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Gestão de Carreira, Coaching e Mentoring
 

Carreira

Seu mercado está saturado?

* Por Professor Menegatti

Geralmente os dois primeiros concorrentes, em qualquer mercado, abocanham 75% do bolo, deixando pouco espaço para novas marcas.

Uma vez que você não será líder o que poderia ser feito?

Primeiro, renuncie ao ataque do mercado no todo; depois ache um nicho de mercado e direcione seu produto para ele. Mostrando-se como a opção mais eficiente para esse grupo de clientes, você poderá se tornar o líder desse nicho. Escolha uma característica e ressalte quando fizer a comunicação do produto, isso dá personalidade à marca. Além de torná-la mais diferente das outras e mais notável.

Um caso que exemplifica isso é o da categoria de cereais matinais, altamente fragmentada e saturada com variedades. Uma empresa não estava encontrando oportunidades dentro do mercado. Então, a solução foi redefinir a utilidade dos cereais. Em vez de comercializá-los como complemento para o café da manhã, uma nova idéia surgiu: oferecê-lo como um lanchinho saudável para qualquer hora do dia.

Mas, como que os consumidores poderiam carregá-lo? Como iriam comer o cereal? Surgiu então, a idéia de se adotar o formato de um outro produto com o qual os consumidores já estavam acostumados: barras de chocolate. Ao juntar os conceitos de cereais e barras de chocolate, nasceu uma nova categoria de produto. Com um pouco de caramenlo para servir de liga aos flocos de cereal, foi possível a produção das barras.

Esse foi um produto revolucionário. Entretanto, no momento de seu lançamento foi uma verdadeira novidade e criou uma nova forma de consumo.

 

Projetos, empreendedorismo e futuro

* Por Sérgio Dal Sasso, consultor, escritor e palestrante. Palestras empreendedorismo para carreiras, profissões, empresas e instituições públicas. Portal: www.sergiodalsasso.com.br)

 

A vida é um grande palco onde temos que aprender com o que pesa das experiências e vivências, para que assim tenhamos luz própria para alcançar as próprias referências. Nossa construção dependerá sempre da solidez das bases que devemos formar para um agir sustentável e organizado diante das mais variadas situações e desafios a serem enfrentados nos desenvolvimentos dos projetos.

Ter idéias não é nada difícil, mas fazê-las saírem do campo dos sonhos, tornando-as reais é sempre algo desafiador, pois o grau de dificuldade não mais se encontra na comprovação da capacidade de quem desenvolve algo, mas no convencimento de que esse algo possa ter afinidades e interesse de consumo. Se no passado ainda existiam espaços para se criar algo novo, hoje a durabilidade de qualquer novidade é quase que instantânea, já que disputamos centímetro a centímetro o interesse dos mesmos públicos diante das infinitas possibilidades do como eles podem gastar seus recursos.

É no meio de um mundo de dificuldades que vamos ter que mostrar nossas aptidões talentosas, e enfatizando isso, devemos resumir nossos avanços indo de encontro com o que ainda não somos.

"Nunca diga que isso ou aquilo é um saco de se fazer, pois está no que a maioria não gosta o diferencial dos que acertam".

Quantas vezes me deparo com meu próprio pensamento em querer pular as fases de algo que tenho que fazer, mas que por diversas razões não são do gosto pessoal, e quantas vezes as coisas não acontecem exatamente por estarem incompletas de informações e de gente que podia estar junto, mas que por caracteristicas suas e minhas, desprezamos por achar que são desnecessárias.

Quando falamos em projetos, falamos do que ainda está para ser feito, do futuro, das convicções e condições para sustentação e recursos à direção planejada, para que desafios e dificuldades sejam substituídos por oportunidades. Projetos dependem da qualidade dos estudos para que nos demonstrem o poder da sua viabilização, e nesse caso o passado devidamente registrado é algo fundamental para garantir a organização atual, sua avaliação e simulação do que fazer pelos objetivos.

Do lado qualitativo, e de olho no conjunto das coisas que nos fazem melhores, devemos pensar que sociedades complexas dependem dos valores de troca, que não mais podem ser desenvolvidos por hierarquias que enferrujam as decisões, mas por pessoas cujas qualidades se afinem pelos objetivos comuns, pelo compartilhamento de idéias e soluções que formem atrativos para que possamos conquistar e selecionar com quem vamos.

Fica fácil a gente aprender com a vida e depois olhar para os fatos do passado e pensar o como teria sido os resultados com a visão atual. Rever o passado é válido, mas diante do já foi registrado somente a disposição pela análise e vontade de mudar, pode somar para que nossa evolução hoje seja incorporada de mais seguranças pelo que acreditamos poder ser amanhã. Nesse sentido as saudades e as insatisfações devem ser adicionadas ou revistas mantendo o que de fato nos fizeram conquistar as coisas boas e aprendendo a se modificar, evitando os mesmos vícios e ausências que ajudaram nas falhas.

Sérgio Dal Sasso

"Empreendedorismo de A a Z"

www.sergiodalsasso.com.br

falecom@sergiodalsasso.com.br


 

Otimizando o fechamento da venda

* Por Evaldo Costa

 

Você, consultor de vendas, costuma perder a venda quando o negócio parece fechado? Quer saber o caminho mais rápido para fechar a venda? Tudo o que os consultores de vendas mais buscam é saber a maneira mais fácil, segura e eficaz para fechar o negócio. Porém, o que a maioria deles não sabe, é que na realidade não existe maneira rápida ou fácil de fazer o cliente comprar.

 

O que existe mesmo é uma forma melhor, mais inteligente e eficiente de se comportar diante da oportunidade do fechamento. E quanto mais rápido o consultor de vendas perceber isto, melhor entenderá o processo, tornando-se ótimo na arte de vender.

 

É preciso, também, lembrar-se que o cliente em potencial quando abordado, faz julgamentos. Normalmente, julga em primeiro lugar o vendedor, em seguida o ambiente da loja em que se encontra, depois a idoneidade da empresa onde pretende realizar a compra e, finalmente, julgará o produto que está negociando. Muitos consultores de vendas sabem disso, o que não dão conta é que esses julgamentos são como uma escada em que só se evolui, quando superado o degrau onde se encontra.

 

Considere ainda, que o segredo da venda possa ser resumido no valor percebido. Caso o cliente não encontre valor no produto ou na proposta que lhe é ofertada, dificilmente comprará sem benefícios. Quando o consultor consegue realizar um bom volume de vendas, porém com sacrifício de margem, é bem possível que não esteja agregando valor ao produto.

 

Não menos importante para o sucesso do fechamento da venda, é o conforto da negociação e a relação amistosa entre o cliente e o consultor de vendas. Quanto mais o cliente sentir-se a vontade com a negociação e "desarmado" no relacionamento, mais chances de sucesso o consultor de vendas terá.

 

A fase inicial da venda é tão o mais importante do que o fechamento. E para garantir um eficiente processo de abertura, o consultor de vendas deve se preocupar com questões do tipo: como anda a minha atitude? Quão forte é o meu sistema de crença? Tenho sempre uma grande atitude? Creio fervorosamente na minha empresa, nos produtos e serviços que vendo? O cliente tem motivos de sobra para comprar de mim e não do meu concorrente?

 

Finalmente, o fechamento da venda não é uma ação única, e sim o somatório de pequenos elementos que revelam a decisão favorável. É, de fato, um delicado equilíbrio entre os pensamentos, palavras e atos do consultor de vendas e as perspectivas e percepções do cliente. Então, se você é bem preparado, simpático, cativante, diferente, importante, convincente, autoconfiante, digno de confiança e motivado, considere-se candidato acampeão de vendas.

 

Pense nisso, ótimo dia e que Deus nos abençoe.

 

Evaldo Costa

Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor

Site: www.evaldocosta.com

Blog: http://evaldocosta.blogspot.com

E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com

 

Vá em frente, o sucesso está a sua espera

* Por Evaldo Costa

Você sabe o que quer da vida? Tem um bom plano para ser implantado? Está no caminho certo e faz por merecer? Caso esteja fazendo tudo certo, mas ainda assim não consegue o que mais deseja, saiba que a jornada para o triunfo é cheia de decepções e contrariedades, mas pense que, "quem quer alcançar o topo da montanha, não pode dar importância as pedras do caminho".

 

O importante é estar, constantemente, monitorando para saber se está na rota de onde deseja chegar. Então, vez por outra, deve se perguntar: o que estou fazendo me leva para mais próximo ou distante de meus sonhos? Agindo assim, você estará a cada dia mais próximo do que mais deseja conquistar.

 

Porém, caso se encontre em uma encruzilhada da vida, poderá optar pelo caminho certo, com os seguintes questionamentos:


1. Eu amo o que faço? Um conhecido clichê revela: "Se você ama o que faz, nunca terá que trabalhar um único dia na sua vida." Provavelmente, na jornada para o triunfo, você fará algo pelo qual não morre de paixão, mas o imprescindível é amar a causa principal;

 

2 - Tenho o conhecimento adequado para vencer? É preciso dominar as técnicas que o levarão ao sucesso. Sem o conhecimento necessário, dificilmente, você alcançará o triunfo na dose e no tempo pretendido;

 

3. Eu tenho o talento necessário? Você pode amar e deter o conhecimento chave para chegar ao topo, mas sem habilidade o podium ficará mais distante e difícil de ser conquistado;

 

4 - Estou disposto a pagar o preço justo da conquista? É preciso ter atitude, ou seja, colocar o seu plano para funcionar e estar disposto a dar o máximo de si. Tem muita gente que planeja todos os detalhes, achando que isso basta. Saiba que, muitas vezes, o preço a pagar pela conquista, vem acompanhado de muito suor e lágrimas;

 

5. O que desejo é possível ser conquistado? Você pode amar o que faz, ter o talento, conhecimento e atitude necessária e, ainda assim, não vencer. Pois, o que você está buscando deve ser factível, revelar oportunidade e potencial. Caso contrário, seria como tentar comer um boi inteiro, começando pelos chifres.

 

6. Tem avaliado os seus passos? Para ter certeza de que continua na rota e ritmo certo, solicite opiniões de familiares, amigos e pessoas próximas, mas não deixe que eles o influenciem, apenas busque saber o que pensam.

 

Finalmente, lembre-se de que a maioria das grandes conquistas da vida, está apenas alguns centímetros de distância dos maiores reveses. Qualquer que seja a situação, a vitória estará próxima se houver potencial, paixão, talento, comprometimento e disposição para vencer.

 

Pense nisso, ótima semana e que Deus nos ilumine,

 

Evaldo Costa

Site: www.evaldocosta.com

Blog: http://evaldocosta.blogspot.com

E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com


 

Planeje o seu sucesso

* Por Evaldo Costa

Você conhece alguém que tenta de todas as formas, melhorar de vida e nunca consegue? Tem notícias de alguém que parece não se esforçar tanto e obtém tudo o que quer? São apenas questões que nos levam a refletir sobre os caminhos da conquista.

 

Um renomado cientista comportamental e consultor de vendas & marketing,  norte americano chamado Walter Hailey, afirmava que "As pessoas têm 12.367 pensamentos por dia, dos quais, 84% são negativos.

 

Agora pense: como uma pessoa pode lidar com mais de 12 mil pensamentos, sendo a maior parte deles negativos e ainda assim prosperar? Como evitar que tudo isso afete o ambiente profissional das pessoas? A chave do sucesso pode ser treinar a mente para tirar proveito dos pensamentos, revertendo-os de negativos à positivos.

 

Mas, como fazer isso? Um bom começo é treinar a sua mente para ver o lado bom das situações adversas. Por exemplo, sempre que vier em sua mente a palavra problema, treine-a para agir como estando diante de um desafio. As palavras negativas abaixam nossa moral, ao passo que as palavras positivas elevam a nossa auto-estima.

 

Além disso, você pode também educar a mente para que ela perceba que a nossa vida é como se fosse uma linha com dois extremos, onde a melhor solução estará quase sempre no lado oposto. Imagine, por exemplo, que você esteja em um quarto escuro sem desejar estar ali. A solução não é combater a escuridão e sim eliminá-la com o seu oposto, que é a claridade. Daí, basta abrir as janelas, deixar a luz penetrar e a escuridão desaparecerá.

 

Há, no entanto, outras dicas que podem contribuir muito para que o sucesso profissional seja alcançado sem tanto esforço. Uma, é lembrar-se sempre de que vence aquele que trabalha certo e não, necessariamente, o que trabalha muito. Então, para prepare-se adequadamente para o triunfo, faça o seguinte:

 

1 - Organize o seu ambiente de trabalho - É fundamental que a sua mesa de trabalho (física e virtual) seja bem organizada de forma a tornar os seus arquivos acessíveis com o menor esforço, maior precisão e mais rápido possível;

 

2 - Cuide do seu ambiente de trabalho - O seu local de trabalho é agradável? Pois saiba que as cores, temperatura, ruído e até a movimentação de pessoas, podem afetar seu humor e contribuir para que você desperdice energia. Para vencer, é fundamental passar as suas horas produtivas em um ambiente que seja prazeroso;

 

3 - Circule -  Estudo da Universidade de Princeton, revela que as pessoas ficam 75% alertas enquanto sentadas e 90% alerta quando de pé. Daí, diante de uma importante decisão ou telefonema, faça-o de pé. Além disso, circulando pela organização, você poderá contribuir mais do que sentado em sua sala;

 

4 - Torne suas tarefas visíveis - Produzimos mais e melhor quando vemos, sentimos e ouvimos. Não confie as suas atividades à memória, muitas vezes um quadro de planejamento fixado na parede a sua frente, funcionará melhor do que muitas agendas eletrônicas;

 

5- Prepare-se para realizar multitarefa - O mundo é dinâmico e precisamos nos preparar para realizar mais de uma atividade ao mesmo tempo. Daí, participar de tele reunião com a equipe, enquanto aguardamos em longos congestionamentos, ou responder um email enquanto falamos ao telefone, é apenas um exemplo do quanto temos que nos adaptar aos novos tempos.

 

Lembre-se, no entanto, de que para vencer você terá que ser capaz de colocar tudo isso em prática, com simplicidade e habilidade. Afinal de contas, é como revelou Earl Nightingale: "Uma grande atitude não é resultado do sucesso, o sucesso é o resultado de uma grande atitude."

 

Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe,

 

Evaldo Costa

Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor

Site: www.evaldocosta.com

Blog: http://evaldocosta.blogspot.com

E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com

 

A convicção vende mais do que o produto

* Por Evaldo Costa

 

O que você mais valoriza, a convicção ou o interesse? Se tivesse que optar entre as duas, qual escolheria? Pois saiba que, uma pessoa com forte convicção fará mais do que uma centena de pessoas que só tenham interesse. Ocompromisso é a chave para realizar projetos e vencer, mas a convicção quase sempre precede ao compromisso.

 

Veja, por exemplo, quando nos convencemos de que estamos vendendo um produto maravilhoso, o que acontece? Normalmente, o nosso comportamento, linguagem corporal, inflexão da voz, expressões faciais e tudo mais, comunicam à perspectiva de que acreditamos, fervorosamente, que estamos oferecendo algo de valor. Provavelmente, o cliente não vai comprar por causa da descrição do produto ou serviço, mas sim, por causa da convicção do vendedor a respeito daquilo que está oferecendo.

 

A convicção, é uma persuasão intima que precisa ser desenvolvida como qualquer outra habilidade. Daí, vale lembrar que os nossos sentimentos são transferíveis, logo tanto a coragem quanto a convicção podem ser transferidas. Quando, por exemplo, o professor acredita fervorosamente na sua mensagem, acaba transferindo as suas crenças ao aluno. Há um conhecido ditado popular que revela: "Muitas pessoas têm ido muito mais longe do que eles pensavam que podiam, porque alguém pensou que podia."

 

Portanto, precisamos lembrar sempre que a nossa confiança nasce da convicção que permite adquirir novos conhecimentos e habilidades, capazes de desenvolver em nós sentimentos de vencedor. Então, treine "vender" as suas convicções aos seus colegas de trabalho, amigos e todos aqueles que estiverem a sua volta, pois agindo assim estará treinando à sua capacidade de influenciar, conquistar admiradores a medida que pavimenta seu caminho para o topo.

 

Você saberá que uma pessoa está pronta nesta área, quando perceber que ela domina a arte de desenvolver as suas convicções e assume o compromisso de entregá-las ao próximo. É como revela o ditado: "Mostre-me uma pessoa com convicções profundas e eu lhe mostrarei uma pessoa que assumiu o compromisso de entregar essas convicções aos outros". Mostre-me um grande líder e eu lhe mostrarei que uma pessoa de convicções profundas é capaz de atrair seguidores por causa delas.

 

As pessoas que tem convicções fortes, normalmente, conseguem superar as suas metas, são mais felizes e por isso alcançam o sucesso mais rápido e com menor esforço do que aqueles que não se preocupam tanto em desenvolvê-las adequadamente. Então, o que está esperando? Adote logo esta idéia, regasse as mangas, e desenvolva as suas convicções de vencedor, pois o sucesso está a sua espera e alcançá-lo depende apenas de você.

 

Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe,

 

Evaldo Costa

Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor

Site: www.evaldocosta.com

Blog: http://evaldocosta.blogspot.com

E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com


 

Sua Carreira em 10 Etapas

*Professor Luís Sérgio Lico

Seja ao iniciar sua carreira ou durante seu transcurso, inúmeras situações ocorrem - boas e más. Existem decisões a tomar, lados a escolher, pessoas com as quais temos que lidar, surpresas a nos esperar e muito trabalho a fazer, nem sempre devidamente reconhecido ou apreciado. Sim! Podemos entregar resultados, cumprir prazos, sermos inovadores, ter "foco em objetivos" e nem por isso agradaremos. Muitas vezes, ao deixar claro a nossa competência o que mais arrumamos ao redor são adversários ressentidos com nosso desempenho. Um velho economista dizia que o brasileiro não perdoa o sucesso...

 

Por isso é importante o exercício da diplomacia e da postura relacional estratégica em todas as situações da nossa trajetória profissional. Não basta domínio técnico ou suar a camisa em incontáveis horas extras. É preciso destacar-se, mas sem que isto coloque em risco sua posição ou você seja visto como um bajulador que coloca a empresa acima de tudo na vida. Veja os exemplos abaixo e tome as rédeas de seu sucesso:

 

 

1. Desenvolva a Audição Seletiva

Muitos consultores dizem: saiba ouvir. Nada mais genérico e ineficaz. Quem ficar dez minutos na rádio-peão sabe o ilimitado de besteiras por milímetro quadrado de espaço. O mesmo vale para quem fica ouvindo o gerente ou diretor se gabar de sua infalibilidade. Desenvolva, ao contrário, uma audição seletiva, ou seja: compartilhe experiências que agreguem valor e absorva conhecimentos relevantes. Despreze o comentário fútil. Corte a fofoca e fique ligado na direção em que se move a liderança, empresa, mercados, clientes. Invista seu tempo em ouvir e assimilar novos conhecimentos e, é claro, refletir no que ouve.

2. Aprimore seu Trabalho em Equipe

A velocidade das mudanças joga muita coisa por terra, deixando outras para trás. Há pouco tempo para análise e correção de erros na maioria das situações da rotina. A melhor maneira obter eficiência é ser proativo e estabelecer comunidades internas que dêem conta dos pepinos em tempo real.  Embora seja lindo, dizer que você faz a "sua parte" já não é mais suficiente para o cliente e menos ainda para o gestor. Além disso, a união permite estabelecer alianças e oferece mais soluções para a empresa.

3. Recicle Conhecimentos e Atualize suas Técnicas

Hoje em dia, todo o conhecimento que puder acumular ainda será pouco. Pela primeira vez na história, produzimos mais informação que somos capazes de absorver. Angústias à parte é fundamental estar em dia com o que acontece no seu mercado de atuação, presente ou futuro. As universidades perderam o trem da história e o tempo acadêmico é diferente do tempo corporativo. Você pode estar obsoleto ao sair da graduação. Assim, esforce-se e, faça (bons) cursos, leia sobre o assunto e informe-se bem.

4. Relacionamentos em Rede

O chamado "networking", nada mais é do que um anglicismo para traduzir a manutenção de uma rede de relacionamentos ativa que pode fazer a diferença para qualquer profissional. A maioria das oportunidades de emprego ou negócio não se dá pela propaganda, mas pela indicação. Ninguém vai ao Google para arrumar alguém de confiança para gerir um departamento ou empresa. Ninguém é uma ilha. Nem dentro da empresa, nem fora dela. Saiba armazenar possibilidades: Relacione-se bem e suba rápido na vida.

 

 

5. Busque Resultados de Longo Prazo

A correria desenfreada do mundo corporativo esconde uma série de acidentes e prejuízos de alta monta. Seja ágil e eficiente, mas para a sua carreira, o que é imediato não funciona (Sorry, Geração Y). Ela é solidificada com o passar do tempo e acúmulo precioso de experiência. Aproveite as chances, mas avalie bem as conseqüências. Uma chefia pode significar um colapso nervoso, se você não estiver preparado. Enquanto que mais tempo na mesma posição pode fazer você aprender mais, e até pensar se não é o caso de mudar de endereço profissional. Além disso, ninguém sabe o amanhã. Coisas que você odiou fazer a dez anos atrás podem fazer a diferença hoje. Pese bem as coisas e então tente um movimento neste xadrez.

6. Mantenha suas Discretas Esperanças

Mesmo para quem não conhece filosofia, deve aprender a ver através do nevoeiro. Mesmo que seu ambiente seja punk (quer dizer, no future) e, de quebra tenha que de trabalhar com pessoas amargas, que reclamem de tudo e todos, busque perspectivas.  Use a sabedoria e contenha-se, afinal dentro dos problemas se escondem as oportunidades de aprendizado. Por pior que seja uma situação, no mínimo você acumula algumas milhas de resistência à pressão e aprende a gerir conflitos, e administrar expectativas. Isto é um super diferencial em outras empresas, pelas quais você ainda vai passar.

7. Cultive a Tolerância e Resiliência

Isto não são conceitos da "nova era". É um fator pragmático e que levará você longe, no mínimo teremos mais uma pessoa decente num mundo que parece ter perdido seus valores. Ninguém é igual a ninguém e não faz as coisas como você faz. Os profissionais de excelência são aqueles que aprendem isso o quanto antes. Adaptar-se às mudanças e compreender a diversidade é fator de destaque nas organizações.

8. Não abra Mão de sua Vida Pessoal

Manter o foco na carreira não significa abrir mão de sua vida pessoal. Aliás, é um contra senso, pois a riqueza que é possível agregar à sua trajetória profissional está em grande parte ligada à qualidade de vida. Os antigos romanos distinguiam entre o ócio e o negócio, quer dizer, retiravam-se, de tempos em tempos para recuperar as baterias e voltar com maior produtividade e idéias novas. Não é possível manter a motivação e o desempenho se você está à beira de um ataque de nervos. Desenvolva o cuidado de si.

9. Faça Sempre Bem feito

O prazer de trabalhar reflete-se diretamente na qualidade e produtividade. Ninguém consegue ser bem sucedido em nada que não goste. Assim, desenvolva um olhar diferenciado para suas atividades mais rotineiras. Quando alguém consegue superar a si mesmo e descobrir coisas agradáveis no trabalho, está a um passo de estabelecer uma relação de longo curso. Mas, se não conseguir encontrar esta condição, mesmo tentando muito, talvez esteja na hora de repensar seus conceitos. O que você gosta de fazer e faz bem? Não fique aí parado, vá à busca daquilo que você faz melhor do que os outros e seja feliz.

10. Sempre Alerta

As modernas organizações estão sempre em busca de profissionais aos quais possam delegar tarefas complexas e obter resultados consistentes, em prazos razoáveis. Esteja sempre preparado para receber bem as delegações e demandas, mesmo que não façam parte de sua função. Uma das coisas mais detestáveis para uma empresa é ter que ouvir de seus funcionários que "não é minha função" ou que "não sou pago para fazer isto". Se você quiser crescer, deve mostrar para o que veio. Naturalmente, isto não significa deixar-se explorar, mas sim, dizer que está pronto para desafios.

 

Naturalmente, esta não é uma relação completa do que você pode e deve fazer para melhorar sua carreira, mas já é um bom indício de maturidade pessoal e profissional, se conseguir progressos nesse sentido. O mundo corporativo não tem uma lógica definida, e muitas vezes o tiro sai pela culatra. Tenha em mente, contudo, que uma hora você irá se deparar com alguma situação onde estas competências estejam sendo avaliadas e, se você fizer a lição de casa direitinho, suas chances serão as mais promissoras.

 

Não se perca nos planos!

Entrevista com Sérgio Dal Sasso concedida à revista Dirigente Lojista da Confederação Nacional do CDL (CNDL)


Aprenda como elaborar o documento que pode mudar para melhor os resultados da sua loja com as dicas de consultores

Um cliente entrou na loja, mas saiu logo em seguida porque todos os vendedores estavam ocupados e ele não tinha tempo nem disposição de esperar para ser atendido. Outro cliente seguiu o mesmo caminho porque entrou na loja disposto a comprar o produto "modelo A", mas a loja só tinha o "modelo B" para oferecer. Enquanto isso, numa rede social não muito distante dali, um cliente soltava os cachorros na loja porque cansou de esperar a entrega da mercadoria prometida para duas semanas atrás. Como se não bastasse, a loja concorrente, que fica na mesma rua, passou por uma grande reforma e reinaugurou em grande estilo com uma promoção de parar o trânsito.

Sabe qual a melhor maneira - e talvez a única - de não passar por nenhuma das situações acima? Planejamento! É por meio do planejamento que o lojista visualiza suas necessidades (mais funcionários, incremento no mix de produtos, presença digital, inovação no ambiente de loja, promoções especiais, entre outras) e estabelece as ações que deverá colocar em prática para supri-las. Mesmo que o ano já tenha começado, nunca é tarde para planejar. Para ajudar nesta tarefa, confira as dicas dos consultores Sérgio Dal Sasso e Cláudia Montezuma.

Por onde começar

O lojista sabe que precisa planejar, mas também precisa saber como dar início a essa tarefa de forma eficiente e organizada. "Todo planejamento começa com as definições das estratégias a serem desenvolvidas", diz Sérgio Dal Sasso, consultor, escritor e palestrante especializado em gestão de negócios e empreendedorismo. Já para Cláudia Montezuma, consultora especializada em varejo da Ponto de Referência, o primeiro passo para o planejamento deve ser avaliar muito bem a equipe da loja, seus potenciais, competências e habilidades. "É importante ver em quais setores os funcionários precisam ser treinados, quem está com problemas, quem precisa ser mais incentivado e até quem não tem que ficar", diz Cláudia. "Nenhum planejamento anual se mostrará eficaz se as pessoas certas não estiverem nos lugares certos."

Sobre os primeiros passos do planejamento, Sérgio Dal Sasso destaca que o lojista precisa antes de tudo conhecer a fundo seu negócio. "Isso depende da visão, da capacidade e do nível de conhecimento da equipe para formar um ‘pensar, desenvolver e planificar' que retrate as reais possibilidades e caminhos para o desenvolvimento futuro das atividades", diz. Na opinião do consultor, o primeiro passo para um planejamento reúne o que ele chama de "pleno conhecimento" do que está sendo feito do negócio, com a inclusão de novos planos e investimentos que devem ser retratados de forma lógica em números.

"A ampliação da loja ou a inclusão de novos fornecedores impacta em perspectivas de crescimento em vendas, novos funcionários, novos treinamentos, mudanças do quadro funcional, etc. Todos estes detalhes devem ser considerados para que as projeções retratem e espelhem da melhor forma o que pode acontecer em relação às evoluções das atividades", aponta.

Ingredientes indispensáveis

Como em qualquer atividade empresarial, o varejista precisa reunir alguns pré-requisitos para dar conta de uma tarefa essencial para o crescimento do negócio. E com o planejamento não é diferente. Disposição é apenas um dos muitos ingredientes que um lojista precisa ter para fazer do planejamento um sucesso. Cláudia Montezuma cita equipe motivada, vontade e determinação de atender muito bem, histórico dos números e análise das ações. Se o planejamento for para uma loja nova, a consultora sugere que o empreendedor busque informações em entidades representativas e também com outras empresas (concorrentes e fornecedores) do mesmo ramo de atuação.

Já Sérgio Dal Sasso, criatividade e inovação são dois ingredientes que não podem faltar. "É algo a ser sempre estimulado, proposto e testado em cada etapa a ser desenvolvida e enriquecida pela participação do grupo", explica o consultor. "A missão de uma empresa depende da forma como conseguimos criar diferenciações das mínimas coisas e sempre pensando em poder desenvolver fórmulas que conquistem novos clientes e consigam criar fidelidade aos já conquistados."

Cláudia Montezuma afirma que o importante no final de tudo é ter muito G.A.S., ou Gestão de Atendimento e Serviços. "Se alguma coisa está dando muito certo, copie", afirma. "Não há nada de errado nisso e o segredo é copiar fazendo ainda melhor". Ela diz que o lojista com verdadeira vocação e capacidade de implementação de idéias e ações saberá fazer isso. Mas adverte: por mais capacitado que seja, o lojista nunca vai conseguir fazer isso sozinho. "Portanto, atenção ao pessoal é um ingrediente que não pode faltar".

Seguindo a mesma linha, Sérgio Dal Sasso lembra que auto-avaliação é outro ingrediente que deve ser adicionado à receita de sucesso de um planejamento. "Caso um lojista sinta que todo seu esforço não vem atingindo os objetivos, o mesmo deve reavaliar seu modelo, seus colaboradores e tudo o que movimenta seu negócio", sugere. Dessa forma, na avaliação de Dal Sasso, o lojista troca o "eu consigo" por uma visão do conjunto para desenvolver novas idéias. "Normalmente nos limitamos quando achamos que podemos fazer tudo sozinhos, sem dividir responsabilidades, sem reconhecer as próprias imperfeições", alerta Dal Sasso.

Planejamento realista

Quando decide colocar no papel o que deseja para seu estabelecimento é até compreensível que o lojista fuja um pouquinho da realidade e coloque metas e objetivos distantes de serem alcançados. O desafio é fazer um planejamento adequado à realidade da empresa e do mercado para que o que for planejado possa ser mesmo colocado em prática. "Um sistema de planejamento sobrevive como objeto de gerenciamento de uma atividade lojista, quando conseguimos trabalhar de forma hábil, competente e periódica com o modelo de gestão", ensina Dal Sasso. "Assim, sua qualidade depende da velocidade e poder analítico do grupo para que se possa projetar, revisar e redirecionar caminhos quando isso se fizer necessário", aponta.

Cláudia Montezuma diz que para que o planejamento esteja em sintonia com a realidade do negócio e do mercado, a primeira providência é estabelecer uma meta junto com todos. Para ela, nenhum resultado é bom o suficiente se não houver meta a atingir. "A meta deve ser desafiadora, mas atingível para haver motivação", lembra a consultora. O planejamento, ensina Cláudia Montezuma, deve ser mensurável e "acompanhável", o que não significa dizer que as metas devam ser apenas quantitativas. "O lojista pode querer vender X, mas o cliente tem que querer comprar", diz. "Para que isso aconteça, é preciso pensar na qualidade da venda, estimular a atitude de servir da equipe e só então pensar nos números e no mercado."

"Os mercados estão em permanente mudança, e todos que ficarem perdidos na multidão de lojas que fazem a mesma coisa estarão fadados ao fracasso", diz Cláudia. "Por isso, é importante analisar o mercado e planejar como sair da mesmice." Neste contexto, Sérgio Dal Sasso resume dizendo que o lojista deve elaborar um planejamento que possa ser revisado com praticidade para permitir mudanças e tomadas de decisão com grande agilidade. "Com isso, o lojista evita desperdícios e cria antecipadamente condições para uma movimentação rica em alternativas pela rentabilidade do negócio", explica.

Participação da equipe

Não ouvir os funcionários da loja é abrir mão de uma vantagem competitiva que faz toda diferença. Um planejamento feito sem a participação deles corre sério risco de ficar no papel. "Só quem participa se sente comprometido", lembra Cláudia Montezuma. Além disso, na opinião da consultora, as empresas - inclusive no varejo - gastam muito dinheiro com pesquisas quando deveriam se lembrar que seus funcionários, especialmente aqueles que estão na ponta do negócio, como os vendedores, sabem muito.

O consultor Sérgio Dal Sasso vai além. Para ele, seja qual for o modelo de gestão da empresa, para o desenvolvimento do negócio é preciso trabalhar pelo crescimento da utilidade das funções. Ou seja, formar especialistas em cada área da empresa, o que favorecerá certamente a elaboração do planejamento. "A grande vantagem dessa política é garantir mais velocidade e qualidade nas tomadas de decisões."

Tire o plano da gaveta

Para quem já tem o hábito de fazer seu planejamento anual, o cuidado é com aquelas idéias e ações que por alguma circunstância não foram colocadas em prática. A consultora Cláudia Montezuma diz que não é recomendável simplesmente "reaproveitar" ações de um planejamento para outro. "Tudo muda de um ano para o outro", observa. A cada novo planejamento é preciso fazer uma avaliação profunda para ter certeza de que não houve mudança de prioridades. "Se estava previsto para o ano anterior e não foi executado, provavelmente não era prioridade", avalia.

Para Dal Sasso, ações que não deram certo são passíveis de ajustes para que alcancem os resultados desejados. "O planejamento é um sistema gerencial diário que reúne e integra as pessoas através de um modelo que estabeleça a qualidade dos caminhos que o negócio vai seguir", explica. "O grande diferencial de um bom planejamento está justamente neste exercício obrigatório e constante entre o prever, o planificar e o agir em conjunto pela espera dos avanços, resultados e mudanças", diz. Encarando o planejamento desta forma, é possível resgatar uma idéia da gaveta com grandes chances de sucesso ao colocá-la em prática.

 

II Parte: Quais os tipos de vendedores que encontramos numa empresa...

*Por Prof. Menegatti

Rebelde: praticamente toda equipe de vendas tem um rebelde que não deixa que a monotonia se instale no ambiente. Sempre que possível, ele entra em oposição ao gerente. Os rebeldes tendem a ser pessoas fascinantes, que necessitam de muitos admiradores. Frequentemente, largam o que estão fazendo para dar as boas-vindas aos recém-chegados e lhes oferecer amizade. Se você preza sua nova posição, evite ligações muito intimas com os rebeldes, a menos que esteja despontando claramente como o vendedor de qualidade máxima. Os rebeldes não permanecem, a menos que demonstrem qualidades profissionais muito superiores à média. Seja qual for o caso, associar-se a um rebelde pode deixar uma mancha em sua reputação capaz de durar por muito tempo, mesmo depois da saída dele da empresa.

Negativo: pessoas assim não permanecem por muito tempo em nenhum local de trabalho. Elas podem ter inteligência e competência, mas simplesmente não conseguem deixar de falar mal dos colegas, do gerente, do produto, da empresa. Esse tipo vendedor é um provocador, que tenta arregimentar outros para apoiá-lo. A menos que ele tenha a proteção de algum superior na empresa, mantenha-se longe dele. Se realmente tiver alguma influência na empresa, seja suficientemente agradável com ele, mas não o transforme em amigo íntimo. Se a diretoria, de repente, decidir mandá-lo embora, alguns daqueles que lhe dão apoio podem ir para o olho da rua junto com ele.

Ansioso: é o novo integrante do time de vendas da empresa. Você é como ele, de vez em quando. Fica entusiasmado com o potencial que tem dentro da empresa. Quer ser amigo de todo mundo e, eventualmente, o melhor de todos. Elogie-o por seu entusiasmo, ofereça-lhe ajuda, sem deixar que isso interfira em seu esquema de trabalho. Uma boa dose de entusiasmo desse vendedor serve para reacender em você uma atitude produtiva a respeito de sua carreira...

Sugador: geralmente se inclui entre os cinco por cento que constituem os melhores vendedores da empresa. Ele gosta de estar onde está, acima da média. Espera tornar-se gerente algum dia, e não quer que ninguém ou nada se interponha no caminho que o levará a alcançar seus objetivos. Ele pode tentar abalar a confiança de cada um em suas capacidades. Você tem que aprender a deixar seus comentários entrarem por um ouvido e saírem pelo outro. Do contrário, começará a duvidar de sua capacidade como profissional de vendas.

 

É preciso ter orgulho de ser vendedor

*Por Evaldo Costa
Você é vendedor? Orgulha-se da profissão? Para ter certeza de que você realmente tem orgulho do que faz, verifique como se apresenta sempre que é convidado a fazê-lo. Da última vez que você se apresentou diante de um grupo, você revelou, de pronto, que é um vendedor ou pulou essa parte, dizendo que trabalha com vendas ou algo parecido? Se o seu filho (a) confessar que, quando crescer, será um vendedor, você se sentirá orgulhoso ou tentará dissuadí-lo (a) da ideia?
Se você reagiu negativamente a uma das duas questões acima é sinal que você não tem tanto orgulho assim de ser um vendedor. O fato é que, para vencer é preciso orgulhar-se da profissão. Afinal de contas, ser um ótimo profissional de vendas pode parecer simples, mas não é fácil e é por isso que poucos conseguem alcançar o topo da profissão. Certa vez, eu estava negociando um contrato de consultoria com um gerente de uma empresa e decidimos resolver o assunto em um almoço.
Daí, assim que chegamos ao restaurante, o gerente foi abordado na entrada por uma senhora que tentava uma colocação para o filho desempregado. Então, ela perguntou ao gerente se ele poderia entrevistá-lo. Daí, o gerente perguntou a que vaga ele se candidataria, ao que ela revelou: “de vendedor mesmo serve”.
O verdadeiro vendedor sabe que precisa ver o mundo um pouco diferente que a maioria dos outros profissionais. Ele sabe que precisa ver oportunidades em quase tudo, tem que acreditar sempre no seu sucesso, precisa saber lidar bem com as objeções dos clientes, estar disposto a longas jornadas de trabalho e, ainda assim, agir com cara boa, entusiasmo e bom humor. Porém, é preciso saber que trabalhar muito não garante, por si só, o sucesso, mas trabalhar certo, sim.
O verdadeiro vendedor sabe que a sua função é facilitar e tornar a vida de seus clientes melhor. Ele sabe que os clientes odeiam que lhe vendam coisas, mas adoram comprar, daí o fato do vendedor de sucesso funcionar como facilitador. Ele sabe que não basta ser um bom vendedor é preciso ser um ótimo consultor de vendas, mais preocupado em conquistar boas amizades do que em ganhar uma comissão.
Eduardo Botelho dizia que o vendedor de sucesso precisa orgulhar-se de:
1. Ser quem ele é;
2. Representar os seus produtos e serviços;
3. Sua empresa;
4. Sua profissão;
5. Ser brasileiro.
E eu acrescentaria dizendo que é preciso, também, orgulhar-se de seu desempenho, pois como dizia Thomas J. Watson: “O homem que não tem orgulho do seu próprio desempenho, não realiza nada para se orgulhar”.
Pense nisso, ótimo dia e que Deus nos abençoe.
Evaldo Costa
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor
Site: www.evaldocosta.com
Blog: http://evaldocosta.blogspot.com
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
 

I Parte: Quais os tipos de vendedores que encontramos numa empresa?

*Por Prof. Menegatti

Não existem negócios, empreendimentos, empresas de sucesso, existem sim PESSOAS que fazem dos seus negócios um sucesso.

Segundo Hopkins, existem alguns tipos de vendedores que impedem e outros que sempre alcançam seus objetivos. Veja esses exemplos:

Analítico: esse tipo de vendedor gosta mais de analisar e manter em dia suas estatísticas de vendas do que vender. Ele tem mapas, gráficos, objetivos a serem atingidos. Geralmente, é muito organizado e atualizado em relação aos programas de incentivo. Orgulha-se de todo seu trabalho de análise e ficará feliz de mostrá-lo a você. Tenha cuidado, entretanto, em não se deixar envolver em análises de suas vendas durante as horas em que estiver realmente vendendo. A análise profunda de nossa atividade é excelente, mas consome muito tempo. A menos que esse vendedor seja um dos vendedores de primeira linha na empresa, deixe-o saber que você aprecia suas qualidades, mas dedique suas melhores horas do dia às pessoas a quem pode realmente vender seus produtos ou serviços.

Sossegado: pode ser encontrado na maioria das empresas. É uma pessoa ótima, mas não luta para atingir níveis de excelência. Vende o suficiente para não perder o emprego. Se fizer uma grande venda este mês, pode apostar que vai vender menos no mês seguinte. Em vez de se dedicar a vender mais, passa boa parte de seu tempo em cinemas, lendo, levando seu carro para consertar ou fazendo qualquer outra coisa não produtiva. Se seu objetivo é ser um vendedor de primeiro nível dentro da empresa, não estreite sua amizade com o sossegado. A coisa que ele mais quer ter é uma companhia para passar o tempo, qualquer outra pessoa que não fosse seu cliente.

Campeão: faz parte do primeiro time da empresa. Dificilmente será encontrado no escritório. Se observar com cuidado, perceberá que ele tem menos clientes-problemas do que a maioria dos vendedores. Ele oferece o tipo de serviço que o cliente espera, sem permitir que os problemas se instalem. Ou os resolve com tanta eficácia e rapidez que eles se extinguem antes que possam virar mexericos dentro da empresa. Ele adora compartilhar não apenas suas histórias de sucesso, mas também novas técnicas e estratégias de vendas com os colegas, durante as horas que não dedica às vendas. É uma pessoa ótima para se conhecer. No entanto não espere que ele o adote. Ele será sempre solidário e positivo, mas também estará sempre ocupada, cuidando de seus clientes.

 

VIDA DE CONSULTOR: Perguntas e Respostas!

*Entrevista concedida por Sérgio Dal Sasso: Consultor empresarial, escritor e palestrante em administração de negócios, empreendedorismo, vendas, educação e carreiras.

Para você, o que significa o termo consultor?
O termo consultor se define como alguém com potencial em determinados assuntos em nível suficiente para poder servir a outros, ou seja, resumidamente a palavra consultor pode ser até temporariamente exercida, quando de algum conhecimento que vamos adquirindo, que em conjunto com experiências, resultados e sucesso nos transformem em referências sobre determinados temas e assuntos.
Quais as principais funções do consultor?
A primeira grande função de um consultor é a de ser um orientador, do tipo que detêm conhecimento, capacidade e formas para traduzi-los diante das necessidades dos seus clientes. A segunda e talvez a mais importante, para que tenhamos sucesso na profissão, é a de ser um excelente negociador, já que idéias geniais necessitam de convencimentos, seguranças, e critérios para que sejam respeitadas, aceitas e bem vendidas.
O consultor é feito, parte pela qualidade do que conhece, parte pela habilidade e capacidade de articular e ofertar sua forma de ajudar. Suas funções de forma geral atingirão dimensão pela própria demonstração de soluções e resultados e disso certamente dependerá sua participação nos níveis estratégicos e táticos da organização.
Qual a metodologia de intervenção utilizada pela empresa?
Acredito que a principal habilidade de um profissional que atua como consultor é de poder perceber o modelo e cultura da empresa por onde pretende ofertar seus serviços. Para se ter uma boa entrada com suas atividades, a experiência mostra que não existem empresas iguais, e que resultados podem e são obtidos mesmo quando deparamos com modelos aparentemente distantes dos princípios que temos e adotamos como parâmetros de sucesso empresarial recente.
Pessoas, processos, culturas e climas organizacionais não são formados somente por soluções matemáticas, mas com a identificação das particularidades do como é, se comporta e se faz em cada casa de cliente. A metodologia apropriada para o desenvolvimento de um trabalho, sempre dependerá da percepção por parte do consultor do que é possível ser feito para que sejamos aceitos, pois um sistema empresarial bem sucedido requer integração e essa deve ser a preocupação do próprio contratado no sentido de ser recebido como algo que vem para adicionar e nisso a própria palavra intervir já seria algo a ser rejeitado internamente.
Você poderia apresentar exemplos ou "cases" de trabalhos desenvolvidos/resultados (se não puder nomear a empresa não é necessário - neste caso apresentar o ramo de atividade)?
Quando uma empresa pensa em contratar um consultor, normalmente está a procura de um especialista, que de alguma forma possa ajudar a criar e organizar com soluções que em muitas vezes, até pelo próprio ritmo operacional da organização, não se pode desviar seu próprio quadro interno para tal desenvolvimento. Na verdade todo consultor é medido por gerar ou não resultados, até porque se espera pela própria característica das suas atividades uma ampla visão externa, onde sua a experiência possa contribuir com novas visões e soluções.
Tenho um caso, de reorganização da estrutura comercial de uma grande empresa do setor farmacêutico, onde horizontalizamos sua estrutura organizacional, reduzindo custos e atribuindo mais responsabilidades a sua equipe, que acabou gerando um crescimento real de 50% no seu faturamento em seis meses, apenas pela valorização adicional e melhoria do clima interno. Às vezes encontramos equipes apáticas, que não conseguem conquistar suas metas e nesse caso uma breve entrevista, pesquisa e avaliação das bases pode ser muito mais objetiva do que a própria conversa com a alta gestão.
Em outro "case" tinha uma empresa muito bem equacionada, do setor de distribuição, com uma estrutura impecável, porém com um endividamento herdado de gestões anteriores, que não permitiam que a rentabilidade atual fosse suficiente para uma gestão equilibrada dos negócios. Após um longo estudo de possibilidades e viabilidades, levamos um plano a indústria base dos negócios do cliente, viabilizando um financiamento direto entre as partes, que a baixos custos e incluindo a garantia do próprio imóvel, permitiu o equilíbrio das atividades e a quitação do acordo em menos de três anos.
O grande prazer de um consultor, quando se refere a cases de sucesso, está no relato de situações onde simples modificações refletiram em grandes mudanças no conjunto da organização
Quais os problemas comuns diagnosticados nas empresas?
Clima organizacional desfavorável, ausência de planos de carreiras compatíveis com os planos de crescimento, má utilização ou desconhecimento de modelos de gestão e ausência de treinamento profissional.
Como você vê o futuro do mercado para consultores?
A atividade consultiva, seja qual for o ramo de atividade a ser desenvolvida, é uma forma promissora de se desenvolver uma profissão. Os aspectos que a favorecem como alternativa e modelo de trabalho estão ligados a própria demanda do mercado pela complexidade, dificuldades, buscas de soluções e custos. O consultor é um especialista a disposição das organizações, e para tanto deve construir seus históricos com realizações e resultados. Seu conhecimento e modelo de atuação por projetos e objetivos são excelentes alternativas para empresas e empresários na solução de suas dificuldades, sem haja o desvio da operacionalidade do quadro interno de colaboradores. O futuro do consultor, como o de todas as profissões e carreiras, depende da determinação profissional, em poder continuar se mostrando como uma grande alternativa para soluções, investindo em si próprio, criando e aperfeiçoando a sua forma de ser útil, educando-se para educar.


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Você é o Melhor ou o Menos Pior?

*Por Por Ricardo Carreras

Preferimos a sensação de conforto proporcionada pela comparação com os piores.
A corrupção das pessoas está tão espalhada que faz parecer virtude uma obrigação que se cumpre, uma dívida que se paga, ou uma verdade que se diz. As coisas não se regulam pelo que deviam ser, mas pelo que poderiam ser; isto é, a dívida que se podia não pagar, e se pagou; a verdade que se disse, podendo-se esconder; e assim a privação do erro serve de virtude; e de alguma sorte, para ser um homem virtuoso, basta que não se faça algo errado. Daqui vem que uma ação é louvável só porque não é repreensível.
Apesar de parecer tão contemporâneo, o texto acima adaptado foi publicado originalmente em 1752, no livro Reflexões sobre a Vaidade dos Homens, de Matias Aires.

Fiquei impressionado como estas palavras aplicam-se tão bem aos dias atuais, onde basta não ser corrupto para ser um político merecedor no nosso voto, ou apenas cumprir o horário e não faltar no serviço para ser um bom funcionário, ou basta pagar os salários em dia para ser um bom patrão, ou não faltar às reuniões dominicais na igreja para ser considerado um cristão. Poderíamos usar diversos exemplos em nossa sociedade para perceber que temos mais méritos pelo que não somos do que pelo que efetivamente somos.

No meu ponto de vista, tal fato deve-se ao hábito de, muitas vezes, termos parâmetros rasos como referência. Ao invés de nos espelharmos nos melhores e buscarmos alcançá-los, preferimos a sensação de conforto proporcionada pela comparação com os piores.

Neste sentido, Nicolau Maquiavel, apesar da fama de mau, traz um conselho interessante em seu tratado político intitulado O Príncipe:

Um homem prudente deve sempre seguir os caminhos abertos pelos grandes homens e espelhar-se nos que foram excelentes. Mesmo não alcançando sua virtù, deve pelo menos mostrar algum indício dela e fazer como os arqueiros que, julgando muito distantes os alvos que pretendem alcançar e conhecendo bem o grau de exatidão de seu arco, orientam a mira para bem mais alto que o lugar destinado, não para atingir tal altura com a flecha, mas para poder, por meio de mira tão elevada, chegar ao objetivo.

E porque não dizer do padrão divino? No livro de Tiago, no capitulo 4:7, está escrito: Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado. Neste texto fica claro que, segundo a bíblia, apenas não fazer o mal não basta. É importante fazer o bem.

Temos que acabar com a lei do menor esforço, tão presente em nosso país. Onde, quando muito, faz-se o suficiente. Se você acha que estou exagerando, vá até uma repartição pública e veja como será atendido.

Diante do exposto, creio que cabe a nós refletir e avaliar qual referência devemos tomar, onde queremos chegar, que tipo de lar, empresa e país queremos ser. O ‘Melhor' ou o ‘Menos Pior'?

* Diretor da Aliança
Site www.apd.com.br/blog

 

Quando o desemprego não é o problema

*Por Evaldo Costa

A maioria das pessoas que se lança ao mercado de trabalho tem o grande desafio de conseguir um bom emprego e manter-se nele. Em todas as áreas, a competição é enorme e conseguir uma boa colocação é para poucos. Na profissão de vendas esse desafio não é diferente, ou você é o melhor consultor de vendas do pedaço ou estará em dificuldades, como a maioria dos profissionais da área, para conseguir uma boa remuneração.
Boa parte dos vendedores não se orgulha de sua profissão, pensa que sua contribuição é pouco significativa para as organizações, imagina que qualquer um pode ser vendedor. Esquecem, no entanto, que é o vendedor que move a economia do nosso planeta, proporcionando lucro empresarial ao mesmo tempo que fornece combustível para alimentar os motores das organizações, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte.
Porém, para vencer na profissão de vendas, não basta ser bom, é preciso ser ótimo. Mas, como saber a diferença entre ambos? Os bons vendedores se acham super qualificados para desempenhar funções de vendas, consideram-se mal pagos, não querem se esforçar além de seus próprios limites e, por isso, em época de crise, ficam desempregados.
Conversando com os bons vendedores você irá ouvir deles algo como: "as minhas vendas caíram porque o mercado está em crise”, “ninguém está vendendo nada”, “como pode uma pessoa tão bem qualificada como eu não estar vendendo bem”, “nunca vi um mercado tão fraco assim”, "Eu gostei de ter trabalhado lá, mas eles não me pagavam o suficiente".
Os bons vendedores não percebem que o problema com a falta de vendas está em si mesmo, que a dificuldade de vendas é um teste para conduzí-lo ao topo da profissão. Daí, a maioria não se esforça o suficiente e deixa as oportunidades fugirem por entre os dedos, como se areia ou água fossem. Porém, há uma minoria que segue de forma obstinada o seu caminho, como se fosse o espermatozóide que vence todas as barreiras para fecundar o óvulo da vida.
A verdade é que, se você é um ótimo consultor de vendas, todas as portas estarão abertas para você. Mas para ser um profissional de destaque em vendas é preciso amar a profissão, agir como um vencedor e persistir sempre, pois o crescimento na profissão pertence aos que fazem as vendas e não os que ficam o tempo todo discutindo como deveriam agir para vender.
Os ótimos consultores, não são vaidosos, não tem problema com baixa remuneração, para eles não existe crises e nem desemprego, há sim um monte de empresas querendo “comprar o seu passe”. Eles sabem que  vender bem é como viver bem, ou seja, quanto mais você dá para a vida mais recebe dela.
O consultor de vendas que deseja alcançar o topo, dá o melhor de si para que o emprego o encontre onde quer que ele esteja. Eles sabem muito bem que deve gastar mais horas realizando que “falando abobrinhas”, fazendo que planejando, vendendo do que esperando que o cliente compre, pois, quem vende está vivo, mas quem quase vende já morreu.
Pense nisso e ótima semana,
Evaldo Costa
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor
Site: www.evaldocosta.com
Blog: http://evaldocosta.blogspot.com
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
 

MAIS QUE UM FUNCIONÁRIO

*Por Gilberto Wiesel

Você, empresário, já começou a se planejar para 2011? Então, prepare-se: a expectativa das empresas brasileiras é de aumento nos investimentos para o próximo ano. Uma pesquisa, divulgada recentemente, da Câmara Americana de Comércio (Amcham) e do Ibope Inteligência com 500 organizações revelou esse crescimento. De acordo com o estudo, os maiores investimentos não serão em infraestrutura, e sim contratações, benefícios, capacitação e treinamento, o que devem representar 7% a mais que os 40% aplicados em 2010.

O principal motivo para investir em novos profissionais se deve ao fato de que os "clientes internos" são tão importantes quanto os consumidores. Então, como dar a atenção necessária aos trabalhadores e construir um relacionamento sólido? O que fazer para formar uma equipe vitoriosa? Antes de tudo, é fundamental conhecer as principais características das pessoas com quem trabalha, além de considerar cada funcionário como peça-chave para o bom desempenho de sua empresa. Isso proporciona maior conexão entre os profissionais, que passam a entender o quanto são essenciais dentro da companhia.

Uma das ações que tende a fortalecer esse contato mais próximo é o diálogo dinâmico e interativo, no qual a colaboração em ideias, projetos e tarefas da organização ocorre de ambas as partes. Essa relação pode ser ampliada por meio de técnicas que vêm obtendo sucesso nas empresas. Um exemplo é a Redecard, que incluiu o entretenimento no espaço profissional para integrar os funcionários. Desta forma, proporcionar mais interatividade entre os profissionais por meio de jogos e exercícios tende a ser uma forma eficaz de desenvolver o trabalho em equipe e aspectos importantes, como competitividade e liderança.

Mais um aspecto que deve ser levado em conta é a comunicação eficiente entre os dirigentes da empresa e seus funcionários. Isso significa informar sobre projetos e mudanças de forma a manter todos os profissionais atualizados em relação a alterações nos serviços. Tal ação evita situações incômodas, como por exemplo, clientes que ligam para saber sobre determinadas modificações e se deparam com a falta de informação e conhecimento dos colaboradores. Criar essa comunicação coletiva, da qual todos participam efetivamente e recebem atualizações acerca de novas direções para a empresa, é um bom modo de cultivar o espírito de equipe.

Outra atitude que tende a desenvolver um relacionamento fiel com os "clientes internos" é a inserção, no ambiente de trabalho, de ginástica laboral e outras atividades, como yoga e alongamento. Essas práticas, além de auxiliarem no desenvolvimento de uma vida saudável, melhoram a autoestima dos colaboradores, que podem desempenhar suas tarefas de maneira mais proveitosa. O ganho é duplo: ao passo que os profissionais trabalham mais motivados, a empresa consegue elevar sua produtividade.

O fato é que cada um desempenha determinado papel fundamental nas atividades produtivas. E a soma dessas funções, de forma integrada, gera um trabalho em equipe eficaz. Manter a relação sólida com esses clientes é exatamente uma das chaves para o sucesso. Não basta investir em mão de obra qualificada, o essencial é aproximar-se dos funcionários e desenvolver o verdadeiro trabalho coletivo, já que a organização depende dos clientes internos e vice-versa. Unidos, o objetivo torna-se comum: o crescimento e o bom desempenho da empresa. Portanto, aproxime-se desses clientes! Integre sua equipe e se entregue a ela, afinal uma só andorinha não faz o verão.

 

 


Mensagem: Um período de turbulência é muito perigoso, mas o maior perigo é a tentação de negar a realidade.
Peter Drucker

 

Atenciosamente,

Website Gilberto Wiesel.

www.gilbertowiesel.com.br

 

É hora de mudar de rumo!

*Por Professor Caxito

"Recurso humano a disposição do mercado". "Momento de transição de carreira". Não
importa o eufemismo usado, a verdade é que aconteceu com você! Seja qual for o motivo,
você se encontra DESEMPREGADO!

Em primeiro lugar: mantenha a calma!

Em nossa sociedade, somos julgados pela nossa posição social e profissional. Por isso
é tão difícil aceitarmos a condição de desempregados. De uma hora para outra, perdemos
sobrenome, status, poder e reconhecimento.

Mas você deve aproveitar este momento para crescer pessoal e profissionamente.

A maioria das pessoas não planeja sua carreira. Nós deixamos a vida nos levar, como
diz a música de Zeca pagodinho. Mas se você deixa a vida te levar, principalmente na sua vida
profissional, dificilmente vai alcançar seus sonhos.

Use este momento para repensar sua carreira. Seu último emprego trazia satisfação? É
o que você quer fazer por mais alguns anos de sua vida? Não é momento de buscar um
emprego mais ligado àquilo que você realmente gosta de fazer e que lhe traga satisfação
pessoal e profissional?

É hora de usar sua Network

Assim como uma rede de segurança, sua network tem o papel de suportá-lo, de
ampará-lo quando você precisa, evitando que você caia como agora que está desempregado.

Uma boa rede deve ser alimentada, tratada e construída não quando você precisa de
ajuda, mas sim quando você pode ajudar. Quando você se lembra das pessoas, oferece ajuda,
fortalece os nós de sua rede. Quando precisar, as pessoas lembrarão daquilo que você fez por
elas.

É hora de conhecer gente nova

Quando estamos empregados, temos a tendência de nos relacionarmos apenas com
as pessoas ligadas à nossa atuação profissional. Deixamos de buscar novas amizades, novos
contatos e experiências.

Aproveite este momento para abrir seus horizontes. Que tal ser voluntário?

O voluntariado é uma grande chance de enxergar o mundo de um ponto de vista
diferente, de conhecer pessoas diferentes com as quais compartilha uma mesma preocupação
social. E elas se lembrarão de você quando precisarem de um profissional diferenciado.

É hora de se preparar: você estará nesta situação outras vezes.

Há alguns anos, quem trocava constantemente de emprego era mal visto pelas
empresas. Tinha a "carteira suja". Hoje, é não só comum como até recomendável que o
profissional tenha várias experiências profissionais.

Portanto, é importante que o profissional crie uma boa imagem, uma marca pessoal
que o destaque dos demais profissionais e que sirva de referencial para as empresas que o

contratarão.

Agora é com você. Não se deixe abater por este momento de transição em sua
carreira. Analise sua vida profissional, defina o que gostaria de fazer no futuro. Invista em sua
network e conheça pessoas novas. E saiba que momentos de transição vão acontecer com
freqüência em seu caminho. Use-os a seu favor!

Até o próximo mês e Acelere sua Carreira

 

Oportunidades: Futuro, Investimentos e Negócios

*Por Sérgio Dal Sasso

Pensemos juntos sobre o quanto é complicado produzir idéias, conseguir traduzi-las no papel, elaborar planos e transformá-los em algo que seja palpável e possível de ser executado. Pensar é um princípio que ativa a vida, de um lado com recordações, do outro como os fatos do dia a dia. Na administração, poder pensar no que passou é estar documentado de históricos, que reunidos organizadamente permitam uma constante análise do que fizemos bem, do que erramos, e assim, diante do também conhecimento do que está nos sendo exigido pelo mercado, ter condições para ampliar a visão, pelas melhores técnicas e pessoas rumo à obtenção das melhores idéias e planos que conquistem mais resultados.

O mudar nos exige uma constante caça a oportunidades, tanto pela procura de novos espaços para fazer as coisas de forma mais competitiva, como pelo acreditar com antecedência no potencial mercadológico da região escolhida. Essa semana na revista Veja (Edição 2180), foi publicada uma extensa e fantástica matéria “Especial cidades médias – Aonde o futuro já chegou”, relatando dezenas de cidades de porte médio, distribuídas pelos quatro cantos desse País, que em comum apresentam reais condições (Pessoas, consumo em evolução e estrutura) justificando um crescimento acima da média nacional e em alguns casos com índices superiores aos dos tigres Asiáticos.

Adorei a forma como foi conduzida a reportagem e recomendo como lição de casa essa leitura, que incluem detalhes básicos para sustentação das nossas buscas, reunindo potencialmente a natureza que vem justificando o progresso, junto com as experiências e atitudes de empreendedores que por lá se instalaram.

Com a matéria, lembrei também de velhos conceitos, onde hoje vivendo um mundo tão conectado as operações virtuais, às vezes achamos que tudo pode ser feito pelo digitar, enviar e receber. Lembrei-me dos princípios para o bom marketing, a base dos 4P´s (Praça, Produto, Preço e Promoção), que ainda hoje é base elementar para a sustentação dos negócios. Dos 4P´s, atentei minha atenção ao item praça, traduzindo nas vantagens da localização, do como ter seu espaço adequado em relação aos clientes, dos valores que temos e podemos investir, dos fornecedores mais informais, mais próximos. Veio a cabeça a lembrança de um Samuel Klein, que costumeiramente se dirige ao seu helicóptero, para poder ver de cima a região a ser escolhida para a instalação das futuras lojas “Casas Bahia”.

Por último, veio a minha mente que tudo tem o momento certo para mudanças, mas que essas dependem da nossa maturidade que deve sempre ser evoluída de experiências, que formem créditos e organização, nos preparando para que tenhamos segurança e determinação pelo acreditar e assim poder ir de encontro com situações melhores. Mudar faz parte e nisso até um simples corte de cabelo pode traduzir em um sentimento novo.

E fechando todo esse meu pensamento, agora olhe para você, não fique sempre achando que as coisinhas estão definidas, pois nunca estarão e a sua evolução não depende somente do que os outros esperam de você, mas de um conjunto de valores que reúnam a sua melhor condição pelo fazer.

Bem vindo ao mundo empreendedor. Busque estar aonde o futuro já chegou!

Sérgio Dal Sasso  consultor empresarial, escritor e palestrante. Palestras em administração, empreendedorismo, vendas e educação profissional. Portal: www.sergiodalsasso.com.br

Escritórios: São Paulo e Aracaju

Administração, Empreendedorismo, Vendas e Educação Profissional

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Profissão, Empresas e Crescimento

*Por Sérgio Dal Sasso

Ao longo da minha vida profissional e em todos os casos e cases que tive a grata possibilidade de vivenciar, em comum, nunca conheci uma história de empresas ou de profissionais que pudessem ser relatadas sem a ocorrência de desvios que necessariamente provocassem mudanças e novas adequações.

Evolução é uma palavra que exige adições, pois naturalmente se antes você se contentava com pouco, é porque de alguma forma não lhe era oferecido tantas novas situações para poder desequilibrar a sua vontade e assim estimular o seu desejo incluído mais critérios seletivos e qualidade. É do ponto de vista da sua própria mudança como consumidor que podemos enxergar o que vamos ter que propor para continuar pela evolução do lado profissional e dos resultados.

Nosso grau de exigência é proporcional as opções e seu volume de alternativas. De fato se retrocedermos ao passado não tão distante verifica-se que o gosto pelo comprar não se alterou, mas as condições e opções hoje são infinitamente maiores, assim evoluímos exatamente pelo fato que o mesmo capital que destinamos ao consumo pode ter infinitos destinos, adicionando mais dúvidas, e por tabela instintivamente mais suporte, para o clareamento da melhor opção.

O poder do cliente veio exatamente acompanhado por uma seleção natural do que é ser bom no mercado.  As leis tipo “do consumidor” vieram em conjunto com as certificações (ISO) traduzindo uma mensagem de que para estar atuando com alguma atividade profissional, tem que ter como base a qualidade e como missão muita competência na arte de negociar e atrair desejos. Se por um lado a seleção gera buscas pela evolução para conquistas e formação de referências, por outro, as empresas que no fundo somos nós, devem ter um poder inesgotável para criar novas situações e assim ter formas para manter seus holofotes dirigidos e segmentados para sermos a primeira luz procurada quando do despertar das aquisições.

Se o mundo se faz complexo, o grande desafio que temos é exatamente o de continuar produzindo “um você precisa, eu ou nós somos a garantia da melhor solução” através de uma linguagem perceptiva a todos, e isso só pode ser feito quando você de fato se encontrar nas duas pontas, estudando os desejos segmentados do mercado e desenvolvendo formas do como personalizar para interagir com ele.

O poder da informação, seu entendimento e contribuição para as ações, têm tudo a ver com o nosso envolvimento do vai e volta do mercado, com a preocupação com os detalhes para sermos bons negociadores, produtores de novas políticas, novas responsabilidades e com a habilidade quase natural de adesão de novos componentes para criar melhorias entre você, sua empresa e mercados.

Estar preparado facilita o entendimento das mudanças, capacita o seu crescimento pela construção de equipes, de parceiros sólidos e focados,  estabelece a segurança e a autoconfiança por um qualificado relacionamento interno e com o mercado. É dessa forma que substituímos em grande parte os riscos das grandes mudanças, já que elas devem ter sempre um sentido diário de criações com renovações e assim serem naturalmente adicionadas e assimiladas.

 

Sérgio Dal Sasso

Consultor Empresarial, Escritor e Palestrante. Palestras Inteligentes em Administração, Empreendedorismo, Vendas e Educação Profissional. Portal: www.sergiodalsasso.com.br
Consultoria – Palestras – Treinamentos

Escritórios: São Paulo e Aracaju

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Carreiras: O princípio da Competência

*Por Sérgio Dal Sasso



O mundo empresarial passa por uma transição sem volta, sendo que a chave do êxito se encontra na formulação e equivalência do comportamento variável dos fatores globais com os processos de adequação e gerenciamento dos negócios, através de sistemas que se apropriem para vencer sazonalidades.



Nossa condição fixa ou variável já não possui vínculos com o patrimônio das organizações, que por sua vez não são mais representativos pelo imobilizado, mas pela qualidade do mobilizado.



O jogo que tem valor está exatamente no campo de batalha e, portanto é de alto risco e feito para uma nova safra de destemidos, loucos e determinados conquistadores. Ao contrário, num passado muito próximo, o show era ser parte de um staff, medido por reuniões intermináveis, junto a um grupo de estratégicos pensadores.



Sem questionamentos, nosso sonho era poder se deslocar para área nobre das organizações, local reservado e blindado para os altos escalões. O resultado da conquista somava-se a uma sala decorada com direito a cafezinho servido pela copeira, ser tratado por senhor ou doutor, e paparicado por uma exclusiva secretária. Daí para frente o sucesso ficaria na dependência das articulações sociais entre os habitantes deste requintado e exclusivo mundinho.



Os tempos mudam, e com eles novas necessidades e exigências criaram a percepção de um modelo enxuto próximo às coisas praticas e operacionais, e assim gradativamente os velhos sistemas foram sendo condenados pelo próprio distanciamento tático que definiram a sua própria ascensão.



No mundo competitivo, gradativamente fomos assistindo ao fim do status do isolamento, valorizando aqueles naturais do campo das ações. Ser executivo, independente do tamanho das ambições passou a ser sinônimo da frase “ter capacidade de executar” de tal forma que o custeio do passe fica pela medição direta dos resultados produzidos. Desta forma presenciamos a extinção da garantia fixa de ser e estar para um perfil necessário de participar e agir, dependente direto do êxito das próprias realizações e da capacidade criativa de inovar com soluções frente a um mundo articulado para ser desigual.



Quando definimos o comportamento empresarial moderno, temos a clara visão de que todos participantes do meio devam estar necessariamente ligados e conectados para a produção geradora de negócios, ou seja, arte de executar fica na dependência do profundo vínculo e afinidade com o conhecimento das variáveis conectadas diretamente com o mercado. Desta forma o segredo e êxito do desenvolvimento de uma atividade estão na quantidade qualificada de profissionais competentes, feitos pela média ponderada dos pontos fortes de cada geração de profissionais que fazem o time, para interpretar e agilizar soluções de retorno ao mesmo mercado.



A pró-atividade passou a ser mandatária nos quesitos do mundo variável, e desta forma não ser animadamente atirado é estar convicto de que será fuzilado, internamente ou pela concorrência mais esperta. No mundo variável tudo que não está no foco para definir resultado, independentemente de ser humano ou técnico, são repassados para quem possa dar mais variabilidade de execução.



A solução estrutural está no conceito de um modelo permanente e elástico, do tipo ser “resiliente” o suficiente para atacar e recolher sem grandes perdas, mas com velocidade suficiente para continuar o jogo da ação, reação e resultados. Estamos na era do soltar a franga, porque a produção do valor está em ser variável e continuamente solucionador das coisas que a maioria não consegue.



O mundo continuará sendo seletivo pela busca dos qualificados, sendo que, o que se espera de cada um de nós é um fôlego adicionado de razões para que possamos nos adaptar ao que as transformações venham a exigir para viabilizar as atividades e sua transferência de ganhos tangíveis ou não à própria vida.

 

 

*Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, escritor e palestrante. Palestras inteligentes em Empreendedorismo, Administração, Vendas e Educação Profissional. Portal: www.sergiodalsasso.com.br



falecom@sergiodalsasso.com.br

 

MILAGRES CORPORATIVOS



*Por Floriano Serra

Em defesa da qualidade de vida no trabalho, venho escrevendo artigos
desde o ano de 2000 e já tenho mais de 300 deles publicados em jornais, revistas e
websites, além de quatro livros sobre o mesmo tema.
No entanto, diante do que a gente fica sabendo daquilo que há anos se
passa na maioria das empresas em termos de desumanização das políticas e
procedimentos da gestão de pessoas, confesso que às vezes me dá vontade de
parar com essa atividade quixotesca – já fui chamado de utópico.
Eu, que, como psicólogo, tanto acredito na capacidade de mudança do
ser humano, chego a pensar, em alguns momentos, que as mal administradas
prioridades do universo corporativo não vão mudar nunca e os burnouts e bullying
vão continuar tirando a paz e a saúde de dedicados profissionais.
Mas aí leio algumas boas notícias e fico com a sensação de que finalmente,
como que por milagre, algumas coisas nesse sentido vão mudar para melhor – e
decido continuar nessa missão.
Por exemplo: está tramitando na Câmara o Projeto de Lei número 7.202/
2010 que inclui o assédio moral como acidente de trabalho. Pelo projeto e
segundo as notícias, “os peritos do INSS é que darão o diagnóstico de assédio,
que poderá ser usado como prova em ações judiciais”. Além de receber o auxílio-
doença acidentário, o empregado terá estabilidade no emprego por 12 meses.
Só para se ter uma idéia do que pode resultar desse projeto, basta lembrar
que no período de 2006 a 2009, a concessão desse auxílio para funcionários com
transtornos psicológicos e comportamentais (que incluem o assédio moral) subiu de
612 casos para 13.478!
Trocando em miúdos: se os gestores não aprenderem a tratar melhor seus
colaboradores, as empresas poderão ter seus custos trabalhistas consideravelmente
elevados. Ou seja: terão que mexer nos bolsos ou nos líderes. A propósito deste
assunto, em Nova York o presidente da gigante Hewlett-Packard (HP) acaba de
renunciar após ser acusado de assédio. Ou seja, a coisa é séria.
Outra boa noticia: de acordo com a Relação Anual de Informações Sociais
(RAIS), no ano passado houve um crescimento de 15,11% na contratação de
profissionais com mais de 50 anos! Fantástico! Quando se sabe que muitas
empresas vêm recusando candidatos com mais de 35 anos por serem “velhos”,
isso não é um verdadeiro milagre? Tudo indica que, finalmente, algumas empresas
passaram a reconhecer, respeitar e utilizar a experiência dos “idosos”, minimizando
o abominável preconceito que ainda sobrevive em muitas organizações.
Como se não bastassem essas auspiciosas novidades, lá vem a terceira boa
noticia: Bill Gates, fundador da Microsoft e o investidor Warren Buffett conseguiram
arregimentar 40 bilionários americanos a doar metade da fortuna para atividades
filantrópicas e beneficentes! Eles calculam que sua campanha vai arrecadar cerca
de 600 bilhões de dólares para a caridade. Definitivamente, é ou não é um milagre?
Refletindo sobre essas três ótimas noticias, me veio à mente a idéia de
escrever outro artigo ou mesmo um novo livro intitulado “Como você gostaria de ser
lembrado?”.
Acho que tem tudo a ver.

Floriano Serra é psicólogo, consultor, palestrante e facilitador de seminários
comportamentais. É diretor-executivo da SOMMA4 Gestão de Pessoas, autor de
vários livros e inúmeros artigos sobre o comportamento humano. Ex-diretor de RH
de empresas nacionais e multinacionais. E-mail: florianoserra@somma4.com.br

 

A arte de conversar

*Por Professor Caxito

Conheça a ti mesmo

Quando pensamos em falar em público, logo nos vem a mente a
imagem de um púlpito ou palco, uma tela e um projetor, slides e um microfone.

Porém, a arte de falar em público é muito mais ampla. Em cada conversa,
reunião ou telefonema, cada viagem que você faz durante seu dia de trabalho, você
está exercitando a arte de falar, a arte de se comunicar. E da mesma forma que em
uma apresentação para um grande público, você precisa saber se comunicar.

Para captar o interesse de seu interlocutor, ou de sua platéia, sua mensagem
deve ter clareza e objetividade.

Tive um excelente professor na minha graduação. Ele é um profissional como
uma história profissional fantástica, atuou como executivo de um grande banco em
vários países do mundo. Conhecia muito de finanças e era competentíssimo. Porém,
os alunos detestavam a sua aula. Por um simples motivo: poucos entendiam o que
ele estava falando. Por que sua linguagem era cheia de termos técnicos, construções
rebuscadas e citações que só uma pessoa com ampla cultura entenderia.

Já a falta de objetividade, com certeza você deve ter vivenciado. Sabe aquele
seu amigo ou companheiro de trabalho que começa a falar de um assunto e termina
em outro? Você o cumprimenta com um “bom dia” e ele começar a explicar todo o seu
trajeto desde a casa até a empresa, e entra em detalhes sobre o barulho estranho que
o carro fez e ai dispara a contar sobre a viagem que fez à praia, etc.

E você ali, doido para arrumar uma desculpa para ir cuidar de sua vida.

Será que sua comunicação tem sido clara e objetiva? Temos muita dificuldade
em avaliar a forma como nos comunicamos. E raramente as outras pessoas nos
alertam sobre os problemas e erros que cometemos ao falar.

Para ser um bom comunicador, você precisa constantemente analisar sua
comunicação cotidiana, sua forma de se expressar. Aqui vão algumas dicas para
ajudá-lo:

Bons oradores desenvolvem um bom autoconhecimento e domínio de si, além
de um profundo conhecimento do tema sobre o qual precisam falar. Planejam sua fala
de forma a utilizar o ambiente e os recursos de que dispõem para exprimir suas idéias
e convicções e atrair a atenção e o interesse do público.

Utilizam a voz de forma ritmada, evitando o tom monocórdico, alterando a
altura, intensidade vibração e o entusiasmo para enfatizar os pontos mais importantes
do discurso, com um tom amigável e sem exagero.

Conte “Causos”

Vê Se Te Enxerga!

Comungue!

Outro ponto em comum em bons comunicadores é a capacidade de contar
casos! Incluem exemplos vivos nas conversas, ou seja, pessoas de verdade fazendo
coisas reais.

Cada um de nós pode ter a sua opinião pessoal sobre o Presidente Luis Inácio
Lula da Silva, que não cabe aqui discutir. Podemos até afirmar que ele comete muitos
erros de português e utiliza de forma exagerada as gírias e às vezes até palavrões.

Mas é indiscutível a sua capacidade de usar parábolas, exemplos reais e casos
para dar seu recado e ser entendido pelo seu público, que é basicamente composto
por pessoas com pouca formação cultural.

Ser modesto e despretensioso também é um aspecto chave para o sucesso
na comunicação. Arrogância afasta as pessoas. Não tente, durante uma conversa,
mostrar sua superioridade. Você tem um ponto de vista sobre um determinado assunto
e a oportunidade de defendê-lo frente a uma pessoa, que pode concordar ou não com
sua visão.

Comunicar e Comungar são palavras com origens semelhantes, e expressam
a idéia de dividir, compartilhar, fazer junto. O entendimento daquilo que você defende
depende dos conhecimentos de cada um. Assim, você deve falar com cada pessoa da
forma que ela entende. O respeito deve ser total.

Faça contato visual com a pessoa, mas tome cuidado com o olhar. Não se fixe
nem fique pulando o olhar muito rapidamente, para não passar a impressão de que
está perdido ou nervoso. Por outro lado, não fique para cima ou para o nada, pois seu
interlocutor o achará arrogante.

Seja oportuno.
Amarre suas observações ao jornal de hoje. Atualize
constantemente seu material. Identifique como o tema de sua conversa é impactado
pelas mais recentes notícias.

Em seu cotidiano, o motorista de Taxi tem a oportunidade de entabular uma
dezena de conversas. Alguns clientes gostam de um bate-papo, outros preferem o
silêncio. Um bom comunicador conseguirá perceber estas característica, e usar a
habilidade de se comunicar para construir relacionamentos. E bons relacionamentos
significam bons negócios.

 

SUA EMPRESA É UMA FÁBRICA DE SONHOS?

*Por Gilberto Wiesel.

A velocidade da informação, proporcionada pelo avanço da tecnologia, nos mantêm imersos em um constante e abundante fluxo de notícias, casos, dados e, principalmente, anúncios. Publicidades de produtos e serviços nos rodeiam todo o tempo, o consumo não se resume mais ao simples ato de adquirir algo, e passa a fazer parte das nossas vidas e aspirações. As marcas são mais do que simplesmente referência de compras, elas ocupam um grande espaço na rotina dos consumidores, são parte dos sonhos da população. A questão então é como, em meio a todos esses inúmeros e repletos anúncios, promoções e ofertas, destacar a sua marca, a sua empresa, e fazer parte dos sonhos do seu cliente?

Acima de tudo, é preciso que se estabeleça uma relação de confiança entre seu negócio e sua clientela e, além disso, transformar esse relacionamento em duradouro e sustentável. A sua marca pode se transformar na ligação entre a atual realidade e o projeto ao qual seu cliente aspira. A confiança na sua empresa é capaz de alimentar o plano de futuro dessas pessoas, e é de extrema importância que seu consumidor perceba o investimento da sua companhia nos sonhos dele.

Muitos empresários pensam que preço baixo é um gerador automático de confiança, o que certamente não é verdade. A agressividade na competição pelo menor custo, por meio da diminuição da qualidade, seja dos produtos ou dos serviços, é uma estratégia que pode até elevar o número de vendas, mas não reforça em nada a relação cliente/empresa, ainda mais no que se refere à lealdade. Se o seu objetivo é fidelizar seus clientes, não se esqueça: qualidade é fundamental.

Para investir e fazer parte das aspirações mais ambiciosas dos seus consumidores é preciso estar presente, manter o canal entre as duas partes aberto, ou seja, saber que a comunicação é fator decisivo. Estar na mídia agrega credibilidade e valor ao seu produto ou serviço, reforça a personalidade da sua empresa, confere simpatia à marca e, principalmente, instiga a curiosidade dos compradores. Os que já conhecem, querem se aprofundar no que você oferece e, quem ainda não ouviu falar, gostaria de conhecer aquilo que se destacou em meio a tantos outros similares.

Na busca pelos próprios arranjos, na atualmente tão subjetiva aldeia global, necessitamos de tempo para sonhar, tempo para executar nossos ideais, tempo para cuidar do que construímos. Estamos sempre em busca do melhor serviço, pelo menor preço, no menor tempo possível.

Oferecer visibilidade daquilo que o consumidor quer, precisa ou deseja, acompanhada de qualidade e dedicação, é economia de tempo para o cliente, acréscimo de confiança para o empresário, e um reforço de extrema importância para o realce de sua marca nesse mundo tão segmentado e, ao mesmo tempo, tão único.




Mensagem: A gentileza é uma lingua que até um mudo pode falar e até um ego pode ouvir e compreender.
Cristian Bovee


Atenciosamente,

Website Gilberto Wiesel.

www.gilbertowiesel.com.br

 

Planejamento de Carreira

*Por Professor caxito

A maioria das pessoas não pensa em planejar sua carreira. Nós deixamos a

vida nos levar. Gosto muito da música “Deixa a vida me levar” do Zeca pagodinho,

mas esta frase só é bonita na música. Se você deixa a vida te levar, principalmente

na sua vida profissional, dificilmente vai alcançar seus sonhos.
Mas como planejar sua carreira?
O primeiro passo é examinar sua identidade. É saber quem você é de
verdade, o que gosta de fazer, o que te deixa feliz. Quem faz aquilo que gosta faz
bem e quem faz bem é reconhecido profissionalmente.
A seguir, você precisa definir quais são seus valores. No que você acredita.
Os valores são pessoais. Alguns dão mais importância a família. Outros ao sucesso,
outros ao dinheiro e aos bens materiais. Nenhum valor é certo ou errado: ele deve
fazer sentido para você. É importante, ao definir seus valores, não mentir para
você mesmo. Se dá importância ao dinheiro, não defina como seu valor principal
a família só por que isso é socialmente mais aceitável. Seja sincero: é sobre os seus
valores que você vai planejar seus objetivos
O próximo passo é estabelecer metas e objetivos. Onde você estará
profissionalmente daqui a cinco anos? Seja bastante específico: qual o cargo
deseja ocupar? Em que tipo de empresa? Quanto pretende ganhar? Quanto mais
detalhado for seu objetivo mais facilmente você vai conseguir desenhar seu plano
de ação para chegar lá.
O plano de ação é seu próximo passo. Para definir um plano de ação, você
precisa saber com detalhes quais as competências precisa ter para ocupar o cargo
que almeja. Se o cargo que você quer daqui a cinco anos exige nível superior, você
precisa começar a estudar até o próximo ano. Se o cargo exige ter a capacidade
de liderança, você precisa começar a fazer cursos sobre o assunto. Faça uma
lista de coisas que você precisa fazer em cada ano até chegar a seu objetivo.
Esta lista de tarefas deve ser bem detalhada. Quando você vai se matricular
em um curso? Que curso? Onde? Por que este curso vai te levar a seus objetivos?
Quanto vai custar? Mas não adianta planejar e não fazer. A cada mês, defina um
dia no qual você vai revisar seus planos. Desta forma, evita sair de seu caminho.
É claro que este planejar sua carreira é um tema é muito profundo e que
exige muita atenção aos detalhes. Na próxima coluna, vamos falar com mais
profundidade sobre o plano de ação para alcançar seus objetivos. Mas eu vou te
dar agora um dever de casa, uma tarefa: Defina quais são seus valores. E defina
também onde quer estar daqui a cinco anos. Na próxima edição, voltamos a
conversar.

 
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