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Gestão de Carreira, Coaching e Mentoring
 

Carreira

FORMAÇÃO DE MÃO DE OBRA

Atualmente todos os empresários querem melhorar sua relação com os clientes, o atendimento, aumentar vendas e conquistar uma maior fatia do mercado.  Sabem por quê?

Há muitas razões para isto. Pode ser que o número absoluto de seus concorrentes tenha crescido; talvez as decisões de compras dos seus clientes estejam sendo influenciadas pela pressão dos preços; pode ser que o mercado esteja mais maduro ou sua tecnologia esteja "envelhecendo". Portanto, a menos que o produto ou serviço seja único no mercado é preciso procurar por uma vantagem ou diferencial, alguma coisa que faça com que a empresa se mantenha acima de seus concorrentes. Em outras palavras, o sucesso vai estar ao lado de quem tiver funcionários de qualidade, que trabalhem com satisfação, em todas as áreas, capazes de encantar o consumidor, prestar-lhe serviços e estabelecer com ele um clima de confiança.

Siga meu raciocínio: o ato de atender pode ser definido como um convite para influenciar outras pessoas a agirem de acordo com a sua orientação; embora você não tenha autoridade para realmente forçá-las a fazer isso. Este fato foi verdade quando o primeiro vendedor do mundo persuadiu seu provável cliente sobre os benefícios de fazer a compra, e isto continuou a ser válido através da história. Hoje não o é mais!

Formar mão de obra é treinar e orientar. É uma forma de ajudar os funcionários a desenvolver o poder nas habilidades, conceitos, comportamentos e atitudes que aumentam sua qualificação em influenciar pessoas ou clientes para tomar decisões positivas ou desejadas.

O investimento em formação de mão de obra e treinamento só será um elemento que cria satisfação; promove o crescimento pessoal e profissional; contribui para diminuir a rotatividade se todo o sistema de gestão estiver focado num mesmo objetivo. Não é possível efetuá-lo desassociado da área de compras, recursos humanos, marketing, operações e serviços. Por exemplo, se um dos objetivos da empresa é vender lucrativamente; a equipe só será motivada se a atitudes dos gestores também colaborar para isso.

Para formar mão de obra é preciso treinar os colaboradores da empresa de forma adequada e produtiva. É preciso obedecer algumas regras que comentamos a seguir:

1ª-Formar mão de obra e treinar não é dar um curso apenas

Dar um curso é melhor do que nenhum; sem dúvida. Mas um curso apenas não é suficiente para gerar as mudanças que se deseja em uma equipe. É preciso que haja continuidade, cursos básicos, reciclagens e aperfeiçoamentos, de modo que a equipe esteja sempre em evolução, em sintonia com as mudanças do mercado (novos produtos,  exigências do consumidor, etc).

2ª-Treinamento exige um programa

Quando se fala em programa, não se fala apenas em treinamento. O treinamento deve ser parte de um mais amplo, que envolva toda a empresa, incluindo plano de carreira, salário, benefícios. Se o empresário quer crescer, deve tratar seus colaboradores como seu mais valioso ativo. Uma loja, por melhor instalada que seja, só ganha vida e desenvolvimento quando pode contar com profissionais de alto nível.

3ª- Não basta treinar a equipe para vendas

A maioria das empresas do varejo que treina seu pessoal dá ênfase primordial à equipe de vendas. Porém, não basta treinar o vendedor, se o pessoal da reposição, televendas e caixa continuam adotando os mesmos velhos métodos.

4ª- Técnicas de vendas e atendimento não são suficientes

Os melhores treinamentos são os que estabelecem nos colaboradores noções claras sobre a importância da empresa em que trabalham; do seu trabalho em particular e não apenas ensinam técnicas de vendas e de atendimento. Quando os funcionários compartilham dos valores, missão, visão e dos objetivos, dedicando-se a atingi-los, o treinamento ganha outra dimensão e produz melhores resultados.

5ª- Deve haver sintonia com o programa de resultados

Tudo deve começar, na verdade, no planejamento estratégico da empresa, isto é: onde está, onde quer chegar, o que fazer para atingir os objetivos. Ao definir todos os meios com os quais pretende trabalhar, necessariamente deve definir o que espera de seus colaboradores; dos palestrantes ou consultores; instruí-los sobre o que pretendem alcançar e verificar do que necessitam para que apresentem o desempenho desejado.

6ª- Treinamento exige acompanhamento.Formar mão de obra é um processo contínuo

Não há resultados sem acompanhamento. Muitos treinamentos bem ministrados tornam-se nulos quando os colaboradores deixam de ser estimulados, elogiados e acompanhados em seu trabalho. É necessário corrigir rumos, rever performances, metas e elogiar ou re-orientar.

Vivemos um período de grandes desafios e muitas mudanças; nunca foi tão necessário investir no seu maior ativo "os colaboradores", pois é impossível oferecer produtos e serviços de qualidade, criar diferenciais competitivos sem pessoas qualificadas. Treinar é preciso!

* Silvia OSSO é palestrante e consultora de empresas. Jornalista , especialista em varejo,é autora dos  livros  Atender bem dá lucro ; Programa Prático de Marketing para Farmácias; Administração de Recursos Humanos e do DVD Etiqueta Empresarial.Contato via e-mail: siosso@uol.com.br . Para adquirir meus livros : www.lojacontento.com.br

 

 

O SAPO CORPORATIVO

* Por Wagner Campos

O sapo é um animal curioso e tão interessante que utilizam ele para várias analogias. Nenhuma positiva, infelizmente. Há quem diga que sapo é aquele que vai a uma festa ou evento sem ser convidado, ou seja, um penetra. Há quem diga que o sapo é aquela pessoa asquerosa e nojenta. Tem também os que dizem que fofoqueiros são igual sapo pois possuem a perna curta, língua comprida, olho grande mas vivem na lama.

Realmente, o sapo não tem sido referência positiva, apesar de cumprir seu papel de equilibrar o ecossistema, consumindo insetos. Mas, também há quem diga que o mundo corporativo é uma selva. E toda selva possui milhares de tipos de animais, inclusive algum tipo de sapo.

Recentemente tive a oportunidade de conhecer um profissional que tenho certeza que era um sapo nesta selva. Quando você menos espera, ele aparece para consumir as moscas que estão atrapalhando e você acha que, apesar de ter os olhinhos esbugalhados e uma aparência estranha, veio para ajudar e será a solução de seus problemas. Aí, percebe que este sapo, não veio para ajudar e sim apenas para encher a barriga e você estava no meio do lanche dele.

Curiosamente, ele fica parado, esperando mais moscas chegarem até o alcance da língua certeira. Não realiza nenhuma atividade, não gera resultados, não executa, não cria, mas está lá, esperando para "garantir" o dele. Apesar de ser feio, foge sempre que tem algo que não consegue compreender, em vez de buscar solução para contornar eventuais conflitos.

Perceba que o sapo não é tão apático que pode ficar horas ao seu lado, sem fazer nada, literalmente. Mas, quando é pressionado, foge em busca de algum lugar seguro que ele possa ficar mais um pouco, aguardando as moscas.

Quer saber? Tenho certeza que você conhece um colega sapo em seu trabalho. Observe aquele que pouco faz e tem a língua comprida, que em vez de produzir, fica criticando o trabalho dos outros, que opta por ver defeitos a apresentar idéias e soluções e que, mesmo quando acabam suas moscas... Fica lá parado, esperando alguém falar que está na hora dele cair na real ir coaxar em outro canto.

 

Qualidade, um assunto ultrapassado

* Por Ivan Postigo

De tempos em tempos, há assuntos que vêm à tona e se tornam moda, já perceberam? Não porque tenham mais ou menos importância, mas um artigo, um livro, um curso passou a chamar a atenção.

Citando apenas alguns, tivemos períodos de grande divulgação da reengenharia, PPCP (planejamento, programação e controle de produção), controle de custos, formação de preços, ISO, e, com grande alarde, qualidade com seus controles e círculos.

Passado esses ciclos as empresas deixam de praticá-los?

Não, evidentemente que não. De forma nenhuma. O que ocorre é que o mercado prepara profissionais, com treinamentos e experiências práticas, quer em suas empresas ou em empresas especializadas, e a questão que era teórica se torna concreta e bastante óbvia.

As organizações com vocação maior para os avanços da gestão rapidamente aprendem e se adaptam à nova realidade. Vêm depois as empresas que aguardam a consolidação do assunto, e por último aquelas que demoram a perceber e aceitar a importância prática da abordagem.

Alguns temas retornam tempos depois com outra roupagem. Dessa forma, poderíamos questionar qual a vantagem de nos envolvermos novamente com eles?

Acredito ser fundamental colocarmos a organização sempre num processo de reflexão, o que é bem diferente de efetuarmos a revisão de uma técnica implantada.

Poderíamos considerar, então, que uma técnica se desgasta?

Vamos encontrar opiniões que dirão sim, outras que dirão não.

Prefiro considerar que esta se torna óbvia. Com isso, muitos debates praticamente são desnecessários. Primordial, quando aceitas e bem entendidas, é sua implementação. As empresas implantam as técnicas sob supervisão de especialistas, depois as moldam à suas culturas.

Esse conceito fica bem claro, quando falamos de custos, embora sirva para qualquer técnica, no livro extremamente interessante escrito por Thomaz H. Johnson, sob o título Relevance Lost: The Rise and Fall of management Accountig.  A abordagem é sobre o ganho e perda de relevância dos modelos de gestão na área de custos.

As últimas informações que tive dão conta que já foi traduzido para o português, uma busca pelo nome do autor pode confirmar.

O conceito de que excelência em qualidade é fundamental correu o mundo e fez de um pequeno país, estabelecido num arquipélago, uma potência. O que há para debater?

A questão é uma só: implante-se.

O próximo assunto que vai se tornar uma grande onda é o da criação e da inovação.  Para isso temos que ter nossas empresas com seus PCP, sistemas de custos, conceitos de formação de preços, sistema de qualidade consolidados, caso contrário como entrar na nova onda?

Encontro ainda empresas falando em controle de qualidade, quando este já ultrapassou o processo de produção, tornando-se um conceito, uma cultura, influenciando o conceito de produtividade.

Produtividade está diretamente relacionada com o fazer certo, da forma correta (eficácia) e fazer bem feito, atendendo o processo definido (eficiência). Algumas culturas a classificam como fazer bem feito na primeira vez. Com o tempo, alguns sistemas vão se consolidando e tornam-se indiscutíveis. Não atendê-los demonstra total incoerência.

Com qualidade é a mesma coisa. No mínimo nós temos que atender a percepção dos nossos clientes, afrontá-la seria uma irresponsabilidade. Nossos produtos têm que atender suas exigências, no primeiro contato, caso contrário não dá para falar em qualidade.

Qualidade, hoje em dia, demanda praticidade, implementação, ação, não mais discussões. Esse assunto, como objeto de debates, está ultrapassado.

Podemos aceitar ou não esse posicionamento, mas certamente os consumidores nos cobrarão caro a qualidade não percebida nos nossos produtos.

Esse assunto está fora de questão para você ou não?

 

O homem, suas luzes e sombras

* Por Ivan Postigo

 

Um dos trabalhos que desenvolvemos é gravação de vídeos com conceitos empresariais. São dicas para administração de empresas e jornais com as principais notícias econômicas. Esses materiais e os artigos que escrevemos têm como foco educação para condução das empresas.

Acreditamos que um país se desenvolve com educação para gestão. Educação gera competência. Competência conduz à excelência administrativa e excelência administrativa  à um futuro melhor.

Nossa crença, nosso norteador: "Os filhos dos vizinhos terão tanta influência quanto nós, senão mais, na educação dos nossos filhos, então se não for por amizade, bondade, humanidade, espiritualidade, que seja por sensatez. Vamos torcer e ajudá-los para que sejam bem-sucedidos."

Ajudar é ensinar a pescar, não viciá-los para que nos esperem chegar com o cesto de peixes.

Dias desses, ao nos prepararmos para gravar, acompanhados de algumas pessoas que queriam aprender alguns detalhes, tivemos que posicionar os refletores, pois havíamos desmontado tudo para alguns ajustes.

No processo de gravação, iluminação é um detalhe importante, delicado e trabalhoso. Luz de mais deixa a imagem muito clara e cheia de brilhos, luz de menos cria sombras.

Luz, posicionada em um lado só, também projeta sombras, então há uma série de detalhes que têm que ser tratados.

À medida que os ajustes eram feitos, um conceito muito interessante começou a tomar forma.

Como iluminamos nossas vidas, empresas e carreiras?

Sem luz haverá brutal escuridão, quando acrescentamos um leve facho começamos a projetar sombras. Se lançarmos com intensidade, ofuscamos as pessoas mais próximas e geramos sombras que estas não poderão ver.

A cada mudança nos holofotes, comentários eram acrescentados. Então, em um dado momento, o objeto da filmagem estava cercado de luzes na intensidade correta e permitia a captação de imagem bem nítida, com cores reais.

Uma pequena correção precisava se feita e luz leve luz foi lançada do topo. Pronto, tudo resolvido para gravar, mas paramos. Os comentários que se seguiram precisavam ser anotados.

Para todos, qual era a luz mais importante?

Não havia um holofote que merecesse maior consideração. Todos iluminavam e deixavam sombras, indicando que essas precisavam de outros holofotes, com luzes adequadas, para que fossem retiradas!

Sem estas ao redor, nem todas as luzes sobre nossas cabeças permitiriam uma boa captação de imagem.

Que raciocínio simples, lógico e interessante: "Sua imagem será bem captada quando as luzes que o cercam permitirem eliminar todas as sombras".

Uma lição para o dia-a-dia, afinal quando luzes sobre você projetarem sombras vá em busca daquelas que podem eliminá-las.

Perceba que o conhecimento sempre abre as portas de um mundo que não sabíamos existir e sobre o qual, descobrimos, precisamos aprender mais.

Sempre nos esforçamos para lançar luzes sobre nossas cabeças, estudando, nos dedicando ao que fazemos, mas estas não superarão a capacidade de iluminação de todas aquelas que nos cercam.

Luzes nos destacam e iluminam caminhos, mas não podemos nos deixar ofuscar pelos brilhos que nos impedem de ver as sombras. Afinal, adiante dessas, pode existir uma escura estrada.

A grande lição que todos aprenderam, naquele dia que era dedicado apenas à algumas filmagens, é que as luzes que nos cercam certamente afastarão as sombras que nos acompanham.

 

TCC, a chave da porta do empreendedorismo para os formandos

* Por Ivan Postigo

Após quatro ou cinco anos na faculdade, quais são as expectativas dos formandos?

Uma parcela significativa espera arrumar um bom emprego em uma grande empresa, de preferência uma multinacional, outra parcela, não menos representativa, passar em um concurso e fazer carreira no serviço público, e meia dúzia, a maioria já com tradição familiar, seguirá a trilha do empreendedorismo.

Dentro da faculdade, uma terra ideal para experimentos, afinal os erros não tem consequências, quando tratamos do assunto empreendedorismo, podemos encontrar grupos que acham que não sabem absolutamente nada sobre o assunto e outros que acham que sabem quase tudo. Essa é uma situação interessante, principalmente quando é necessário montar um plano de negócios, lançar um produto e vendê-lo.

Nesse exercício já vi a fabricação de licores, bonequinhos de chocolate, sabonetes, chinelos enfeitados, toalhinhas em crochê, e outras tantas coisas para a casa.

Claro que o projeto não estaria completo sem a venda, afinal é do lucro que vive um empreendimento. Vender para quem?

Coitados dos familiares, para ajudar filhos, sobrinhos e amigos, acabam comprando tudo que lhe oferecem!

Alguns desses projetos têm a chance de se materializar e gerar mais um empreendedor? Claro que não, o exercício é amador demais para gerar interesse e incentivo aos participantes.

Há uma carência enorme de profissionais experientes em gestão comercial ensinando e trabalhando os conceitos com os jovens formandos. Ainda que o formando não tenha qualquer interesse em se tornar um empresário, nem em atuar na área comercial, para que encontre uma boa colocação terá que vender sua imagem, sua competência, a disposição para aceitar desafios, o interesse em progredir, seu poder de contribuir com a organização, e outros tantos predicados.

Cada um nós acaba sendo uma empresa: Eu S.A.

Para receber o diploma, o formando precisa preparar o TCC, Trabalho de Conclusão do Curso. Tempo e dinheiro serão investidos nessa tarefa, porque então não torná-lo a chave que abre a porta do futuro?

É verdade que nas empresas poucos gestores lhe perguntarão qual era o tema do seu TCC, mas você pode mudar o "rumo da prosa", apresentando seu trabalho como um diferencial. Ainda que a receptividade não seja das maiores, lembre-se que você é o maior interessado.

A curiosidade, o gosto por escrever apostilas, material para treinamentos, procedimentos, me permitiu trabalhar em praticamente todas as áreas das indústrias onde atuei como colaborador. A soma do aprendizado e descobertas me levou à multinacionais, a conhecer países, a me tornar um empreendedor.

Estamos cada vez mais observando o mundo sem empregos. Os avanços tecnológicos eliminam postos de trabalho e abrem espaço não para a mão-de-obra, mas para a inteligência. Inteligência dirigida a projetos com começo, meio e fim, ou para horas específicas, em tarefas definidas.

Após a formatura, com seus currículuns praticamente vazios, apenas com a linha da formação, jovens, desencantados com a falta de oportunidades ou desgostosos com as propostas salariais recebidas, desistem, achando que não valeu à pena tanto sacrifício para tão pouco!

Do outro lado estão as empresas, lamentando a falta de profissionais qualificados.  Há uma zona cinzenta que precisa ser clareada: faltam profissionais qualificados ou propostas qualificadas?

Nesse ponto reside a pergunta: como se preparar para esse mundo, onde muitos jovens formados, acreditando não valer à pena, desistem e se tivessem orientação abririam suas empresas?

Nossa dica é: transforme seu TCC na chave que abre a porta para o empreendedorismo.

Vá conversar com o máximo de profissionais que puder, visite potenciais fornecedores, clientes e concorrentes. Aprenda a aprender.

Transforme esse trabalho não em um projeto de conclusão de curso, mas em um projeto de vida.

Preste atenção ao que dizem os grandes empreendedores: - Difícil é o primeiro milhão, depois todos os rios correm em direção ao mar!

 

A arrogância é o tapete da sala da incompetência

A arrogância é o tapete da sala da incompetência Qualidade de vida está diretamente ligada à competência. Esse não é um atributo desejado apenas no mundo dos negócios.

As boas relações nas famílias e com os amigos também têm em seu alicerce um conjunto de competências.

Competência provoca a magia da simpatia e empatia.

Simpatia significa estar ao lado, ouvir, dar atenção, abrir as portas para a compreensão. Contudo, a simpatia nem sempre traz a solução. Não adianta só dizer à criança que embaixo na cama não há monstro ou ao colaborador que a planilha não é tão complicada de usar. A corrente das boas relações tem os elos das simpatias entrelaçado aos elos das empatias.

 

Método Aprendendo a aprender – Os caminhos da qualificação

Método Aprendendo a aprender – Os caminhos da qualificaçãoMuito se fala e se escreve sobre a qualidade do ensino, mas na outra ponta da questão reside adormecida, a qualidade do aprendizado.

O volume de conhecimentos exigidos do profissional cresceu consideravelmente nas ultimas décadas, impossível atendê-los, todos, em salas de aula.

No início da era da microinformática, timidamente se falava em polivalência, onde as pessoas teriam incumbências multitarefas e multifunções. Hoje isso é uma realidade, o conceito está plenamente inserido na cultura empresarial, caminhando no sentido inverso da divisão do trabalho.

 

Passos para o desenvolvimento profissional e de equipes competitivas!

Passos para o desenvolvimento profissional e de equipes competitivas!A busca pelo sucesso requer capacidade de se antecipar aos concorrentes. Desta forma, quando o seu negócio pula para frente dos outros, você estará saindo do mercado tradicional de preços pela inovação apresentada.
(Sérgio Dal Sasso)

 

1) TREINAMENTO CONTÍNUO
Crie um sistema contínuo de treinamento, para integrar e transferir conhecimento entre os participantes. Em comum, os treinamentos devem ter temas estratégicos e que trabalhem no desenvolvimento de soluções práticas, que estimulem o grupo pela realização de pesquisa e criação de n...ovos argumentos para somar ao plano de negócios.

2) AVALIAÇÃO DIÁRIA
Adote um sistema de avaliação diária dos colaboradores, mas, sem expor vencidos e derrotados. O objetivo do gerenciador de equipes é identificar, estimular a melhoria de performance, corrigindo individualmente cada colaborador. Um fator para o bom resultado é o nível de relacionamento entre os comandantes e comandados.

 

O novo profissional de contabilidade

* Por Tom Coelho

"O que o contador deve se preocupar é em oferecer modelos de prosperidade às empresas. Este é seu dever ético."

(Antônio Lopes de Sá)

 

Embora o fantasma da inflação esteja sempre rondando o cenário econômico, a estabilidade de nossa moeda conquistada em um já distante 1994, com o advento do Plano Real, fez-nos esquecer da dramática superinflação, período no qual a variação nos preços chegou a espantosos 3% ao dia.
Naqueles tempos, não se falava em eficiência, pois os ganhos obtidos no mercado financeiro, com aplicações no overnight, eram suficientes para pagar com sobra a folha de salários de qualquer empresa, mascarando uma gestão perdulária.

Neste contexto, os profissionais de contabilidade tinham atribuições meramente operacionais tais como processar a escrituração fiscal, cuidar das obrigações legais e acompanhar a esquizofrenia tributária, sempre tencionando evitar multas e sanções.

 

Dicas para contratar talentos

* Por Evaldo Costa


Você está seguro de ter uma boa estratégia para contratar talentos?
Há muita gente disponível no mercado e encontrar uma pessoa para ocupar um posto em sua organização pode não ser difícil, porém, se você deseja contratar uma pessoa que se encaixe perfeitamente ao perfil desejado, à tarefa não será tão fácil como comer mamão com açúcar.

É fato que a área de recrutamento conta com muitas técnicas, mas para ser bem sucedido na arte de contratar talentos, é preciso ser criterioso e usar as ferramentas disponíveis, como a sapiência.

Neste contexto, a primeira e mais importante consideração a fazer ao contratar alguém, é sempre lembrar que são as pessoas que podem verdadeiramente transformar uma organização, independentemente de seu porte, ramo de atividade ou idade. Daí, caso você quiser otimizar o grau de acertos nas contratações, poderá recorrer aos princípios básicos seguintes:



1 - Tenha boas fontes e as diversifique - É fundamental ter boas fontes de consultas. Além disso, você pode recorrer aos recursos online para divulgar a sua vaga. Há exemplo de sites especializados, associações e federações da qual a sua empresa faz parte, você poderá recorrer às mídias sociais, a exemplo: o Facebook, LinkedIn, Twitter, Youtube e tantas outras.

Porém, antes de sair atirando para todos os lados, o ideal é olhar para dentro de casa; na tentativa de identificar alguém que possa ser aproveitado. Além disso, incentive os seus colaboradores a fornecer indicação. Elas costumam ser fontes ponderosas de contratação.

Pode até parecer engraçado, mas muitas vezes recrutar alguém pode ser comparado a uma pescaria. Onde o pescador está tentando arremessar o anzol o mais distante possível de sua posição; como se os melhores peixes estivessem sempre mais distantes. Com o passar dos anos, muitos descobrem que muitas vezes os melhores peixes estão bem abaixo de seu barco.

Finalmente, considere que você poderá encontrar o candidato que procura em muitos lugares; desde filas de supermercado, conversando com amigos ou mesmo no lazer do final de semana. Considere que se tratando de recrutamento, o céu é o limite.

2. Crie as suas próprias fontes - Muitas empresas do passado colocavam uma placa na entrada do estabelecimento informando as vagas disponíveis. Isso sempre funcionou bem. Mas atualmente com os recursos da internet, você pode criar uma subpágina de recrutamento onde poderá receber cadastros dos interessados, além de manter um banco rico para futuras contratações. Há muitas vantagens nesse procedimento, como o fato de estar com as informações de uma pessoa que revela interesse em trabalhar com você.

3. Avalie, controle e otimize - Você precisa estar o tempo todo atendo para saber se seus métodos de recrutamento são eficazes. Para isso, caso não tenha, poderá criar um padrão de avaliação, contemplando os seguintes tópicos: plano de contratação interna, trabalho e postagens em site de carreira, revisão das fontes de contratação, processo de entrevistas, metodologia de contratação entre outros.

Agindo assim, você poderá aprimorar-se sempre e contratar os melhores do mercado.



Pense nisso e ótima semana!

 

Semana de administração: administradores, carreiras e gestão

* Por Sérgio Dal Sasso

Um bom administrador deve reunir a visão organizada de uma controladoria com o desejo de compartilhar a gestão da administração com talento, criação e ação,  adicionado de uma ampla percepção econômica do futuro.

O administrador é um especialista cujo caminho da evolução deve se ampliar pela visão generalizada e chegar ao conhecimento pleno da multiespecialização, ou seja, saber exatamente o funcionamento dos sistemas, suas relações e meios internos e externos que podem trazer saude para a sua alimentação.

Na prática o movimento do dia a dia de um administrador, é uma batalha para que suas relações consigam estabecer negociações permanentes, devendo assim possuir uma grande capacidade de comunicação, pois mesmo quando nossas idéias não provocam tantas adesões, a habilidade deve andar junto para que tenhamos sensatez no valorizar e ajudar a somar aos que os outros estão propondo.

A comunicação anda ao lado do conhecimento e no passo das necessidades das organizações, que na luta pela sobrevivência e soberania ajustam seus custos horizontalizando seus modelos organizacionais, e que por tabela exigirão da sua preparação profissional, um conjunto de " eu concordo, eu acho, eu proponho" aptos para se sentar nas mesas de decisões com coêrencia de visaõ e habilidade de quem será sempre cobrado por resultados.

Pesquisas recentes demonstram que 75% dos grandes administradores do mundo (entre empresários e executivos) não se fizeram pela qualidade inicial da sua formação, mas pela forma do como combinaram suas profissões, com a necessidade de buscar os conhecimentos pelo aperfeiçoamento do que estava ficando nebuloso.

Dessa forma ao administrador, não adianta somente colecionar cursos e preencher as paredes do escritório. O diploma da administração vem no conjunto do esforço das faculdades em poder atuar próximas as necessidades do mercado e da prematura disposição do futuro profissional em ingressar no mercado de trabalho para que a teoria e prática tenham efeitos sinérgicos entre as salas e a interatitividade da realidade do mundo corporativo.
 

Perguntas Clássicas em uma Entrevista

* Por Professor Luís Sérgio Lico

Todos os profissionais almejam melhorar na carreira. Seja na posição atual, em qualquer empresa, seja buscando outras oportunidades. No caso  da segunda opção, uma das situações mais corriqueiras que você terá de enfrentar numa entrevista de emprego, será responder a uma série de perguntas que escapam à sua compreensão. Por mais que você já tenha escutado esta ladainha antes, elas sempre deixam o candidato surpreso. Mas, saiba que elas são pronunciadas justamente para fazer valer sua reação e, assim, poderem analisar sua postura.

Desse modo, preste atenção nas dicas abaixo e prepare-se para responder de forma impressionante a estas perguntas, assim suas chances de contratação irão aumentar.

Como você se descreve? Qual o seu perfil?

Esta é uma pergunta clássica e obrigatória, principalmente para abrir uma entrevista. Trata-se, portanto de uma apresentação formal. Certifique-se de que você esteja bem confortável ao falar sobre si mesmo, e assim, iniciar uma conversa agradável com o entrevistador. A seqüência de resposta mais relevante é esta: Apresente-se. Fale sobre sua formação acadêmica. Diga quais os valores em que acredita. Resuma sua experiência, com foco na vaga pretendida. Enumere fatos, conquistas, títulos, visão de longo prazo etc.  Mantenha suas respostas de acordo com seus objetivos e complete com um sorriso.

Quais são seus pontos fortes?

Esta é uma pergunta fácil e você tem que entregar ao interlocutor suas melhores habilidades e traços de personalidade. Habilidades são as competências importantes que você adquiriu através de sua experiência, conhecimentos específicos sobre o cargo ou segmento de mercado, idiomas, ferramentas de informática, cursos de extensão etc. Enquanto os traços são suas características únicas, como o foco no trabalho, orientação para metas, pontualidade, flexibilidade, trabalho em equipe etc. Através desta questão, o entrevistador terá informações sobre qual pode ser a sua futura contribuição para a empresa e se ​​eles vão contratá-lo.

 

Quais são seus pontos fracos?

Não é muito fácil falar de nossos defeitos, mas isso não quer dizer que você deva contar todas as suas frustrações durante a entrevista. Tente enfatizar uma aptidão ou característica pessoal, que ainda precisa de aperfeiçoamento. Mas, não de forma leviana ou megalomaníaca, e sim de uma forma inteligente como, por exemplo, comentar que fez algum curso porque sentiu a necessidade de se preparar para algo que não domina muito bem. Ou seja, você diz que tem uma debilidade, seja qual for, mas está fazendo de tudo para superá-la. Não caia na no erro de tentar transformar virtudes em defeitos, como falar que é perfeccionista, que não dorme à noite preocupado com o trabalho ou algo do tipo. Os entrevistadores detestam esta jogada. Afinal, ninguém é perfeito e também ninguém acreditará que você realmente irá viver 100% do tempo para a empresa. Seja humilde e conquiste a simpatia do entrevistador com base em fatos reais.

Por que deveríamos contratá-lo?

Responda de maneira simples, enfocando seus anos de experiência nesse ramo ou função. É importante também ser objetivo e dizer exatamente o que pode oferecer para satisfazer as necessidades que o posto requer, especificamente. Pode arriscar a falar a respeito de algum benefício significativo que proporcionou em seu emprego anterior ou falar de alguma habilidade extra que possua. Mas, tome o devido cuidado para não parecer arrogante ou pretender-se indispensável. Neste caso, menos é mais.

 

Por que você quer trabalhar aqui?

Esta pergunta visa saber o que o motivou a querer trabalhar na empresa ou a responder ao anúncio. Não deixe transparecer que espalhou centenas de currículos e que está ali por necessidade ou porque foram os únicos que lhe chamaram. Diga que escolheu algumas empresas com a qual se identifica por sua cultura organizacional; pela possibilidade de desenvolvimento ou que sua missão e seus valores coincidem com os seus, e que suas habilidades e experiência vão muito ao encontro do que a empresa necessita. Também deixe claro que tem bastante a contribuir e agregar valor às operações. Enfim, aqui se trata de uma venda!  Como muitas vagas são fechadas e não há o costume de dar maiores informações ao candidato, aproveite para explorar este momento e conseguir maiores informações, antes de responder a pergunta.

 

Quais são os seus objetivos?

A premissa aqui é óbvia: Você está aqui por acaso ou realmente pretende fazer parte do time? Para responder com eficiência, defina primeiro suas metas em curto prazo, enfatizando o crescimento e a oportunidade de uma posição que permita demonstrar suas capacidades, de forma que eles o contratem. Depois fale em médio prazo, especificando atualização profissional, educação e busca aperfeiçoamento. Finalmente, deixe claro que sua pretensão não é só um emprego, mas também contribuir, aprender, crescer e obter maiores responsabilidades no trabalho e, no limite, alcançar uma posição de liderança. Limite-se a falar de seus projetos pessoais, esqueça o mercado e a organização. Fale de suas metas.

Por que você saiu do emprego anterior?

Momento crítico, cuidado! Tenha na ponta da língua uma argumentação convincente e segura. Conte a sua versão e jamais cite que seu antigo chefe era um mala sem alça, mesmo que isto seja verdade. A melhor resposta será explicar que decidiu mudar de ares porque chegou à conclusão que já havia dado tudo de si e encontrado um limite, um impedimento para que continuasse crescendo pessoal e profissionalmente. Talvez tenha saído por corte de pessoal, nesse caso reforce suas competências. Pode focar em outros pontos, tais como novos desafios, melhor relação entre remuneração e responsabilidades, entre outros itens. Apenas deixe claro que foi uma boa experiência, mas que você deseja mudanças.

O que o torna você diferente dos outros candidatos?

Novamente seu enfoque deve ressaltar a sua trajetória, experiência, comprometimento, formação. A resposta certa não existe, apenas diga qual é sua maior qualidade dentro de sua área de trabalho e como é que ambas lhe possibilitaram atingir sucessos e aprender coisas novas na sua profissão. Se estiver pleiteando vaga em outro segmento ou função, diga que uma visão plural pode ajudar a agregar valor à empresa. Seja criativo. Você tem poucos minutos para deixar claro que é uma boa opção.

Qual a opinião de sua equipe e chefia anterior sobre você?

A idéia do entrevistador é investigar sua auto-estima. Saber como você demonstra sua capacidade de auto-avaliação, autocrítica e segurança nas respostas. Assim, não fique receoso de jogar um pouco de confete, guardando as devidas proporções para não exagerar. Nesse momento, é isso que o entrevistador está esperando de você: que deixe a modéstia de lado e fale de suas competências, habilidades e atitudes.

O que faz com que você fique satisfeito com seu trabalho?

Pergunta que busca investigar sua auto-motivação. Profissionais motivados são tidos como excelentes, pois não dependem dos outros para fazer o que lhes é pedido. Por outro lado, busca traçar um paralelo da realidade da empresa com o perfil comportamental do candidato. Assim, não seja inflexível ou duro nas respostas, pois será fatal.  Apenas explique como você age no seu dia a dia com suas tarefas, o que necessita de ferramentas e, no geral, o que faz com que se sinta uma pessoa útil e completa.

Qual a sua pretensão salarial?

Não é errado que você pense no assunto, afinal todo bom trabalho tem que ser bem remunerado. Só não esqueça que pode existir uma grande diferença entre o que é possível e o quanto você gostaria ou precisa ganhar. Uma boa resposta, sem dar valores, seria dizer ao entrevistador que está seguro de que eles pagarão um valor razoável baseado no valor que representa para eles, com base em seus antecedentes. Se eles insistirem, inverta a proposição: pergunte diretamente qual é o valor base de oferta e, assim, você decidirá se é razoável ou não. Só não inicie a entrevista perguntando por salário ou benefícios. Você será descartado em poucos minutos. Mas, também, não saia da entrevista sem esta informação. Tenha em mente que um valor bom hoje, pode não ser assim tão bom daqui a um ano. Decida com base em suas necessidades e expectativas, nunca com base em suas contas em atraso. Se estiver em situação difícil, então não há saída, aceite o que lhe oferecerem. Mas, nunca deixe transparecer seu desespero.

Se pudesse, qual tipo de animal gostaria de ser?

Sempre parece uma bobagem quando fazem esta pergunta, algumas pessoas até riem (não faça isso). É só um pequeno teste psicológico, parte da entrevista, para saber quão rápido é seu raciocínio. A resposta dependerá da impressão que quer deixar no entrevistador e, sobretudo, a personalidade que é requerida para realizar aquele determinado tipo de trabalho. Se não conseguir pensar em algo, reflita bem sobre as características do emprego e responda. Por exemplo, um vendedor deve ter garra, um administrador deve ser metódico, um atendente deve ser atencioso e, no mais todos os profissionais devem ser competentes. Se nunca perguntarem, melhor. Na verdade, não existe relação psicológica concreta aqui.

 

Boas intenções não bastam para ser um campeão de vendas

Você deseja ser bem sucedido na carreira de vendas? Quer vender mais com menos esforço? Deseja saber como conseguir isso? Então leia e aplique as dicas a seguir e verá como é fácil engordar a sua conta bancária.

Não são poucos os vendedores que deixam de realizar vendas adicionais por pura desatenção com alguns pontos fundamentais no processo de conquista do cliente. Muitos pensam que ele é que deve comprar, quando na verdade é seu dever facilitar o processo de pesquisa e realizar a venda, antes que o seu concorrente o faça. Então fique atento e pratique as dicas a seguir que logo se tornará um verdadeiro campeão de vendas.

Apresentando o produto - é incrível como muitos vendedores vacilam neste quesito. Não basta levantar as necessidades do cliente, é preciso evidenciar o valor do produto. Lembre-se sempre de que o valor é o conjunto de benefícios de um produto e, portanto, provavelmente terá significado e importância diferente para cada pessoa.

Não basta descrever é preciso mostrar o valor - é preciso lembrar que não basta descrever produto com maestria, pois o cliente está muito mais interessado naquilo que vai ganhar. Daí, tem vendedor que ao apresentar um artigo diz algo do tipo: "Mas, esse produto é fabricado em nossa região". O cliente não dará a mínima para este tipo de apelo, é preciso mostrar o que e como ele vai ganhar se comprar agora de você.

Recorra ao argumento poderoso para evidenciar o valor - recorrendo ao mesmo exemplo acima, você poderia então diz: "Como o senhor sabe, a sua empresa deixou de faturar 10 milhões no ano passado devido a incapacidade de seu fornecedor honrar com os prazos de entregas acordados. Comprando comigo isso jamais irá ocorrer, pois a nossa fábrica fica a poucos quilômetros daqui e jamais tivemos problemas de atraso na entrega". Você deve concordar comigo que este segundo argumento é bem mais convincente.

No primeiro exemplo, o cliente não deu muita importância, pois não ficou claro o que e quanto ele ganharia, já no segundo você diz que ele economizará 10 milhões comprando de você: um apelo e tanto, não é mesmo?

Considere o fechamento como o início - depois de investir muito tempo e esforço nas fases iniciais da venda, tentando, por exemplo, estabelecer rapport com o cliente, ou mesmo identificando suas necessidades demonstrando com maestria o produto, identificando valor e superando objeções, você não vai querer fazer a venda e ponto final, vai?

Pois é exatamente isso que ocorre com boa parte dos vendedores que conheço. Eles querem fechar a venda e sair de perto com medo de haver algum problema e a venda ser desfeita. Ao invés disso, ele deveria trabalhar o fechamento da venda como um processo colaborativo, de forma que o acordo final seja maior do que os esforços das partes. Agindo assim o vendedor conseguirá não apenas realizar um negócio, mas muitas vendas adicionais, já que terá conquistado um amigo disposto a lhe dar muitas indicações.

Agora que você já sabe disso, pratique, pratique e pratique, pois boas intenções não são o bastante. Atitude de vencedor, trabalho inteligente e direcionado é o que o levará ao topo das vendas antes que possa imaginar.

Pense nisso e ótima semana,

Evaldo Costa

Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil

Blog: www.evaldocosta.blogspot..com

E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Siga no Twitter/LikedIn/Facebook/Orkut: evaldocosta@icbr.com.br


 

Livre-se do seu passado

* Por Evaldo Costa

Quando você conversa com os amigos, fala mais de seu passado ou presente? O que marca mais: as conquistas ou as perdas de outrora? Você quer mesmo apagar o passado negro de sua mente e vencer? Pois saiba que toda conquista tem o seu preço. 

Não raro, as situações negativas marcam mais as nossas vidas do que os bons momentos, daí muita gente acabar desenvolvendoestratégias baseadas em experiências negativas. Muitas vezes, um histórico de frustrações, insatisfações, incapacidades e fracassos levam a pessoa a ser cautelosa com as ações do presente e a arriscar menos diante de situações análogas.

Daí, sem perceber, as derrotas do passado costumam frequentar mais as nossas mentes do que as vitórias. É como se fosse uma falha no teclado do computador, em que sempre que tocamos naquele ponto o bug ocorre, o ciclo se repete, e as conclusões negativas são reforçadas.

Quando a mente da pessoa se encontra com um nevoeiro intenso de sentimentos de frustração, arrependimento e derrota, normalmente pode ser atribuída a uma ou mais das situações seguintes:

1- Pensar não ser capaz vencer

Por alguma razão, não raro, damos mais valor as ocorrências do passado e nos sentimos impotentes para superar os obstáculos que permitirão construir algo mais valioso. Esquecemos de que, se um dia fomos capazes de construir algo memorável, podemos fazê-lo novamente.

2 - Não criar novas oportunidades

Com o pensamento conturbado, não conseguimos ânimo para enxergar novos caminhos e aproveitar os ventos das oportunidades que sopram em nossa face. Daí, reclamamos da falta de sorte e acabamos esquecendo de que é preciso não esmorecer para não desmerecer, afinal de contas, é como revelou Seneca: "Sorte é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade".

3 - Incapacidade de priorizar o que é mais importante

Deixar de priorizar o que nos levará a novas conquistas. Por exemplo, pessoas que tiveram grandes realizações, tem dificuldade de criar e manter novas amizades, preferindo manter os laços de outrora.

Caso esteja diante do desafio de construir um presente memorável, saiba que os obstáculos pouco importam, pois "quem quer alcançar o topo da montanha, não dá importância as pedras do caminho".

Para que o seu presente seja mais significativo do que o passado, é preciso abandonar as falsas crenças inibidoras de crescimento, redesenhar o seu mapa interno priorizando os elementos-chave da sua vida, permitindo assim criar experiências gratificantes do qual se orgulhará. É como disse Buda: "Não viva no passado, não sonhe com o futuro, concentre a mente no momento presente e colherá os frutos da vitória".

Pense nisso e ótima semana,

 

Novas Regras para a Produtividade

*Por: Luís Sérgio Lico

Quer fazer mais no trabalho e impressionar seus chefes? Deixe de ser mole! A maioria dos consultores e "especialistas" em transformar sua vida num inferno, irá dizer: Você precisa trabalhar duro, trabalhar de forma consistente e eficaz por mais e mais horas e parar definitivamente de enrolar. Não é mesmo uma beleza?

 

Só que isso não costuma funcionar nem em uma fábrica - aquele meio ambiente mecanicamente hostil, regido pelos processos implacáveis e ganhos de escala -, quanto mais se você precisa ser flexível, criativo e colaborativo, desenvolvendo algum tipo de trabalho intelectual em um escritório. O que isso quer dizer? Simples: Faça menos e faça melhor! Isto deveria ser o óbvio (ao menos para aqueles que conhecem a distinção romana entre ócio e negócio).

 

Há anos eu tenho tentado dizer estas coisas aos profissionais e sempre esbarro na mesmice. Todos acham que a melhor forma de motivar as pessoas e cuidar da produtividade é manter o chicote à vista e desligar a vida pessoal. Por estas e outras é que eu costumo dizer que vivemos um neotaylorismo, trabalhamos de forma cada vez mais compartimentada e não comunicativa, apesar de todo o lindo discurso sobre a necessidade de se abrir a organização ao colaborador e buscar eficiência através da qualidade. O que a maioria desconhece é que a produtividade varia muito de dia para dia. Isso é normal.

 

Em um ambiente industrial, você sabe a previsão das operações e as quantidades exatas que serão montadas ou manufaturadas, inclusas as horas/homem de trabalho. Para os demais trabalhadores, não é possível tal assertividade, pois você pode não saber de antemão se amanhã será um dia em que você terá uma idéia insight brilhante, que poupará semanas de trabalho para sua equipe e trará mais dividendos à companhia; ou se será apenas um dia em que você gastará oito horas olhando desanimado para seu monitor. Aqui vale a regra numero um: Não se deve julgar sua produtividade, em um determinado dia, mas sim pela sua média ao longo de vários dias. Nada de novo nisto!

 

As organizações de qualquer segmento que prestam serviços, atendem consumidores, consertam coisas ou vendem produtos deveriam aprender com a própria indústria. Lá eles sabem desta verdade fundamental: Trabalhar mais horas significa obter menos efeito. Por isso eles têm turnos! O pessoal da segurança no trabalho pode confirmar esta condição, pois quanto maior tempo na operação, mais acidentes acontecem.

Segundo algumas pesquisas sobre os efeitos do horário de trabalho na produtividade e os erros resultantes, dão conta que - em média - a eficiência diminui pela metade após oito horas de trabalho em uma semana consecutiva.

 

Isto pode parecer estranho, mas é importante para compreender a lógica da entrega de resultados: para a maioria dos trabalhadores não existe uma relação simples entre horas trabalhadas e quantidade de serviço efetuado. Se você dobrar seu esforço, pode terminar os relatórios e lançamentos e no dia seguinte está um caco! De que adianta, então, em termos de produtividade este esforço?

 

O que toda empresa precisa não é de sacrifício, mas de eficiência em bases regulares e previsíveis. O difícil é colocar esta equação na cabeça dos empresários. Em um ambiente industrial, onde máquinas e sistemas operam a toda força, quanto mais impulso, maior a produção (e rejeitos, também). Mas, para os colaboradores em geral, a regra é oposta. Submetidas a pressão e processos conflitantes e ineficientes, lideranças autocráticas e aliado à longas e penosas cargas de trabalho, as pessoas acabam tomando atalhos ou simplesmente aderem ao presenteísmo mais eloquente. Você não pode forçar a criatividade, proatividade, raciocínio claro e rápido aprendizado - se "todo dia temos que fazer hora extra". Assim, trabalhar mais tende a criar o efeito contrário e você consegue produzir muito menos dentro de um mês.

 

E quanto ao seu humor? Ele é essencial para que as coisas saiam direito! Muitas vezes adiar um trabalho chato pode ser mais produtivo e gerar mais resultados a empresa, do que seguir o cronograma. Se você tem um bom senso de prazos e responsabilidade, troque a ordem dos tratores e construa um melhor viaduto. Pode ser a coisa certa para se fazer em um momento particular. Have fun!

 

A felicidade no ambiente de trabalho é o melhor amplificador da produtividade. A única maneira mais eficiente para aumentar a sua produtividade é ser feliz no trabalho. Nenhum sistema, hierarquia, ameaça, ferramenta ou metodologia no mundo pode fazer você bater mais metas do que sentir-se bem e desfrutar das realizações do seu trabalho. Nada de novo também!  Se quiserem leiam Epicuro ou o último consultor da moda.

 

Finalmente, não se pode ter um mar de rosas e os desafios nos fazem suar a camisa e despertam as habilidades profissionais. Exercitar suas capacidades frente às dificuldades e testar limites de forma adequada faz muito bem para o caráter e desenvolve talentos. Mas, é importante saber que tudo é uma questão de equilíbrio auto-compensatório.

 

Direcione melhor suas atividades e você evitará a miséria do tédio administrativo, os becos sem saída dos processos estupidificantes e conseguirá fazer muito mais por muito menos.

Aliás, esta não era a regra de ouro da administração de empresas?

 

Revolução: gerações, equipes e negócios

* ( Por : Sérgio Dal Sasso, consultor, escritor e palestrante. Palestras de alta performance: empreendedorismo, negócios e vendas, profissões e carreiras. Portal: www.sergiodalsasso.com.br)

Para não avançar, basta não se exercitar para que a ausência da musculatura provoque atrofias nas suas asas. Seja qual for à condição que dispomos para um exercer saudável e produtivo das coisas, não podemos permitir que o conforto tenha um significado de preguiça por se sentir assentado ou que a ansiedade e impaciência venha a precipitar vôos sem que haja horas adequadas pela experiência para comprovar as habilidades.

No administrar das gerações e em negócios devemos sempre lembrar que são os sistemas que formam os resultados e que estes são inflexíveis em relação à lógica de que são as vendas e seus custos que fazem o lucro, e que pensando nisso nossos times devem reunir um corpo único capaz de interagir e realizar um trabalho que responda acima das necessidades dos consumidores, sem dispensar a atenção ao quanto "n vezes" proporcionarmos satisfação aos outros em relação ao que valemos.

O que muda em relação ao passado é que antes podíamos conviver na forma de galinheiros fechados, através de uma estrutura bem definida, induzida para fazer cumprir suas tarefas diante de um cenário onde as galinhas repetiam todos os dias às mesmas obrigações, para garantir, num mercado de baixas opções, a líquida e certa participação de mercado.

Hoje do galinheiro e para quem já percebeu que o galo tem que cantar a toda hora, até o poleiro foi adaptado, não se tem mais cercas, e do modelo passado vem sendo feito algo que satisfaça as pequenas (pessoas) e grandes empresas que por lá acordarem pelos objetivos comuns.

Das galinhas que originalmente eram treinadas para um sim senhor hierárquico, que as deixavam gordinhas (boas para panela) e paradinhas (ótimas para a produção de ovos), sobrou a necessidade de retornarem ao seu estado selvagem, mais ágeis e potencialmente capazes de realizarem seus pequenos vôos, de olho no mercado e no conjunto necessário para o seu domínio.

Apoiados por esses novos modelos, outros pássaros, incluindo as águias, passaram a perceber a importância de se encontrar com meios que integrassem conforto, objetividade e possibilidades, fazendo com que suas características mais individualistas, determinadas, ansiosas e conectadas pudessem ser sentidas, aproveitadas e compartilhadas, em ambientes onde o jovem é a reunião pela média ponderada do tudo de bom, entre esses 20 ou 80, para fazer o diferencial entre as equipes, suas sabedorias e vitórias.

A palavra competitividade é quem manda nas estratégias dos negócios, a para ser o tal do mercado, mais do que se achar que somos o dono da bola, é preciso enfrentar o desafio de estar, conviver e se sentir dentro do jogo, onde entendimento e participação levam em consideração, tanto as frentes que atacam, como as que defendem, unindo a ousadia com a cautela para a sustentação e viabilização dos feitos.

Um time que faz deve conter a sabedoria do lidar e ter bases para influenciar e negociar entendendo que o valor de um negócio não se define pela idade de marcas ou das pessoas, mas pela preservação, renovações e inclusões de tudo que contribuir na redução de falhas diante do refinamento da qualidade decisória e das ações.

 

Sabedoria: percepção e respostas

 

* Por Sérgio Dal Sasso, consultor, escritor e palestrante. Palestras empreendedorismo para carreiras, profissões, empresas e instituições públicas. Portal: www.sergiodalsasso.com.br

 

Sábio é todo aquele que consegue praticar os ensinamentos que muitos somente procuram teorizar. Tornam-se sábios pelo fato de não se preocuparem com a extensão dos feitos, pois os usam para si próprios procurando criar e intensificar o prazer interior dentro das condições reais existentes, independentemente da onde e quais forem.

Suas obras aparecem pela constância da pratica e através da observação e relato dos que o circundam. O mundo gira com seus conflitos e mudanças, mas o sábio sempre o domina com seu próprio ritmo, com sua própria filosofia e interpretação. Quando todos seguem as tendências, ele cria seu próprio caminho procurando acima de tudo estar de bem com a vida, com o coração acima da razão.

Um dia e na qualidade de observador, me encontrava sobre um penhasco, frente ao oceano atlântico, observando a paciência e tranqüilidade de um pescador oriental.

Horas se passavam, e mesmo sem peixes, nada fazia modificar a fisionomia alegre daquela pessoa, que sozinho continuava sem desanimar com o seu ritual de recolher a linha e realimentar a isca.

Já estávamos no por do sol, e ainda deparava com o paciente e tranqüilo oriental, que permanecia intocável, com sua estampa de prazer e satisfação, fiel ao que lhe fazia bem e aos seus propósitos.

Não resisti, fui ao seu encontro e perguntei: Como ele podia ter tanta paciência? Não seria mais fácil comprar o produto em uma peixaria?

E o sábio respondeu...

- Senhor não se trata de pescaria, não se trata de peixes, tenho neste momento a melhor oportunidade para justificar a minha existência.

- Veja esta pedra! Milhares de anos foram necessários para que o oceano cedesse espaço, para que ela surgisse e assim fossem destinados mais milhares de anos para que o tempo a desgastasse, lapidando-a até a sua formação atual e, simplesmente para que eu pudesse sentar, acomodar e visualizar toda esta vegetação que, também milenar, nos rodeia.

- Olhe para esse oceano (continuou o paciente pescador...) e sinta os milhares de peixes e outros milhares de seres vivos, que com sua fascinante habilidade, por aqui já se encontravam antes que me imaginasse neste santuário de paz e harmonia. Tenho apenas algumas décadas de vida e hoje mesmo sem peixes tive o grato privilégio de ter sido o escolhido, mesmo que por apenas algumas horas, para desfrutar desta maravilha.

Hoje diria que somos a divisão entre direitos e obrigações, e que na verdade para cada situação a ser vencida, dependemos do quanto nos incluímos de coisas que amamos sentir, para justificar o empenho e determinação nas que temos que fazer.  Antes de cada peixe a ser fisgado devemos aprender a se encantar com as formas de usá-los e servi-los.

Sérgio Dal Sasso

"Empreendedorismo de A a Z"

www.sergiodalsasso.com.br

falecom@sergiodalsasso.com.br

 

Dicas para ser melhor reconhecido no trabalho

* Por Wagner Campos

 

Acesse: www.trueconsultoria.com.br

www.wagnercampos.com.br

 

Dias atrás me recordei da parábola que contava a estória de uma garota que se sentia desvalorizada, desrespeitada estava perdendo o amor próprio pela falta de reconhecimento e insucesso em sua vida. Ao procurar seu professor, este concordou em ajudá-la, desde que ela vendesse um anel dele pelo melhor preço, desde que obtivesse ao menos uma moeda de ouro. Após muito tentar, não conseguiu nada melhor que duas moedas de prata. Ao voltar decepcionada, o professor orienta que ela vá a em um lugar onde possam realmente conhecer o valor daquele anel, ou seja em uma joalheria. Ao passar pela avaliação do joalheiro, ele avalia o anel em 60 moedas de ouro.

A moral desta parábola é que somente quem realmente conhece aquilo que está sendo oferecido, sabe dar o respectivo valor. O mesmo ocorre em nossas vidas, ou seja, somente seremos avaliados adequadamente, pelas pessoas que nos conhecem profundamente, valorizam nossas qualidades, habilidades e competências, mesmo que precisemos de muitas melhorias, saberão mensurar nosso valor.

Eventualmente alguns colaboradores se sentem desvalorizados no local de trabalho e por outras pessoas com as quais convivem direta ou indiretamente. Este sentimento é manifestado através da percepção individual seja pelo simples fato de um sentimento de descaso ou por razões explícitas como por exemplo quando há uma avaliação que mais parece ser um julgamento de um líder o qual não conhece os valores e habilidades de cada profissional de sua equipe e não está preparado para avaliá-los e passa então a realizar julgamentos e não avaliações.

E como lidar com esta frustração pela ausência de reconhecimento e nos tornar mais visíveis? Parte responsabilidade pela frustração cabe a nós mesmos quando acreditamos que para tudo o que fazemos devemos receber os "tapinhas nas costas" e os "parabéns".

É preciso agir com profissionalismo e não somente com emoção. O reconhecimento não será obtido óbvio mas sim pelo excepcional. Reconhecimento e respeito são razoavelmente distintos. O respeito pelo profissional deve existir o tempo todo. Devemos respeitar o esforço, a dedicação, o ser humano etc. Já o reconhecimento como "premiação emocional" será mais perceptível por parte dos gestores, quando o colaborador realizar algo que exceda as expectativas dele e da empresa. Por isso é necessário que sempre se busque fazer tudo com maestria e seja apaixonado pelo que se faz. Quando temos amor por nossa atividade, realizamos sempre com dedicação. Já quando apenas fazemos algo que somos pagos para fazer, permanecemos em um universo limitado e mecânico.

Dar e receber um feedback com seu gestor poderá ser muito interessante e conveniente pois demonstrará interesse em ser um profissional ainda mais competente e preocupado em apresentar melhores resultados à empresa. Muitos acreditam que devem esperar uma reunião exclusiva para isso, mas os melhores e mais sinceros feedbacks são obtidos informalmente. É através destes feedbacks informais que você terá uma prévia de como poderá ser sua avaliação de desempenho.

Melhore seu relacionamento interpessoal e busque sempre proporcionar bons resultados em seu trabalho bem como maior interação com os colegas de trabalho. O bom relacionamento contribuirá para que mais pessoas que se interessem por você como amigo e como profissional e provavelmente auxilie na obtenção de feedbacks mais positivos, que irá auxiliar tanto para sua realização profissional como a conseqüência que será o reconhecimento explícito por seus gestores e colegas de trabalho!

 

Dicas para ser melhor reconhecido no trabalho

* Por Wagner Campos

 

Acesse: www.trueconsultoria.com.br

www.wagnercampos.com.br

 

Dias atrás me recordei da parábola que contava a estória de uma garota que se sentia desvalorizada, desrespeitada estava perdendo o amor próprio pela falta de reconhecimento e insucesso em sua vida. Ao procurar seu professor, este concordou em ajudá-la, desde que ela vendesse um anel dele pelo melhor preço, desde que obtivesse ao menos uma moeda de ouro. Após muito tentar, não conseguiu nada melhor que duas moedas de prata. Ao voltar decepcionada, o professor orienta que ela vá a em um lugar onde possam realmente conhecer o valor daquele anel, ou seja em uma joalheria. Ao passar pela avaliação do joalheiro, ele avalia o anel em 60 moedas de ouro.

A moral desta parábola é que somente quem realmente conhece aquilo que está sendo oferecido, sabe dar o respectivo valor. O mesmo ocorre em nossas vidas, ou seja, somente seremos avaliados adequadamente, pelas pessoas que nos conhecem profundamente, valorizam nossas qualidades, habilidades e competências, mesmo que precisemos de muitas melhorias, saberão mensurar nosso valor.

Eventualmente alguns colaboradores se sentem desvalorizados no local de trabalho e por outras pessoas com as quais convivem direta ou indiretamente. Este sentimento é manifestado através da percepção individual seja pelo simples fato de um sentimento de descaso ou por razões explícitas como por exemplo quando há uma avaliação que mais parece ser um julgamento de um líder o qual não conhece os valores e habilidades de cada profissional de sua equipe e não está preparado para avaliá-los e passa então a realizar julgamentos e não avaliações.

E como lidar com esta frustração pela ausência de reconhecimento e nos tornar mais visíveis? Parte responsabilidade pela frustração cabe a nós mesmos quando acreditamos que para tudo o que fazemos devemos receber os "tapinhas nas costas" e os "parabéns".

É preciso agir com profissionalismo e não somente com emoção. O reconhecimento não será obtido óbvio mas sim pelo excepcional. Reconhecimento e respeito são razoavelmente distintos. O respeito pelo profissional deve existir o tempo todo. Devemos respeitar o esforço, a dedicação, o ser humano etc. Já o reconhecimento como "premiação emocional" será mais perceptível por parte dos gestores, quando o colaborador realizar algo que exceda as expectativas dele e da empresa. Por isso é necessário que sempre se busque fazer tudo com maestria e seja apaixonado pelo que se faz. Quando temos amor por nossa atividade, realizamos sempre com dedicação. Já quando apenas fazemos algo que somos pagos para fazer, permanecemos em um universo limitado e mecânico.

Dar e receber um feedback com seu gestor poderá ser muito interessante e conveniente pois demonstrará interesse em ser um profissional ainda mais competente e preocupado em apresentar melhores resultados à empresa. Muitos acreditam que devem esperar uma reunião exclusiva para isso, mas os melhores e mais sinceros feedbacks são obtidos informalmente. É através destes feedbacks informais que você terá uma prévia de como poderá ser sua avaliação de desempenho.

Melhore seu relacionamento interpessoal e busque sempre proporcionar bons resultados em seu trabalho bem como maior interação com os colegas de trabalho. O bom relacionamento contribuirá para que mais pessoas que se interessem por você como amigo e como profissional e provavelmente auxilie na obtenção de feedbacks mais positivos, que irá auxiliar tanto para sua realização profissional como a conseqüência que será o reconhecimento explícito por seus gestores e colegas de trabalho!

 

Desenvolvimento da Liderança...

* Por Professor Menegatti

A maioria das pessoas não consegue reconhecer o valor da liderança. Acreditam que seja apenas para alguns, aqueles que estão no topo da escada empresarial. Não tem idéia das oportunidades que perdem quando não aprendem a liderar. Compreendi claramente essa questão quando um diretor de uma grande empresa compartilhou comigo, que apenas um pequeno grupo de colaboradores havia se inscrito em um curso sobre liderança oferecido pela empresa.

Por que?

Somente alguns pensavam em si como líderes. Se os demais soubessem que ter liderança é ter influência e que, no decorrer de cada dia, a maioria dos indivíduos normalmente tenta influenciar pelo menos quatro pessoas, talvez seu desejo de aprender mais sobre o assunto teria sido estimulado.

Quer aprender a ser uma influência positiva na vida das outras pessoas?

Cinco fatores entram em jogo:

• Quem sou: minha posição ou título.

• Onde estou: meu endereço ou meu emprego.

• Quem conheço: minha esfera de influência. Relacionamentos abrem portas para oportunidades.

• O que sei: minha especialidade. É o que mantém você em determinada posição mesmo depois que sua esfera de influência deixa de ser tão ampla.

• O que eu faço: minha capacidade de produzir, meu caráter e minha credibilidade.

 

O bê-a-bá para “um ser ou não ser” nas profissões e carreiras

* Por Sérgio Dal Sasso

Por Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, escritor e palestrante em temas ligados à administração de negócios, empreendedorismo, vendas, carreiras e educação corporativa. Portal: www.sergiodalsasso.com.br Email: falecom@sergiodalsasso.com.br

 

 

Alternativas - O mundo está aberto e por todos os cantos podem-se captar coisas necessárias para seu aprendizado. Mas, dar sentido a esse conhecimento é a grande diferença. Aprenda a ser expositivo e a cantar a própria música em frente a uma platéia que poderá reconhecê-lo com aplausos ou marcá-lo pelas vaias.

 

Aproximação - Coisas como fazer o bem para receber o bem, cultivar amigos pelo prazer de tê-los ao nosso redor, são partes importantes para o processo de aproximação dos objetivos.

Atitudes - Tudo passa e o tempo não está nem aí para o fato de você aproveitá-lo ou não.

Buscas - Reinvente uma forma de construir novas famílias, que possam produzir conhecimento e competência, com respostas velozes e precisas, que evitem o fim dos casamentos e dos negócios.

Caminhos - Sofisticação e tecnologia nem sempre serão os únicos responsáveis pelo sucesso, assim como o estágio máximo da satisfação não estará necessariamente condicionado a "fazer fortunas" ou "deter o poder".

Capacitação - A grande maioria dos principais empresários e executivos do mundo descobriram seus caminhos pelo circuito da experiência e vivência, da pratica diária do verbo "trabalhar", aproveitando os recursos do tempo para realizar, errar e ajustar.

Competências - Conhecimento pode ser obtido de várias formas. Mesmo com poucos recursos financeiros, todos podem ter à disposição um conjunto de informações específicas sobre profissões e mercados de interesse. Os problemas acontecem quando buscamos o aprendizado desnecessário para o dia seguinte.

Concorrência - O "eu não posso" deve ser trabalhado para se chegar ao "eu consigo". O ir fazendo pelo acreditar no eu consigo construirá as suas referências e destaque.

Criatividade Objetiva - Os profissionais de sucesso têm objetivos bem definidos e, com isso, conseguem modificar os meios, sem alterar o fim.

Diferenças - Faça primeiro. Acorde diferente! Force sua disposição para procurar o novo, como se alguma coisa dissesse que o dia está começando e só temos dois caminhos: vencê-lo ou esquecê-lo.

Estratégias - Estratégia não tem nenhum valor quando é isenta de ações táticas. É muito comum encontrarmos grandes estrategistas, que se confundem com grandes sonhadores, pois não conseguem pôr em pratica o que pensam e o que escrevem.

Maturidade - Por alguns segundos, peço que você se esqueça da tecnologia e da interglobalização e se lembre do padeiro, que consegue sobreviver em sua atividade pelo simples fato de conhecer todos os fregueses e saber o nome de cada um deles.

Mudanças - Se o banho quente não o renova, ajude o governo evitando outro "apagão" e vá de ducha fria. Acho que você vai se sentir melhor.

Negócios - Para ser sucesso e fazer sucesso, independentemente do tipo de negócio, da atividade profissional e da época, é preciso entender e praticar um conjunto de fatores, que irão formar um grau desejado de realizações.

Percepção - As mudanças no mundo acontecem de forma muito rápida, porém, somos incapazes de acompanhá-las no mesmo ritmo. Não se esqueça que toda a ação é valorizada quando conseguimos adicionar os diferenciais colhidos nas hortas dos novos gostos e tendências.

Performances - Comece conhecendo a si próprio pelo modo mais difícil: apreendendo a escutar o que os outros acham de você. Pare de culpá-los quando as coisas não acontecem. Pode até ser por causa deles, mas não se esqueça que o seu futuro também depende do futuro deles.

Planejamento - Organizar o que pretendemos fazer, quantificar e qualificar o conjunto necessário - meios e formas - de como e o quê pretendemos atingir é a melhor ferramenta para anteciparmos as ações reais.

Por dentro e por fora - Todo dia surgem oportunidades novas para evoluir a nossa capacidade de doar e de receber. A intensidade e a freqüência desta troca fazem parte do caminho para o sucesso.

Prazer e resultados - A satisfação pode muito bem estar na lembrança de simples ensinamentos, que, às vezes, com o passar dos anos, esquecemos ou não damos a devida importância.

Pró-atividade - Quebre o gelo! Levante a mão primeiro, saia na frente, mesmo na incerteza de que as ações serão perfeitas ou aceitas. Você certamente estará iniciando um processo, que o transformará em alguém bem mais motivado e satisfeito.

Realizações - Nossas realizações vêm de coisas simples e de feitos complexos. Seus resultados dependem do tamanho das famílias conectadas com o que você faz.

Sentidos - Perceber que o vento está batendo no rosto, de onde ele vem e para onde ele vai, a sua intensidade e conseqüências ampliam os sentidos, que fazem a diferença.

Seqüência - Trabalhe observando o que acontece, o que precisa acontecer, o que pode surpreender.

Sonhos - Costumo dizer que existem dois tipos de sonhos. O primeiro é quando procuramos usar nosso leito para esquecer, forçando a mente para algo que desejaríamos ser. O outro geralmente acontece na noite de domingo para segunda, quando caímos na realidade de que existem problemas, contas a pagar, decisões a tomar. Comece sua solução pela gestão dos problemas.

Treinamento - Comece seu dia com o treinamento do sorriso, dirigindo-o a alguém próximo. Garanto que a resposta que você terá será melhor do que a de ontem! É com a repetição que se chega à perfeição.

Trocas - Durante toda a sua vida pessoal e profissional, mesmo sendo o mais capacitado, o mais competente, você não terá sucesso algum se não souber lidar com as pessoas. Tudo nasce de um processo de troca que chamamos de relacionamento.

 

O que conta mais: formação ou informação?

* Por Evaldo Costa

 

Se você tem mais de 30 anos, provavelmente, tenha sido muito cobrado, pela família, a conquistar formação universitária e aprovação em concurso público para melhorar de vida. Pessoas nascida até a penúltima década do século passado, atribuíam ao "canudo" condição sine qua non para a conquista de bons empregos e ganhos.

 

Naquela época, os dois momentos mais importantes na vida da família eram formar e casar os filhos. Não raro, quando um descendente conseguia o tão sonhado diploma, os pais se orgulhavam em contar a novidade aos amigos, e os almoços e jantares com familiares era de praxe para comemorar a conquista.

 

Os tempos mudaram e, atualmente, ter uma boa formação superior conta, mas sozinha ela já não garante o sucesso profissional de mais ninguém. O foco mudou da formação para informação. Antes, ao pegar o diploma dizia-se, "ralei, mas agora estou formado". A idéia era que com a graduação concluída, a pessoa não precisaria mais se preocupar com os estudos.

 

O conceito agora é outro, a pessoa que busca uma boa colocação no mercado precisa, também, de muitas e boas informações. Uma boa formação pode até abrir algumas portas no mercado de trabalho, mas é preciso também ter cultura geral admirável para que o candidato conquiste as melhores posições. Fique atento, pois como já dissemos, possuir muita informação não basta, é preciso ter boas informações e usá-las de forma direcionada e inteligente.

 

Do que adianta saber, por exemplo, que a árvore mais antiga do planeta é uma conífera que vive na Suécia e tem 9.550 anos de idade; que a biblioteca do Congresso americano tem 650 quilômetros de prateleiras e livros em 470 idiomas; que alguns mosquitos batem as azas 600 vezes por segundo ou que a China tem o computador mais veloz e poderoso do planeta. Ter boas informações e não usá-las corretamente, é como ter boas sementes e não ter terra para semeá-las.

 

É preciso lembrar que a informação de qualidade pode salvar vidas e o real valor dela, depende do que fazemos com ela. Vale ainda enfatizar que a informação não é um conjunto de fatos e sim conhecimento, e para que tenha valor é preciso ser verdadeira, completa e usada com habilidade.  Veja, o exemplo, da experiente professora de piano que vira para o aluno e diz: "eu ouço todas as notas, mas eu não ouço nenhuma música". Logo, decorar o almanaque mundial poderá não lhe ser muito útil.

 

Vamos ser claros, a informação não é apenas aprendizagem, não é poesia, arte, fé ou sabedoria, ela é conhecimento constantemente lapidado. Portanto, não poderá ser encontrada em cópias na impressora, não surge com o estalar dos dedos. Ela pode e deve ser adquirida em bons livros, revistas, jornais, internet e na sala de aula com professores competentes.

 

O caminho para o sucesso é pavimentado com formação e informação de qualidade, além disso, não devemos esquecer de que a aprendizagem não é obra do acaso, ela precisa ser conquistada com ardor.

 

Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe,

 

Evaldo Costa

Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor

Site: www.evaldocosta.com

Blog: http://evaldocosta.blogspot.com

E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com

 

 

Priorize os valores ao contratar

* Por Evaldo Costa

Eu atuo há mais de três décadas junto a organizações de vários portes, regiões do país e ramos de atividade. A minha experiência revela haver três grupos de empresas: as que contratam adotando métodos científicos, as que adotam métodos empíricos e as que não adotam nenhum método de contratação.

 

Naturalmente, quase sempre erra menos a organização que atoda um método eficiente de contratação com teste de avaliação de personalidade, desempenho, conhecimento gerais e específico do seu ramo de atuação. No entanto, apesar de serem mais eficientes, elas são minoria, a maioria está nos grupos dois e três.

 

Porém, independente de qual seja o grupo em que a sua empresa se encontra inserida, é imperioso determinar no ato da contratação, prioridades. Há empresas, por exemplo, que visam habilidades pesssoais, outras a experiência na função, valores e por ai vai.

 

Eu me junto ao grupo de especialistas que recomendam a contratação de candidato priorizando os valores e, em segundo plano, as habilidades pessoais e a experiência profissional. Isso porque, podemos com educação e treinamento capacitar os menos experientes, mas o mesmo não se é possível conseguir com os valores. Afinal de contas, é como nos revelou Galileu: "Não se pode ensinar alguma coisa a um homem; apenas ajudá-lo a encontrar dentro de si mesmo".

 

O fato é que a empresa necessita de funcionários que zelem pelos seus valores fundamentais. Para saber se os seus valores coadunam com os de sua organização, é preciso contar com método científico de contratação, adicionando, por exemplo, as seguintes técnicas:

 

Observe - prepare uma sala de entrevista com os seus valores afixados em quadros, e deixe o candidato nela por alguns minutos, com outros candidatos. Assegure de convidar uma pessoa de sua empresa para juntar-se a eles. Daí, observe o comportamento e interação deles no que diz respeito aos valores;

 

Entreviste - faça perguntas relacionadas a valores e, em seguinda, monte uma dinâmica de forma que ele tenha que interagir com outros funcionários da sua organização. Crie uma situação, bem próxima da realidade, e veja como o candidato praticará os valores que defendeu nas fases anteriores.

 

Seja transparente - apresente os valores de sua organização, diga como você espera que ele se comporte e o que ele poderá esperar de sua empresa.

 

Agindo assim, você vai logo perceber o quanto é produtivo contar com processo otimizado de recrutamento, pois além de selecionar os melhores candidatos e ganhar em produtividade, economizará bastante dinheiro com baixo turnover.

 

Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe,

 

Evaldo Costa

Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor

Site: www.evaldocosta.com

Blog: http://evaldocosta.blogspot.com

E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com

 
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