Para a composição de um bom currículo já é sabido da necessidade de saber outros idiomas. O inglês e o espanhol são sim diferenciais na hora de se conseguir uma vaga.
Porém vejo que questões mais básicas estão sendo negligenciadas. O domínio da língua portuguesa por exemplo.
Um profissional que sabe se comunicar bem, escreve com propriedade, de forma correta, com uma boa articulação, demonstra ser mais preparado.
Parece que a formação básica no ensino está deixando um pouco a desejar nessa questão.
Profissionais já em nível universitário produzem textos de baixíssima qualidade.
Não me refiro aqui á uma escrita erudita. Pelo contrário, a uma linguagem simples, porém adequada e correta.
Nos emails saber ser objetivo e claro. Expor o conteúdo sem rodeios, mas de forma consistente, uma objetiva, mas sem faltar dados fundamentais.
Saber passar a mensagem de forma a garantir o fluxo do processo, sem idas e vindas de forma a congestionar as caixas postais.
Nas correspondências de maior profundidade, a construção de um texto bem fundamentado, com começo, meio e fim.
Uma linguagem sem eruditismo, mas cuidadosa, educada.
Nas reuniões, explanações claras e bem articuladas.
É importante saber expor as idéias buscando atingir o objetivo. É necessário conseguir prender a atenção das pessoas, envolver, motivar.
O que falar? como falar? porque falar? A quem se dirigir?
São perguntas que devemos nos fazer antes de iniciar a comunicação dentro da organização.
Recentemente um cliente me apresentou um email muito bem elaborado que fez e enviou para todos os funcionários da empresa.





















