Treinamento
Estratégia para treinamento de resultados | Estratégia para treinamento de resultados |
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Sempre me questionei porque organizações públicas ou privadas que disponibilizavam: tecnologia, conhecimentos, técnicas e equipamentos, nem sempre tinham sucesso financeiro e de relacionamento com seus diversos públicos. Isso é, não eram nem eficiente e nem eficazes ou eram eficientes sem serem eficazes ou vice e versa. Outro questionamento é por que treinamento com notáveis consultores não produzem o resultado que a organização e o grupo esperavam obter? Normalmente, no período de treinamento, ocorre uma embriagues de conhecimento seguida de uma ressaca de frustração. Destes questionamentos emergiram algumas hipóteses dos porquês do descolamento entre o treinamento e os resultados esperados.
1 – A carência de conceitos sobre, por exemplo: qual conceito de homem, de poder, de gerencia, de bom senso, de controle, de feedback, de motivação, de mudança os treinandos, a cultura da organização e o consultor têm de forma consciente ou presente de forma subjacente. Como o erro é percebido pela cultura da organização, etc.. Esse conceitos condicionam a atuação de todos os agentes organizacionais, do nível mais alto ao nível mais baixo da estrutura hierárquica.
2 – A grande maioria dos consultores assume, equivocadamente, que todos os agentes organizacionais possuem uma equilibrada relação eu x eu. Dito de outra maneira, que mantenham consigo um saudável diálogo interior.
Os fracassos ou os resultados pífios da maioria dos treinamentos dos quais participei como treinando e dos depoimentos de colegas das associações profissionais das quais fui diretor reforçam as hipóteses aqui levantadas.
Se as carências emocionais e conceituais não forem pelo menos colocadas para reflexão dos membros do grupo como a origem do sucesso ou do fracasso pessoal, do grupo e da organização, todos os recursos disponibilizados serão, quando muito, subaproveitados, com manifesto prejuízo para o indivíduo, grupo, organização e para a sociedade como um todo.
A organização privada tem como função social primeira e mais relevante gerar lucro para a sua sobrevivência, para seu crescimento, para a manutenção e geração de novos empregos, para pagar os tributos e remunerar, atrativamente, àqueles que nela investiram. A administração pública deve ter lisura no uso eficiente e eficaz dos recursos dos contribuintes. Ser eficaz nas suas funções de atividades-fins clássicas e, no Brasil, deve esforçar-se para contribuir de forma efetiva na evolução do contribuinte-provedor para ser contribuinte-cidadão. Não deve prevalecer-se da sua posição de autoridade ou de poder para impor sacrifícios espúrios aos contribuintes, decorrentes de uma má gestão, de uma estrutura organizacional desequilibrada ou de inadequado treinamento do servidor público.
Estudiosos da teoria das organizações indicam como restrição mais severa não a escassez de capital, mas a de talentos profissionais competentes, treinados, motivados para o trabalho, para assumirem riscos necessários e com ousadia para inovar. Certamente, encontrar todas essas características num só profissional não é tarefa fácil. A criação e a manutenção de equipes produtivas pode ser uma alternativa válida para suprir a organização das qualidades que compõem a idealização de “super profissional”.
Essas reflexões me estimularam a buscar quais as prováveis competências básicas para o desenvolvimento pessoal e profissional tanto no setor privado quanto no setor publico. Sem a pretensão de pensar que as competências descritas a seguir sejam a origem das demais competências, apenas lhes reconheço grande poder limitativo e condicionante dos efeitos das demais competência necessárias ao desempenho excelente:
Se quisermos assumir um papel mais influente no concerto das nações deveremos respeitar o nosso tempo e o tempo dos outros.
Com o objetivo de contribuir para reduzir as limitações aqui expostas. Facilitar a alteração dos comportamentos e atitudes que dificultam a percepção de que o único evento permanente na vida dos indivíduos e das organizações é a mudança. Para que a resistência à mudança e à inovação seja compreendida, enfrentada produtivamente pelos indivíduos e pelas organizações publicas e privadas. Indicamos: a) Trabalhar-se a competência em dar e receber Feedback para minimizar-se uma dificuldade presente em todas as organizações: a comunicação ineficaz, improdutiva, geradora de conflito, de desperdício de tempo e uma das nascentes da “fofoca”; b) Sensibilizar-se para a relevância da Gestão do Tempo com o escopo de maximizar-se a produtividade no trabalho, no estudo, na política e melhorar a qualidade de vida pela redução do estresse decorrente da incompetência na administração desse recurso escasso e insubstituível, concomitantemente se cria o respeito pelo próprio tempo, pelo tempo do chefe, dos colegas e, principalmente, do contribuinte-cidadão.
Entendemos que o treinamento deva fluir dos aspectos comportamentais – intrapessoal e interpessoal - para o técnico e gerencial. A competência intrapessoal, que é uma das três competências essenciais, é tratada nos trabalhos de consultoria e treinamento que realizamos, especificamente, em cada um dos módulos técnico e gerencial, dada a importância que lhe reservamos.
Alguns resultados significativos, que a organização e o treinando, poderão conseguir com a aquisição da competência em oferecer e receber Feedback:
Que contribuições esperar da competência de gerir eficazmente o seu tempo:
<!--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->Tomar consciência do porquê somente os esforços, eminentemente, técnicos não são suficientes para a implantação da Gestão do Tempo; <!--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->Poder escolher o método de gestão do tempo que melhor se adapte ao seu estilo de comportamento; <!--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->Entender que a gestão do tempo é o diferencial entre o sucesso e o fracasso em qualquer atividade: no trabalho, nos estudos e na política; <!--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->Incluir a qualidade de vida produtiva como uma de suas metas relevantes, <!--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->Entender que o desenvolvimento de competência em trabalhar a relação eu x eu é condição para a efetividade das demais competências.
Jansen de Queiroz Ferreira
Formado em Administração, pós-graduado em finanças e recursos pela FGV. Economista pela UERJ. Vinte e cinco anos de experiência como executivo no nível de diretoria de empresas nacionais. Foi diretor de eventos da APARH-SP e da Sucessu-sp. Artigos publicados na Gazeta Mercantil, no “O Estado de São Paulo”, na Revista de RH da ABRH e vários sites profissionais. Consultor e palestrantes nas áreas de Gestão Polifocal, Desenvolvimento de Competência Intrapessoal, Interpessoal e Gerencial, formação de preço e Mentoring para Executivos experientes e recém promovidos.Ministra cursos e treinamentos abertos e in company
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