Sex, 07 de Outubro de 2011 13:52
* Por Tom Coelho
"O que o contador deve se preocupar é em oferecer modelos de prosperidade às empresas. Este é seu dever ético."
(Antônio Lopes de Sá)
Embora o fantasma da inflação esteja sempre rondando o cenário econômico, a estabilidade de nossa moeda conquistada em um já distante 1994, com o advento do Plano Real, fez-nos esquecer da dramática superinflação, período no qual a variação nos preços chegou a espantosos 3% ao dia. Naqueles tempos, não se falava em eficiência, pois os ganhos obtidos no mercado financeiro, com aplicações no overnight, eram suficientes para pagar com sobra a folha de salários de qualquer empresa, mascarando uma gestão perdulária. Neste contexto, os profissionais de contabilidade tinham atribuições meramente operacionais tais como processar a escrituração fiscal, cuidar das obrigações legais e acompanhar a esquizofrenia tributária, sempre tencionando evitar multas e sanções.
Sex, 07 de Outubro de 2011 13:39
* Por Evaldo Costa
Você está seguro de ter uma boa estratégia para contratar talentos? Há muita gente disponível no mercado e encontrar uma pessoa para ocupar um posto em sua organização pode não ser difícil, porém, se você deseja contratar uma pessoa que se encaixe perfeitamente ao perfil desejado, à tarefa não será tão fácil como comer mamão com açúcar.
É fato que a área de recrutamento conta com muitas técnicas, mas para ser bem sucedido na arte de contratar talentos, é preciso ser criterioso e usar as ferramentas disponíveis, como a sapiência.
Neste contexto, a primeira e mais importante consideração a fazer ao contratar alguém, é sempre lembrar que são as pessoas que podem verdadeiramente transformar uma organização, independentemente de seu porte, ramo de atividade ou idade. Daí, caso você quiser otimizar o grau de acertos nas contratações, poderá recorrer aos princípios básicos seguintes:
1 - Tenha boas fontes e as diversifique - É fundamental ter boas fontes de consultas. Além disso, você pode recorrer aos recursos online para divulgar a sua vaga. Há exemplo de sites especializados, associações e federações da qual a sua empresa faz parte, você poderá recorrer às mídias sociais, a exemplo: o Facebook, LinkedIn, Twitter, Youtube e tantas outras.
Porém, antes de sair atirando para todos os lados, o ideal é olhar para dentro de casa; na tentativa de identificar alguém que possa ser aproveitado. Além disso, incentive os seus colaboradores a fornecer indicação. Elas costumam ser fontes ponderosas de contratação.
Pode até parecer engraçado, mas muitas vezes recrutar alguém pode ser comparado a uma pescaria. Onde o pescador está tentando arremessar o anzol o mais distante possível de sua posição; como se os melhores peixes estivessem sempre mais distantes. Com o passar dos anos, muitos descobrem que muitas vezes os melhores peixes estão bem abaixo de seu barco.
Finalmente, considere que você poderá encontrar o candidato que procura em muitos lugares; desde filas de supermercado, conversando com amigos ou mesmo no lazer do final de semana. Considere que se tratando de recrutamento, o céu é o limite.
2. Crie as suas próprias fontes - Muitas empresas do passado colocavam uma placa na entrada do estabelecimento informando as vagas disponíveis. Isso sempre funcionou bem. Mas atualmente com os recursos da internet, você pode criar uma subpágina de recrutamento onde poderá receber cadastros dos interessados, além de manter um banco rico para futuras contratações. Há muitas vantagens nesse procedimento, como o fato de estar com as informações de uma pessoa que revela interesse em trabalhar com você.
3. Avalie, controle e otimize - Você precisa estar o tempo todo atendo para saber se seus métodos de recrutamento são eficazes. Para isso, caso não tenha, poderá criar um padrão de avaliação, contemplando os seguintes tópicos: plano de contratação interna, trabalho e postagens em site de carreira, revisão das fontes de contratação, processo de entrevistas, metodologia de contratação entre outros.
Agindo assim, você poderá aprimorar-se sempre e contratar os melhores do mercado.
Pense nisso e ótima semana!
Qui, 15 de Setembro de 2011 14:34
* Por Sérgio Dal Sasso
Um bom administrador deve reunir a visão organizada de uma controladoria com o desejo de compartilhar a gestão da administração com talento, criação e ação, adicionado de uma ampla percepção econômica do futuro.
O administrador é um especialista cujo caminho da evolução deve se ampliar pela visão generalizada e chegar ao conhecimento pleno da multiespecialização, ou seja, saber exatamente o funcionamento dos sistemas, suas relações e meios internos e externos que podem trazer saude para a sua alimentação.
Na prática o movimento do dia a dia de um administrador, é uma batalha para que suas relações consigam estabecer negociações permanentes, devendo assim possuir uma grande capacidade de comunicação, pois mesmo quando nossas idéias não provocam tantas adesões, a habilidade deve andar junto para que tenhamos sensatez no valorizar e ajudar a somar aos que os outros estão propondo.
A comunicação anda ao lado do conhecimento e no passo das necessidades das organizações, que na luta pela sobrevivência e soberania ajustam seus custos horizontalizando seus modelos organizacionais, e que por tabela exigirão da sua preparação profissional, um conjunto de " eu concordo, eu acho, eu proponho" aptos para se sentar nas mesas de decisões com coêrencia de visaõ e habilidade de quem será sempre cobrado por resultados.
Pesquisas recentes demonstram que 75% dos grandes administradores do mundo (entre empresários e executivos) não se fizeram pela qualidade inicial da sua formação, mas pela forma do como combinaram suas profissões, com a necessidade de buscar os conhecimentos pelo aperfeiçoamento do que estava ficando nebuloso.
Dessa forma ao administrador, não adianta somente colecionar cursos e preencher as paredes do escritório. O diploma da administração vem no conjunto do esforço das faculdades em poder atuar próximas as necessidades do mercado e da prematura disposição do futuro profissional em ingressar no mercado de trabalho para que a teoria e prática tenham efeitos sinérgicos entre as salas e a interatitividade da realidade do mundo corporativo.
Qui, 15 de Setembro de 2011 14:10
* Por Professor Luís Sérgio Lico
Todos os profissionais almejam melhorar na carreira. Seja na posição atual, em qualquer empresa, seja buscando outras oportunidades. No caso da segunda opção, uma das situações mais corriqueiras que você terá de enfrentar numa entrevista de emprego, será responder a uma série de perguntas que escapam à sua compreensão. Por mais que você já tenha escutado esta ladainha antes, elas sempre deixam o candidato surpreso. Mas, saiba que elas são pronunciadas justamente para fazer valer sua reação e, assim, poderem analisar sua postura.
Desse modo, preste atenção nas dicas abaixo e prepare-se para responder de forma impressionante a estas perguntas, assim suas chances de contratação irão aumentar.
Como você se descreve? Qual o seu perfil?
Esta é uma pergunta clássica e obrigatória, principalmente para abrir uma entrevista. Trata-se, portanto de uma apresentação formal. Certifique-se de que você esteja bem confortável ao falar sobre si mesmo, e assim, iniciar uma conversa agradável com o entrevistador. A seqüência de resposta mais relevante é esta: Apresente-se. Fale sobre sua formação acadêmica. Diga quais os valores em que acredita. Resuma sua experiência, com foco na vaga pretendida. Enumere fatos, conquistas, títulos, visão de longo prazo etc. Mantenha suas respostas de acordo com seus objetivos e complete com um sorriso.
Quais são seus pontos fortes?
Esta é uma pergunta fácil e você tem que entregar ao interlocutor suas melhores habilidades e traços de personalidade. Habilidades são as competências importantes que você adquiriu através de sua experiência, conhecimentos específicos sobre o cargo ou segmento de mercado, idiomas, ferramentas de informática, cursos de extensão etc. Enquanto os traços são suas características únicas, como o foco no trabalho, orientação para metas, pontualidade, flexibilidade, trabalho em equipe etc. Através desta questão, o entrevistador terá informações sobre qual pode ser a sua futura contribuição para a empresa e se eles vão contratá-lo.
Quais são seus pontos fracos?
Não é muito fácil falar de nossos defeitos, mas isso não quer dizer que você deva contar todas as suas frustrações durante a entrevista. Tente enfatizar uma aptidão ou característica pessoal, que ainda precisa de aperfeiçoamento. Mas, não de forma leviana ou megalomaníaca, e sim de uma forma inteligente como, por exemplo, comentar que fez algum curso porque sentiu a necessidade de se preparar para algo que não domina muito bem. Ou seja, você diz que tem uma debilidade, seja qual for, mas está fazendo de tudo para superá-la. Não caia na no erro de tentar transformar virtudes em defeitos, como falar que é perfeccionista, que não dorme à noite preocupado com o trabalho ou algo do tipo. Os entrevistadores detestam esta jogada. Afinal, ninguém é perfeito e também ninguém acreditará que você realmente irá viver 100% do tempo para a empresa. Seja humilde e conquiste a simpatia do entrevistador com base em fatos reais.
Por que deveríamos contratá-lo?
Responda de maneira simples, enfocando seus anos de experiência nesse ramo ou função. É importante também ser objetivo e dizer exatamente o que pode oferecer para satisfazer as necessidades que o posto requer, especificamente. Pode arriscar a falar a respeito de algum benefício significativo que proporcionou em seu emprego anterior ou falar de alguma habilidade extra que possua. Mas, tome o devido cuidado para não parecer arrogante ou pretender-se indispensável. Neste caso, menos é mais.
Por que você quer trabalhar aqui?
Esta pergunta visa saber o que o motivou a querer trabalhar na empresa ou a responder ao anúncio. Não deixe transparecer que espalhou centenas de currículos e que está ali por necessidade ou porque foram os únicos que lhe chamaram. Diga que escolheu algumas empresas com a qual se identifica por sua cultura organizacional; pela possibilidade de desenvolvimento ou que sua missão e seus valores coincidem com os seus, e que suas habilidades e experiência vão muito ao encontro do que a empresa necessita. Também deixe claro que tem bastante a contribuir e agregar valor às operações. Enfim, aqui se trata de uma venda! Como muitas vagas são fechadas e não há o costume de dar maiores informações ao candidato, aproveite para explorar este momento e conseguir maiores informações, antes de responder a pergunta.
Quais são os seus objetivos?
A premissa aqui é óbvia: Você está aqui por acaso ou realmente pretende fazer parte do time? Para responder com eficiência, defina primeiro suas metas em curto prazo, enfatizando o crescimento e a oportunidade de uma posição que permita demonstrar suas capacidades, de forma que eles o contratem. Depois fale em médio prazo, especificando atualização profissional, educação e busca aperfeiçoamento. Finalmente, deixe claro que sua pretensão não é só um emprego, mas também contribuir, aprender, crescer e obter maiores responsabilidades no trabalho e, no limite, alcançar uma posição de liderança. Limite-se a falar de seus projetos pessoais, esqueça o mercado e a organização. Fale de suas metas.
Por que você saiu do emprego anterior?
Momento crítico, cuidado! Tenha na ponta da língua uma argumentação convincente e segura. Conte a sua versão e jamais cite que seu antigo chefe era um mala sem alça, mesmo que isto seja verdade. A melhor resposta será explicar que decidiu mudar de ares porque chegou à conclusão que já havia dado tudo de si e encontrado um limite, um impedimento para que continuasse crescendo pessoal e profissionalmente. Talvez tenha saído por corte de pessoal, nesse caso reforce suas competências. Pode focar em outros pontos, tais como novos desafios, melhor relação entre remuneração e responsabilidades, entre outros itens. Apenas deixe claro que foi uma boa experiência, mas que você deseja mudanças.
O que o torna você diferente dos outros candidatos?
Novamente seu enfoque deve ressaltar a sua trajetória, experiência, comprometimento, formação. A resposta certa não existe, apenas diga qual é sua maior qualidade dentro de sua área de trabalho e como é que ambas lhe possibilitaram atingir sucessos e aprender coisas novas na sua profissão. Se estiver pleiteando vaga em outro segmento ou função, diga que uma visão plural pode ajudar a agregar valor à empresa. Seja criativo. Você tem poucos minutos para deixar claro que é uma boa opção.
Qual a opinião de sua equipe e chefia anterior sobre você?
A idéia do entrevistador é investigar sua auto-estima. Saber como você demonstra sua capacidade de auto-avaliação, autocrítica e segurança nas respostas. Assim, não fique receoso de jogar um pouco de confete, guardando as devidas proporções para não exagerar. Nesse momento, é isso que o entrevistador está esperando de você: que deixe a modéstia de lado e fale de suas competências, habilidades e atitudes.
O que faz com que você fique satisfeito com seu trabalho?
Pergunta que busca investigar sua auto-motivação. Profissionais motivados são tidos como excelentes, pois não dependem dos outros para fazer o que lhes é pedido. Por outro lado, busca traçar um paralelo da realidade da empresa com o perfil comportamental do candidato. Assim, não seja inflexível ou duro nas respostas, pois será fatal. Apenas explique como você age no seu dia a dia com suas tarefas, o que necessita de ferramentas e, no geral, o que faz com que se sinta uma pessoa útil e completa.
Qual a sua pretensão salarial?
Não é errado que você pense no assunto, afinal todo bom trabalho tem que ser bem remunerado. Só não esqueça que pode existir uma grande diferença entre o que é possível e o quanto você gostaria ou precisa ganhar. Uma boa resposta, sem dar valores, seria dizer ao entrevistador que está seguro de que eles pagarão um valor razoável baseado no valor que representa para eles, com base em seus antecedentes. Se eles insistirem, inverta a proposição: pergunte diretamente qual é o valor base de oferta e, assim, você decidirá se é razoável ou não. Só não inicie a entrevista perguntando por salário ou benefícios. Você será descartado em poucos minutos. Mas, também, não saia da entrevista sem esta informação. Tenha em mente que um valor bom hoje, pode não ser assim tão bom daqui a um ano. Decida com base em suas necessidades e expectativas, nunca com base em suas contas em atraso. Se estiver em situação difícil, então não há saída, aceite o que lhe oferecerem. Mas, nunca deixe transparecer seu desespero.
Se pudesse, qual tipo de animal gostaria de ser?
Sempre parece uma bobagem quando fazem esta pergunta, algumas pessoas até riem (não faça isso). É só um pequeno teste psicológico, parte da entrevista, para saber quão rápido é seu raciocínio. A resposta dependerá da impressão que quer deixar no entrevistador e, sobretudo, a personalidade que é requerida para realizar aquele determinado tipo de trabalho. Se não conseguir pensar em algo, reflita bem sobre as características do emprego e responda. Por exemplo, um vendedor deve ter garra, um administrador deve ser metódico, um atendente deve ser atencioso e, no mais todos os profissionais devem ser competentes. Se nunca perguntarem, melhor. Na verdade, não existe relação psicológica concreta aqui.
Qua, 17 de Agosto de 2011 13:10
Você deseja ser bem sucedido na carreira de vendas? Quer vender mais com menos esforço? Deseja saber como conseguir isso? Então leia e aplique as dicas a seguir e verá como é fácil engordar a sua conta bancária.
Não são poucos os vendedores que deixam de realizar vendas adicionais por pura desatenção com alguns pontos fundamentais no processo de conquista do cliente. Muitos pensam que ele é que deve comprar, quando na verdade é seu dever facilitar o processo de pesquisa e realizar a venda, antes que o seu concorrente o faça. Então fique atento e pratique as dicas a seguir que logo se tornará um verdadeiro campeão de vendas.
Apresentando o produto - é incrível como muitos vendedores vacilam neste quesito. Não basta levantar as necessidades do cliente, é preciso evidenciar o valor do produto. Lembre-se sempre de que o valor é o conjunto de benefícios de um produto e, portanto, provavelmente terá significado e importância diferente para cada pessoa.
Não basta descrever é preciso mostrar o valor - é preciso lembrar que não basta descrever produto com maestria, pois o cliente está muito mais interessado naquilo que vai ganhar. Daí, tem vendedor que ao apresentar um artigo diz algo do tipo: "Mas, esse produto é fabricado em nossa região". O cliente não dará a mínima para este tipo de apelo, é preciso mostrar o que e como ele vai ganhar se comprar agora de você.
Recorra ao argumento poderoso para evidenciar o valor - recorrendo ao mesmo exemplo acima, você poderia então diz: "Como o senhor sabe, a sua empresa deixou de faturar 10 milhões no ano passado devido a incapacidade de seu fornecedor honrar com os prazos de entregas acordados. Comprando comigo isso jamais irá ocorrer, pois a nossa fábrica fica a poucos quilômetros daqui e jamais tivemos problemas de atraso na entrega". Você deve concordar comigo que este segundo argumento é bem mais convincente.
No primeiro exemplo, o cliente não deu muita importância, pois não ficou claro o que e quanto ele ganharia, já no segundo você diz que ele economizará 10 milhões comprando de você: um apelo e tanto, não é mesmo?
Considere o fechamento como o início - depois de investir muito tempo e esforço nas fases iniciais da venda, tentando, por exemplo, estabelecer rapport com o cliente, ou mesmo identificando suas necessidades demonstrando com maestria o produto, identificando valor e superando objeções, você não vai querer fazer a venda e ponto final, vai?
Pois é exatamente isso que ocorre com boa parte dos vendedores que conheço. Eles querem fechar a venda e sair de perto com medo de haver algum problema e a venda ser desfeita. Ao invés disso, ele deveria trabalhar o fechamento da venda como um processo colaborativo, de forma que o acordo final seja maior do que os esforços das partes. Agindo assim o vendedor conseguirá não apenas realizar um negócio, mas muitas vendas adicionais, já que terá conquistado um amigo disposto a lhe dar muitas indicações.
Agora que você já sabe disso, pratique, pratique e pratique, pois boas intenções não são o bastante. Atitude de vencedor, trabalho inteligente e direcionado é o que o levará ao topo das vendas antes que possa imaginar.
Pense nisso e ótima semana,
Evaldo Costa
Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
Blog: www.evaldocosta.blogspot..com
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com Siga no Twitter/LikedIn/Facebook/Orkut: evaldocosta@icbr.com.br
Ter, 02 de Agosto de 2011 10:40
* Por Evaldo Costa
Quando você conversa com os amigos, fala mais de seu passado ou presente? O que marca mais: as conquistas ou as perdas de outrora? Você quer mesmo apagar o passado negro de sua mente e vencer? Pois saiba que toda conquista tem o seu preço.
Não raro, as situações negativas marcam mais as nossas vidas do que os bons momentos, daí muita gente acabar desenvolvendoestratégias baseadas em experiências negativas. Muitas vezes, um histórico de frustrações, insatisfações, incapacidades e fracassos levam a pessoa a ser cautelosa com as ações do presente e a arriscar menos diante de situações análogas.
Daí, sem perceber, as derrotas do passado costumam frequentar mais as nossas mentes do que as vitórias. É como se fosse uma falha no teclado do computador, em que sempre que tocamos naquele ponto o bug ocorre, o ciclo se repete, e as conclusões negativas são reforçadas.
Quando a mente da pessoa se encontra com um nevoeiro intenso de sentimentos de frustração, arrependimento e derrota, normalmente pode ser atribuída a uma ou mais das situações seguintes:
1- Pensar não ser capaz vencer
Por alguma razão, não raro, damos mais valor as ocorrências do passado e nos sentimos impotentes para superar os obstáculos que permitirão construir algo mais valioso. Esquecemos de que, se um dia fomos capazes de construir algo memorável, podemos fazê-lo novamente.
2 - Não criar novas oportunidades
Com o pensamento conturbado, não conseguimos ânimo para enxergar novos caminhos e aproveitar os ventos das oportunidades que sopram em nossa face. Daí, reclamamos da falta de sorte e acabamos esquecendo de que é preciso não esmorecer para não desmerecer, afinal de contas, é como revelou Seneca: "Sorte é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade".
3 - Incapacidade de priorizar o que é mais importante
Deixar de priorizar o que nos levará a novas conquistas. Por exemplo, pessoas que tiveram grandes realizações, tem dificuldade de criar e manter novas amizades, preferindo manter os laços de outrora.
Caso esteja diante do desafio de construir um presente memorável, saiba que os obstáculos pouco importam, pois "quem quer alcançar o topo da montanha, não dá importância as pedras do caminho".
Para que o seu presente seja mais significativo do que o passado, é preciso abandonar as falsas crenças inibidoras de crescimento, redesenhar o seu mapa interno priorizando os elementos-chave da sua vida, permitindo assim criar experiências gratificantes do qual se orgulhará. É como disse Buda: "Não viva no passado, não sonhe com o futuro, concentre a mente no momento presente e colherá os frutos da vitória".
Pense nisso e ótima semana,
Qua, 13 de Julho de 2011 12:34
*Por: Luís Sérgio Lico
Quer fazer mais no trabalho e impressionar seus chefes? Deixe de ser mole! A maioria dos consultores e "especialistas" em transformar sua vida num inferno, irá dizer: Você precisa trabalhar duro, trabalhar de forma consistente e eficaz por mais e mais horas e parar definitivamente de enrolar. Não é mesmo uma beleza?
Só que isso não costuma funcionar nem em uma fábrica - aquele meio ambiente mecanicamente hostil, regido pelos processos implacáveis e ganhos de escala -, quanto mais se você precisa ser flexível, criativo e colaborativo, desenvolvendo algum tipo de trabalho intelectual em um escritório. O que isso quer dizer? Simples: Faça menos e faça melhor! Isto deveria ser o óbvio (ao menos para aqueles que conhecem a distinção romana entre ócio e negócio).
Há anos eu tenho tentado dizer estas coisas aos profissionais e sempre esbarro na mesmice. Todos acham que a melhor forma de motivar as pessoas e cuidar da produtividade é manter o chicote à vista e desligar a vida pessoal. Por estas e outras é que eu costumo dizer que vivemos um neotaylorismo, trabalhamos de forma cada vez mais compartimentada e não comunicativa, apesar de todo o lindo discurso sobre a necessidade de se abrir a organização ao colaborador e buscar eficiência através da qualidade. O que a maioria desconhece é que a produtividade varia muito de dia para dia. Isso é normal.
Em um ambiente industrial, você sabe a previsão das operações e as quantidades exatas que serão montadas ou manufaturadas, inclusas as horas/homem de trabalho. Para os demais trabalhadores, não é possível tal assertividade, pois você pode não saber de antemão se amanhã será um dia em que você terá uma idéia insight brilhante, que poupará semanas de trabalho para sua equipe e trará mais dividendos à companhia; ou se será apenas um dia em que você gastará oito horas olhando desanimado para seu monitor. Aqui vale a regra numero um: Não se deve julgar sua produtividade, em um determinado dia, mas sim pela sua média ao longo de vários dias. Nada de novo nisto!
As organizações de qualquer segmento que prestam serviços, atendem consumidores, consertam coisas ou vendem produtos deveriam aprender com a própria indústria. Lá eles sabem desta verdade fundamental: Trabalhar mais horas significa obter menos efeito. Por isso eles têm turnos! O pessoal da segurança no trabalho pode confirmar esta condição, pois quanto maior tempo na operação, mais acidentes acontecem.
Segundo algumas pesquisas sobre os efeitos do horário de trabalho na produtividade e os erros resultantes, dão conta que - em média - a eficiência diminui pela metade após oito horas de trabalho em uma semana consecutiva.
Isto pode parecer estranho, mas é importante para compreender a lógica da entrega de resultados: para a maioria dos trabalhadores não existe uma relação simples entre horas trabalhadas e quantidade de serviço efetuado. Se você dobrar seu esforço, pode terminar os relatórios e lançamentos e no dia seguinte está um caco! De que adianta, então, em termos de produtividade este esforço?
O que toda empresa precisa não é de sacrifício, mas de eficiência em bases regulares e previsíveis. O difícil é colocar esta equação na cabeça dos empresários. Em um ambiente industrial, onde máquinas e sistemas operam a toda força, quanto mais impulso, maior a produção (e rejeitos, também). Mas, para os colaboradores em geral, a regra é oposta. Submetidas a pressão e processos conflitantes e ineficientes, lideranças autocráticas e aliado à longas e penosas cargas de trabalho, as pessoas acabam tomando atalhos ou simplesmente aderem ao presenteísmo mais eloquente. Você não pode forçar a criatividade, proatividade, raciocínio claro e rápido aprendizado - se "todo dia temos que fazer hora extra". Assim, trabalhar mais tende a criar o efeito contrário e você consegue produzir muito menos dentro de um mês.
E quanto ao seu humor? Ele é essencial para que as coisas saiam direito! Muitas vezes adiar um trabalho chato pode ser mais produtivo e gerar mais resultados a empresa, do que seguir o cronograma. Se você tem um bom senso de prazos e responsabilidade, troque a ordem dos tratores e construa um melhor viaduto. Pode ser a coisa certa para se fazer em um momento particular. Have fun!
A felicidade no ambiente de trabalho é o melhor amplificador da produtividade. A única maneira mais eficiente para aumentar a sua produtividade é ser feliz no trabalho. Nenhum sistema, hierarquia, ameaça, ferramenta ou metodologia no mundo pode fazer você bater mais metas do que sentir-se bem e desfrutar das realizações do seu trabalho. Nada de novo também! Se quiserem leiam Epicuro ou o último consultor da moda.
Finalmente, não se pode ter um mar de rosas e os desafios nos fazem suar a camisa e despertam as habilidades profissionais. Exercitar suas capacidades frente às dificuldades e testar limites de forma adequada faz muito bem para o caráter e desenvolve talentos. Mas, é importante saber que tudo é uma questão de equilíbrio auto-compensatório.
Direcione melhor suas atividades e você evitará a miséria do tédio administrativo, os becos sem saída dos processos estupidificantes e conseguirá fazer muito mais por muito menos.
Aliás, esta não era a regra de ouro da administração de empresas?
Qua, 13 de Julho de 2011 12:20
* ( Por : Sérgio Dal Sasso, consultor, escritor e palestrante. Palestras de alta performance: empreendedorismo, negócios e vendas, profissões e carreiras. Portal: www.sergiodalsasso.com.br)
Para não avançar, basta não se exercitar para que a ausência da musculatura provoque atrofias nas suas asas. Seja qual for à condição que dispomos para um exercer saudável e produtivo das coisas, não podemos permitir que o conforto tenha um significado de preguiça por se sentir assentado ou que a ansiedade e impaciência venha a precipitar vôos sem que haja horas adequadas pela experiência para comprovar as habilidades.
No administrar das gerações e em negócios devemos sempre lembrar que são os sistemas que formam os resultados e que estes são inflexíveis em relação à lógica de que são as vendas e seus custos que fazem o lucro, e que pensando nisso nossos times devem reunir um corpo único capaz de interagir e realizar um trabalho que responda acima das necessidades dos consumidores, sem dispensar a atenção ao quanto "n vezes" proporcionarmos satisfação aos outros em relação ao que valemos.
O que muda em relação ao passado é que antes podíamos conviver na forma de galinheiros fechados, através de uma estrutura bem definida, induzida para fazer cumprir suas tarefas diante de um cenário onde as galinhas repetiam todos os dias às mesmas obrigações, para garantir, num mercado de baixas opções, a líquida e certa participação de mercado.
Hoje do galinheiro e para quem já percebeu que o galo tem que cantar a toda hora, até o poleiro foi adaptado, não se tem mais cercas, e do modelo passado vem sendo feito algo que satisfaça as pequenas (pessoas) e grandes empresas que por lá acordarem pelos objetivos comuns.
Das galinhas que originalmente eram treinadas para um sim senhor hierárquico, que as deixavam gordinhas (boas para panela) e paradinhas (ótimas para a produção de ovos), sobrou a necessidade de retornarem ao seu estado selvagem, mais ágeis e potencialmente capazes de realizarem seus pequenos vôos, de olho no mercado e no conjunto necessário para o seu domínio.
Apoiados por esses novos modelos, outros pássaros, incluindo as águias, passaram a perceber a importância de se encontrar com meios que integrassem conforto, objetividade e possibilidades, fazendo com que suas características mais individualistas, determinadas, ansiosas e conectadas pudessem ser sentidas, aproveitadas e compartilhadas, em ambientes onde o jovem é a reunião pela média ponderada do tudo de bom, entre esses 20 ou 80, para fazer o diferencial entre as equipes, suas sabedorias e vitórias.
A palavra competitividade é quem manda nas estratégias dos negócios, a para ser o tal do mercado, mais do que se achar que somos o dono da bola, é preciso enfrentar o desafio de estar, conviver e se sentir dentro do jogo, onde entendimento e participação levam em consideração, tanto as frentes que atacam, como as que defendem, unindo a ousadia com a cautela para a sustentação e viabilização dos feitos.
Um time que faz deve conter a sabedoria do lidar e ter bases para influenciar e negociar entendendo que o valor de um negócio não se define pela idade de marcas ou das pessoas, mas pela preservação, renovações e inclusões de tudo que contribuir na redução de falhas diante do refinamento da qualidade decisória e das ações.
Seg, 13 de Junho de 2011 10:32
* Por Sérgio Dal Sasso, consultor, escritor e palestrante. Palestras empreendedorismo para carreiras, profissões, empresas e instituições públicas. Portal: www.sergiodalsasso.com.br
Sábio é todo aquele que consegue praticar os ensinamentos que muitos somente procuram teorizar. Tornam-se sábios pelo fato de não se preocuparem com a extensão dos feitos, pois os usam para si próprios procurando criar e intensificar o prazer interior dentro das condições reais existentes, independentemente da onde e quais forem.
Suas obras aparecem pela constância da pratica e através da observação e relato dos que o circundam. O mundo gira com seus conflitos e mudanças, mas o sábio sempre o domina com seu próprio ritmo, com sua própria filosofia e interpretação. Quando todos seguem as tendências, ele cria seu próprio caminho procurando acima de tudo estar de bem com a vida, com o coração acima da razão.
Um dia e na qualidade de observador, me encontrava sobre um penhasco, frente ao oceano atlântico, observando a paciência e tranqüilidade de um pescador oriental.
Horas se passavam, e mesmo sem peixes, nada fazia modificar a fisionomia alegre daquela pessoa, que sozinho continuava sem desanimar com o seu ritual de recolher a linha e realimentar a isca.
Já estávamos no por do sol, e ainda deparava com o paciente e tranqüilo oriental, que permanecia intocável, com sua estampa de prazer e satisfação, fiel ao que lhe fazia bem e aos seus propósitos.
Não resisti, fui ao seu encontro e perguntei: Como ele podia ter tanta paciência? Não seria mais fácil comprar o produto em uma peixaria?
E o sábio respondeu...
- Senhor não se trata de pescaria, não se trata de peixes, tenho neste momento a melhor oportunidade para justificar a minha existência.
- Veja esta pedra! Milhares de anos foram necessários para que o oceano cedesse espaço, para que ela surgisse e assim fossem destinados mais milhares de anos para que o tempo a desgastasse, lapidando-a até a sua formação atual e, simplesmente para que eu pudesse sentar, acomodar e visualizar toda esta vegetação que, também milenar, nos rodeia.
- Olhe para esse oceano (continuou o paciente pescador...) e sinta os milhares de peixes e outros milhares de seres vivos, que com sua fascinante habilidade, por aqui já se encontravam antes que me imaginasse neste santuário de paz e harmonia. Tenho apenas algumas décadas de vida e hoje mesmo sem peixes tive o grato privilégio de ter sido o escolhido, mesmo que por apenas algumas horas, para desfrutar desta maravilha.
Hoje diria que somos a divisão entre direitos e obrigações, e que na verdade para cada situação a ser vencida, dependemos do quanto nos incluímos de coisas que amamos sentir, para justificar o empenho e determinação nas que temos que fazer. Antes de cada peixe a ser fisgado devemos aprender a se encantar com as formas de usá-los e servi-los.
Sérgio Dal Sasso
"Empreendedorismo de A a Z"
www.sergiodalsasso.com.br
falecom@sergiodalsasso.com.br
Ter, 07 de Junho de 2011 10:54
* Por Wagner Campos
Acesse: www.trueconsultoria.com.br
www.wagnercampos.com.br
Dias atrás me recordei da parábola que contava a estória de uma garota que se sentia desvalorizada, desrespeitada estava perdendo o amor próprio pela falta de reconhecimento e insucesso em sua vida. Ao procurar seu professor, este concordou em ajudá-la, desde que ela vendesse um anel dele pelo melhor preço, desde que obtivesse ao menos uma moeda de ouro. Após muito tentar, não conseguiu nada melhor que duas moedas de prata. Ao voltar decepcionada, o professor orienta que ela vá a em um lugar onde possam realmente conhecer o valor daquele anel, ou seja em uma joalheria. Ao passar pela avaliação do joalheiro, ele avalia o anel em 60 moedas de ouro.
A moral desta parábola é que somente quem realmente conhece aquilo que está sendo oferecido, sabe dar o respectivo valor. O mesmo ocorre em nossas vidas, ou seja, somente seremos avaliados adequadamente, pelas pessoas que nos conhecem profundamente, valorizam nossas qualidades, habilidades e competências, mesmo que precisemos de muitas melhorias, saberão mensurar nosso valor.
Eventualmente alguns colaboradores se sentem desvalorizados no local de trabalho e por outras pessoas com as quais convivem direta ou indiretamente. Este sentimento é manifestado através da percepção individual seja pelo simples fato de um sentimento de descaso ou por razões explícitas como por exemplo quando há uma avaliação que mais parece ser um julgamento de um líder o qual não conhece os valores e habilidades de cada profissional de sua equipe e não está preparado para avaliá-los e passa então a realizar julgamentos e não avaliações.
E como lidar com esta frustração pela ausência de reconhecimento e nos tornar mais visíveis? Parte responsabilidade pela frustração cabe a nós mesmos quando acreditamos que para tudo o que fazemos devemos receber os "tapinhas nas costas" e os "parabéns".
É preciso agir com profissionalismo e não somente com emoção. O reconhecimento não será obtido óbvio mas sim pelo excepcional. Reconhecimento e respeito são razoavelmente distintos. O respeito pelo profissional deve existir o tempo todo. Devemos respeitar o esforço, a dedicação, o ser humano etc. Já o reconhecimento como "premiação emocional" será mais perceptível por parte dos gestores, quando o colaborador realizar algo que exceda as expectativas dele e da empresa. Por isso é necessário que sempre se busque fazer tudo com maestria e seja apaixonado pelo que se faz. Quando temos amor por nossa atividade, realizamos sempre com dedicação. Já quando apenas fazemos algo que somos pagos para fazer, permanecemos em um universo limitado e mecânico.
Dar e receber um feedback com seu gestor poderá ser muito interessante e conveniente pois demonstrará interesse em ser um profissional ainda mais competente e preocupado em apresentar melhores resultados à empresa. Muitos acreditam que devem esperar uma reunião exclusiva para isso, mas os melhores e mais sinceros feedbacks são obtidos informalmente. É através destes feedbacks informais que você terá uma prévia de como poderá ser sua avaliação de desempenho.
Melhore seu relacionamento interpessoal e busque sempre proporcionar bons resultados em seu trabalho bem como maior interação com os colegas de trabalho. O bom relacionamento contribuirá para que mais pessoas que se interessem por você como amigo e como profissional e provavelmente auxilie na obtenção de feedbacks mais positivos, que irá auxiliar tanto para sua realização profissional como a conseqüência que será o reconhecimento explícito por seus gestores e colegas de trabalho!
Ter, 07 de Junho de 2011 10:54
* Por Wagner Campos
Acesse: www.trueconsultoria.com.br
www.wagnercampos.com.br
Dias atrás me recordei da parábola que contava a estória de uma garota que se sentia desvalorizada, desrespeitada estava perdendo o amor próprio pela falta de reconhecimento e insucesso em sua vida. Ao procurar seu professor, este concordou em ajudá-la, desde que ela vendesse um anel dele pelo melhor preço, desde que obtivesse ao menos uma moeda de ouro. Após muito tentar, não conseguiu nada melhor que duas moedas de prata. Ao voltar decepcionada, o professor orienta que ela vá a em um lugar onde possam realmente conhecer o valor daquele anel, ou seja em uma joalheria. Ao passar pela avaliação do joalheiro, ele avalia o anel em 60 moedas de ouro.
A moral desta parábola é que somente quem realmente conhece aquilo que está sendo oferecido, sabe dar o respectivo valor. O mesmo ocorre em nossas vidas, ou seja, somente seremos avaliados adequadamente, pelas pessoas que nos conhecem profundamente, valorizam nossas qualidades, habilidades e competências, mesmo que precisemos de muitas melhorias, saberão mensurar nosso valor.
Eventualmente alguns colaboradores se sentem desvalorizados no local de trabalho e por outras pessoas com as quais convivem direta ou indiretamente. Este sentimento é manifestado através da percepção individual seja pelo simples fato de um sentimento de descaso ou por razões explícitas como por exemplo quando há uma avaliação que mais parece ser um julgamento de um líder o qual não conhece os valores e habilidades de cada profissional de sua equipe e não está preparado para avaliá-los e passa então a realizar julgamentos e não avaliações.
E como lidar com esta frustração pela ausência de reconhecimento e nos tornar mais visíveis? Parte responsabilidade pela frustração cabe a nós mesmos quando acreditamos que para tudo o que fazemos devemos receber os "tapinhas nas costas" e os "parabéns".
É preciso agir com profissionalismo e não somente com emoção. O reconhecimento não será obtido óbvio mas sim pelo excepcional. Reconhecimento e respeito são razoavelmente distintos. O respeito pelo profissional deve existir o tempo todo. Devemos respeitar o esforço, a dedicação, o ser humano etc. Já o reconhecimento como "premiação emocional" será mais perceptível por parte dos gestores, quando o colaborador realizar algo que exceda as expectativas dele e da empresa. Por isso é necessário que sempre se busque fazer tudo com maestria e seja apaixonado pelo que se faz. Quando temos amor por nossa atividade, realizamos sempre com dedicação. Já quando apenas fazemos algo que somos pagos para fazer, permanecemos em um universo limitado e mecânico.
Dar e receber um feedback com seu gestor poderá ser muito interessante e conveniente pois demonstrará interesse em ser um profissional ainda mais competente e preocupado em apresentar melhores resultados à empresa. Muitos acreditam que devem esperar uma reunião exclusiva para isso, mas os melhores e mais sinceros feedbacks são obtidos informalmente. É através destes feedbacks informais que você terá uma prévia de como poderá ser sua avaliação de desempenho.
Melhore seu relacionamento interpessoal e busque sempre proporcionar bons resultados em seu trabalho bem como maior interação com os colegas de trabalho. O bom relacionamento contribuirá para que mais pessoas que se interessem por você como amigo e como profissional e provavelmente auxilie na obtenção de feedbacks mais positivos, que irá auxiliar tanto para sua realização profissional como a conseqüência que será o reconhecimento explícito por seus gestores e colegas de trabalho!
Ter, 07 de Junho de 2011 10:50
* Por Professor Menegatti
A maioria das pessoas não consegue reconhecer o valor da liderança. Acreditam que seja apenas para alguns, aqueles que estão no topo da escada empresarial. Não tem idéia das oportunidades que perdem quando não aprendem a liderar. Compreendi claramente essa questão quando um diretor de uma grande empresa compartilhou comigo, que apenas um pequeno grupo de colaboradores havia se inscrito em um curso sobre liderança oferecido pela empresa.
Por que?
Somente alguns pensavam em si como líderes. Se os demais soubessem que ter liderança é ter influência e que, no decorrer de cada dia, a maioria dos indivíduos normalmente tenta influenciar pelo menos quatro pessoas, talvez seu desejo de aprender mais sobre o assunto teria sido estimulado.
Quer aprender a ser uma influência positiva na vida das outras pessoas?
Cinco fatores entram em jogo:
• Quem sou: minha posição ou título.
• Onde estou: meu endereço ou meu emprego.
• Quem conheço: minha esfera de influência. Relacionamentos abrem portas para oportunidades.
• O que sei: minha especialidade. É o que mantém você em determinada posição mesmo depois que sua esfera de influência deixa de ser tão ampla.
• O que eu faço: minha capacidade de produzir, meu caráter e minha credibilidade.
Ter, 07 de Junho de 2011 10:42
* Por Sérgio Dal Sasso
Por Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, escritor e palestrante em temas ligados à administração de negócios, empreendedorismo, vendas, carreiras e educação corporativa. Portal: www.sergiodalsasso.com.br Email: falecom@sergiodalsasso.com.br
Alternativas - O mundo está aberto e por todos os cantos podem-se captar coisas necessárias para seu aprendizado. Mas, dar sentido a esse conhecimento é a grande diferença. Aprenda a ser expositivo e a cantar a própria música em frente a uma platéia que poderá reconhecê-lo com aplausos ou marcá-lo pelas vaias.
Aproximação - Coisas como fazer o bem para receber o bem, cultivar amigos pelo prazer de tê-los ao nosso redor, são partes importantes para o processo de aproximação dos objetivos.
Atitudes - Tudo passa e o tempo não está nem aí para o fato de você aproveitá-lo ou não.
Buscas - Reinvente uma forma de construir novas famílias, que possam produzir conhecimento e competência, com respostas velozes e precisas, que evitem o fim dos casamentos e dos negócios.
Caminhos - Sofisticação e tecnologia nem sempre serão os únicos responsáveis pelo sucesso, assim como o estágio máximo da satisfação não estará necessariamente condicionado a "fazer fortunas" ou "deter o poder".
Capacitação - A grande maioria dos principais empresários e executivos do mundo descobriram seus caminhos pelo circuito da experiência e vivência, da pratica diária do verbo "trabalhar", aproveitando os recursos do tempo para realizar, errar e ajustar.
Competências - Conhecimento pode ser obtido de várias formas. Mesmo com poucos recursos financeiros, todos podem ter à disposição um conjunto de informações específicas sobre profissões e mercados de interesse. Os problemas acontecem quando buscamos o aprendizado desnecessário para o dia seguinte.
Concorrência - O "eu não posso" deve ser trabalhado para se chegar ao "eu consigo". O ir fazendo pelo acreditar no eu consigo construirá as suas referências e destaque.
Criatividade Objetiva - Os profissionais de sucesso têm objetivos bem definidos e, com isso, conseguem modificar os meios, sem alterar o fim.
Diferenças - Faça primeiro. Acorde diferente! Force sua disposição para procurar o novo, como se alguma coisa dissesse que o dia está começando e só temos dois caminhos: vencê-lo ou esquecê-lo.
Estratégias - Estratégia não tem nenhum valor quando é isenta de ações táticas. É muito comum encontrarmos grandes estrategistas, que se confundem com grandes sonhadores, pois não conseguem pôr em pratica o que pensam e o que escrevem.
Maturidade - Por alguns segundos, peço que você se esqueça da tecnologia e da interglobalização e se lembre do padeiro, que consegue sobreviver em sua atividade pelo simples fato de conhecer todos os fregueses e saber o nome de cada um deles.
Mudanças - Se o banho quente não o renova, ajude o governo evitando outro "apagão" e vá de ducha fria. Acho que você vai se sentir melhor.
Negócios - Para ser sucesso e fazer sucesso, independentemente do tipo de negócio, da atividade profissional e da época, é preciso entender e praticar um conjunto de fatores, que irão formar um grau desejado de realizações.
Percepção - As mudanças no mundo acontecem de forma muito rápida, porém, somos incapazes de acompanhá-las no mesmo ritmo. Não se esqueça que toda a ação é valorizada quando conseguimos adicionar os diferenciais colhidos nas hortas dos novos gostos e tendências.
Performances - Comece conhecendo a si próprio pelo modo mais difícil: apreendendo a escutar o que os outros acham de você. Pare de culpá-los quando as coisas não acontecem. Pode até ser por causa deles, mas não se esqueça que o seu futuro também depende do futuro deles.
Planejamento - Organizar o que pretendemos fazer, quantificar e qualificar o conjunto necessário - meios e formas - de como e o quê pretendemos atingir é a melhor ferramenta para anteciparmos as ações reais.
Por dentro e por fora - Todo dia surgem oportunidades novas para evoluir a nossa capacidade de doar e de receber. A intensidade e a freqüência desta troca fazem parte do caminho para o sucesso.
Prazer e resultados - A satisfação pode muito bem estar na lembrança de simples ensinamentos, que, às vezes, com o passar dos anos, esquecemos ou não damos a devida importância.
Pró-atividade - Quebre o gelo! Levante a mão primeiro, saia na frente, mesmo na incerteza de que as ações serão perfeitas ou aceitas. Você certamente estará iniciando um processo, que o transformará em alguém bem mais motivado e satisfeito.
Realizações - Nossas realizações vêm de coisas simples e de feitos complexos. Seus resultados dependem do tamanho das famílias conectadas com o que você faz.
Sentidos - Perceber que o vento está batendo no rosto, de onde ele vem e para onde ele vai, a sua intensidade e conseqüências ampliam os sentidos, que fazem a diferença.
Seqüência - Trabalhe observando o que acontece, o que precisa acontecer, o que pode surpreender.
Sonhos - Costumo dizer que existem dois tipos de sonhos. O primeiro é quando procuramos usar nosso leito para esquecer, forçando a mente para algo que desejaríamos ser. O outro geralmente acontece na noite de domingo para segunda, quando caímos na realidade de que existem problemas, contas a pagar, decisões a tomar. Comece sua solução pela gestão dos problemas.
Treinamento - Comece seu dia com o treinamento do sorriso, dirigindo-o a alguém próximo. Garanto que a resposta que você terá será melhor do que a de ontem! É com a repetição que se chega à perfeição.
Trocas - Durante toda a sua vida pessoal e profissional, mesmo sendo o mais capacitado, o mais competente, você não terá sucesso algum se não souber lidar com as pessoas. Tudo nasce de um processo de troca que chamamos de relacionamento.
Ter, 07 de Junho de 2011 10:37
* Por Evaldo Costa
Se você tem mais de 30 anos, provavelmente, tenha sido muito cobrado, pela família, a conquistar formação universitária e aprovação em concurso público para melhorar de vida. Pessoas nascida até a penúltima década do século passado, atribuíam ao "canudo" condição sine qua non para a conquista de bons empregos e ganhos.
Naquela época, os dois momentos mais importantes na vida da família eram formar e casar os filhos. Não raro, quando um descendente conseguia o tão sonhado diploma, os pais se orgulhavam em contar a novidade aos amigos, e os almoços e jantares com familiares era de praxe para comemorar a conquista.
Os tempos mudaram e, atualmente, ter uma boa formação superior conta, mas sozinha ela já não garante o sucesso profissional de mais ninguém. O foco mudou da formação para informação. Antes, ao pegar o diploma dizia-se, "ralei, mas agora estou formado". A idéia era que com a graduação concluída, a pessoa não precisaria mais se preocupar com os estudos.
O conceito agora é outro, a pessoa que busca uma boa colocação no mercado precisa, também, de muitas e boas informações. Uma boa formação pode até abrir algumas portas no mercado de trabalho, mas é preciso também ter cultura geral admirável para que o candidato conquiste as melhores posições. Fique atento, pois como já dissemos, possuir muita informação não basta, é preciso ter boas informações e usá-las de forma direcionada e inteligente.
Do que adianta saber, por exemplo, que a árvore mais antiga do planeta é uma conífera que vive na Suécia e tem 9.550 anos de idade; que a biblioteca do Congresso americano tem 650 quilômetros de prateleiras e livros em 470 idiomas; que alguns mosquitos batem as azas 600 vezes por segundo ou que a China tem o computador mais veloz e poderoso do planeta. Ter boas informações e não usá-las corretamente, é como ter boas sementes e não ter terra para semeá-las.
É preciso lembrar que a informação de qualidade pode salvar vidas e o real valor dela, depende do que fazemos com ela. Vale ainda enfatizar que a informação não é um conjunto de fatos e sim conhecimento, e para que tenha valor é preciso ser verdadeira, completa e usada com habilidade. Veja, o exemplo, da experiente professora de piano que vira para o aluno e diz: "eu ouço todas as notas, mas eu não ouço nenhuma música". Logo, decorar o almanaque mundial poderá não lhe ser muito útil.
Vamos ser claros, a informação não é apenas aprendizagem, não é poesia, arte, fé ou sabedoria, ela é conhecimento constantemente lapidado. Portanto, não poderá ser encontrada em cópias na impressora, não surge com o estalar dos dedos. Ela pode e deve ser adquirida em bons livros, revistas, jornais, internet e na sala de aula com professores competentes.
O caminho para o sucesso é pavimentado com formação e informação de qualidade, além disso, não devemos esquecer de que a aprendizagem não é obra do acaso, ela precisa ser conquistada com ardor.
Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe,
Evaldo Costa
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor
Site: www.evaldocosta.com
Blog: http://evaldocosta.blogspot.com
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Ter, 07 de Junho de 2011 10:36
* Por Evaldo Costa
Eu atuo há mais de três décadas junto a organizações de vários portes, regiões do país e ramos de atividade. A minha experiência revela haver três grupos de empresas: as que contratam adotando métodos científicos, as que adotam métodos empíricos e as que não adotam nenhum método de contratação.
Naturalmente, quase sempre erra menos a organização que atoda um método eficiente de contratação com teste de avaliação de personalidade, desempenho, conhecimento gerais e específico do seu ramo de atuação. No entanto, apesar de serem mais eficientes, elas são minoria, a maioria está nos grupos dois e três.
Porém, independente de qual seja o grupo em que a sua empresa se encontra inserida, é imperioso determinar no ato da contratação, prioridades. Há empresas, por exemplo, que visam habilidades pesssoais, outras a experiência na função, valores e por ai vai.
Eu me junto ao grupo de especialistas que recomendam a contratação de candidato priorizando os valores e, em segundo plano, as habilidades pessoais e a experiência profissional. Isso porque, podemos com educação e treinamento capacitar os menos experientes, mas o mesmo não se é possível conseguir com os valores. Afinal de contas, é como nos revelou Galileu: "Não se pode ensinar alguma coisa a um homem; apenas ajudá-lo a encontrar dentro de si mesmo".
O fato é que a empresa necessita de funcionários que zelem pelos seus valores fundamentais. Para saber se os seus valores coadunam com os de sua organização, é preciso contar com método científico de contratação, adicionando, por exemplo, as seguintes técnicas:
Observe - prepare uma sala de entrevista com os seus valores afixados em quadros, e deixe o candidato nela por alguns minutos, com outros candidatos. Assegure de convidar uma pessoa de sua empresa para juntar-se a eles. Daí, observe o comportamento e interação deles no que diz respeito aos valores;
Entreviste - faça perguntas relacionadas a valores e, em seguinda, monte uma dinâmica de forma que ele tenha que interagir com outros funcionários da sua organização. Crie uma situação, bem próxima da realidade, e veja como o candidato praticará os valores que defendeu nas fases anteriores.
Seja transparente - apresente os valores de sua organização, diga como você espera que ele se comporte e o que ele poderá esperar de sua empresa.
Agindo assim, você vai logo perceber o quanto é produtivo contar com processo otimizado de recrutamento, pois além de selecionar os melhores candidatos e ganhar em produtividade, economizará bastante dinheiro com baixo turnover.
Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe,
Evaldo Costa
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor
Site: www.evaldocosta.com
Blog: http://evaldocosta.blogspot.com
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Ter, 07 de Junho de 2011 10:34
* Por Evaldo Costa Tão importante quanto uma boa estratégia de comunicação na Mídia Social e Internet, é saber como anda o seu conceito por lá. Saber o que estão falando de você é fundamental para proteger a sua imagem. Portanto, antes de iniciar uma campanha de marketing na Rede Social, é essencial saber o que o seu público pensa a seu respeito. Tanto no relacionamento face a face quanto no virtual, uma boa dica, pode ser ouvir com sapiência e falar com prudência. Para isso, é preciso conhecer as ferramentas que permitem saber o que estão falando de você na rede social. Abaixo, seguem alguns aplicativos, que se bem adotados, poderão lhe trazer grande benefícios e evitar surpresas desagradáveis. SocialMention Usando palavras-chave, esse aplicativo permite "garimpar" e saber o que estão falando de sua marca, além de emitir emails de alerta. Ver mais em http://www.socialmention.com/. 2.Google Alerts Permite receber alertas em seu email de acordo com as suas preferências de configuração. Você pode usar os Alertas do Google para monitorar o que quiser. Ver mais em HTTP://www.google.com.br/alerts. 3.WorkStreamer Ao contrário de outras ferramentas, neste aplicativo a busca é feita pelo nome da empresa ao invés de palavra-chave. Você pode monitorar seus fornecedores, parceiros e até você mesmo. No entanto, se a empresa pesquisada for de pequeno porte, poderá ser difícil saber o que se deseja. Ver mais em HTTP://www.workstreamer.com/. 4.LinkedIn Signal Trata-se de um novo recurso de pesquisa que está sendo oferecido pelo LinkedIn. Ele permite salvar a pesquisa e verificar se há atualizações em uma data posterior. Saber mais em http://blog.linkedin.com/2010/09/29/linkedin-signal/ 5.Addictomatic Fornece resultados de pesquisa com vídeos e imagens. Há um painel evidenciando os resultados que podem ser dispostos em ordem de preferência. Ver mais em http://addictomatic.com/ 6.Twitter Search Realiza pesquisa por localização. Uma função extremamente útil para as empresas saberem de sua reputação em uma determinada região. Ver mais em HTTP://www.search.twitter.com/. 7. Trackur É um pouco mais limitado do que os demais, mas se propõe a fazer buscas através de palavras-chave na rede social. Vale a pena saber mais em http://www.trackur.com/ Algumas ferramentas acima mencionadas são gratuitas. Se você está começando agora na Mídia Social ou pretende aumentar a sua presença na internet, conhecer melhor esses aplicativos poderá lhe trazer importantes benefícios. Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe, Evaldo Costa Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor Site: www.evaldocosta.com Blog: http://evaldocosta.blogspot.com E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Ter, 07 de Junho de 2011 10:32
* Por Evaldo Costa
Você trabalha com vendas? Ama vender ou o fruto das vendas? Ama o seu produto, a sua empresa e os seus clientes? As respostas a essas questões afetam diretamente a sua produtividade, atitude, comportamento, comprometimento, desempenho e determina o seu sucesso ou fracasso na profissão.
O fato é que quando perguntado sobre as razões de estarem em vendas, muitos vendedores admitirão que precisam de dinheiro para sustentar a família, educar os filhos, quitar dívidas etc. Até ai nada de errado, mas quantos dos descontentes estão fazendo algo de concreto para mudar de vida? Quantos estão investindo em sua formação?
Quem não ama o que faz, deve buscar novos caminhos, caso contrário, seus clientes vão mostrar-se insatisfeitos, buscarão alternativas e, cada dia mais, você se sentirá um "peixe fora d'água", produzirá resultados medíocres e tudo que lhe restará será reclamar de tudo e todos.
Diante desse quadro, é preciso ter maturidade para admitir o quanto antes, que quando o dinheiro é o principal motivo para manter-se na empresa, algo está muito errado e precisa ser mudado enquanto há tempo. Afinal de contas, de nada adianta ter dinheiro para abastecer a geladeira, se ao retornar a noite para casa não encontrar no seu dia de atividades, motivos para alegrar o seu coração, não ter vontade de mais nada a não ser afogar-se em sua amargura, televisão, e bebidas.
Esse quadro afetará irremediavelmente o seu relacionamento com a família, amigos e colegas de trabalho e caso você não perceba isso, acabará descobrindo da pior forma possível que está sendo avaliado pelos seus pares e superiores como um vendedor medíocre, sofrerá com o desprezo dos clientes e logo acabará gastando boa parte do dinheiro que ganhou em bebidas, hospitais e farmácias.
Se esse é o seu caso, você pode até não acreditar nisso e suportar a situação por algum tempo, mas ao final, acabará diante dos classificados dos jornais e da internet em busca de uma nova oportunidade. Mas, se você gosta de vendas, e não está certo de estar trabalhando com o produto que gostaria, pode se perguntar: "se eu pudesse vender qualquer coisa, o que eu venderia?" Se a resposta a essa pergunta não é o que você está vendendo, atualmente, você descobriu parte do problema.
Cedo ou tarde, você descobrirá que o melhor a fazer é buscar um trabalho onde você possa colocar o seu coração, pois só assim terá certeza de que o ama, e o amor é muito mais importante do que o dinheiro. Não deve ser por acaso que uma pesquisa no website do Google, em 21/03/2011, revela a palavra amor, com 360 milhões de citações contra 36 milhões da palavra dinheiro. Há um ditado que revela: "quem ama o que faz, não precisa vender um único dia sequer".
Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe,
Evaldo Costa
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor
Site: www.evaldocosta.com
Blog: http://evaldocosta.blogspot.com
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Ter, 07 de Junho de 2011 10:27
* Por Professor Menegatti
Graças, principalmente, à televisão, hoje as crianças têm mais informação sobre coisas e lugares, mas menos experiência concreta. Na verdade, conhecem mais e compreendem menos. O contato direto que, no passado, a criança tinha com a agricultura, por exemplo, ensinava-lhe que a vida é um processo com começo, meio e fim. Em virtude de sua rápida sucessão de imagens, a televisão destrói esse senso de processo e dá a ilusão de que as coisas apenas acontecem.
Raramente a criança tem a oportunidade de descobrir de onde vêm as coisas que utiliza, e muito menos como são feitas. "O refrigerante vem em latas; a pipoca, em pacote que se leva ao microondas". A criança não tem como avaliar o tempo e o trabalho gastos nas lavouras e na criação das vacas que dão o leite que ela bebe.
Em minha opinião, as crianças que moram na roça são ótimas em resolver problemas, porque estão acostumadas a observar os pais improvisando quando algo dá errado. Se um boi de uma tonelada teima em não entrar no caminhão, eles não vão chamar um especialista em movimentação de bois, procuram um jeito de resolver o problema eles mesmos.
O que aprendo com isso?
Nossa experiência de criatividade na infância é responsável por muito do que fazemos na idade adulta. Então, a primeira exigência para nos tornarmos adultos criativos é enriquecermos as novas gerações de crianças de muita, muita experiência.
Ter, 07 de Junho de 2011 10:26
* Por Professor Menegatti
Tentem imaginar como seriam as nossas vidas se certas perguntas surpreendentes nunca tivessem sido feitas.
Aquele tipo de pergunta ingênua que as crianças não têm medo de fazer. Veja esses exemplos:
Bill Bowerman (inventor dos calçados da NIKE): "Que acontecerá se eu despejar borracha numa forma de bolo?"
Fred Smith (fundador da Federal Express): "Por que não pode haver um serviço postal de entrega rápida confiável?"
Massaru Ibuka (presidente honorário da SONY): "Por que não removemos a função gravação e o alto-falante, colocando fones de ouvido no gravador?" (Resultado: o walkman)
Muitas dessas perguntas pareceram absurdas a principio. As outras fábricas de calçados acharam à idéia de Bowerman ridícula. Massaru agüentou comentários como: "Um gravador sem alto-falantes... Você ficou louco?"
A palavra inglesa question (pergunta) deriva do latin quaerere (procurar), sendo da mesma raiz de quest (procura). Uma vida criativa é uma procura constante, e boas perguntas são guias utilíssimos.
Ter, 07 de Junho de 2011 10:24
* Por Professor Menegatti
1. Por que a ATITUTE é tão importante?
Atletas e executivos bem-sucedidos sabem que em condições normais de competição, manter uma atitude positiva é como dispor de uma arma secreta para determinar a vitória.
Você sabia que existem dois tipos de profissionais?
1. As que purificam: são aquelas que fazem tudo a sua volta ficar melhor, acreditam que tudo dará certo, não importa que tipo de atmosfera encontrem. Elas ouvem as palavras tóxicas dos poluidores, como os demais, mas as filtram antes de passar adiante. O que lhes chega pode ser poluído e negativo, mas o que sai delas é fresco e límpido.
2. As que poluem: são como chaminés, soltando fumaça o tempo todo. Elas detestam céu limpo, e não importa quão bom esteja o ar, encontram uma maneira de fazer tudo ficar melancólico. Quando as pessoas da organização inalam suas toxinas, adoecem gradativamente.
O efeito da atitude é crucial. Quando ela é negativa acabam por poluir o meio e tornar as pessoas melancólicas, mas quanto positiva, ajuda a ampliar suas possibilidades de sucesso.
2. Qual a diferença entre DESENVOLVER e equipar PESSOAS?
- Ao equipar pessoas, você lhes ensina como fazer um trabalho. Se você mostra a alguém como passar um fax ou escanear um documento, isso é equipar. Se você ensina alguém a fazer uma venda, isso é equipar. Se você treina as pessoas nos procedimentos do departamento, isso é equipar. Você já deve dar treinamento ao seu pessoal para que ele saiba fazer o trabalho. Equipar é obrigatório.
- O desenvolvimento é diferente. Ao desenvolver pessoas, você as está ajudando a melhorarem como indivíduos. Você as está ajudando a adquirirem qualidades pessoas que irão beneficiá-las em muitas áreas da vida, não só o trabalho. Quando você ajuda alguém a cultivar disciplina ou uma atitude positiva, isso é desenvolvimento. Quando você ensina alguém a gerenciar o tempo de modo mais eficiente ou melhorar suas habilidades pessoais, isso é desenvolvimento.
Infelizmente muitos líderes não tem essa mentalidade de desenvolvimento. Eles esperam que seus funcionários cuidem sozinhos de suas necessidades de desenvolvimento. O que não conseguem perceber, no entanto, é que desenvolver trás lucros mais altos do que equipar, porque ajuda a pessoa como um todo e a leva a conquistar o sucesso e consequentemente a aumentar o lucro da empresa.
Ter, 07 de Junho de 2011 10:21
* Por Professor Menegatti
Um morador de uma capital recebe cerca de dois mil impactos diários vindos de propaganda e outros estímulos de comunicação. Desse total, apenas uns poucos serão lembrados no final do dia. A propaganda, que há tempos atrás já foi a alma do negócio, está ameaçada pelo seu próprio crescimento. O aumento exagerado de anúncios faz com que as pessoas prestem menos atenção a eles.
Há anos atrás milhões de consumidores eram convencidos a experimentar um produto, pois haviam poucos meios de comunicação. Hoje, os consumidores poderão estar assistindo a mais de 100 canais de televisão e ouvindo cerca de 200 estações de rádio ou lendo uma das quase mil revistas disponíveis nas bancas.
Os consumidores estão cada vez mais seletivos no que diz respeito aos produtos e propagandas. Eles aprenderam a olhar sem ver e a ouvir sem escutar. Eles ignoram a maioria dos anúncios. Vá a um consultório médico e observe alguém folheando uma revista. Uma pessoa leva apenas meio segundo para passar por um anúncio, embora esteja a frente de mais de 40, provavelmente essa pessoa lerá poucos anúncios da revista.
O desafio daqui em diante não será apenas lutar contra tantos produtos, marcas e anúncios, mas também superar a mente fechada do consumidor. Se a sua marca não trouxer alguma novidade ou valor especial que possa atrair a atenção das pessoas, será ignorada.
Ter, 07 de Junho de 2011 10:20
* Por Professor MenegattiSe você quer ter destaque na sua vida profissional, ou se você deseja alçar vôos mais altos dentro da sua empresa é importante que você desenvolva novas habilidades. Criar novos hábitos é um processo que exige muita disciplina e esforço. Em seu livro O Monge e o executivo, James Hunter mostra quais são os estágios que envolvem um novo aprendizado?
1. Estágio: Inconsciente e Incompetente Este é o estágio em que você ignora o comportamento e o hábito, você não tem nenhum preparo. Isso se dá antes de você aprender a dirigir, por exemplo.
2. Estágio: Consciente e Incompetente Aqui você toma consciência de um novo comportamento, mas ainda não desenvolveu a prática. Você sentou no carro para dirigir pela primeira vez. Tudo é muito desajeitado e até assustador.
3. Estágio: Consciente e Competente Agora você está se tornando cada vez mais experiente e se sente confortável com o novo comportamento. Você já passa a marcha sem olhar para o cambio, o carro já não sai aos solavancos. Você já sabe o quanto você sabe.
4. Estágio: Inconsciente e Competente Você já não precisa mais pensar. Nesta fase você não consegue mensurar o quanto você sabe. Dirigir é a coisa mais natural do mundo. Neste estágio os líderes não precisam tentar ser bons lideres, porque já são.
O mundo está em constante mutação. As pessoas que não acompanharem o conhecimento gerado pela tecnologia e pelas tendências de mercado ficarão para trás ou, na melhor das hipóteses, experimentará apenas uma parte do progresso. Ser receptivo a criação de novos hábitos garante a continuidade de seu sucesso durante muito tempo.
Ter, 07 de Junho de 2011 10:16
* Por Professor Menegatti
* Adams estava numa farmácia e ouviu uma moça pedir um tablete de cera parafinada para mascar. Foi aí que teve um estalo. Depois de inúmeras tentativas, Adams adicionou alcaçuz ao produto fez o chicle em forma de pequenas bolas e embalou-as em caixas. O produto ganhou grande popularidade durante a Segunda Guerra Mundial, pois era usada pelas pessoas para aliviar o stress que vivia na época. Depois de encerrada a guerra o consumo de chiclete disparou no mundo. A marca Adams foi responsável por colocar a palavra chiclete no mapa de consumo mundial.
* Cirque Du Soleil mudou o modo como os circos eram apresentados, mudando o foco para o público adulto. Tirou de cena leões, zebras, macacos e angariou a simpatia de defensores de animais. Por tabela, reduziu as despesas de logística e manutenção. Desde sua fundação, mais de 38 milhões de pessoas já passaram por suas platéias nas quase 100 cidades aonde realizaram suas performances. Os novos circos aliam tecnologia, teatro, dança e música a orçamentos milionários e equipes gigantescas.
* Philips tem por prioridade fabricar produtos que as pessoas realmente desejem possuir e foi o que ela fez. Com a chegada das maquinas digitais, as pessoas deixaram de revelar a grande maioria das fotos. Um dos produtos mais inovadores dos últimos tempos é o Porta-Retrato digital, que recebe as fotos diretamente da câmera, exibe e alterna as fotos.
* Alcoa em 1880, um professor mostrou aos seus alunos de química um pequeno pedaço de alumínio e lhes deu uma grande dica. Aquele que descobrir uma forma econômica de produzir esse metal ficará rico. Hall, um daqueles alunos, costumava fazer experiências com minerais desde os 12 anos, transformando uma pequena cabana atrás de sua casa em um rústico laboratório. Após a formatura, ele continuou com suas experiências. O resultado foi uma massa solidificada que ele deixou esfriar, depois a estilhaçou com um martelo. E surgiram várias pequenas pelotas de puro alumínio. Desde o primeiro dia até hoje, a Alcoa tem permanecido a empresa líder mundial em alumínio.
* Black e Decker a idéia de criar uma furadeira elétrica surgiu depois de analisarem o comportamento de seus funcionários. Na sexta-feira desapareciam várias ferramentas elétricas das fábricas, que voltavam a reaparecer na segunda-feira seguinte. Chegaram à conclusão que os operários as levavam para casa, aproveitando o fim-de-semana para fazer alguns reparos e pequenos trabalhos. Se assim acontecia, porque não criar uma linha de ferramentas elétricas, especialmente desenhadas para o consumidor doméstico, mais leves, com um designer mais agradável, com menos potência e adequada às suas necessidades?
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