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"O Jogo de Cintura" que leva ao sucesso! E-mail

*Por Rogério Motta
Você é uma pessoa flexível? Costuma enxergar colorido o tempo todo, enxerga e vê com "bons olhos" ou sómente enxerga, vê tudo em preto e branco? Você quer sempre convencer os outros a fazer o que você quer? Boa parte dos "vendedores" sabe que é muito difícil persuadir alguém a fazer algo indesejável, contra a sua vontade. Mas, quase sempre, eles insistem em sua miopia em agir exatamente dessa maneira.
Muitos querem vender somente o que lhes convém e não o que os seus compradores e clientes desejam.
"A pessoa que é muito insistente em seus próprios pontos de vista encontra poucos para concordar com ela"
Lao-Tsé, Tao  King

Se somente isso, já seria grave o suficiente para dificultar a vida de quem busca o sucesso. Porém, o pior é que há uma tendência desse tipo de trabalhador e negociador achar que tudo tem que acontecer segundo o seu jeito de pensar,segundo a sua vontade. Não raro, identifico no meu dia a dia em negócios, "vendedores"que não acreditam em nenhuma técnica de vendas que seja divergente das suas. Daí, para tudo o que você diz ele possue um argumento na ponta da língua para contrariar. E o que é pior: alegações empíricas e, em alguns casos, desprovido de qualquer tipo de lógica e ou bom senso.   Como "vendem" o suficiente para sobreviver acham que estão sempre certos, como se as suas afirmações fossem verdadeiras verdades absolutas.

Outro problema, não menos grave, é constatar que essas pessoas, a cada dia mais, se isolam em suas amizades. Pois, acabam se tornando verdadeiros chatos, inconvenientes e insuportáveis. Porém, é verdade que em alguns momentos precisamos de outras pessoas para conversar,oxigenar as nossas idéias e até apreendermos novos bons exemplos, mas... Ocorre que os "chatos" que se recusam a enxergar colorido acabam tendo os mesmos amigos de sempre e falam sobre as mesmas disciplinas, fechando-se em seus casulos com tendência de achar errado todos que pensam diferente dele.

Funcionam como se fosse uma antiga peça de antiquário,uma agulha de toca-disco presa no sulco arranhado em um velho disco de vinil. Como resolvemos o problema quando isso ocorre? Damos uma cutucada na agulha ou a tiramos e colocamos em outro lugar, não é mesmo?

"Uma pessoa pode permanecer parada numa correnteza, mas não no mundo dos homens".
Provérbio japonês

Até porque, pessoas que agem assim dificilmente conseguem mudar voluntariamente. Não raro as suas "vendas" começam a minguar e eles trocam de emprego, de alvo,de negócio ou de job como se troca de camisa. Dai, destroem o relacionamento familiar, as eventuais boas amizades e, também, a carreira profissional. Quando algo assim ocorre, o jeito parece ser tratamento de choque. Nesse sentido, Anthony Robbins, em seu esplêndido livro Poder Sem Limites, relata uma interessante passagem a qual vou pedir a devida licença autoral aqui para reproduzir.

O autor relata a experiência de um profissional da área de terapia intensiva, que um dia resolveu visitar uma instituição para doentes mentais e lá encontrou um paciente que se recusava a mudar a sua forma de pensar, insistindo ser Jesus Cristo em carne e osso. Foi então que o visitante lhe perguntou: Você é  Jesus? "Sim, meu filho" respondeu o homem. O visitante então lhe disse: "voltarei em um minuto", retirando-se em seguida. Claro que o paciente ficou um pouco confuso. Alguns minutos depois o visitante retornou com uma fita métrica na mão.  Pediu ao homem que abrisse os braços e o mediu de braços abertos e da cabeça aos pés. Voltando a perguntar: "quem é você?" Ao que o homem respondeu: "eu sou Jesus".

Então o visitante naturalmente afastou-se do local, deixando o sujeito um pouco mais preocupado. Passado alguns minutos o visitante retornou com um punhado de pregos grandes e afiados, um grande martelo e uma porção de tábuas fortes, começando em seguida a pregá-las em forma de cruz e voltou a questionar: "você é mesmo Jesus, tem certeza?" Ao que o homem sem titubear respondeu: "sou sim, meu filho". Daí, o visitante enfatizou: "então você já deve saber o que estou preparando para você, não é mesmo? Ao que o sujeito subitamente recuperou a memória se lembrando de quem era na realidade e dizendo: "Não..eu não sou Jesus.", "eu não sou Jesus." e se mandou...
 
A conclusão é sua!



 

 

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