Ter, 09 de Fevereiro de 2010 07:28
* Jerônimo Mendes
MISSÃO DO AUTOR Despertar o potencial existente nas pessoas para a construção de uma vida melhor e mais desafiadora.
Meu pai quis muito que eu fosse engenheiro eletrônico, talvez pelo fato de ele ter cursado eletrônica por correspondência, oferecido pelo antigo Instituto Universal Brasileiro, e também por não ter conseguido ingressar na universidade, como era o seu desejo inicial. Ele tinha orgulho de saber consertar rádios e tocadiscos e até mesmo televisores naquela época, mas encerrou a sua modesta carreira como mecânico de manutenção considerando que a fase da infância e da adolescência não foi tão generosa com ele como foi comigo. Durante muito tempo eu tentei realizar o sonho de meu pai e acabei fazendo o curso técnico de eletrotécnica na época, talvez para agradá-lo, talvez para agradar a mim mesmo, talvez para encontrar um rumo na vida, afinal, quase metade do pessoal saia da minha cidade para estudar na capital e cursar a Escola Técnica. O fato é que eu não tinha a mínima vocação para a área técnica, mas isso não invalidou a boa intenção do meu pai de querer o melhor para o filho. Apesar das inúmeras tentativas, em diferentes universidades, acabei desistindo da ideia de me tornar engenheiro e fiz vestibular para Administração de Empresas. Por um bom tempo, tive que carregar aquele velho estigma de que “se você não serve para engenharia, faça administração mesmo”, pois o importante é ter um curso superior. Havia ainda o fato de que eu precisava sobreviver e não podia depender da família, o que me obrigava a trabalhar de dia e estudar à noite sem liberdade para escolher, mas isso é outra história. Ao longo de quatro anos seguidos, eu fiz o meu melhor. Mergulhei de corpo e alma num curso que, inicialmente, era ridicularizado, rotulado e tomado sempre como segunda, terceira ou ainda quarta opção. O glamour girava em torno da medicina, da engenharia e do direito e qualquer pai e mãe consciente desejava que o filho optasse por um deles, pois imaginava que assim poderia almejar uma carreira mais promissora e menos sofredora. Faz exatamente vinte anos que eu concluí o curso de Administração de Empresas. Os quatro anos da faculdade estão entre os melhores da minha vida, sem sombra de dúvida. Aprendi a tratar a administração como arte, religião e ciência, o que me ajudou a abrir os olhos e as portas para uma nova forma de sobrevivência, além do crescimento pessoal e profissional e o conseqüente aproveitamento da minha vocação original. Leva tempo para descobrir o quanto somos ricos e quanta riqueza somos capazes de produzir com tudo que aprendemos na vida e na escola. Naquela época, apesar do orgulho de ter um curso superior, eu tinha receio de dizer a profissão, me sentia inferiorizado e carregava o hábito infeliz de me comparar o tempo todo com aqueles que, inevitavelmente, pareciam melhores do que eu. Que bobagem de minha parte! Para o nosso próprio bem, o tempo e a experiência se encarregam de corrigir essas coisas. Vinte anos depois, tenho orgulho de me considerar um administrador de verdade. Fico feliz de ser contratado por empresários de diferentes segmentos para contribuir com o conhecimento e a boa experiência adquirida pelo exercício da profissão. Sinto imensa alegria quando entro na sala de aula e consigo compartilhar conhecimento com alunos engenheiros, médicos, advogados, professores, técnicos, contadores e outras profissões tão nobres e promissoras quanto a minha. Depois de tanto tempo, posso encher a boca e dizer que o esforço não foi em vão. Tudo vale a pena quando a alma não é pequena, dizia Fernando Pessoa. Por fim, quero compartilhar um pouco mais da minha experiência com todos os administradores que ajudam a construir um mundo melhor ao abraçar a profissão com todas as suas forças e o seu talento ao mergulhar de cabeça numa área que hoje recebe, de coração aberto, interessados das mais diversas áreas do ensino e do conhecimento, afinal, a administração é onipresente e não se pode mais ignorá-la em qualquer circunstância. § Seja um administrador consciente da sua missão: nunca permita que o brilho das demais profissões ofusque o brilho e a importância da sua profissão; a seriedade do administrador gera prosperidade e perpetua as empresas; o que vale é o sentido de contribuição e realização; § Não seja um administrador medíocre: o mundo corporativo é repleto de profissionais medíocres em todas as áreas do conhecimento; não seja um deles, faça valer o seu diploma; a mediocridade não cabe em nosso vocabulário, portanto, seja um administrador diferente; o que você faz agrega valor ao trabalho? § Administre a si mesmo: quando você tem consciência de onde deseja chegar e não mede esforços para atingir seus objetivos, a realização é uma questão de tempo; não culpe ninguém, não espere nada, faça alguma coisa, de preferência mais do que se espera de você. Pense nisso e seja um administrador por excelência!
Sex, 06 de Novembro de 2009 07:20
Evaldo Costa*
Você já teve alguma decepção? Momentos de dissabores? Já sentiu a dor da traição? Sobreviveu, não foi? A questão, porém, não é se vamos superar a dor, mas como evitá-la ou minimizá-la. Tudo vai depender de como lidamos com a situação. Não raro, diante de infortúitos, nos transformamos em pessoas de “coração de pedra”, e remoemos cada momento de infelicidade. Daí, a nossa indiferença, amargura, intolerância com tudo e todos. Acabamos nos tornando uma “ilha abandonada” no meio do oceano, cercada de rochas, para impedir que qualquer embarcação tente atracar. Afinal de contas, nelas poderão vir outros traidores dispostos a tudo para apossar-se do pouco que restou. Sem “visitantes” o nosso coração se esfria, não temos a quem apoiar e nem com quem contar para suportar nossos tropeços. A vida fica sem significado e a amargura toma conta do “nosso mundo”. Mas, por que coisas assim acontecem? Afinal de contas, os melhores ensinamentos apontam que devemos ser amigos, benevolentes e solidários com os problemas alheios? Uma das razões é que nem sempre aprendemos a viver como deveríamos. O mesmo pai que comparece aos encontros religiosos prometendo fidelidade, amor, compaixão, compreensão, bondade... Embriaga-se, espanca os filhos, agride a mulher, comete adultério e até delitos mais graves. É como se ler, falar ou pregar os bons ensinamentos religiosos “obrigassem” aos outros e isentasse a si da necessidade de praticar o que diz. Às vezes, confundimos os bons ensinamentos dos livros sagrados com os que recomendam o seu conteúdo. Aquele que é ofendido pelos que pregam o bem, não deve negar a existência dele e sim reconhecer a incapacidade do orador. Daí, diante de momentos críticos, não devemos ignorar ou colocar em segundo plano alguns princípios básicos, a saber: · Não confundir as preces com quem as prega; · Servir aos outros sem esperar ser servido; · Não achar que queixar-se das pessoas e situações resolve os problemas; · Reconhecer que na maioria das ocasiões, nós somos os verdadeiros responsáveis pelas desilusões do caminho; · Focar no amor e abandonar o rancor. Afinal de contas, o amor constrói e o rancor destrói. Finalmente, pense no que nos ensinou Chico Xavier: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.
Evaldo Costa Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas” Site: www.evaldocosta.com
Qua, 07 de Outubro de 2009 16:40
Floriano Serra * Quando a conversa gira em torno de motivação, uma das queixas mais comuns e constantes que ouvimos de profissionais é a da falta de liberdade nas suas organizações. Essa falta de liberdade vai desde o excesso de formalismo no ambiente de trabalho, impedindo quaisquer atitudes e comportamentos mais descontraídos e afetuosos, até a existência da “lei da mordaça” que impede manifestações contrárias a normas, diretrizes e má conduta dos gestores – mesmo que justas e procedentes.
Na maior parte das vezes, a definição dos padrões de conduta numa área, depende muito mais do estilo de condução do seu líder do que de uma política formal da empresa – embora muitas delas possuam e pratiquem tais políticas. A questão é saber se as regras estão na medida certa. Um clima muito formal e conservador numa empresa costuma criar barreiras para que os colegas interajam de forma mais alegre e descontraída, cerceando a liberdade do bom humor e da espontaneidade. No geral, essa “lei do silêncio e da sisudez” compromete a produtividade, que costuma fluir melhor quando há uma saudável e amistosa integração nas equipes.
Por outro lado, um modelo de liderança muito tolerante e benevolente, pode levar uma equipe ainda não devidamente amadurecida e comprometida, a praticar excessos comportamentais que em nada contribuem para os resultados da área e os da própria empresa. Se o clima descrito no parágrafo anterior cria condições para a agressividade e o assédio moral, este aqui facilita a ocorrência de anarquia e assédio sexual, por exemplo.
Resumo da ópera: todos os excessos são condenáveis. É de responsabilidade do processo seletivo da empresa identificar e aprovar candidatos que se mostrem receptivos e sensíveis aos valores, princípios e condutas da empresa. Há entrevistas, dinâmicas de grupo e testes psicológicos que possibilitam a identificação do profissional consciente e responsável, daquele que deve ter a clara noção de que o bom humor e a alegria são instrumentos valiosíssimos para a integração de uma equipe – desde que praticados na medida correta e condizente com os valores da empresa e com as regras da boa convivência social. Brincadeiras de mau gosto, que invadam privacidades, firam a auto-estima dos colegas, criem constrangimentos ou que atentem contra a moral e os bons costumes, não são bem vindas no ambiente de trabalho. Mesmo assim, não há motivos para que a liderança faça a opção pelo outro extremo da situação. A pressão existente no trabalho – seja por prazo, qualidade ou quantidade - mesmo sendo uma pressão natural para a obtenção dos resultados que a empresa busca, precisa de periódicas válvulas de escape para evitar o estresse, e isso pode ser obtido através de atitudes bem humoradas e espirituosas por parte da equipe e do próprio líder. Este, aliás, deveria atuar, neste aspecto, como uma espécie de maestro, dando o tom, o ritmo e a profundidade das ações. Porque se o próprio gestor comanda a falta de gosto e decência, então nada melhor se pode esperar do conjunto de liderados. Usando da liberdade existente na área, o saudável bom humor deve fluir de maneira natural, adequada e oportuna. Há momentos certos para que seja aberta a válvula de escape que diminuirá a pressão do grupo. Identificar as características comportamentais e encontrar o equilíbrio é uma das competências esperadas da liderança. Liberdade responsável não compromete resultados, não agride, não desqualifica, não atenta contra a ética, a moral nem a auto-estima das pessoas. Se isso acontecer num ambiente, estaremos diante de permissividade. O membro do grupo que não souber a diferença entre uma coisa e outra, ou foi mal selecionado ou mal treinado. Deverá ser alvo de um criterioso programa de orientação e desenvolvimento que lhe esclareça a cultura da empresa e saiba em detalhes, quais são seus valores, princípios e normas. Mas se o “infrator” for o líder, então estaremos falando de uma promoção se não equivocada, pelo menos precoce. Floriano Serra é psicólogo, consultor, palestrante e ministra seminários comportamentais. É presidente da SOMMA4 Projetos em Gestão de Pessoas, autor de vários livros e inúmeros artigos sobre o comportamento humano. Ex-diretor de RH e Qualidade de Vida de empresas nacionais e multinacionais.
Qua, 07 de Outubro de 2009 16:35
Evaldo Costa* Você sabia que temos o poder de superar todos os obstáculos da vida? Não importa se estamos diante de uma crise financeira, uma questão familiar, uma doença preocupante ou vício, um obstáculo penoso no trabalho, ou um problema em seu relacionamento etc. Saiba que a solução está no modo de pensar e na habilidade de agir.
Mas como é isto possível? Precisamos livrar a nossa mente dos pensamentos do passado que nos causam infelicidade. Se não conseguirmos eliminá-los, continuemos refém deles e não sairemos do lugar.
O melhor de tudo é que temos a capacidade inquestionável de elevar a nossa consciência para explorar novas maneiras de aliviar os pensamentos e atrair tudo aquilo que nos interessa.
Lembremo-nos de que a nossa vida é uma dádiva do presente que nos é dado como o maior presente e, portanto, é ela que mais importa, até porque, sem presente não há futuro.
Pense nisso e ótima semana.
Evaldo Costa Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas” Site: www.evaldocosta.com Blog: http://evaldocosta.blogspot.com E-mail:
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Qui, 01 de Outubro de 2009 15:30
Sérgio Dal Sasso* Andando muito rápido podemos estar atropelando as coisas, se vamos devagar corremos o risco de ficar para trás. É bom pensar sempre que a melhor velocidade é aquela que estabelece a reunião entre o talento e sua capacidade de organização, no que se refere ao entendimento do passado, do presente e das condições que devemos ter para poder evoluir a forma do como se expressar com versatilidade para que no futuro continuemos a transferir o que se quer e ser bem entendido. A luz necessária para garantir uma visão distanciada do hoje em relação ao futuro, passa pelos antecedentes que serão necessários para construir as bases que ofertem garantias a sustentação dos caminhos pelo que acreditamos enxergar em nossa frente. De forma bem simples tudo que somos nessa vida deriva da assimilação diante da experiência vivida e a capacidade de conseguirmos reunir o resultado prático do que acumulamos, para que melhoremos potencialmente nossos valores, ampliando as possibilidades de se sair dos buracos, tanto quanto, ter os pés no chão diante dos sucessos. Não dá para imaginar nada que dure o tempo todo, mas podemos sempre estar munidos dos conhecimentos para contornar ou sustentar os estágios que nesse momento estamos vivendo. A magia para se conquistar o sucesso, depende do acreditar em si próprio, reconhecer as próprias imperfeições, aprender a conviver e aceitar as relações com gente melhores do que nós. A visão clara do reconhecimento das nossas dependências, do não nos considerarmos imunes, será sempre um facilitador para um dar as mãos a partir dos momentos em que se está bem, para que o amanhã seja mais completo por novas percepções, já que estas por mais claras que aparentam ser no momento, na prática são incertas. A nossa utilidade quando da participação e o somar nas decisões vem exatamente pela existência das incertezas. Afinal empresas e profissionais são remunerados exatamente pelo potencial qualificado das suas previsões e empenho em buscar os acertos. É por isso que sempre devemos "planilhar" nossas mentes para que não deixemos de aproveitar tudo que já fomos, ligando ao como fazemos hoje e o que falta para melhorias da compreensão do amanhã. Para o amanhã, hoje dependemos de um qualificado “sim ou não” diante das necessidades a serem visualizadas para os avanços, mas seja qual for à posição a ser adotada, deve estar apoiada com uma postura segura para garantir que as possibilidades sejam possíveis de acertos imediatos ou reversíveis através de manobras de ajustes pelos planos alternativos.
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Palestras - www.sergiodalsasso.com.br Artigos – www.educacaoprofissional.com.br Consultoria - www.malkesconsultoria.com.br
Qui, 13 de Agosto de 2009 12:28
Qui, 13 de Agosto de 2009 11:46
Qui, 13 de Março de 2008 12:17
Qua, 12 de Dezembro de 2007 16:14
Sáb, 24 de Fevereiro de 2007 14:15
Sáb, 24 de Fevereiro de 2007 13:07
Seg, 19 de Fevereiro de 2007 08:43
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Seg, 19 de Fevereiro de 2007 08:36
Seg, 19 de Fevereiro de 2007 08:35
Dom, 18 de Fevereiro de 2007 06:56
Qui, 15 de Fevereiro de 2007 17:40
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