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Orientação Profissional

A mágica da perpetuação de resultados positivos

A mágica da perpetuação de resultados positivosA história empresarial no mundo pode nos mostrar uma infinidade de empresas e empreendimentos que tiveram um crescimento assustador  e geraram lucros fabulosos.

Muitos, é verdade,  por um período  curto.

As razões do sucesso e fracasso são muitas, desde a chamada sorte até a competência fora do comum de alguns aventureiros que acreditaram no empreendimento. Contudo, a manutenção do sucesso por décadas seguidas, tornando-o centenário, é uma questão à parte.

 

Faça deste ano, o melhor ano de sua vida

Faça deste ano, o melhor ano de sua vida

Não raro, ao iniciarmos um novo ano, refletimos sobre nossas conquistas e metas para o ano que chega. Muitos planejam se exercitar mais, cuidar melhor da saúde, ficar mais tempo com a família, ter mais qualidade de vida, investir no desenvolvimento pessoal, conseguir um emprego melhor, abrir um novo negócio etc.

 

Trate o funcionário como cliente para triunfar

Trate o funcionário como cliente para triunfar

por Evaldo Costa

Deseja prospectar e fidelizar os melhores clientes? Quer evitar perder os compradores mais lucrativos? Pretende aumentar o índice de satisfação dos consumidores? Aposto que você deve estar pensando que se trata de mais um texto de dicas teóricas. Mas, se realmente está interessado no assunto continue lendo com atenção, pois nele contém quatro décadas de experiência no tema.

Como você deve saber, o relacionamento com o consumidor e a gestão de talentos pode parecer tarefas simples, mas não é nada fácil. Seguir as dicas a seguir pode até não garantir o seu sucesso como líder, mas ignorá-las será derrota na certa.

 

Sete passos para alcançar as metas de vendas

*por Evaldo Costa

Metas Você trabalha com vendas? Deseja se destacar na profissão? Pois saiba que o sucesso não é obra do acaso. Para chegar ao topo vai precisar de um ótimo plano estratégico e contar com recursos operacionais adequados. Ainda não se convenceu? Então veja o que disse Croft M. Pentz Tenhas metas claras, pois a história da humanidade é cheia de vidas desperdiçadas, amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam a carreiras de sucesso. Ter objetivos evita o desperdício de tempo, energia e dinheiro”.

Lembre-se também que na jornada para o triunfo, nada substituirá a sua dedicação e inteligência competitiva. Então, você deve saber com riqueza de detalhes o que está disposto a realizar. Precisa ainda identificar as diferenças básicas entre competir nos 100 metros rasos e em uma maratona.

 

 

Um Quilômetro Extra

*Por: Jerônimo Mendes

O mundo é uma espécie de formigueiro carregado de pessoas que não fazem nada mais do que lhe mandam e de pessoas que não fazem nem o que lhe mandam. Talvez eu esteja sendo injusto com as formigas, pois no formigueiro todas trabalham igualmente para o bem da comunidade, exceto a rainha.

executivo destaqueTodos os dias a vida nos concede inúmeras oportunidades de fazer bem mais do que aquilo para o qual estamos sendo pagos. E não existe maneira mais justa de receber o que merecemos se não for através do esforço que vai além das nossas possibilidades.

Isso é o que Napoleon Hill, autor de A Lei do Triunfo, denominava de “o hábito de caminhar um quilômetro extra”. Quem consegue ir além da recompensa tem mais chances de prosperar, em qualquer profissão, desde que haja o equilíbrio necessário para evitar o desgaste em qualquer uma das partes.

O que significa caminhar um quilômetro extra? Imagine que sua vida é dura, você levanta cedo, toma dois ônibus para trabalhar, tem um chefe que não é brincadeira, ganha pouco e atende reclamações o dia todo. Em resumo, você trabalha no call center de uma companhia telefônica. E não foi por falta de opção, afinal, você lutou para conseguir o emprego.

Eu sou campeão de reclamações para o setor de atendimento da minha companhia telefônica de celular. Mês sim, mês não, alguém atende a minha ligação depois de me fazer passar pelas nove opções do menu inicial, mas a gente aprender a ficar meio zen nesse caso. A espera é um exercício fantástico de autocontrole e isso me ajuda muito a compreender o contexto geral.

Dá para ser feliz ouvindo lamúrias o dia todo? Minha experiência diz que sim. Toda vez que um atendente transfere a ligação para outro é possível sentir nitidamente a mudança de postura. Já ocorreu de mudar três ou quatro vezes de atendente na mesma chamada e o atendimento ser bem diferente.

Por que isso acontece? Porque em qualquer empresa existem pessoas que não sabem o que estão fazendo e outras que, apesar de não terem sido informadas, fazem aquilo que o seu coração manda. Não importa se ninguém mandou ou se não foram treinadas. Importa é o fato de que o cliente precisa de ajuda. Se não estiver ao seu alcance, no mínimo você pode ser educado e prestativo.

Como diz Jeffrey Gitomer, em seu fantástico best seller O Livro de Ouro das Atitudes YES, “não é o que lhe acontece na vida, mas o que você faz com o que lhe acontece na vida”. Você pode ter nascido de família rica ou de família pobre, portanto, sua origem não muda. O que muda é a forma como você encara a vida a partir do momento em que a vida encara você.

Significa dizer que, em qualquer profissão, você pode escolher entre ser um profissional animado, sorridente e criativo, independentemente do salário e das condições de trabalho, e um profissional amargo, irritado, indiferente, que não vê a hora de ir para casa e fugir das reclamações.

Caminhar um quilômetro extra é uma competência não ensinada nos lares e nas escolas. Em parte, culpa da legislação e dos sindicatos com seus discursos ultrapassados sobre direitos trabalhistas. Por outro lado, a própria inércia do ser humano com sua tendência predominante para a zona de conforto.

Salvo no tempo da escravidão, nunca ouvi falar de alguém que tenha morrido por excesso trabalho. Obviamente, qualquer excesso traz consequências desastrosas para a saúde física e mental, mas caminhar um quilômetro extra não significa duplicar o percurso da maratona.

Dia desses alguém me perguntou se eu nunca fui prejudicado nas oito empresas por onde passei pelo simples fato de não ter recebido horas extras, ter sofrido assédio moral ou ter trocado minhas férias por dinheiro e outros direitos para os quais não dei a mínima importância. Isso é não gostar de mim mesmo?

Claro que não, entretanto, não me lembro de ter trabalhado com a corda no pescoço ou com uma arma apontada para a minha cabeça. Quando você se submete a fazer qualquer coisa que vai além dos seus direitos você é conivente com isso. Ninguém pode dizer que foi obrigado. Sempre existem opções.

No meu caso específico, eu sabia exatamente o que acontecia, aceitei a situação e fui conivente com a realidade. Apesar de tudo o que aconteceu, construí um bom patrimônio, criei meus filhos, viajei bastante e pude conhecer pessoas interessantes. Não passei fome nem frio nem medo. Cresci bastante em termos pessoais e profissionais.

Por tudo isso, eu acho uma tremenda sacanagem alguém dizer que ficou trinta anos numa empresa sendo injustiçado. Por que não saiu de lá antes? A resposta é simples: pura zona de conforto. Nas palavras simples do catarinense morador do Vale do Itajaí, “tá ruim, mas tá bom”.

Deixo aqui uma visão simples sobre o hábito de caminhar um quilômetro extra. Não é necessário perder o sono nem a saúde para fazer um pouco mais do que fazemos. O mundo precisa de pessoas que fazem a diferença, portanto, não importa o sexo, a cultura, a cor e a religião.

Caminhar um quilômetro extra significa:

  • Fazer mais do que aquilo para o qual você é pago;
  • Fazer as coisas com mais sutileza, amor e carinho;
  • Oferecer ajuda em qualquer circunstância;
  • Importar-se com as pessoas;
  • Ouvir um pouco mais do que o necessário;
  • Realizar mais para contribuir do que ganhar dinheiro;
  • Ser único naquilo que faz;
  • Sorrir, apesar de tudo.

Imagine se o vencedor da maratona começasse a praguejar nos últimos dois quilômetros: - Meu Deus, nunca chega, que saco, que cansaço! O maratonista simplesmente ignora o cansaço e segue em frente. Nas palavras de Mohamed Ali, o maior boxeador de todos os tempos: “treine agora e será um campeão para sempre”.

Pense nisso e seja feliz!

 

A mídia social vai muito bem, obrigado e você?

Você está conectado a mídia social? A utiliza com frequência? Para que atividades você recorre às mídias sociais? Saiba que esteja onde estiver, a mídia social é uma baita ferramenta para ampliar a comunicação. Ficar fora dela é ignorar o apito do trem que vem, em sua direção, em alta velocidade.

O mais interessante é que a mídia social reúne um grupo sofisticado de pessoas que utilizam smartphones e se mantém conectado o tempo todo no Facebook ou em outros aplicativos do gênero. Para muitos, ficar fora disso é como um peixe fora d'água e quem não adotar a geração online terá que procurar outros espaços, ficando a cada dia mais distante dos acontecimentos do mundo conectado em que vivemos.

Imagine como um profissional de vendas ou marketing pode atuar sem estar conectado a mídia social. Terá ele as mesmas chances de negócios dos outros que estejam conectados? Dificilmente, ainda assim se tiver algum sucesso, estará com os dias contados.

Você, por exemplo, como diretor de uma organização contrataria um gerente de marketing que não esteja interessado nos recursos das mídias sociais para trabalhar com você? Caso tenha respondido que sim, é melhor ficar atento e reavaliar os seus conceitos, pois a cada dia mais as empresas adotam as mídias sociais como modelo de comunicação e negócio.

Enquanto estou nos Estados Unidos, de onde escrevo este artigo, percebo muitas iniciativas das empresas daqui nas mídias sociais. Abaixo seguem alguns exemplos:

  • A Starbucks está solicitando opinião dos clientes sobre novos produtos e idéias;
  • O Burger King permite que os clientes interajam online com a empresa;
  • A IBM utiliza todos os meios sociais para interagir com os clientes e revela que irá ampliar os investimentos nesta área;
  • A Proctor & Gamble utiliza o Facebook para fazer publicidade e diz estar destinando mais verba para as mídias sociais, reduzindo os investimentos em anúncios na TV;
  • A Ford já utiliza por algum tempo as mídias sociais, o Facebook inclusive, para ampliar a sua comunicação com os consumidores;
  • O CEO da Sun Microsystems usa, diariamente, o seu blog.

Essas e muitas outras empresas, não somente nos Estados Unidos como em várias outras partes do globo terrestre, estão interessadas em uma única palavra: COMUNIDADE. Todas reconhecem que a mídia social é um ótimo instrumento de comunicação, informação, marketing e venda.

Elas sabem muito bem que o cliente é o patrão, e se você não responder as suas perguntas no tempo certo e do jeito que ele prefere, logo se tornará assunto para museu.

A verdade é que a mídia social deixou, já algum tempo, de ser modismo para se transformar em poderosa ferramenta de interação das empresas com os clientes. Dai, enterrar a cabeça na areia, fingindo que nada está acontecendo, poderá lhe custar muito mais caro do que você imagina.

Pense nisso e ótima semana,

Evaldo Costa

Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil

Blog: www.evaldocosta.blogspot..com

E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Siga no Twitter/LikedIn/Facebook/Orkut: evaldocosta@icbr.com.br


 

 

O Espírito de Equipe

* Por Professor Luís Sérgio Lico

Algumas situações são sintomáticas nas organizações. Por exemplo: Quando se quer melhorar as coisas e não se vê saída, sempre ouvimos a seguinte expressão: Precisamos melhorar o espírito de equipe!

 

Fico pensando que tipo de fantasma será esse que todos perseguem e que, uma vez alcançado resolveria os problemas. Deste ponto de vista, parece que as pessoas são o grande fator de desajuste nas empresas e, bastaria apelar para a consciência de uma condição intangível, para evitar a fragmentação. Afinal, tudo aquilo que não pode ser mensurado em milissegundos e replicado ad aeternum, está na esfera do humano.

 

Mas, nos dashboards corporativos, não devemos esquecer que pessoas são apenas um terço da pizza. Também existem processos e ferramentas do modo produtivo, que se não estiverem adequadas, produzem mais dor que felicidade. Mais que isto: existem intrincadas redes relacionais de interação entre estas três dimensões e que compõe um cenário dinâmico, sem falar na questão do meio envolvente externo.

 

Logo, quando se fala em teambuilding, deve-se ter em mente não apenas indivíduos e seus supostos gaps, mas sua maneira de atuar no ecossistema corporativo, incluindo aí a instância crítica do comportamento frente a estas divisões.

 

Claro que uma organização significa a união de esforços, visando um fim produtivo e útil (embora poucas realmente cumprar este papel), que desenvolve suas atividades dentro de padrões estabelecidos, rumo a objetivos bem determinados. Mas, a pressão rotineira por metas e resultados, frente à maneira pela qual são feitas as coisas também determina os resultados alcançados. Isto significa que as ações, em qualquer profissão, precisam de um sentido claro, que oriente todo o trajeto de esforços diários.

 

Fora isto, poucos parecem levar em conta que existe toda uma trajetória de vida, que inclui desde a formação educacional e cultural deficitária do brasileiro, até as crenças, valores e necessidades do capital humano e que também deve ser considerada na equação. Mas, como a miopia organizacional é sempre o maior fator de atraso, a tendência de pessoas que lideram é colocar a culpa nas pessoas que devem ser lideradas. É aí que morre a responsabilidade social empresarial, não importa quantas cestas básicas ou ingressos o patrão distribua, pois o abatimento fiscal não proporciona aderência.

 

Contudo, se o caso é "mexer com o pessoal", precisamos entender que, frente a este cenário, fazer de um amontoado de colaboradores uma equipe de trabalho é realmente um grande desafio. Ali estão envolvidas algumas particularidades, como a comunicação aberta, disposição permanente para alinhar processos, melhorar ferramentas, instituir práticas democráticas, melhorar a delegação e permitir a flexibilidade no exercício das funções.

 

Não basta apenas chamar a atenção ou colocar cartazes pedindo a colaboração. Devemos estar atentos a tudo o que facilite o exercício das capacidades individuais e uma atuação criativa e saudável de cada um. É preciso criar espaços para a expressão humana e adequar as disciplinas. Fora isso, devemos lembrar que sempre cobramos posturas proativas, mas esquecemos de três aspectos cruciais e uma quarta dimensão de instância ética:

 

1 - Desde o maternal até a faculdade, ninguém foi ensinado como aprender a aprender.

2 - Nunca nos avaliaram de forma coerente, de forma a possibilitar o melhor desenvolvimento de nossas competências e aptidões. Nem houve o menor suporte a estas possibilidades ou sequer pensaram em formar indivíduos conscientes.

 

3 - Neste mesmo trajeto, apenas em busca de reposição de peças, a educação brasileira sempre formou pessoas para serem funcionários, ou seja: focados estritamente na "atividade". Nunca formou empreendedores e nos ensinou a lidar com padrões de decisão, análise e risco.

4 - Corporações, em geral, assim como os consumidores não se interessam pelo bem estar planetário ou individual. Os primeiros desejam, mormente produzir, reduzir custos e aumentar a lucratividade; Os segundos apenas querem acesso aos bens produzidos, utilizá-los e depois, descartá-los, para adquirir novos. É uma equação social sinistra.

 

Mas, voltando ao ponto das equipes, temos aqui exato momento onde o caldo entorna. Dificilmente o individualismo reinante consegue transpor barreiras. O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso, mas historicamente esta condição sempre esteve ligada a um objetivo superior. Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados. Isso vale para qualquer área da nossa vida, especialmente a profissional. Porém, o que vemos é o egoísmo imperar!

 

Mas, se apenas desejarmos, de um lado, obrigar as pessoas a entregar toda sua capacidade produtiva, desprezando as pedras angulares da humanidade e dignidade, teremos na outra face da moeda profissionais que apenas entendem a organização como fonte de renda e espaço ocupacional compulsório. Assim, a conta nunca fecha! Existe uma profundidade intensiva de redes relacionais que deveriam estar interconectadas, mas na verdade estão em curto circuito.

 

Vivendo em ambientes confinados, lutando contra a assimilação corporativa do tempo individual, e desejando adquirir cada vez maiores quantidades de produtos, acabamos acumulando enormes índices de culpabilidade. Tanto que um dos mais interessantes hoaxes da web, nos dá conta que um novo produto chamado "Sacos de Culpa Descartáveis" apareceu no mercado Norte Americano, causando estrondoso sucesso.

 

Consistia, segundo a lenda, de um conjunto de dez simples sacos marrons, em que foram impressas as seguintes instruções: "Coloque o saco com firmeza sobre a boca, respirar fundo e explodir toda a sua culpa para fora, em seguida, descartar o saco de imediato". A maravilha disso é que a Associated Press relatou que 2.500 kits foram rapidamente vendidos a $2.50 por kit. Pena que não consegui comprar nenhum!

 

Mas, será que podemos dispor de nossa culpa tão facilmente? Mas, no que ela consiste, senão na intuição clara de vivermos num mundo incompreensível, onde tememos confiar uns nos outros e necessitamos levar vantagem em tudo? O desespero oculto em nosso modo de vida leva à busca de soluções fáceis, indolores, para todos os descasos.

 

Só que, não há nada nesta terra bastante poderoso em si mesmo para eliminar nossa culpa, que não passe - obrigatoriamente - pela construção de uma coletividade responsável, pela conduta reta e por uma sadia relação com este novo modo de vida, que é o ambiente corporativo, onde passamos a maior parte de nossa existência.

 

Assim, ao se falar em espírito de equipe, esqueçam as manjadas frases sem efeito dos melodramáticos e ultrapassados motivadores profissionais. Também abandonem o chicote, pois ninguém mais suporta assédio e todos os profissionais repudiam a incompetência, seja de líderes ou subordinados. Privilegiem apenas o caráter! Se quiserem, leiam Emerson. Vai ajudá-los a compreender o que digo.

 

Pessoas hoje precisam entender o que fazem e porque fazem, para poderem interagir de forma produtiva. Assim, se as pessoas não estão colaborando como deviam, além de olhar para o que dissemos, procurem as soluções na melhoria dos processos e evoluam as ferramentas, de maneira a permitir uma interface amigável. Devemos ter em mente que estamos construindo uma nova matriz de sociedade e que a coerência e o desenvolvimento de boas práticas devem caminhar lado a lado com a eficiência.

 

Aliás, um mundo totalmente eficiente, sem margem para erros e experimentações, seria apenas um mundo cético. Absolutamente fenomênico, vazio e asséptico. Além disso, traria dentro de sua cientificidade, o germe de sua destruição. Pois, um mundo cético, como diz o professor Marcelo Moreira seria um mundo que aboliu toda a sua diversidade e padronizou todas as suas possibilidades, até o esgotamento de sua alma.

 

Um mundo que consistiria apenas de eucaliptos e pardais.

 

 

TEMPO NÃO SE ACHA; SE CRIA

Por Floriano Serra

 

Dias atrás a imprensa divulgou que Dilma Rousseff, a presidente do Brasil, não perde um episódio da série Game of Thrones - e quando não pode assistir, grava os capítulos.

Apesar dessa introdução, não é minha intenção discutir aqui os hábitos televisivos da presidente, nem suas preferências na telinha. O motivo desta citação é outro.

Sempre achei que o "workaholic" é uma vítima de condicionamentos e crenças existenciais equivocadas, quando não um fugitivo da intimidade afetiva - mas isto é uma longa história cuja natureza não cabe no escopo deste artigo.

Quero apenas lembrar a todos que o ser humano se constitui de corpo, mente e espírito. Para se ter uma vida produtiva, saudável e feliz, é, portanto, preciso cuidar dessas três partes e mantê-las atuantes de forma motivada, atualizada e completa. A omissão de qualquer delas ou a fixação em uma delas causará consideráveis estragos na qualidade de vida do indivíduo e criará nele grandes limitações que o impedirão de desfrutar plenamente tudo o que a vida lhe proporciona. Em outras palavras, a necessidade do tão falado equilíbrio entre vida pessoal, profissional e espiritual não é balela nem conversa fiada de psicólogo.

Fico espantado com a quantidade de profissionais que encontro em eventos corporativos e que, em conversas informais, afirmam que não sabem contar piadas, não sabem a letra de nenhuma música, não vão a cinema e teatro, não lêem livros e revistas e não assistem a séries de TV. E por quê? Porque, segundo alegam, não têm tempo para isso! Todo o tempo deles é dedicado ao trabalho. A empresa agradece, mas certamente a família e os amigos, não. Muito menos seu próprio tripé de corpo, mente e espírito que vive sob o sobressalto do estresse se aproximando a cada dia, prestes a transformar-se em "burnout". Muitos desses profissionais estão perdendo os melhores anos da vida dos seus filhos e os melhores momentos da sua relação afetiva. E deixando de lado parentes e amigos queridos. Sem falar de Deus - felizmente, de todos o mais tolerante e paciente.

Pois saiba, caro amigo "workaholic", que enquanto você está fazendo serão ou esticando seu expediente de trabalho muito além do necessário, a presidente da República do Brasil, aquela que tem muito mais metas, funcionários, clientes e responsabilidades que você, está curtindo tranquilamente, à noite, uma interessante série de aventuras na TV. Provavelmente cercada de familiares e amigos - e é quase certo que sem faltar a pipoca. Tempo não se acha, se cria - desde que haja flexibilidade, interesse e motivação para isso. E sem a necessidade de complicados e confusos gráficos de controles e planejamento - basta o bom senso.

Portanto, prezado "workaholic", tudo o que posso recomendar é: ou procure ajuda profissional de um psicoterapeuta ou de um "coach", ou siga em frente. Para isso existe o livre arbítrio.

Floriano Serra é psicólogo, palestrante e docente de seminários comportamentais. É diretor da SOMMA4 Gestão de Pessoas, autor de vários livros e inúmeros artigos sobre o comportamento humano no trabalho. Ex-diretor de RH de empresas nacionais e multinacionais.


 

Se não for talentoso que seja habilidoso

* Por Evaldo Costa 

Pesquisando no dicionário Aurélio, você descobrirá que a habilidade "é qualidade de hábil", ou seja, "todo aquele que tem aptidão para alguma coisa". Ela poderá ser adquirida ao longo da vida, ou seja, com treinamento e disciplina, você conseguirá dominá-la. Poderá, se desejar, com dedicação aprender, por exemplo, a tocar violão e até mesmo se tornar um violonista conceituado, mesmo que nunca tenha se interessado por instrumentos musicais. O mesmo pode ocorrer se você desejar pintar, fotografar, cantar, cozinhar, dançar etc.

Já o talento "é aptidão natural ou inteligência excepcional". É algo que brota naturalmente da pessoa. Além de aprender música, o talentoso poderá improvisar e fazer algo memorável. O habilidoso poderá tirar ótimas fotos, mas o talentoso dará vida a elas, o habilidoso poderá lapidar a pedra, já o talentoso a transformá em bela escultura. O talentoso tem o dom natural, surpreende pela sua ousadia, é antenado e sempre terá uma solução memorável para superar os desafios.

Mas, afinal de contas, qual deles é mais importante para o sucesso? Os dois são muito importantes. A diferença é que o habilidoso sabe que terá de usar a sensatez e se dedicar adequadamente a causa, para evoluir e conquistar o que mais deseja. Ele sabe que terá que estar vigilante e jamais poderá esmorecer, sob o risco de nunca ter o sonho realizado.

Por outro lado, o talentoso sabedor de seus dotes intrínsecos, tende a se tornar confiante e até relaxado. Pois, sabe muito bem que diante de qualquer desafio poderá se safar de forma excepcional. Daí, nem sempre está disposto a dedicar-se o suficiente para adquirir novas técnicas, como a de se estruturar economicamente.

O fato é que o mundo está cheio de exemplos de pessoas talentosas como músicos, pintores, atletas e artistas que ao final da vida lidaram com dificuldades financeiras a ponto de depender da ajuda de outros para sobreviver.

Veja os jogos de futebol onde, não raro, testemunhamos times com maior número de atletas talentosos serem derrotados por adversários mais aplicados. Isso ocorre, pois consciente de suas deficiências, o que conta com menos talento usa a força e a vontade de vencer para superar os desafios.

Daí, se você não é talentoso mas detém alguma habilidade, deve se preocupar em aprimorá-la e logo encontrará o sucesso. Porém, se você é talentoso, parabéns pelo dom que nasceu com você. Mas nem por isso poderá achar que o sucesso está garantido, pois precisará cuidar-se para não permitir que as suas conquistas fujam por entre os dedos como se água ou areia fossem.

Finalmente, lembre-se de que o sucesso vem quase sempre acompanhado de outras qualidades como o conhecimento e a atitude. Reunindo essas preciosidades será mais fácil, rápido e prazeroso realizar os sonhos e manter-se no topo das conquistas.

Pense nisso e ótima semana,

Evaldo Costa

Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil

Blog: www.evaldocosta.blogspot..com

E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
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A lição da Vida

Evaldo Costa*
Que Deus nos abençõe para não desistirmos nunca das nossas metas. Nossa vida é como se fosse a construção de um edifício de muitos andares. Cada um de nós deseja contruir o prédio mais de todos.

Para conserguir evoluir em nossas “construções” precisamos de conhecimento, material de qualidade e gente disposta a nos ajudar colocar tijolo sobre tijolo.

Continuemos estudando, e logo seremos surpreendidos com o know-how que nos ajudão construir “edifícios” mais altos. Desenvolvemos a nossa capacidade de relacionamento e logo teremos “edificações” sólidas. Mantemos a nossa esperança de que vale a pena investir para construir “edificios” melhores e logo teremos “metrópoles de realizações”.

Pensemos no teste de cada lição da vida, não como uma ameaça. Mas, sim como um desafio e a certeza de que com trabalho duro, espírito de amizade e a chama da esperança acessa, logo o sucesso instalar-se-a em nossas vidas. Albert Schweitzer nos alerta que: "Na vida de toda pessoa, de vez em quando, nosso fogo interno se apaga. Ele então é aceso repentinamente por outro ser humano. Deveríamos ser gratos por aquelas pessoas que reacendem nosso espírito interior."

Evaldo Costa
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
Escritor, consultor, conferencista e professor.
Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”
Site: www.evaldocosta.com
Blog:
http://evaldocosta.blogspot.com
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com

 

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