Dom, 08 de Agosto de 2010 18:01
*Por Evaldo Costa
A vida está cruel? Você tem tentado abrir as portas das oportunidades, mas elas estão sempre trancadas? Não perca o controle, pois às vezes, como revela o dito popular, “a nossa vida é colocada de cabeça para baixo, para que possamos aprender a viver de cabeça para cima". O que não se deve é agir como muita gente que, diante de momentos críticos, costuma culpar as circunstâncias. Para este tipo de gente há sempre um bom motivo para explicar o insucesso. O que elas esquecem é que o vencedor não dá a mínima importância para as circunstâncias, ele as cria.
A pessoa que não tem um objetivo claro, que não sabe para onde está indo, e que alimenta pensamentos negativos, dificilmente conhecerá o sucesso. A falta de objetividade causa preocupação, medo, ansiedade, insegurança, frustração. Afinal de contas, somos aquilo que plantamos em nossa mente, então não podemos esperar alcançar a vitória se não a construimos primeiro em nosso pensamento.
Tudo dependerá de como cultivamos as sementes que selecionamos. Pense como se você fosse um agricultor. Ele tem a terra (mente) e tudo que nela plantar, colherá. Daí, imagine que ele tenha nas mãos duas sementes: uma de bom alimento e outra de uma praga qualquer. Ele então, prepara a terra e planta as duas sementes, uma bem ao lado da outra. Depois disso, ele as cultiva regando-as sempre.
Com o tempo, tanto o alimento quanto a praga crescerão. Algum tempo depois ele colherá os dois: o bom alimento, e a erva daninha também. Caso algum dia você contrate um agricultor, não deixe de perguntá-lo sobre as pragas. Ele, provavelmente, lhe explicará que quando plantamos algo de valor, como os alimentos e as frutas, precisamos cuidar bem para garantir uma colheita farta e de qualidade. Porém, ao contrário disso, as pragas não precisam de quase cuidado algum. Elas têm vida própria, e quase sempre se apoderam das boas sementes, sugando todas as suas energias e, muitas vezes, eliminando-as, literalmente.
Naturalmente, a mente humana é muito mais fértil, muito mais incrível e misteriosa do que a terra, mas funciona da mesma maneira. Não importa o que nela plantamos: o sucesso ou o fracasso, ambos retornarão para nós. O fato é que, a mente humana é a última grande área inexplorada na terra. Ela contém riquezas além dos nossos sonhos.
E quanto a você? Tem plantado boas sementes em sua mente ou vai ficar culpando as circunstâncias pelo insucesso?
Pense nisso e ótima semana,
Evaldo Costa
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
Escritor, consultor, conferencista e professor.
Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”
Site: www.evaldocosta.com
Blog: http://evaldocosta.blogspot.com
Site: www.icbr.com.br
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Dom, 08 de Agosto de 2010 17:57
* Por Wagner Campos
O diamante é um mineral encontrado na natureza e objeto de desejo do homem há séculos. Ao ser encontrado em seu estado bruto, não apresenta tanta beleza e seu valor é muito pequeno.
Cabe a um especialista identificar o potencial desta pedra e lapidá- la de forma perfeita para assim multiplicar por milhares de vezes sua beleza e valor. Cada diamante é único. Como uma impressão digital, não há dois idênticos.
Dentro das organizações, os colaboradores são como os minerais. Alguns são mais valiosos que os outros, alguns são mais procurados pelo mercado ou melhor transformados, mas há aqueles que ainda estão em seu estado bruto e precisam da visão de um profissional para poder multiplicar seus resultados e valor, lapidando-o, assim um diamante.
Nem sempre a pouca qualidade dos profissionais dentro das equipes estão ligados diretamente aos próprios profissionais, mas sim aos seus gestores que não têm uma boa visão de potencial estratégico, comportamental e de gestão de pessoas.
É muito mais fácil identificar dez grandes problemas a apresentar uma excelente solução. Algumas vezes, os gestores identificam apenas os problemas e não se propõem a apresentar soluções, identificando talentos, habilidades e competências de suas equipes e lapidando-as de forma a obter o melhor resultado com maior satisfação, comprometimento e realização de todos.
Como um especialista em diamantes, o gestor de equipes precisa estar consciente que não há dois profissionais iguais. Cada um é único, tem seu brilho, seu valor, suas habilidades e competências e seu potencial. O tamanho do brilho obtido por este profissional dependerá da capacidade do especialista em lapidar as habilidades e competências. E assim como um diamante com perfeita lapidação, um profissional totalmente preparado pelo mercado, com certeza, será mais desejado pelo mercado e com maior valor para sua “aquisição”.
Abraham Lincoln disse: “Se eu tivesse oito horas para derrubar uma árvore, passaria seis afiando meu machado." Que tal passar mais tempo lapidando sua equipe em vez de gastá-lo buscando novas pedras preciosas prontas?
Reprodução autorizada desde que mantidos os créditos a Wagner Campos, conforme Lei de Direitos Autorais 9.610/98.
Acesse: www.trueconsultoria.com.br www.wagnercampos.com.br
* WAGNER CAMPOS é Consultor Empresarial, Diretor da True Consultoria e Especialista em Varejo, Marketing e Logística. É Palestrante Motivacional em Vendas e Liderança. É Professor de MBA em Marketing e Vendas, MBA Gestão de Pessoas e nos cursos de graduação em Administração, Marketing e Recursos Humanos. Contribuiu com empresas como Ambev, Unibanco, Whirlpool Eletrodomésticos e Sebrae. É autor do Livro "Vencendo Dia a Dia". Contato para Palestras, Consultoria e Treinamentos F: (19) 3444.9599 - wagner@trueconsultoria.com.br - falecom@wagnercampos.com.br.
Dom, 08 de Agosto de 2010 17:06
*Por Sérgio Dal Sasso
“Nossa qualidade depende do acreditar no que podemos ser e das buscas pelo fortalecimento de créditos a serem conquistados com o convencimento de outros pelas causas comuns”.
Após um período de ausência de artigos, intencionalmente na mesma medida da presença das atividades da copa do mundo, estamos voltando a falar de educação empresarial. Mas não sem antes dar uns “pitacos” sobre a participação do Brasil na copa e sua relação com o comportamento humano e as inconstantes mudanças de posição. Perdemos um joguinho, faltou equilíbrio é claro, mas apenas pense um pouco sobre o como pensávamos há uma semana, se de fato tínhamos tanta coisa negativa a adicionar ao desempenho e trabalho que vinha sendo desenvolvido, nem “nois” nem a rede globo, não é verdade!
Em fim, como pouco entendo de futebol, não mereço comentar muita coisa, mas apenas torcer para que nosso Pais seja suficientemente bom, e não necessariamente ótimo, em todas as atividades que tragam dignidade e felicidade ao seu povo. Às vezes me pergunto o que vale mais, ganhar e ter amigos com sorrisos amarelos ou perder e poder saber com quem de fato você pode contar.
A lição de tudo é que temos que contar com “kilometragens” em testes, até que pelo cansaço e exaustão possamos adquirir algo que resulte em performance, utilidade, qualidade e resultados. Daí vem sempre a lição de que devemos raciocinar muito até se encontrar com os valores que identificam nossos gostos com algo potencial e somente a partir daí partir para viabilizar o que pode ser feito. Quando os números se encontrarem com o sentimento de acreditar no que está projetando, o positivismo estabelecerá a evolução para que sua proposta se una com uma crescente auto-afirmação rumo a um sentimento de capacidade executora.
No mais, meus amigos, são nos jogos perdidos onde encontramos o material para realmente aprender, pois o estimulo pelo saber é fruto dos não ignorantes pela dedicação diária pelo fazer hoje adicionando algo para somar a sobra de ontem, pensando sempre em poder se antecipar saudavelmente com criações que permitam a sustentação do amanhã.
“A vida vai sendo valorizada pelos desafios que validam nossa capacidade de fazer melhorando. Os riscos sempre serão amenizados quando nos acostumamos a enfrentar as coisas se colocando de frente como os problemas”.
Sérgio Dal Sasso é consultor empresarial, escritor e palestrante. Palestras em Empreendedorismo, Administração, Vendas e Educação Profissional. Contato: Portal – www.sergiodalsasso.com.br, falecom@sergiodalsasso.com.br
Sáb, 03 de Julho de 2010 15:56
*Por Professor Caxito
Diversos estudos mostram que a comunicação não verbal é tão ou mais importante do que aquilo que dizemos. No livro “O Desafio da Liderança”, os autores Kouzes e Posner, apontam que cerca de 7% da comunicação é composto pela fala. As expressões não verbais são muito mais importantes, e contribuem com 55% da mensagem. O restante da comunicação está ligado a fatores como a entonação, ênfase, colocação vocal, volume da voz do interlocutor. E uma aula de comunicação não verbal é o que nos dá o filme Wall-E, da Pixar, ganhador do Oscar de Melhor Animação de 2008. Para mim, Wall-e é uma das animações mais belas que assisti. Claramente inspirado nos filmes de Chaplin, o personagem é um simpático e singelo robô que realiza o trabalho de limpar a sujeira deixada pelos humanos em um mundo Nos 45 minutos iniciais do filme, não há uma só fala: sozinho no planeta, Wall- e vê sua rotina ser mudada com a chegada de EVE, uma robôzinha charmosa e moderna, que tem a missão de examinar o planeta em busca de algum vestígio de Além de não falar, os robôs não tem expressão facial. Mesmo assim, todas as emoções e expressões de Wall-E e de EVE, mostradas no filme através de leves mudanças na posição dos olhos de Wall-E ou nos leds de EVE, são perfeitamente compreensíveis. Mesmo sem nenhum diálogo, a dupla é mais expressiva do que muito de nós. Medo, raiva, ameaça, amor, compaixão, alegria e desespero são expressos de forma magistral pelos personagens. Entender como nos comunicamos não verbalmente e melhorar esta comunicação é de extrema importância para o sucesso profissional. Muitas vezes, aquela sensação incômoda de que uma pessoa não nos convence vem exatamente do desalinhamento entre o que ela fala e o que lemos em sua comunicação não verbal. Conseguimos, pela interpretação de gestos, captar nas entrelinhas a mensagem que recebemos. O alinhamento entre a comunicação verbal e não verbal é fundamental para a credibilidade do profissional. No caso dos líderes, transmitir insegurança na voz e desalinhamento leva à falta de credibilidade, fundamental para o exercício da O silêncio também é um tipo de comunicação não verbal. Por meio dele, mostramos nossa irritação ou descontentamento. Ao calar, forçamos a outra pessoa a tentar descobrir o que está atrás desse silêncio. Assim como a indiferença , o silêncio indica a fragilidade das relações. Ao conhecer Wall-e, EVE simplesmente o ignora. Nosso ingênuo robozinho se apaixona por este ser inalcançável, que nem ao menos nota sua presença. Mas no dia a dia, a indiferença, o silêncio e o desprezo atingem profundamente aqueles que recebem esta mensagem não verbal. Uma dos mais poderosos meios de comunicação não verbal é o olhar. É através do olhar que Wall-e e EVE transmitem grande parte de seus sentimentos. A admiração e encantamento com que Wall-e olha EVE durante todo o filme. E olhar de EVE, no decorrer da história, passa pela indiferença, pelo desprezo, pela curiosidade, pela raiva, pelo interesse e termina com o olhar de paixão. Há alguns anos, gerenciei uma grande equipe de vendedores. Após uma fusão com outra empresa, assumi uma nova equipe de vendas. Todos os dias, os vendedores precisavam falar comigo, e eu tinha o hábito de continuar trabalhando no computador ou em algum relatório enquanto os ouvia. Minha equipe anterior já me conhecia, e sabia que eu estava ouvindo. Porém, comecei a ter problema com a equipe nova, que reclamava que eu não prestava atenção ao que diziam. Ao não olhar para as pessoas enquanto elas falavam, a mensagem não verbal que eu passava era a de desprezo e desatenção. De alguém não confiável e descomprometido. Levei muito tempo para desfazer esta imagem negativa que criei junto à equipe. Então, da próxima vez que for conversar com alguém, preste atenção á sua linguagem corporal, aos sinais não verbais que emite. Pois, se eles não estiverem alinhados com seu discurso, você pode, além de comprometer seus relacionamentos, construir uma imagem negativa como profissional.
Qua, 31 de Março de 2010 09:37
* Por Tom Coelho
“Se os textos lhes agradam, ótimo. Caso contrário, não continuem, pois a leitura obrigatória é uma coisa tão absurda quanto a felicidade obrigatória.” (Jorge Luis Borges)
Tomei conhecimento a partir de um artigo do excelente Gilberto Dimenstein que 180 mil jovens com formação superior não foram suficientes e capazes para atender à demanda por 872 vagas de estágio e trainee em empresas brasileiras.
Reflexo da crise de nosso modelo educacional, estes números, tabulados no ano de 2002 pela pesquisadora Sofia Esteves do Amaral, indicam o abismo existente entre o que as escolas entregam e o que as empresas solicitam. A qualificação acadêmica está desalinhada da qualificação profissional.
É indiscutível que devemos promover uma “cruzada pela educação”. Vender a ideia da educação para o Brasil, colocando-a como prioridade, ao lado da saúde e da ciência e tecnologia, nas discussões orçamentárias e de planejamento estratégico nacional. Criar o conceito de responsabilidade educacional e infligir com a perda do mandato prefeitos que desviam recursos das salas de aulas para a construção de estradas e outras finalidades que lhes conferem capital político mais imediato. E investir no docente, sua formação e sua remuneração, pois a chave da boa escola é o professor.
Todavia, mesmo diante de toda esta breve argumentação, minha conclusão mais precisa é que o problema da educação está na escola que ficou chata, perdeu a graça, não acompanhou a evolução do mundo moderno. O aluno não vê aula, quando vê não presta atenção, não se aplica nos deveres de casa e vai mal nas provas. Lembra-me aquela máxima marxista: uns fingem que ensinam, outros fingem que aprendem. Esqueceram-se apenas de avisar ao mercado desta combinação.
São estes alunos que serão reprovados num simples processo seletivo. E serão eles que, gerenciando companhias ou decidindo empreender um negócio próprio, engordarão as já elevadas estatísticas de insucessos empresariais.
A educação perdeu o sabor. E é curioso constatar isso quando desvendamos pela etimologia que as palavras sabor e saber têm a mesma origem no verbo latino sapare. O conhecimento é para ser provado, degustado. É como se a cabeça (o estudar) estivesse em plena consonância com o coração (o gostar).
Cozinhando palavras
O que me faz avançar madrugada adentro postado diante de uma tela, digitando em um teclado, com música ao fundo e pensamento ao longe, produzindo artigos como este? A resposta está no desejo de escrever um texto que traga prazer ao leitor tal qual o banquete preparado por um cozinheiro a seus convidados.
Todo escritor tem duas fontes de inspiração: uma musa e outros escritores. Minha musa é o próprio mundo, uma obra de arte, um livro dos mais belos para quem o sabe ler. Já meus “padrinhos” são tantos que não posso colocar-me a relacioná-los. Acabariam as laudas, faltaria paciência ao leitor e eu incorreria invariavelmente no pecado capital da negligência, deixando de citar nomes por traição da memória.
Rubem Alves é um destes nomes. Vem dele a inspiração desta metáfora que envolve escritores e cozinheiros. Minha cozinha fica numa sala. Minha bancada é uma mesa. Meu fogão é um computador. Minhas panelas são minha cabeça. Meus ingredientes são as palavras. Vou selecionando-as, misturando-as e provando de seu resultado. Saboreio com os olhos e cuido para que temperos em excesso não comprometam outros sabores.
Há dias em que estou tomado pela culinária italiana. Então produzo textos encorpados que alimentam a consciência e que pedem uma taça de vinho tinto, cor de sangue, de contestação. Corpo e sangue. São os momentos de questionamento da ordem, este prazer da razão, banhado pela desordem, esta delícia da emoção.
Em outros dias, sinto-me inspirado pela cozinha francesa. É quando me torno econômico no uso dos ingredientes, mas extravagante no uso dos temperos. É quando surgem os textos mais leves na forma e mais profundos em seu conteúdo, convidando todos a uma demorada reflexão.
Assim sucedem as semanas, sucedem os artigos. A cada semana um prato novo. Alguns nascem naturalmente, demandam pouco tempo de cozimento. Outros, por sua vez, ficam dias no forno. Consomem uma quantidade incrível de palavras. Letras que vêm e que vão. Chegam mesmo a queimar os dedos, mas finalizá-los tem seu propósito ao imaginar a satisfação de quem os lerá, estampada no brilho dos olhos, no sorriso de canto de boca.
Assim entrego-me a este ofício, marchando pitagoricamente com o pé direito para as minhas obrigações e com o pé esquerdo para os meus prazeres, tendo a certeza de que o escrito com esforço será lido com apreciação.
Paul Valéry dizia que um homem feliz é aquele que, ao despertar, reencontra-se com prazer, reconhecendo-se como aquele que gosta de ser. Saber o que se é e o que se deseja ser: quanto sabor há nisso!
* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.
Qua, 24 de Março de 2010 10:36
*Por Raúl Candeloro Existem dois momentos do ano em que todo mundo pára para repensar sua vida. Alguns de maneira mais rápida e superficial, outros de forma mais profunda. Mas não há como fugir: tanto na virada do ano quanto no seu aniversário, é impossível não dar um suspiro, pensar em como o tempo passa rápido, em tudo o que aconteceu e no que ainda está por vir. Essa também é uma boa hora de estabelecer metas e ver se atingimos aquelas que havíamos dito que atingiríamos no ano passado. Gosto muito de uma frase de Earl Nightingale, que diz que a felicidade é a realização progressiva de uma meta valiosa. Vou aproveitar para falar sobre metas, porque não acredito que exista sucesso sem metas.
Metas sempre foram importantes, mas a comprovação mais radical disso foi publicada por Mark McCormack, no seu livro O que Não Ensinam em Harvard. Posso já ter falado sobre isso antes, mas sempre vale a pena repetir. Perguntaram a todos os MBAs de Harvard que estavam se formando: “Você tem objetivos claros e definidos, colocados no papel, com um planejamento para atingi-los?”. 3% dos graduandos tinham metas, haviam colocado no papel e se planejado para alcançá-las. 13% tinham metas, mas não haviam colocado no papel. 84% não tinham meta alguma. Dez anos depois, os pesquisadores foram verificar como estava a vida profissional dos entrevistados. Veja que interessante: descobriu-se que os 13% com objetivos ganhavam, em média, duas vezes mais do que os 84% sem objetivos. Mas o mais impressionante é que os 3% com objetivos no papel (e planejamento) ganhavam dez vezes mais do que os outros 97% juntos.
Mesmo assim, continuamos vendo profissionais de vendas “brincando” de metas e gerentes “brincando” de cobrá-las. Exemplo típico: outro dia eu estava dando uma palestra em uma empresa cuja meta para o ano é faturar X milhões. O presidente da empresa abriu o encontro falando sobre a meta. O diretor comercial abriu minha palestra falando sobre a meta. No meio da palestra, fiz uma dinâmica rápida sobre estabelecimento de metas. Pedi que os vendedores fizessem uma lista de suas metas para o ano. Todo mundo olhou como se estivesse falando grego (em janeiro, em uma empresa-líder no Brasil no seu ramo e ninguém tem meta?). Expliquei rapidamente como estabelecer algumas metas e dei cinco minutos para fazerem sua lista. Ao final do tempo, pedi que lessem a lista. Nenhum deles colocou “ajudar minha empresa a faturar x milhões” – que era o único motivo pelo qual estavam todos ali. Ao cobrar isso da turma, um dos vendedores mais veteranos ainda teve o descaramento de dizer: “Mas eu coloquei na minha lista”. “É mesmo?”, perguntei – “deixe-me ver”. E fui até sua mesa. O papel estava em branco. O vendedor ficou vermelho, lógico, porque não esperava que eu fosse conferir. Os amigos e colegas tirando sarro e rindo. E o gerente dele ali, na frente. Vendedor mal-educado é como criança mal-educada: a culpa não é da criança, é dos pais. Mesma coisa com um vendedor.
A verdade é que as pessoas não estabelecem objetivos por várias razões. A primeira, e talvez principal, é que não acham que seja importante. O estudo de Harvard mostra que é com certeza. A segunda razão é que simplesmente não sabem estabelecer metas. Algumas pessoas têm sonhos, devaneios e fantasias e acham que são metas. “Gostaria de ser rico”, por exemplo, não é uma meta. Uma meta é clara, específica, objetiva, por escrito e com data. Terceiro, as pessoas têm medo de colocar uma meta e não conseguir atingi-la porque isso é frustrante. Então muitas pessoas preferem a mediocridade da acomodação ao risco (e a recompensa) de ter planos e metas. Quarto, e último, as pessoas têm medo da rejeição e do ridículo, de passar vergonha em público por ter estabelecido uma meta e não tê-la atingido. Mas em um ambiente positivo, com um gerente inteligente, o não-atingimento de uma meta pode ser uma ferramenta muito valiosa de desenvolvimento para o vendedor – basta fazer as perguntas certas e agir corretivamente.
A verdade é que metas e objetivos nos dão um senso de propósito, de direção. Ao atingir suas metas, você vai sentir-se mais energizado, mais confiante, capaz de buscar desafios ainda maiores. Mais importante de tudo: ao estabelecer suas metas, você assume o controle da sua vida. Pense em como isto é importante: se você não estabelecer suas metas, alguém vai estabelecê-las por você. E essa com certeza não é a marca de um vendedor campeão.
Raúl Candeloro (raul@vendamais.com.br) é palestrante e editor das revistas VendaMais®, Motivação® e Liderança®, além de autor dos livros Venda Mais, Correndo Pro Abraço e Criatividade em Vendas. Formado em Administração de Empresas e mestre em empreendedorismo pelo Babson College, é responsável pelo portal www.vendamais.com.br
Qua, 24 de Março de 2010 10:11
*Por Tom Coelho
Leandro Barbosa, ou apenas Leandrinho, é um dos brasileiros a brilhar na liga norte-americana de basquetebol, a NBA. O armador foi eleito o melhor sexto jogador da temporada 2006/2007 e o segundo melhor na temporada 2007/2008. Eu disse “sexto jogador”. Isso significa que ele é um dos melhores reservas do mundo. Inicia os jogos no banco, sendo chamado a participar no decorrer das partidas quando entra e resolve: muitos pontos convertidos e ótimas assistências realizadas.
O arqueiro do São Paulo, Rogério Ceni, era apenas o terceiro goleiro do Sinop Futebol Clube nos idos de 1990. Durante o campeonato estadual, o goleiro titular e o primeiro reserva ficaram lesionados. Ceni assumiu a posição e já na partida inaugural defendeu um pênalti. Sua equipe sagrou-se campeã naquele ano e logo depois ele principiaria uma carreira vitoriosa em sua atual equipe.
Os dois exemplos relatados demonstram que não ser o primeiro pode ser uma condição apenas temporária. E a lição é perfeitamente aplicável ao mundo corporativo.
A maioria dos profissionais que inicia uma carreira almeja alcançar o topo da pirâmide com a maior velocidade possível. Subir na hierarquia, acumulando dinheiro, poder e realizações. Mas sendo este é o desejo de muitos é evidente que o funil de oportunidades é rigoroso. Poucos têm êxito. E mesmo os bem-sucedidos descobrem com rapidez que mais difícil do que chegar ao cume é permanecer por lá.
Se você está no banco de reservas, o que simbolicamente equivale a integrar o segundo ou terceiro escalão em sua empresa, aproveite o momento para preparar sua ascensão futura.
1. Aprenda. Enquanto subalterno, seguramente você está vinculado a atividades operacionais. Em lugar de reclamar desta condição, aproveite para aprender tudo sobre o seu trabalho –e sobre o trabalho dos outros. Lembre-se de que os fundamentos são essenciais. Não se pode calcular uma integral de uma função sem compreender as quatro operações matemáticas básicas.
2. Observe. Como você é pouco notado, pode transitar livremente pela companhia e compreender sua estrutura de poder. Pesquise e observe quem é quem, como funcionam as relações interpessoais. Olhos abertos e boca fechada. Não é por acaso que ascensoristas e office-boys são tão bem informados.
3. Melhore. Pratique o kaizen, ou seja, o aprimoramento contínuo. Exercite suas habilidades, eleve sua destreza no exercício das tarefas. Faça mais com menos. Gaste menos tempo executando para sobrar mais tempo para pensar e planejar. Assim você começará a se destacar.
"Alguns atletas descobrem que jamais serão craques, mas podem ser ótimos técnicos. Ou que podem ser apenas o sexto homem e ainda assim fazer toda a diferença."
4. Conheça. Procure estabelecer relações interpessoais verdadeiras. Neste estágio você será avaliado por seus pares pelo que você de fato é e não pela posição que ocupa. E poderá construir uma teia de amizades que lhe dará suporte quando estiver lá em cima. Seja solícito com todos, mas evite entrar em “panelas”!
5. Prepare-se. Se trabalhar com afinco, esteja certo: sua hora chegará. Por isso, aproveite o distanciamento que sua posição atual lhe confere para lapidar suas competências. Projete a “pessoa ideal”, aquela que vislumbra ser, e planeje sua escalada.
No decorrer deste processo, você poderá atirar no que viu e acertar no que não viu. Talvez opte por mudar de empresa. Talvez decida, por exemplo, redirecionar sua carreira para a forma consultiva ao invés de executiva. Alguns atletas descobrem que jamais serão craques, mas podem ser ótimos técnicos. Ou que podem ser apenas o sexto homem e ainda assim fazer toda a diferença.
*Tom Coelho, é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.
Qua, 03 de Março de 2010 10:12
*Por Adm. Marizete Furbino
“Grandes visionários são importantes; grandes administradores são fundamentais”. (Tom Peters)
Cooperação e colaboração se tornaram palavras de ordem no séc.XXI.
Para que a organização alcance um diferencial no mercado, é preciso que funcione como um ser humano, além de viva e atuante, funcione de forma integrada, interagida e interligada, de modo que, todos os envolvidos no processo organizacional realizem de fato cooperação e colaboração.
Em uma organização inter-relacionada, torna-se necessário que, cada pessoa, bem como cada departamento, não só compartilhe o seu papel, é preciso ir além, é preciso somar forças, compartilhar conhecimentos, talentos, buscas e anseios, contribuindo assim e lutando em prol do alcance de objetivos comuns.
É preciso que haja espírito de união e confraternização, onde todos, sem exceção, desde o porteiro até a diretoria, estejam direcionados às conquistas, mas, com dignidade e respeito, compartilhando, interagindo e integrando as diferenças, enxergando que, para se obter sucesso, torna-se necessário somar forças e não realizar verdadeiros massacres dentro de uma organização, pois, o massacre, além de ser um nefasto comportamento desumano, não irá contribuir com a produtividade e sim com o medo, com a insegurança e com a frustração dos envolvidos, corrompendo então, o elo que poderia existir entre todos, comprometendo assim, o objetivo final.
É de suma importância, obstruir esta mesquinhez, que muitas vezes ronda e/ou aparece impregnada dentro das organizações, esta competição não saudável, onde cada um e cada departamento, com muito egoísmo e vaidade, vivem apenas cuidando de seu território. É preciso ir além, é preciso enxergar a organização como um todo e não fragmentada, onde todos possam além de contribuir, perseguir os mesmos objetivos e juntos, somar forças em prol dos mesmos resultados.
Torna-se necessário trabalhar a cooperação e a colaboração nas organizações, deixando claro seu valor para todos, mostrando que cada um dentro da organização possui o seu talento e o seu valor, e que, através de um verdadeiro trabalho em equipe, todos saem ganhando, pois, existirá maior interação, cooperação, colaboração e por conseqüência, crescimento do coletivo, assim, obtêm-se melhor resultado, uma vez que juntos, seremos sempre mais.
15/09/2007
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br
Ter, 02 de Março de 2010 10:47
*Por Evaldo Costa
Você tem sonhos? Metas de longo, médio e curto prazo? Deseja comprar ou trocar de carro? Uma casa nova? Um novo emprego? Ser aprovado no vestibular? Em concurso público? Se temos uma meta a cumprir é sinal que estamos no caminho certo. Pois é como diz o dito popular: “não há bons ventos para quem não sabe para onde ir”.
Mas, admitamos que você queira comprar um carro novo e depois de algumas economias leva o possante para a garagem de sua casa. O que vem depois? Pode ser, por exemplo, um imóvel? Daí, você reune os recursos necessários e adquire o tão sonhado bem. O que vem depois? Pode ser a publicação de uma obra. Então você se mata entrando madrugadas adentro até chegar à noite de autógrafos. Sem dúvidas, uma conquista e tanto. Mas, passado a euforia da conquista, você encontra-se relaxado no sofá e sem perceber surge a tal pergunta que não quer se calar: o que vem depois?
Podem ser férias prolongadas pela Europa, Ásia, África, Américas ou Oceania. Então você recorre às economias, cuida da logística para que nada saia errado em sua ausência, compra a pacote turístico e embarca para o descanso almejado. As férias foram um sucesso. Você curtiu cada instante da viagem. Todavia, uma semana após o retorno para o aconchego, você encontra-se relaxado repassando e relembrando cada foto. Chega à última e você respira fundo e involuntariamente surge a costumeira indagação: e o que vem depois?
É, exatamente, essa pergunta que nos dá motivação e move a nossa vida em direção às realizações. É ela que nos desperta a vontade e gera a fagulha que acende a fogueira da conquista, a energia para superar as adversidades e aproveitar as oportunidades, criando o compromisso que nos mantem na rota do sucesso.
Porém, há quem diga que a motivação dura pouco. Daí, eu digo, ela dura pouco mesmo, assim como o banho, mas é por isso que eu recomendo tomar banho todos os dias. Portanto, antes de conseguirmos alcançar a próxima meta, devemos nos perguntar sempre: O que vem depois? Agindo assim, reuniremos a energia necessária para vencer.
Uma outra dica é: enquanto não alcançamos a próxima meta, devemos admirar, agradecer e alegrarmos com o que temos. Concentrar as nossas energias naquilo que possuímos sem invejar o que ainda não conquistamos é uma sabedoria que vencedores como os atletas Pelé, Zico, Romário, Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo Fenômeno, o astro do Golf Tiger Woods, políticos como Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Barack Obama, líderes com o Franklin Roosevelt, Gandhi entre outros, dominam.
É como dizia Sarah Breathnach: “Quando não podemos optar por nos concentrar no que está faltando em nossas vidas, mas somos gratos pela abundância que está presente .... nós experimentamos o céu na terra".
Agora que você sabe disso, é só esforçar-se para transformar o conhecimento em hábito. Pois, como diz o mestre Zig Ziglar: “A motivação faz com que você caminhe para o topo, o hábito mantém você lá”.
Pense nisso e ótima semana,
Evaldo Costa
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
Escritor, consultor, conferencista e professor.
Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”
Site: www.evaldocosta.com
Blog: http://evaldocosta.blogspot.com
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Qua, 24 de Fevereiro de 2010 08:44
*Por Adm. Marizete Furbino
Somos o que fazemos repetidamente. A excelência, então, não é um ato, mas um hábito. (Aristóteles)
Com o iniciar deste terceiro milênio, enfrentamos múltiplos desafios; um deles é a acirrada competitividade. O mercado exige que sejamos ótimos, caso contrário seremos literalmente esmagados. Vivemos em um mundo globalizado, na era da incerteza, e esta traz consigo grandes mudanças, sendo uma destas a de não permitir que sejamos mais ou menos.
O investimento pesado, nos Recursos Humanos e na tecnologia da informação, se tornou o grande aliado da organização que deseja pelo menos, sobreviver no mercado, pois o conhecimento e a informação passam a ter uma nova conotação, passando a ser os pilares da organização, gerando o rebento denominado produtividade.
Neste mercado, inovação é uma palavra de conotação muito forte, e esta aparece atrelada ao conhecimento e à informação, que juntas, são capazes de gerar vantagem competitiva.
Neste cenário, o foco organizacional deverá ser verificado, analisado e alterado, pois vivemos em um mundo recheado de mudanças e incertezas, exigindo do colaborador e da organização a capacidade de compreensão e adequação no que tange a este momento de transição. Algumas palavras deverão ser de fato implementadas, não podendo ficar de fora do vocabulário organizacional, tais como: integração, inter-relação e interação.
Em meio a tantas mudanças, incertezas e desafios, surge um novo perfil do profissional, e o profissional tem que se adequar, isto se quiser também sobreviver nesse mercado.
Este profissional tem que estar mais do que comprometido com a organização para o qual exerce suas funções; este profissional deverá estar envolvido, antevendo-se aos fatos. Além de preocupar-se com suas competências, buscando o conhecimento, atualizando-se e qualificando-se sempre, tendo em vista a sua contribuição para com a melhoria contínua da organização, agregando valor em tudo que faz, e fazendo assim o diferencial, este profissional deverá preocupar-se com suas habilidades técnicas e gerenciais, zelando por valores éticos, pela integridade e pela transparência no que faz, avaliando sempre suas atitudes, comportamentos e condutas, fazendo da reflexão sua rotina diária.
Gostar do que faz é pouco. Este profissional tem que realmente amar o que faz e assim, tornando-se leve, o que poderia ser de fato, um fardo. É preciso ter sede em querer fazer e fazer bem feito.
É necessária uma conscientização de que, nada mais é previsível, certo e/ou estável; por isso, administrar uma organização se tornou um desafio extraordinário e constante; portanto, a adaptação a este cenário se tornou fator imprescindível para qualquer profissional e/ou organização, que queira pelo menos, sobreviver neste mercado.
Em meio a este cenário competitivo, humildade, ousadia e energia se tornaram a trilogia do momento, pois é preciso que se tenha humildade para reconhecer os erros e realizar os acertos; humildade para reconhecer que não é dono da verdade e que precisa atuar dentro da organização de forma mais amena, realizando parcerias com todos os envolvidos no processo, procurando sempre realizar o trabalho em equipe, pois assim terá um resultado grandioso. É preciso que se tenha ousadia para alcançar as realizações, para fazer de fato acontecer, e é preciso também que se tenha energia, disposição e muito fôlego para atuar com afinco, dedicação e muita sabedoria, e assim alcançar a eficiência e eficácia; caso contrário, correr-se-á sério risco de ser literalmente esmagado pelo mercado, degolado e engolido pelo cenário que aí está.
É preciso romper com o passado e se predispor a mudar.
08/09/2007
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br
Ter, 23 de Fevereiro de 2010 09:57
*Por Adm. Marizete Furbino “Hoje melhor do que ontem, amanhã melhor do que hoje”.
A gestão de pessoas pode ser considerada, como um dos fatores determinantes para uma organização enfrentar os desafios de um mundo extremamente competitivo e recheado de mudanças, o que vivemos no séc. XXI.
No mercado, tem prevalecido uma competitividade acirrada e o mínimo que uma organização pode-se fazer é trabalhar em prol de sua sobrevivência. Ir de encontro à melhoria contínua é preciso.
A melhoria contínua também é conhecida como Kaizen, uma palavra de origem Japonesa, onde "Kai" significa mudar e "Zen" significa para melhor. Porém, a tradução que expressa melhor o significado desta filosofia é melhoria contínua.
Ter vontade e querer melhorar continuamente é preciso, tanto em âmbito pessoal, quanto em âmbito profissional, portanto, preocupar-se com a melhoria contínua significa preocupar-se com a sobrevivência, pois, esta contribui e muito para alavancar uma organização. Preocupar-se em fazer melhor todos os dias tornou-se extremamente necessário.
Uma das ferramentas de gestão, que contribui e muito para que a melhoria contínua aconteça dentro da organização, denomina-se BSC (Balanced Scorecard), que é uma sigla que pode ser traduzida para Indicadores Balanceados de Desempenho.
Portanto, o Balanced Scorecard, é mais do que mensuração de desempenho, pois, constitui uma valiosa ferramenta estratégica de gestão, permitindo que a organização avalie, obtenha feedback do cumprimento das ações e sincronize o seu negócio, bem como o serviço e todos os colaboradores em prol dos objetivos organizacionais, contribuindo para que exista inter-relacionamento departamental, integração, interação, criatividade e sinergia, além de propiciar, a realização de medidas financeiras e não-financeiras, de comunicação, permitindo haver o feedback com relação ao planejamento estratégico adotado com as ações operacionais.
O objetivo maior do Balanced Scorecard é de proporcionar alinhamento de todos e de tudo dentro da organização à estratégia organizacional, em busca do cumprimento das ações traçadas, procurando então, alcançar as metas e objetivos garantindo o foco, o que contribui e muito para uma tomada de decisão acertada.
Uma boa política organizacional, atrelada a um ambiente de trabalho motivador, juntamente com esta ferramenta valiosa de gestão “Balanced Scorecard”, resultam em uma verdadeira estratégia de sobrevivência. Com isso, sua organização terá as condições necessárias para promover a melhoria contínua do desempenho e do aumento da produtividade, com maior valor agregado e com qualidade, permitindo além do alto índice de competição, trilhar pelo caminho da excelência.
A melhoria contínua deve fazer parte da filosofia e do planejamento de cada organização e deve também, ser levada a sério, desde a alta cúpula. Saber utilizar os erros como nosso aliado, pode fazer a grande diferença. É sempre possível fazer melhor.
É importante salientar que, só se alcança de fato a excelência, quando verdadeiramente há consciência e sentimento, por parte de todos os envolvidos no processo, no qual a vida organizacional é o maior de todos os empreendimentos, e que fazemos parte desta, uma vez que, devemos ser ao mesmo tempo colaboradores-empreendedores, investidores, intermediários e beneficiados deste imensurável empreendimento, digo imensurável, quando penso nos colaboradores como o patrimônio valioso que uma organização possa ter.
18/08/2007
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br
Qua, 10 de Fevereiro de 2010 21:02
*Por Ary Martins
Hoje tirei para pensar um pouco sobre as nossas escolhas; e sabe que é bem interessante pensar nisso! Estou falando de controlar quem somos. Usamos uma moda que as vezes não sabemos o porque, defendemos até a alma um estilo de música que nem lembramos em que época começamos a escutar, usamos umas gírias que aprendemos na época da adolescência e vivemos dentro de uns bloqueios bobos que dificultam e muito a dizer o que sentimos por dentro quanto àqueles que estão ao nosso lado.
Você deve pensando o que estou querendo dizer desta vez... Estou afirmando que somos seres conscientes e não plumas ao vento conduzidas no pra lá e pra cá dos modismos, das falsidades, dos patriotismos e dos 'vestir a camisa'.
Comecemos a controlar mais a origem de nossas conceitos, filtrar mais a forma que absorvemos o mundo e nos perguntar porque estamos tomando certas atitudes e escolhas que as vezes parecem que nem somos nós que executamos. Pense nisso!
Ter, 09 de Fevereiro de 2010 08:36
*Por Adm. Marizete Furbino “O passado é lição para refletir, não para repetir”.
(Mário de Andrade)
A ascensão de uma empresa está ligada primordialmente aos Recursos Humanos nela existente, portanto aliar desenvolvimento organizacional com investimento em Recursos Humanos é fundamental.
Como cada ser humano é ÚNICO, com seus anseios, talentos e objetivos, tem muito a contribuir para com a organização. Os funcionários recebem novo título, o de colaborador e estes que de fato merecem jus a este nome, são comprometidos e envolvidos com a organização, são cada vez mais participativos da gestão organizacional, contribuindo sempre com suas idéias geniais e sendo verdadeiros empreendedores dentro da própria organização onde exerce suas funções.
Sabemos que hoje, a maior commodity de uma empresa chama-se conhecimento, e é através deste que as organizações conseguem galgar vôos e se tornarem sólidas neste mercado onde a competitividade é tão acirrada.
Portanto, hoje, as empresas devem pensar em investir e valorizar cada vez mais o ser humano, caso contrário estará fadada ao fracasso.
Podemos considerar o RH (Recursos Humanos), como o maior patrimônio de uma organização, portanto, o maior investimento que uma empresa pode-se fazer é nas pessoas. Acreditar e apostar nos talentos nela existente, no potencial e na capacidade de cada ser humano.
As organizações têm que procurar enxergar que cada ser humano possui talento, desde o porteiro até a diretoria, todos têm idéias, inteligência e são criativos, portanto, possuem atributos valiosos, por isso, devem ser valorizados, sem distinção.
Nos momentos de crise, devem ficar “antenados” quanto ao seu maior patrimônio “as pessoas” e não desfazerem destas. Lembrar sempre que, as pessoas são os pilares ou esteios que sustentam uma organização e que ao desfazerem destas, a tendência é submergir, contribuir para que a organizar chegue ao caos.
Em meio às constantes mudanças em que vivemos neste séc.XXI, o importante é saber selecionar, saber recrutar, saber investir, saber manter e saber reter as pessoas dentro de uma organização, uma vez que são consideradas esteios da mesma.
É de fundamental importância lembrar sempre que, quando o colaborador é valorizado, existe maior dedicação, envolvimento e comprometimento do mesmo para com a organização, porque passa a amar o que faz e isto faz todo um diferencial, contribuindo então, no alcance das metas propostas, tornando-se verdadeiros empreendedores, deixando de ser meros empregados, porque participam de fato de todo processo organizacional. E esta satisfação ao exercer as funções constitui um diferencial de competitividade para as organizações.
Neste processo organizacional, conhecer cada colaborador é essencial.
Enxergar o colaborador como maior ativo intangível em uma organização e saber relacionar adequadamente talentos existentes e áreas de atuação é primordial para que a empresa torne-se competitiva.
Um dos grandes desafios para as empresas do séc.XXI, além de proporcionar condições para que os colaboradores executem suas ações com eficiência e eficácia, é o de fazer com que toda a empresa reconheça e valoriza cada funcionário como de fato colaborador, gente que possui talentos valiosos e também o de procurar fazer com que todos os departamentos e pessoas executem suas ações de forma interagida e integrada, conscientes de seu papel e do rumo a seguir, perseguindo os mesmos objetivos. Portanto, todos dentro de uma organização devem falar uma mesma linguagem, garantindo e canalizando esforços no alcance das metas propostas.
As organizações devem de forma urgente e emergente adotar a Gestão por Competência, onde toda a organização segue uma lógica única, preocupando em investir na formação dos profissionais, cujo objetivo é atender às demandas de negócios com eficiência e eficácia, contribuindo assim, para agregar valor à empresa e fazer o diferencial no mercado.
É preciso descortinar o passado, retirar os velhos hábitos, que podem ser prejudiciais nesta nova era: a era do conhecimento. É necessário que toda organização se comprometa em adotar novos hábitos, novas posturas, novos comportamentos, diante dos fatos e processos organizacionais.
Na era do conhecimento, praticar endomarketing dentro da organização é hoje fator sine-qua-non de sucesso. O Endomarketing é uma ferramenta do marketing dirigida ao público interno das organizações, cujo objetivo é: atrair manter e reter o cliente interno, para se obter resultados favoráveis à empresa, atraindo, mantendo e retendo também os clientes externos, perseguindo e alcançando assim, qualidade significativa do produto ou do serviço prestado.
As ações de endomarketing buscam a satisfação do público interno e o seu comprometimento com os objetivos organizacionais, contribuindo assim, para que todos trabalhem em sintonia, em prol de um melhor atendimento ao cliente, buscando cada vez mais a excelência.
Para alcançar sucesso dentro da organização é preciso que transforme gerentes em grandes lideres, uma vez que estes além de comprometidos e envolvidos com toda organização, será sabedor da importância da delegação de tarefas, criando um vinculo de confiança entre todos os envolvidos no processo, e o resultado será um só: aumento de produtividade com qualidade.
O colaborador será consciente de sua importância dentro da organização, bem como da importância de estratégias utilizadas para atender com eficácia todos os clientes, exercendo suas funções com comprometimento, envolvimento, transparência e cooperação.
A valorização e reconhecimento dos clientes internos constituem-se fator essencial para que a organização não só sobreviva, mas para que permaneça perene, neste mercado onde a competitividade é tão acirrada, e em contrapartida os colaboradores deverão estar comprometidos com os resultados organizacionais esperados.
É preciso que a empresa valorize o funcionário, para que este torne a ser de fato um colaborador, mas também é preciso que o colaborador valorize a organização em que está inserido, para que o mesmo não apenas passe pela organização, mas, deixe a sua contribuição. Portanto, ambos deverão realizar um “casamento”, casamento este que impregne a harmonia, e que possam ser atendidas as necessidades e anseios de ambos (empregado e empregador).
Como em um casamento, é de suma importância que exista entre todos os colaboradores, o amor e o desejo de sempre continuar, alimentando o sentimento através de atitudes que expressam e contribuem para manter um relacionamento, tais como: respeito, confiança, carinho, admiração, fidelidade, criatividade, transparência nas ações, muito diálogo, comunicação, maturidade, e atuar em prol da conquista sempre. Caso contrário corre-se o risco de chegar à mesmice e desmoronar toda a relação, levando a organização a naufragar.
Assim é a vida organizacional, há que se ter, portanto, um casamento perfeito entre colaborador e organização, onde todos os objetivos estejam claros, definidos e perseguidos. Onde cada um sabe exatamente o que fazer para contribuir com o todo, se preocupando em alcançar sempre a eficiência e eficácia nas ações, em prol da qualidade, sabendo exatamente do caminho a percorrer e que estratégias utilizar.
Portanto, sentir amor pela organização em que está inserido, pela função/atribuição é imprescindível, pois, quando o amor é verdadeiro e forte, é possível superar obstáculos e seguir em frente.
04/08/2007
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br
Ter, 09 de Fevereiro de 2010 08:19
*Por Fábio Azevedo
“Por mais elaborado que seja um planejamento pessoal ou profissional, a única coisa certa, é que ele nunca sairá cem por cento como idealizamos” Fábio Azevedo
O ano começou! Mais uma vez, você se vê diante de novas promessas, grandes projetos, muitos sonhos para serem realizados, e certamente simpatias de todos os tipos, não é verdade? E por via das dúvidas, muitos de nós preferem não arriscar e fazer um mix fim de ano, com direito a figa, arruda, romã, semente de uva, moedas e orações. Além das tradicionais sete ondas que devem ser puladas na beira do mar, a lentilha que devemos comer com os pés para cima, as sementes de romã na carteira, e tantas outras, será que acertei algumas?! Todos estes recursos são realmente importantes, quando o estimulo mental correto é produzido, desenvolvendo um efeito tranqüilizante com perfil otimista em relação à incerteza de nosso futuro, seja a curto, médio ou longo prazo. A verdade, é que até mesmo as mais elaboradas simpatias, promessas e mandingas, não terão resultado se um planejamento adequado no mundo das coisas materiais não for realizado, e também, não desenvolvermos a postura mental correta diante dos acontecimentos inesperados de nossa vida. Por mais elaborado que seja um planejamento pessoal ou profissional, a única coisa certa, é que ele nunca sairá cem por cento como idealizamos, e muito de nossos objetivos terão que ser adiados ou adiantados por motivos diversos e não calculados, que se apresentam constantemente ao longo de nossa trajetória. Um dos fatores presentes naqueles que conquistam o sucesso em suas tarefas, desde a mais simples até as mais complexas e intrincadas, é a capacidade de administrar problemas, acidentes e situações não planejadas. Atualmente, principalmente no universo corporativo, damos o nome para esta preciosa e requisitada habilidade, de: Resiliência. Agora me responda, de que adiantará tantos planejamentos, reuniões, suposições e conjecturas, se diante do primeiro obstáculo, esmorecemos e desistimos de tudo? Parece até que estou dizendo algum absurdo não acham? Mas a verdade, é que, mesmo tendo total consciência de tudo isso, um elevado percentual de pessoas, em diferentes setores e áreas de atuação, desistem diante do primeiro obstáculo encontrado. Esta atitude, dá início a ciclos de insatisfação, que se repetem alternadamente, direcionando estes seres humanos, para um estado de inadequação constante diante da vida e dos resultados obtidos. Deixando para trás, um sem número de náufragos em um mar de altos e baixos! Existem milhares de “fórmulas mágicas” para o sucesso, e mesmo que apliquemos todas elas em nossa vida, as mesmas só funcionarão se mantivermos a postura mental correta diante das adversidades! É isso que diferencia os resultados negativos dos positivos, pois a vida nunca ofereceu garantias, somos nós que às desejamos, e é essa busca pela perfeição impossível, que nos transforma em pessoas infelizes e incapazes, sem recursos para enfrentar e desembaralhar as adversidades. Nada dá errado por acaso, por mais que tenhamos a influência de fatores externos, a causa principal dos nossos fracassos, quase sempre, reside em nossa mente, que construirá nossas atitudes. Tudo em nossa vida depende de nossas escolhas, desde a decisão de parar de fumar para não morrer de câncer, ou beber mais copos d’água durante o dia, para não contrair problemas renais. Até um simples, não, dito no momento correto durante uma reunião de trabalho, é responsável por mudanças monumentais na vida de uma pessoa. Tudo isso, nada mais é do que o desenvolvimento da postura mental correta. Sabe aquela frase marcante, pronunciada pelos escoteiros? “SEMPRE ALERTA”, Lembrou? Pois bem, por mais incrível que possa parecer, essas duas palavrinhas podem fazer um verdadeiro milagre em sua vida, transformando tudo em sua volta. Estar “Sempre Alerta” quer dizer estar atento a tudo o que acontece ao seu redor. Os mínimos detalhes não podem passar despercebidos, pois será esta análise e a plena observação destes múltiplos cenários que lhe envolvem diariamente, que fornecerão as ferramentas para construir sua capacidade de administrar situações difíceis, súbitas e não planejadas. Aqueles que conhecem e convivem no universo da aviação, estão acostumados a ouvir que: “Todo acidente é o resultado de uma série de incidentes”, ou seja, para que algo dê errado, uma série de fatores anteriores se somaram, até culminarem no fadado acidente. Não levem ao pé da letra! Procurem entender as entrelinhas do que tento apresentar. Dei este exemplo, pois quando digo “acidente”, me refiro a qualquer coisa que saia diferente de nossos planos originais. É só irmos até qualquer dicionário, e veremos que o significado da palavra acidente, revela: Um evento súbito, indesejável e inesperado, que causa danos pessoais, materiais ou financeiros, e que acontece de modo não intencional, muitas vezes derivados de efeitos cumulativos. Sendo assim, fica claro que para evitarmos acidentes de qualquer natureza em nossa vida, devemos estar atentos, sempre alertas aos incidentes, como escoteiros de plantão. Para um planejamento perfeito, você não precisa ser um super-herói, com o poder sobre-humano de antever todos os problemas da vida! Mas devemos aprender a nos preocupar muito mais com o passado, do que com o futuro, sem esquecer de estarmos cem por cento alertas ao presente, pois é neste exato momento, que construímos o tão desejado sucesso que almejamos! Se analisarmos bem, boas previsões, nascem de análises bem feitas das experiências passadas, e da constante atenção ao presente, pois, é aqui e agora que tudo acontece, ao mesmo tempo, ao mesmo minuto e segundo, praticamente de uma só vez. Essa atenção ao, aqui é agora, é um excelente exercício para um planejamento de sucesso, pois, quando nos tornamos melhores observadores do presente, aos poucos, vamos adquirindo a habilidade de administrar seus acontecimentos, com maestria e sabedoria, desenvolvendo a maravilhosa capacidade de resolvermos os percalços do dia-a-dia com tranqüilidade e sensatez, pois eles são em sua maioria, inevitáveis. Dessa forma, quando estamos atentos ao, agora, ficamos mais calmos e conscientes, desembaraçando com desenvoltura, a teia de problemas que se apresentam em nosso cotidiano. Então, para começarmos este ano de vento em popa, precisamos em primeiro lugar, estar no controle deste navio chamado vida, atentos ao momento presente, sem descansar, sempre alertas! Vejam bem, que não disse em momento algum que você não pode fazer suas simpatias e mandingas para tentar conquistar coisas melhores em sua vida! Mas lembre-se que, tudo isso, nasce e morre no interior da maravilhosa e misteriosa mente humana. É esta incrível capacidade de raciocínio, unida ao forte desejo de ter uma vida plena e feliz, que nos direciona ao não tangível, para conseguir algo real. Tudo é válido, tudo mesmo! Desde que você mantenha plena atenção aos acontecimentos do, aqui e agora. Aos poucos, você amadurecerá as habilidades da resiliência existentes em você, conquistando está sensacional capacidade de administrar a vida como ela é, da forma que ela se apresenta, sem sofrer com aquilo que não aconteceu do jeito que desejávamos, sendo sábio para evitar os erros do passado, e habilidoso para construir no presente, o seu fantástico e próspero futuro. Que neste ano você esteja SEMPRE ALERTA!
Ter, 09 de Fevereiro de 2010 08:06
*Por Wagner Campos
A paixão é algo muito interessante. Diferente do amor, mas não há como estar isolada dele. Na verdade, segundo dicionário, ser apaixonado é estar entusiasmado, defender com paixão, enfim, é uma ampliação do amor. Quando estamos apaixonados, transpiramos o amor. Esta transpiração envolve a alegria, realização a satisfação e a motivação.
Se você imagina que estou falando de relacionamento amoroso com outra pessoa, é aí que você se engana. Estou me referindo ao trabalho!
Quando somos apaixonados por nosso trabalho e amamos o que fazemos, somos mais realizados, atingimos melhores resultados, somos mais criativos, nos tornamos referência e nos diferenciamos e ainda possuímos uma melhor qualidade de vida.
Ser apaixonado por sua atividade não significa trabalhar demasiadamente. Ao contrário, significa trabalhar o tempo necessário de forma a não se sentir pressionado, insatisfeito, desgastado ou frustrado. Quando você tem paixão pelo que faz você tem maior foco, logo, aproveita melhor seu tempo pois sabe utilizá-lo adequadamente e produtivamente. Desta forma, você consegue dedicar mais tempo a você e para sua família.
A paixão pelo que se faz tem que estar aliada a paixão por sua família e pelas pessoas que lhe querem bem.
Evite pensar apenas em plantar hoje para colher amanhã. Colha os frutos disponíveis hoje e desfrute dos momentos agradáveis e únicos que foram oferecidos a você.
Assim como a perda de um prazo e atraso no trabalho podem trazer prejuízos irrecuperáveis e talvez fazer com que perca alguns clientes, a perda dos momentos com as pessoas que ama também pode ser irreversível. O primeiro passo dado ou a primeira palavra pronunciada por seu filho, caso você não esteja presente, não contará com sua participação desta vitória. Você poderá desfrutar de novos passos e da repetição das primeiras palavras, mas o momento da maior conquista você terá perdido. Uma viagem de lazer adiada poderá demorar a ocorrer novamente pois sempre ficará em segundo plano.
Administre melhor seu tempo. Programe-se para desenvolver novos projetos, para realizar as ligações necessárias, para conquistar novos clientes, para superar desafios, para praticar um esporte, para ficar com a família, para realizar uma viagem, para passear etc.
Seja apaixonado por todos os momentos de sua vida e por todas as atividades que realiza. Seja grato pelas oportunidades em conquistar novas vitórias e desafios diariamente, bem como ter a oportunidade de jamais desistir das coisas que ama, administrando seu tempo de forma a desfrutar de cada momento com muita alegria, realização e motivação!
* WAGNER CAMPOS é Especialista em Marketing e Palestrante Motivacional em Vendas e Liderança. É Professor de MBA em Marketing e Vendas MBA em Recursos Humanos e dos cursos de Administração e Tecnologia em Marketing. Contribuiu com empresas como Ambev, Unibanco, Whirlpool Eletrodomésticos e Sebrae. É autor do Livro "Vencendo Dia a Dia".
Contato para Palestras, Consultoria e Treinamentos : wagner@trueconsultoria.com.br - falecom@wagnercampos.com.br.
Ter, 09 de Fevereiro de 2010 07:58
*Por Jerônimo Mendes
(Administrador, Professor Universitário e Palestrante Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, apaixonado por Empreendedorismo) De acordo Stephen Kanitz, Administrador e autor do livro Família Acima de Tudo, “Colocar a família em primeiro lugar tem um custo com o qual nem todos podem arcar. Implica menos dinheiro, fama e projeção social. Muitos de seus amigos poderão ficar ricos, mais famosos que você e um dia olhá-lo com desdém”. Reflexão válida, entretanto, antes de prosseguir, cabe lembrar o ditado, conferido a Spencer W. Kimball, antigo líder da Igreja Mórmon norte-americana: "nenhum sucesso na vida compensa o fracasso no lar". Desde pequeno eu procuro manter um profundo respeito pela família e a considero como única instituição capaz de provocar a mudança que queremos ver no mundo. Penso que educação, trabalho, religião e ciência podem contribuir bastante, mas a família sempre foi e sempre será a base de tudo. Da família vêm os exemplos, a índole, os princípios, os valores, as virtudes, o espírito de equipe, a certeza da acolhida em tempos difíceis, a esperança no futuro, com base em união, reciprocidade e laços puramente afetivos. Durante muito tempo, devo confessar, mantive uma inveja positiva, por assim dizer, de muitas famílias que eu adotei como modelo a ser seguido, por conta daquilo que eu não pude ter na infância e por várias razões que não vale a pena lembrar. Entretanto, para resgatar e viver o conceito de família ideal, eu cheguei à conclusão de que a melhor forma de consegui-lo era valorizando os bons pedaços que sobraram da minha no passado e repensando a maneira de conduzir a vida, a partir daquele determinado momento. Em tempos de competição desenfreada, culto extremo à individualidade e adoção de valores completamente equivocados, a família acaba sendo relegada a um plano inferior, de menor importância, tudo em nome do sucesso, do lucro e da acumulação de bens a qualquer preço. Grande parte das pessoas dá a importância devida à família somente quando perde a sua ou então, em casos extremos, quando precisa voltar para ela, a exemplo do filho pródigo, com uma mão na frente e outra atrás. O dilema da família continua atual: se você priorizar a família em vez do trabalho, do sucesso e da riqueza, você consegue sobreviver, atingir seus objetivos, manter o círculo de amizades e ser feliz? A resposta é simples: se você, assim como eu e muitos amigos seus, tem de conciliar família com trabalho, amigos, estudo, carreira ou política, a questão do equilíbrio possivelmente será colocada em xeque, portanto, é necessário decidir o que é realmente importante na sua vida. Assim como nas empresas, as crises na família e no casamento são inevitáveis. A diferença está no fato de que, nas empresas, crises aparentes podem ser superadas rapidamente mediante a adoção de medidas duras, impopulares e extremas. Ainda que isso possa custar o seu emprego, as relações empregatícias são mais e bem definidas. Em tempos de crise, as empresas sobrevivem; a maioria dos empregados, não. É uma questão de prioridade. Na família, considerando certa relação de dependência dos familiares, as crises podem durar meses, anos ou décadas até o momento em que “cai a ficha” e você não se pode fazer mais nada. É quando você se dá conta de que o filho já está com dezoito anos, a filha vai se casar e o relacionamento familiar está deteriorado. Durante todo esse tempo você sabe muito mais da vida e da família do seu sócio e dos seus subordinados do que da sua, afinal, você respirou trabalho, o seu nome é trabalho, a sua vida nada mais é do que trabalho. De fato, como ressalta o Professor Kanitz, você não encontra mais amor nas famílias. Você encontra preocupação, ódio, distanciamento, raiva, carinho, compreensão ou mesmo indiferença, mas amor, no sentido literal da palavra, muito pouco. Amor é um conceito difícil de ser praticado, pois exige renúncia, mudança de prioridade, tempo, dedicação, paciência, desprendimento consciente das coisas materiais e altruísmo. Você conhece alguma empresa que incentiva esse tipo de comportamento? O equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é a chave para o bem-estar do ser humano. Quando você prioriza ou desequilibra qualquer um dos lados, o outro sofre as consequências. O preço a ser pago para a conquista da fama e do dinheiro tende a ser alto demais, razão pela qual muitas pessoas que dizem que amam seus filhos, seus cônjuges e seus entes mais queridos, têm dificuldades de demonstrá-lo na prática. Entregar-se ao trabalho desmedidamente sob pretexto de querer o bem da família ou de conseguir tudo o que ela precisa não se sustenta mais. Muito mais do que conforto, as famílias precisam de compartilhamento, diálogo, carinho e atenção, algo que exige tempo, geralmente canalizado para a obtenção cada vez maior de projeção, glória e bens materiais. Se as empresas definem bem as suas prioridades, a visão, a missão e os objetivos estratégicos a serem alcançados, por que você não pode agir da mesma maneira? É uma questão de prioridade, escolha, decisão e propósito que depende exclusivamente de você. Por certo, é uma questão difícil que exige posicionamento claro a respeito do que você quer para o futuro, como membro de família e como profissional. Nesse sentido, quero compartilhar algumas lições que aprendi ao longo do tempo e procuro praticar na minha vida pessoal e profissional. Naturalmente, em razão da pressão financeira a que somos submetidos com frequência, leva tempo para encontrar o equilíbrio entre universos distintos, mas complementares, indissociáveis e importantes para o desenvolvimento do ser humano. § Família ou Trabalho? De modo particular, sou mais pela família, afinal, para onde você corre quando o mundo desaba e as coisas não saem à sua maneira? Quando você prioriza a família, não precisa se preocupar com isso e ao optar pelo equilíbrio, em vez da ambição desmedida, é possível pensar e respirar tranquilamente em ambos os lados; § Pare de arranjar desculpas: o ser humano atual encontra desculpas para tudo. Dentro do possível, encontre tempo em vez de desculpas e não perca a oportunidade de almoçar em casa com a família. Almoçar com os amigos de trabalho é bom, porém as chances de fazê-lo são bem maiores do que com a família. De vez em quando, surpreenda a família, chegue mais cedo, leve-a para jantar fora, vá ao cinema, passe no supermercado e apanhe alguns petiscos, faça qualquer coisa para evitar que o diálogo e a alegria do convívio esfriem; § O prazer da sua companhia: não existe nada mais gratificante para a família do que o prazer da sua companhia. Acredite nisso mesmo que, vez por outra, você tenha que levar trabalho para casa e fazê-lo com o filho no colo. Por outro lado, não existe nada pior do que entregar os filhos para a televisão ou para a Internet onde os desconhecidos poderão usá-los com instrumento de manipulação, violência, consumo e erotização. Você é membro da família e não um robô a ser ligado somente no momento em que ela precisa. Por fim, lembre-se: a menos que você a tenha constituído sob pressão ou por conveniência, a família é que você faz dela, um instrumento de valorização ou instrumento de manipulação da sua vontade. Talvez por isso, em 1930, Bertrand Russel, filósofo inglês, declarou que “o fracasso da família em prover satisfação e prazer é uma das principais causas de insatisfação do mundo moderno”. Portanto, se esta for a sua opção, seja responsável e persiga o caminho da solidão em vez de sacrificar a felicidade de muitos em benefício exclusivamente pessoal. De acordo com John Dewey, filósofo e pedagogo norte-americano, “você é aquilo que mais valoriza na vida, você é aquilo pelo que está disposto a morrer.” Pense nisso e seja feliz! --------------------------------------- Para receber os artigos do autor semanalmente, cadastre seu e-mail e indique para os amigos. Para ler esse e outros artigos, visite o meu site regularmente: http://www.jeronimomendes.com.br Para reproduzir esse e outros artigos, basta manter os créditos de autoria e mencionar o site do autor. Obrigado por prestigiar o meu trabalho! Jerônimo
Ter, 09 de Fevereiro de 2010 07:48
*Por Ary Martins
Você já ouviu falar de imprevistos causados quando um motorista não vê outro veículo devido a um ponto cego. Em psicologia isto é chamado de escotoma e representa uma mancha que ocupa parte de nosso campo visual e não nos deixa ver o todo. Todos temos este ponto cego ocular e podemos observar através de testes como da figura acima (tampe o olho esquerdo, olhe somente para estrela, aproxime-se e afaste-se da tela e eis que o círculo terá sumido... Legal néh!).
Meus textos são baseados na mente, por isto chamo a atenção para um ponto cego que não tem haver com olhos; mas com o não ver o todo que podemos realizar.
Quantas vezes ao dia você não faz questão de ver seu potencial, não visualiza a imensidão deste mundo que oferece as mesmas oportunidades a qualquer humano de carne e osso. Faça um teste com um amigo, pegue um objeto e faça esta pessoa dizer que não consegue achar e coloque-a para procurar... É quase fato que este objeto pode estar debaixo do nariz da pessoa e ela não achará. Faça o contrário com outra pessoa, faça-a dizer antes, que vai encontrar facilmente e eis que ela encontrará o objeto com mais rapidez.
Isto explica porque 2 pessoas podem ter nascido no mesmo lugar de pobreza e uma delas tem sucesso e outra não... Programação Mental: Se você pensa que pode, é claro que seu sistema nervoso vai autorizar a seu cérebro a cumprir o desejado.
Saia do ponto cego e não deixe que ninguém diminua seu potencial!
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Qua, 03 de Fevereiro de 2010 10:34
*Por ARY MARTINS Quanto mais eu estudo o comportamento humano, mas eu fico admirado com nossa capacidade de acreditar, de criar verdades e chego a me perguntar às vezes: Acreditamos por vermos as coisas ou vemos porque acreditamos?
O que cada vez mais eu verifico é que nosso cérebro é comandado pelo nosso acreditar e não pelo nosso querer. Por exemplo: ontem eu estava conversando com uma senhora que quebrou o pé e mesmo depois de ter passado pela cirurgia e de ter tirado o gesso não sentia segurança para andar; após duas semanas uma amiga disse que ela precisaria exercitar e que o medo dela na verdade era só imaginação e precisaria caminhar para ganhar estabilidade... Esta senhora me disse que aquela conversa deu tamanha segurança que a fez sentir que o pé esta mais firme para a caminhada.
O mesmo já observei quando realizei testes de transe hipnótico com amigos e ao dizer que a pessoa estava a comer um jiló (que na verdade era um chocolate) esta pessoa sentiu repugnância. O que desejo ensinar hoje é que para mudar algum comportamento nosso, precisamos alterar o que acreditamos sobre tal comportamento. Dizer: eu sou nervoso mesmo, eu nasci tímido, eu não gosto de pessoas... só reforçam suas verdades (que as vezes são medos) e não ajudam em nada.
Este mundo é feito de pessoas que acreditaram e mudaram as convicções de muitas pessoas, como: Santos Dumont que criou o avião, Guglielmo Marconi que criou o rádio, Thomas Edison que criou a lâmpada e de muitos outros de nós que se quisermos podemos criar o mundo que sonhamos viver. www.arymartins.com.br
Qua, 03 de Fevereiro de 2010 10:04
*Por ARY MARTINS
É só quem já foi tímido que consegue entender o que este sentimento pode causar em uma pessoa. Algumas pessoas são extremamente reservadas, outras conseguem esconder e outras são tímidas dependendo do momento.
É fácil entender isto, se imaginarmos que você foi convidado para uma palestra e na hora de entrar no evento percebe que está atrasado e que todos irão ver você chegando... Então, o que você faz? Entra naturalmente, espera alguém para entrar junto ou vai embora para casa?
A timidez ocorre muitas vezes por uma vergonha própria de nossa aparência, por receio de alguém brigar conosco, medo de sermos menosprezados ou por nos fecharmos em nossa própria arrogância.
A dica que deixo para esta semana é perceber quando fica tímido(a) e perguntar para si mesmo(a) a razão desta sensação: Fiz algo errado? Qual meu medo neste momento? Depois de feito isto, encontre uma solução para estas perguntas e aos poucos estará exterminando a timidez.
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Qui, 10 de Dezembro de 2009 08:45
* Maria Cristina Rocha de Oliveira
Tenho observado que, nestes ultimos anos, as mudanças estão ocorrendo com muito mais velocidade, em relação à época em que eu era criança. Acompanhar tudo isso tem sido, sem dúvida, um grande desafio!
No entanto, com todo esse processo de transformação , alguns aspectos importantes se perderam no caminho: muitas mulheres abriram mão do seu papel feminino e maternal para se igualarem aos homens, mas, com isso, perderam o foco central de suas vidas tornando-se, muitas vezes, pessoas solitárias, depressivas, profissionalmente bem-sucedidas, mas emocionalmente infelizes. Os homens,por sua vez, assustados com a "superioridade" feminina, se fecharam em si mesmos e também vivem sós.
Os jovens, hoje em dia, têm "pais amigos", tudo o que desejam em bens materiais, mas não desenvolvem, muitas vezes, as noções de limites,respeito, educação, responsabilidade e comprometimento: Comprometer-se com quem? com o que? para que? são seus principais questionamentos - questionamentos pertinentes a uma geração "fast food", que teve que lutar muito pouco pelo que quis e quer tudo pronto,dispendendo o menor esforço´possível.
A principal consequência disso, para o mercado de trabalho é que o conhecimento já não é valorizado( na opinião deles), apenas o certificado de conclusão. E, então,num processo seletivo, nos deparamos com pessoas que trazem currículos lotados de "títulos", mas conhecimento "zero", e não conseguem se colocar no mercado de trabalho. Mas, de fato, a culpa não é só deles,não! O mercado ,de alguma forma, incentivou isso, só que esqueceu de dizer a estes jovens que a competência é fundamental. E isso eles estão tendo que aprender a duras penas!
Felizmente,ainda existem pessoas, profissionais e/ou empresas , que são capazes de acreditar no potencial humano e contribuir no desenvolvimento do mesmo, captando no mercado profissionais responsáveis, comprometidos com seu trabalho e, acima de tudo, empenhados em aprender todos os dias, tornando-se, assim, num futuro próximo,, profissionais competentes, que acabam por servir de parâmetro para aqueles que estão chegando agora!!!!
Maria Cristina Rocha de Oliveira
Sáb, 14 de Fevereiro de 2009 19:13
Sex, 23 de Janeiro de 2009 15:33
Sex, 23 de Janeiro de 2009 15:23
Sex, 23 de Janeiro de 2009 15:11
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