Mas e se você não encontra tempo ou a grana está curta?
O mais importante você já tem: está estudando um segundo idioma, certo? Lembrando que para obter bons resultados é necessário que o seu curso seja bem estruturado, siga um programa claro e definido. Livros de editoras como a Oxford, a Longman e a Cambridge promovem este direcionamento.
Tudo bem, a freqüência nas aulas está boa, mas será que somente o aprendizado em sala é suficiente? Se você tiver o poder de gravar as informações que lhes são passadas, assim, de bate-pronto, parabéns! Porém, se você for como a maioria das pessoas, será necessário vivenciar o que lhe foi ensinado, mais de uma vez, para que você se acostume, por inteiro, com as novas linguagem, estrutura, contexto e palavras.
O processo é bem simples, mas requer vontade e dedicação. Pronto para as dicas? Seguem abaixo:
Pense no seu curso de idiomas como se fosse um MBA ou uma pós-graduação: estabeleça um período de estudo. Pode ser de dois a três anos, caso esteja em um nível Pré-Intermediário, por exemplo;
Dedique-se a estudar o que foi visto em sala de aula. Faça uma releitura. Aprender um segundo idioma é muito similar a tocar um instrumento. Como se diz em inglês, você precisa “to know it by heart”, ou seja, saber de cor, saber de coração;
Quando você sentir o resultado da releitura em sala de aula, o estímulo para encontrar outras formas de estudar será muito maior. Daí, é hora de buscar outras fontes: procure um livro com o tema de seu interesse, tire a legenda de um filme que você já tenha visto no cinema, combine com um colega de trabalho para almoçarem juntos uma vez por semana e só falarem o idioma estudado, inscreva-se em um site com atividades on-line.
Opções de aprendizado não lhe faltam. Você pode, sim, falar um segundo, terceiro ou até quarto idioma. Basta ir além das aulas e fazer com que o idioma seja parte de você.
Lilian Simões, diretora da Essential Idiomas, consultoria brasileira especializada em idiomas para executivos.













