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Gestão de Carreira, Coaching e Mentoring
 

Network

Como ser Hight tech sem deixar de ser hight touch?

*Por Evaldo Costa
A vida nos grandes centros urbanos do nosso planeta tem sido, cada dia mais, conectada. Quem mora nas grandes metrópoles está se tornando um ser online. Parece que não conseguimos mais viver sem uma parafernalha de equipamentos eletrônicos, tais como,  celular, desktop, Ipod, tablets, smartphones, notebook, netbook e sem estarmos conectados o tempo todo a Emails, Facebook, Twitter, Chats, MSN, LikedInn, Skype, mensagens instantâneas, jogos eletrônicos etc.
Como se não bastasse, continuamos desperdiçando tempo precioso com os costumeiros desvios de atenção na Internet. Vez por outra, checamos os emails e deparamos com mensagens sugerindo clicar em links para ver algo interessante. Como o remetente é uma pessoa próxima e a curiosidade é grande, não resistimos e seguimos para outras vertentes, só para algum tempo depois, descobrir que estamos fazendo nada para chegar a lugar nunhum.
Pesquisas revelam que, atualmente, a capa do jornal The New York Times de um único dia tem mais informação do que a adquirida por uma pessoa do século XVIII, durante toda a sua vida. Há quem afirme, também, que o volume de informação que recebemos dobra a cada 72 dias. Um outro dado evidencia que boa parte do nosso tempo é absorvido por tarefas virtuais e que isso tem causado estresse e problemas de relacionamento a muita gente, como por exemplo, afastamento dos amigos e colegas de atividades sociais e até da família.
Afinal de contas, gostamos de tudo isso? Estudos, como o anunciado recentemente pela empresa de telecomunicação Plantronics, revelam que 57% dos trabalhadores se sentem sobrecarregados em função do enorme volume de informações virtuais que recebem diariamente. A Organização Mundial de Saúde acrescenta que 90% das consultas médicas tem como causa principal, o estresse.
Estaria a população dos grandes centros urbanos do planeta, vivendo experiência semelhante as das pessoas que conviveram com a revolução indústrial e mudaram para as grandes cidades nos séculos XVIII e XIX? Até que ponto todas essas atividades podem afetar a nossa vida? Como ser hight tech sem abandonar o estilo de vida hight touch? Parece não haver solução em formato de receita de bolo, porém, algumas dicas e dados podem ajudar a encontrar o melhor caminho.
A primeira é peceber que a geração X (entendida aqui como sendo a que nasceu antes da era digital) e a geração Y (entendida aqui como sendo a que nasceu na era digital), fazem parte de grupos com características de vida distintas.  A segunda geração cresceu seguindo a lógica dos bits. Essa geração vem se convertendo em profissionais multitarefas capazes de trabalhar enquanto lê, responde email, tecla no MSN, fala ao telefone fixo, atende o celular e ainda despacha com o colega que está a sua frente.
Para essa gente, ficar o tempo todo conectada não causa estresse e sim prazer (não confundir com sobrecarga de trabalho que causaria estresse nos dois casos). Eles curtem falar com amigos, esposa e filhos via “torpedo” da mesma forma que uma pessoa da geração X valoriza o bate papo familiar na sala após o jantar. E pode até haver explicação científica para isso, já que especialistas afirmam que as ressonâncias magnéticas de pessoas multitarefa evidenciam mais áreas ativas do cérebro do que as de pessoas que não pertencem ao mesmo grupo.
Já a geração X responde a outro padrão de tempo e comportamento. Para ela, conta mais a interação humana, como: o amor, presença familiar, atenção dos amigos, pessoas próximas, contatos sem muita pressa etc. Ela gosta de ambientes mais humanizados e, pelo que tudo indica, é mais lenta para se adaptar, se é que deseja adaptação, ao ambiente digital.
Daí, funcionará melhor, se, por exemplo, adotar horário fixo para checar os email, selecionando aos que pretende responder, pois se for do tipo que recebe muitas mensagens poderá comprometer boa parte de seu tempo na net o que não lhe dará muito prazer. Poderá ainda, nas férias, evitar acessar a internet, usar  o computador, Ipad ou mesmo o smartphone para não ser tentado a navegar pelo ambiente virtual. Agindo assim, a geração X poderá reduzir o estresse, evitar noites mal dormidas e, o que é mais importante, viver melhor.
Pense nisso e ótima semana,
Evaldo Costa
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor
Site: www.evaldocosta.com
Blog: http://evaldocosta.blogspot.com
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
 

Afinal de contas, o que é Network?

*Por Professor Caxito

A cada semestre, como professor, travo conhecimento com centenas de pessoas
extremamente interessantes, com experiências profissionais diversas e muito
conhecimento. Por outro lado, estou sempre buscando me aperfeiçoar e sempre que
posso estou nos bancos escolares como aluno.

Gerenciar esta rede de contatos sempre foi uma grande dificuldade para mim. Sou
desorganizado (admito!), sempre esqueço o nome das pessoas. A maioria de vocês deve
passar pelas mesmas dificuldades que enfrento. Como manter contato com pessoas
que podem ser importantes em nossa carreira e nosso futuro, sem parecer chato ou
inconveniente?

Ouvimos esta palavra diversas vezes por dia em nossos relacionamentos profissionais e
pessoais. Mas afinal de contas, o que é network?

A tradução da palavra significa rede de trabalho. E essa idéia de rede, creio eu, é a
mais adequada para entendermos o que realmente nossa network pode fazer por nós.
Assim como uma rede de segurança, destas que protegem as janelas dos prédios ou os
acrobatas em um circo, sua network tem o papel de suportá-lo, de ampará-lo quando
você precisa, evitando que você caia. Ou seja, na hora que você mais precisar, seja por
que ficou desempregado, seja por algum problema, sua rede de contatos vai protegê-lo e
ajudá-lo a não cair.

E o que fazem os artistas de circo antes de subir no trapézio? Conferem e verificam cada
um dos nós que compõem a rede. Por que se um nó estiver mal feito ou desamarrado, a
rede não vai protegê-lo.

Os nós de sua network são cada um dos contatos que você faz em seu cotidiano. Cada
um destes contatos tem que ser feitos adequadamente, para garantir que sejam fortes o
suficiente para que sua rede seja coesa.

O grande erro que a maioria de nós comete é só procurar as pessoas que conhecemos
quando precisamos delas. Quando estamos em uma situação de aperto, lembramos de
ligar para aquele amigo que não vemos há muito tempo, aquele ex-companheiro de
trabalho que sempre evitamos atender ao telefone, ou aquele parente distante com quem
nunca conversamos.

Uma boa rede deve ser alimentada, tratada e construída não quando você precisa de
ajuda, mas sim quando você pode ajudar. Quando você se lembra das pessoas, oferece
ajuda, indica para um trabalho, dá uma dica de negócios, fortalece cada um dos nós de
sua rede. Quando precisar, com certeza as pessoas lembrarão daquilo que você fez por
elas.

Se um contato procurá-lo pedindo ajuda, faça tudo que estiver ao seu alcance para
ajudá-lo. Dê importância ao que as pessoas dizem, pois quando alguém o procura, o
assunto pode não ser importante para você, mas com certeza é importante para a pessoa.

Na próxima edição, vamos continuar a conversar sobre carreira. Até lá, alimente sua
network. Faça contatos e Acelere Sua Carreira.

 

Como esconder sua empresa, construindo muralhas na web.

    *José Teofilo Neto 
    Descobri que meu antigo site não era selecionado pelos sites de busca, devido ao formato utilizado e então, depois do quase enfarto, resolvi remodelá-lo.

    Seguindo as sábias sugestões do mestre Lavoisier – na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma – pesquisei  inúmeros sites para aproveitar as boas idéias. Felizmente elas existem, mas são poucas e o resultado pode ser visto em www.comunicacaodireta.com.br .

    Na pesquisa descobri algo aterrador: os sites são verdadeiras muralhas a esconder as empresas, quando deveriam ser um excelente canal de interatividade.

    Nos anos 60 os anúncios publicados em revistas eram muito bonitos e coloridos, porém não se divulgava nenhuma informação a mais que o nome da empresa. Chamam isto de anúncio institucional. Nas décadas seguintes, apareciam o endereço e o número do telefone do PABX. Em seguida, houve considerável reforço na divulgação dos 0800, incluindo aí os SAC e televendas.

    Resumindo, as empresas estavam abertas aos seus públicos, fazendo o institucional, seu comercial e o pós- vendas. Passamos a viver a era do relacionamento. Isto também foi para todos os tipos de mídias, menos na web.

    Muitos dos sites nos remetem aos anos 60, utilizando uma mídia 2.0.

    Que tristeza ver sites com coisas bonitinhas e sem um número de telefone para contato. Insisti com algumas empresas e recebi como resposta: não tem o número do telefone que é para o cliente não “encher o saco”. E nas seções “fale conosco”? Em grande parte há um formulário, muitos deles dignos da Receita ou Policia Federal, tamanho o número de informações exigidas para você visitar a empresa. Parece que a empresa está nos fazendo um favor em nos atender. Dizem que é para o cara desistir.

    Mas isto não  é tudo.

    Tenho comigo que a internet significa instantaneidade, interatividade, trocas e o que constatei: números telefônicos que não atendem, ou estão ocupados. Realmente vale a viagem até os anos 60/70, se bem que cabe a indignação: não aprendemos quase nada sobre respeito ao cliente. 

    Finalizando, sugiro que ao escolher seu webdesigner, verifique se tem um verniz de cultura de marketing/vendas, pois não basta só escolher cores, imagens e tantos recursos audiovisuais e esconder sua empresa atrás de muralhas.

 

Negócios, Networking e Twitter.

Fábio Azevedo*

Empresas e profissionais que desejam construir uma excelente rede de relacionamentos, precisam se atualizar. O mundo atual, cobra um preço bastante alto, daqueles que ainda não se adaptaram às inovações tecnológicas. Estar presente, em ambientes virtuais como o Twitter, virou quase obrigação. Até parece que voltamos no tempo, quando, ainda pré-adolescentes, ouvíamos os amigos da escola ou do bairro perguntarem, se ainda não tínhamos comprado o tênis ou a calça da moda. Hoje, somos medidos pelas redes sociais que frequentamos. Mas a verdade é que, estar presente no mundo virtual, tem seus benefícios, e posso afirma que são muitos!

Para os que sonham com uma rede de negócios ampla, bem horizontalizada e com membros influentes, desenvolver relacionamentos é fundamental. Não importa se isso acontece pela internet, celular ou tête-à-tête, o que interessa de fato, é o seu desempenho nesta atividade. Construir e desenvolver redes de relacionamento produtivas, é tarefa para profissionais, pessoas que realmente se dedicam ao ato de construir amizades, seja no âmbito corporativo ou não, afinal, todos nós trabalhamos com alguma coisa, e certamente um dia, indicaremos ou precisaremos dos produtos ou serviços de outros.

Se analisarmos bem. Qual a diferença entre todas estas ferramentas de mídia social que surgiram nos últimos tempos? Para mim, somente as formas como elas são acessadas! Só isso! Pois o D.N.A de todas elas chama-se R-E-L-A-C-I-O-N-A-M-E-N-T-O. Nós, seres humanos, temos uma necessidade altíssima de manter contato, conversar, trocar experiências, estar perto de outras pessoas, nem que seja, para apenas ver o que elas estão fazendo, gente gosta de gente! Somos seres sociais, extremamente interligados, e precisamos sempre, saber o que acontece com o outro, seja ele de outro bairro, estado ou país.

É exatamente isso que se esconde debaixo de todas estas novas formas de comunicação, precisamos aprender a utilizar tais ferramentas em nosso favor, não importa à qual você pertence, Orkut, Facebook, Flickr, MySpace, Youtube, Linkedin, você precisa ser um bom gestor destes espaços, um gestor de relacionamentos.

Segundo a revista Veja, nenhum outro país do mundo, possui tantos adeptos de redes sociais como o Brasil, ultrapassando a casa dos 29 milhões de usuários. O Twitter, também não foge a regra, e muitos apostavam que ele não iria deslanchar, mas dia-a-dia, milhares de pessoas no mundo, encontram uma nova função para ele, e ainda criam programas e funcionalidades para maximizar o desempenho desta ferramenta. Para termos uma idéia, o número de pessoas cadastradas no Twitter em 2008, teve um crescimento de 900%, e atualmente já passam de 55 milhões. Mas o que importa nisso tudo, é aprender como utilizar estas ferramentas em nosso favor, e de que forma, vamos aumentar e qualificar nosso Networking.

Informações aparentemente irrelevantes nas redes sociais, revelam o perfil consumidor de milhares de clientes, minuto a minuto, e isso vale ouro para empresas que desejam melhor posicionamento no mercado e preocupam-se com seu branding. Podemos assim, perceber o poder que estas redes sociais terão em poucos anos, quando estivermos falando não mais de Web 2.0, mas sim de versões 3.0 ou 4.0, que priorizarão o cruzamento destas informações. Uma inteligência coletiva, que traçará um perfil macro deste consumidor do futuro, que terá suas opiniões e hábitos de consumo mapeados detalhadamente, desde de o que você lê, escuta e assiste, até ao que você come, bebe, veste e pratica, enfim, você será a moeda do futuro! E neste novo mercado, um Networking bem estruturado e administrado será essencial para o sucesso!

Hoje, a grande parte daqueles que utilizam o Twitter, gera e consome conteúdo, seja ele pessoal, jornalístico ou de negócios, e as pessoas deixam ali, sem perceber, seus hábitos, seus costumes, um pequeno diário de seus cotidianos. Surge um novo mundo, comandado pelas mídias sociais, no qual a informação sai do formato, um para muitos, e transforma-se em um grande fenômeno de descentralização. Gerando assim, conteúdo de muitos para muitos!

No caso específico do badalado Twitter, as finalidades são muitas, e a cada dia, surge um novo Gadget, uma nova função, que pode maximizar relacionamentos e principalmente os negócios. Por exemplo, tenho muitos seguidores que me enviam de tudo, profissionais contando fatos corriqueiros do seu cotidiano, pedidos de emprego, perguntas sobre o mundo dos negócios, agências de notícias que em tempo real revolucionam o jornalismo moderno, e empresas vendendo seus produtos e serviços. Mas o que realmente acho incrível, são aqueles que já descobriram no Twitter, além de uma excelente ferramenta de vendas, um fantástico e primoroso construtor de redes de relacionamento, que bem cuidado, pode maximizar seu Networking e render muitos novos contatos e negócios.

Twittar é uma tarefa extremamente importante quando nosso objetivo é ser visto! E além de divulgar nossa imagem e ou produto, receber em tempo real, o feedback do consumidor, que pode expressar-se por um canal direto. E é esta atenção e velocidade que cativa, mas para que o “encanto” não se quebre, é preciso estar de olhos abertos, e atento às necessidades, respondendo dúvidas e reclamações de maneira rápida, cordial e profissional.

Costumo usar o Twitter para divulgar negócios e lançamentos de minhas empresas, notícias que acho pertinentes aos meus seguidores, artigos que escrevo, e também, como um forte canal direto de relacionamento. E já conheço um bom número de empresários, que abriram seus olhos para esta nova ferramenta, e utilizam o miniblog para conversar com seus consumidores, lançar promoções e vender produtos variados, que vão de canetas e celulares, até lanchas, casas, carros e aviões.

É disso que estou falando, mobilidade aliada a habilidade para gerar negócios e para construir relacionamentos! Por isso, precisamos realmente aprender como e quando fazer uso destas inovações, os horizontes são imensos, posso até dizer, sem limites! Pois esta cascata tecnológica que cai sobre nós, gera mais inovações em cadeia, e este avanço, está nos levando para um novo e diferenciado modelo de relacionamento, no qual, os negócios acontecerão sem limites físicos. Mas não devemos esquecer, gente é gente! Gostamos de nos relacionar, conversar, ter atenção, conhecer pessoas e culturas diferentes, e Networking se desenvolve assim, dizendo pra todos o que você faz, batendo papo, sendo visto, e principalmente, sendo lembrado!

Se você ainda não faz uso das mídias sociais, faça uma experiência, é de graça! Crie perfis específicos para os tipos de relacionamento que deseja ter, pessoais ou corporativos. Tenha cuidado ao misturar vida pessoal e trabalho! Seja extremamente cordial, sério e profissional. Esta política é observada e respeitada por aqueles que participam de tais mídias, e você logo perceberá, que os resultados começarão a surgir, e poderá então, reconhecer de imediato, aquilo que não funciona e o que funciona de fato no seu caso. Lembre-se que você não precisa participar de todas as redes sociais existentes, e com o tempo e experiência, naturalmente utilizará mais, aquelas que melhor se adaptam ao seu perfil, e que lhe trazem maior número de feedbacks.

Para encerrar, eu não poderia terminar este artigo, sem convidar a todos para um bate-papo no Twitter, estou à disposição daqueles que desejam conversar um pouco mais a respeito de Networking, esta nobre arte de construir relacionamentos, e também, aberto a oportunidades e a realização de bons negócios!

Nos vemos no twitter.com/fabioazevedo , até lá!

 

*Fábio Azevedo

Empresário, Diretor de Desenvolvimento e Relacionamento com o Mercado da GT Editora. Escritor, roteirista, professor, palestrante, consultor de negócios na área imobiliária e de franchising. Colunista e articulista, escreve no Brasil e exterior para várias revistas, jornais, sites e portais na internet, sobre vendas, networking, gestão, liderança, franquias, marketing, estratégia, inovação e empreendedorismo.


 

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