mesmo um único mês.



Lembre-se de que nosso cérebro adora jogar com a segurança. Por isso é tão
confortável falar em metas para cinco, dez ou mais anos, pois nada será
feito de imediato. Assim, desafie-se! Torne possível o que, à primeira
vista, possa parecer impossível.



Chave 3 - Administre a concentração, não apenas o tempo



A neurociência confirma que somos maus administradores de nosso tempo. E,
mais do que isso, sofremos forte tendência a perder o foco.



Algumas provocações para sua reflexão:



ü  Em suas reuniões regulares, como você poderia reduzir em 50% ou mais o
tempo gasto, mantendo ou melhorando os resultados?

ü  Suas reuniões são agendadas para o início do expediente, por volta das
9h00, ou logo após o almoço, às 14h00, prolongando-se por todo aquele meio
turno de trabalho? O que aconteceria se você iniciasse os encontros às 11h00
ou 17h00?

ü  Quanto tempo você desperdiça diariamente em decorrência de interrupções,
distrações, desorganização ou falta de planejamento?

ü  Estabeleça uma hora por dia sem interrupções para você e neste intervalo
trabalhe concentradamente em três objetivos específicos, reservando 20
minutos para cada um deles;

ü  Um feedback é importante, mas ele atua sobre um evento passado,
aprisionando o cérebro e colocando-o na defensiva. Trabalhe com feedforward,
ou seja, um impulso emocional positivo para influenciar e mudar de agora em
diante.



Chave 4 - Administre a energia, não o esforço



Faça pausas estratégicas de apenas 30 segundos a cada meia hora, e pausas
essenciais de dois a cinco minutos no meio da manhã e no período da tarde
para aumentar sua energia e concentração.



Você pode fazê-lo realinhando sua postura, respirando profundamente, bebendo
água gelada, movimentando-se em direção a uma luz mais forte, entrando em
contato com paisagens naturais, situações bem humoradas e expondo-se a
mudanças visuais ou mentais. Estas ações podem garantir um incremento de até
50% no seu nível de energia, elevando a produtividade em até 10%. Seja
rápido sem se apressar. Mantenha a flexibilidade.



Além disso, administre a transição de seu ambiente profissional para o
familiar. Assim, ao chegar em casa, estabeleça uma zona intermediária de até
15 minutos, período no qual deverá apenas cumprimentar carinhosamente seus
familiares com no máximo 25 palavras. Procure desacelerar. Tome um banho,
troque suas roupas, beba algo. Está comprovado que situações de conflito e
argumentos prejudiciais começam ou se intensificam nos primeiros minutos
após o regresso ao lar.



Chave 5 - Administre o impacto, não as intenções



O objetivo é reduzir o tempo pela metade e dobrar os resultados. No processo
de monitoramento, faça medições semanais - elas aumentam significativamente
a iniciativa e a responsabilidade pessoais no cumprimento das metas
estabelecidas.



Procure avaliar como andam os níveis de energia e concentração da equipe.
Observe as economias de tempo e reduções de custo possíveis, onde foram
obtidas e qual sua magnitude. Acompanhe a evolução da eficácia da equipe e o
redirecionamento das metas com base no critério da prioridade.



Chave 6 - Compartilhe o propósito



Não são apenas as metas que precisam ser apresentadas à equipe. É
fundamental compartilhar missão, visão e valores. As pessoas necessitam de
um senso de finalidade para seu trabalho, compreendendo sua real
contribuição para a organização.



Contudo, o fato é que muitos sequer sabem qual o produto ou serviço que
oferecem ao mercado, quem são seus concorrentes, o que o consumidor espera
da corporação e qual a posição estratégica que esta espera ocupar no
mercado.



Chave 7 - Lidere com base nas três óticas



Há um objetivo fundamental que é de caráter corporativo. Independentemente
de se tratar de uma empresa pública ou privada, os esforços de todos os
profissionais devem estar a serviço de um resultado positivo capaz de
apoiar, sustentar e conferir reconhecimento à organização.



Porém, para alcançar este resultado, o líder deve centrar foco na equipe,
pois é o trabalho conjunto e multidisciplinar o instrumento catalizador do
alto desempenho. Um líder deve questionar sua equipe sobre seu aprendizado
buscando contribuição e não julgamento.



Mas equipes são formadas por pessoas e este é o último e essencial ponto de
vista: o elemento humano. O desafio é conhecer, compreender e auxiliar cada
colaborador a alcançar seus objetivos pessoais, enxergando-os como projetos
de vida individuais.



Todos os dias os melhores líderes desistem de tudo o que conquistaram para
se reinventar na busca pela excelência. Deve-se jogar para ganhar. Ir até
onde for possível usando todos os recursos de que se dispõe. Porém,
liderança é um jogo de estilo. Não é o que você faz que conta, mas como você
faz.

 

Revolução: gerações, equipes e negócios

* ( Por : Sérgio Dal Sasso, consultor, escritor e palestrante. Palestras de alta performance: empreendedorismo, negócios e vendas, profissões e carreiras. Portal: www.sergiodalsasso.com.br)

Para não avançar, basta não se exercitar para que a ausência da musculatura provoque atrofias nas suas asas. Seja qual for à condição que dispomos para um exercer saudável e produtivo das coisas, não podemos permitir que o conforto tenha um significado de preguiça por se sentir assentado ou que a ansiedade e impaciência venha a precipitar vôos sem que haja horas adequadas pela experiência para comprovar as habilidades.

No administrar das gerações e em negócios devemos sempre lembrar que são os sistemas que formam os resultados e que estes são inflexíveis em relação à lógica de que são as vendas e seus custos que fazem o lucro, e que pensando nisso nossos times devem reunir um corpo único capaz de interagir e realizar um trabalho que responda acima das necessidades dos consumidores, sem dispensar a atenção ao quanto "n vezes" proporcionarmos satisfação aos outros em relação ao que valemos.

O que muda em relação ao passado é que antes podíamos conviver na forma de galinheiros fechados, através de uma estrutura bem definida, induzida para fazer cumprir suas tarefas diante de um cenário onde as galinhas repetiam todos os dias às mesmas obrigações, para garantir, num mercado de baixas opções, a líquida e certa participação de mercado.

Hoje do galinheiro e para quem já percebeu que o galo tem que cantar a toda hora, até o poleiro foi adaptado, não se tem mais cercas, e do modelo passado vem sendo feito algo que satisfaça as pequenas (pessoas) e grandes empresas que por lá acordarem pelos objetivos comuns.

Das galinhas que originalmente eram treinadas para um sim senhor hierárquico, que as deixavam gordinhas (boas para panela) e paradinhas (ótimas para a produção de ovos), sobrou a necessidade de retornarem ao seu estado selvagem, mais ágeis e potencialmente capazes de realizarem seus pequenos vôos, de olho no mercado e no conjunto necessário para o seu domínio.

Apoiados por esses novos modelos, outros pássaros, incluindo as águias, passaram a perceber a importância de se encontrar com meios que integrassem conforto, objetividade e possibilidades, fazendo com que suas características mais individualistas, determinadas, ansiosas e conectadas pudessem ser sentidas, aproveitadas e compartilhadas, em ambientes onde o jovem é a reunião pela média ponderada do tudo de bom, entre esses 20 ou 80, para fazer o diferencial entre as equipes, suas sabedorias e vitórias.

A palavra competitividade é quem manda nas estratégias dos negócios, a para ser o tal do mercado, mais do que se achar que somos o dono da bola, é preciso enfrentar o desafio de estar, conviver e se sentir dentro do jogo, onde entendimento e participação levam em consideração, tanto as frentes que atacam, como as que defendem, unindo a ousadia com a cautela para a sustentação e viabilização dos feitos.

Um time que faz deve conter a sabedoria do lidar e ter bases para influenciar e negociar entendendo que o valor de um negócio não se define pela idade de marcas ou das pessoas, mas pela preservação, renovações e inclusões de tudo que contribuir na redução de falhas diante do refinamento da qualidade decisória e das ações.

 

O Poder da Linguagem

* Por Evaldo Costa

A linguagem é o maior recurso que o ser humano possui para alcançar tudo aquilo que mais deseja na vida. O homem depende da linguagem para viver em sociedade, ela é a base de nossa cultura e dificilmente haveria civilização, não fosse o emprego da linguagem e o poder das palavras. É através delas que influenciamos e provocamos as mudanças, quase sempre, necessárias para construir uma vida melhor.

Muitos pensamos que o que move o mundo é o dinheiro, os bens materiais que tanto nos atrai ou mesmo a busca pelo prestígio e poder. Tudo isso é muito importante e mexe de verdade com o comportamento humano, porém o que mais é capaz de provocar mudanças, transceder teorias e transformar o mundo é, de fato, a linguagem. 

As palavras são muito poderosas, quando saem de nossa boca tem o potencial de criar ou dissipar estresses, cativar ou afastar pessoas, conquistar ou destruir sonhos, provocar paixão ou abrir feridas que duram por uma vida inteira. Tudo vai depender de nossa habilidade de lidar com elas no tempo, dose, forma e tempero adequado.

É através do uso habilidoso das palavras que, por exemplo, o líder conquista seguidores, obtém resultados positivos da equipe, aumenta a produtividade da empresa, a moral dos liderados, a eficácia dos projetos e o sucesso organizacional. Os líderes admirados são aqueles que sabem que as palavras criam a nossa realidade, por isso dão o seu melhor para proporcionar momentos memoráveis.

O escritor Joseph Jaworski, diz que "É através da linguagem que criamos o mundo, porque ele não é nada até que o descrevemos. E quando nós o descrevemos, criamos distinções que governam as nossas ações. Dito de outra forma, a linguagem não descreve o mundo que vemos, mas vemos o mundo que descrevemos."

Portanto, fazemos algo acontecer a medida que pronunciamos as palavras, frases ou expressões. Quando as usamos sem empatia e como meio para levar as pessoas a fazer algo para nós, comprar os nossos serviços, ou qualquer outra ação de nosso exclusivo interesse, as possibilidades dos resultados serem desastrosos serão enormes.

Porém, quando recorremos a elas para ajudar as pessoas a serem felizes, obter sucesso e a realizar sonhos, os resultados serão concretos, mágicos, exuberantes... daí conseguiremos tudo o que mais desejamos na vida, e isso é o que mais importa.

A conclusão é que quando gravamos as nossas palavras no coração das pessoas, somos capazes de intervir e mudar o mundo em que vivemos. Então, se sabemos disso podemos nos esforçar para interagirmos melhor com os nossos familiares, amigos, companheiros, colegas de trabalho, clientes e fornecedores, remodelando assim o ambiente onde estamos inseridos e contribuindo para que os resultados das nossas ações sejam capitalizados para alcançarmos as conquistas que tanto almejamos.

Afinal de contas, é como nos ensina o tradicional dito popular: "As nossas palavras se transformam em ações. As nossas ações se transformam em hábitos. Os hábitos moldam o nosso caráter, que por sua vez determina o ruma de nossa vida."

Pense nisso e ótima semana.

 

TEMPO NÃO SE ACHA: SE CRIA

* Por Floriano Serra

Dias atrás a imprensa divulgou que Dilma Rousseff, a presidente do Brasil, não perde um episódio da série Game of Thrones - e quando não pode assistir, grava os capítulos.

Apesar dessa introdução, não é minha intenção discutir aqui os hábitos televisivos da presidente, nem suas preferências na telinha. O motivo desta citação é outra.

Sempre achei que o "workaholic" é uma vítima de condicionamentos e crenças existenciais equivocadas, quando não um fugitivo da intimidade afetiva - mas isto é uma longa história cuja natureza não cabe no escopo deste artigo.

Quero apenas lembrar a todos que o ser humano se constitui de corpo, mente e espírito. Para se ter uma vida produtiva, saudável e feliz, é, portanto, preciso cuidar dessas três partes e mantê-las atuantes de forma motivada, atualizada e completa. A omissão de qualquer delas ou a fixação em uma delas causará consideráveis estragos na qualidade de vida do indivíduo e criará nele grandes limitações que o impedirão de desfrutar plenamente tudo o que a vida lhe proporciona. Em outras palavras, a necessidade do tão falado equilíbrio entre vida pessoal, profissional e espiritual não é balela nem conversa fiada de psicólogo.

 
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